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Frente em Defesa do Novo Pacto Federativo será lançada nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados

Por Nill Júnior

Com objetivo de trabalhar pelo fortalecimento de estados e municípios, a Frente será composta por deputados e senadores

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Novo Pacto Federativo, presidida pelo deputado federal Silvio Costa Filho (PRB-PE), será lançada oficialmente nesta quarta-feira (13), na Câmara dos Deputados, em Brasília.

O lançamento acontecerá no Plenário II, no Anexo II, e vai contar com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de representantes de entidades que representam estados e municípios. No encontro se dará o início de uma ampla discussão sobre o novo pacto.

A frente foi aprovada com o apoio de mais de 250 deputados e senadores. Para Costa Filho, “o tema sensibiliza todo o Congresso Nacional. É preciso menos Brasília e mais Brasil. Temos que fazer com que os estados e municípios recuperem a capacidade de investimento e ter mais dinheiro para investir em infraestrutura, saúde, educação, entre outros. Porque é a gestão municipal e estadual que está ligada diretamente aos problemas da população. Atualmente muitos municípios estão quebrados e um terço deles fechou as contas no vermelho além de muitos estados em dificuldade”, pontua Silvio.

Outras Notícias

Lula quer a imprensa participando das plenárias do PT

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está traçando novas estratégias para tentar diminuir o antipetismo. Depois dos episódios do mensalão e do escândalo da Petrobras, a imagem do partido ficou bastante desgastada perante o eleitor. Em conversa com o Blog da Folha, uma fonte que faz parte da Executiva Nacional disse que o líder-mor […]

Luiz Inácio Lula da Silva

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está traçando novas estratégias para tentar diminuir o antipetismo. Depois dos episódios do mensalão e do escândalo da Petrobras, a imagem do partido ficou bastante desgastada perante o eleitor.

Em conversa com o Blog da Folha, uma fonte que faz parte da Executiva Nacional disse que o líder-mor do PT não esconde dos seus correligionários que a sigla está arcando com as consequências, mas, segundo o ex-presidente, a imprensa afeta ainda mais a representatividade da legenda.

Uma das táticas de Lula é trazer a imprensa para dentro do partido, participando das plenárias e dos diversos congressos que a sigla realiza pelo País. Ele acha que os jornalistas analisam o partido à distância, e só se remetem aos seus representantes e, consequentemente, à legenda, de forma negativa. Para mudar isso, o ex-presidente quer que os comunicadores observem as discussões sobre ética e transparência que acontecem nas reuniões do PT.

Segundo a fonte, Lula cita nas reuniões que o PT “foi o grande construtor das políticas de transparência, e criou até o próprio portal das transparências”. Nos encontros o líder-mor do Partido dos Trabalhadores não deixa de cutucar os tucanos afirmando que a legenda não tem “um engavetador geral da república”.

A frase é em referência ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, foi acusado de não dar andamento as investigações sobre várias denúncias de corrupção ocorridas durante a gestão tucana.

“Em nome de Sebastião Dias, o nosso candidato é Flávio”, afirma dona Iêda Melo

O Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu nesta terça-feira (20), o vereador Kleber Paulino, o ex-vereador Paulino e os ex-secretários Iêda Melo, Gracinha Paulino e Allan Dias. O grupo afirmou que o nome de Flávio Marques tem a aprovação de todos eles e irão marchar juntos na eleição de 2024. “Era […]

O Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, recebeu nesta terça-feira (20), o vereador Kleber Paulino, o ex-vereador Paulino e os ex-secretários Iêda Melo, Gracinha Paulino e Allan Dias.

O grupo afirmou que o nome de Flávio Marques tem a aprovação de todos eles e irão marchar juntos na eleição de 2024. “Era um desejo do meu pai ver Flávio prefeito”, disse Allan Dias.

Perguntada se existe a possibilidade de migrar para o palanque da prefeita Nicinha Melo, dona Iêda foi enfática ao afirmar que não. “Em nome de Sebastião Dias, o nosso candidato é Flávio”, disse ela.

Kleber disse que sua família não tem histórico de traição, mas sim de fidelidade política. “Por onde eu ando é o sentimento do povo a mudança e o nome de Flávio, então nós estamos com ele”, afirmou o vereador.

Kleber, que é líder da oposição na Câmara, aproveitou para anunciar mais uma adesão ao grupo da oposição. Trata-se da advogada Claudicéia Rocha que foi candidata à reeleição no palanque de Nicinha, mas não venceu. Posteriormente ela ocupou uma pasta na Educação, mas deixou o governo por desentendimentos internos. As informações são do Instagram de Júnior Alves.

Bolsonaristas tentam lotar QGs para último dia de diplomação

A duas semanas da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) tentam dar um último fôlego aos atos que pedem intervenção militar contra a vitória do petista.  Nos grupos de WhatsApp e Telegram, bolsonaristas convocam manifestantes a lotarem os quartéis-generais neste domingo (18/12) e na segunda-feira (19/12), […]

A duas semanas da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) tentam dar um último fôlego aos atos que pedem intervenção militar contra a vitória do petista. 

Nos grupos de WhatsApp e Telegram, bolsonaristas convocam manifestantes a lotarem os quartéis-generais neste domingo (18/12) e na segunda-feira (19/12), data-limite para a diplomação de eleitos em 2022.

Extremistas espalham rumores de que o atual mandatário iria “tomar providências” para anular a eleição de Lula somente depois da diplomação de todos os governadores, senadores e deputados. Segundo eles, o recesso do Poder Judiciário, a partir do dia 20, também “facilitaria” a ação do presidente. Além disso, os acampamentos pró-Bolsonaro são alvo de pressão após atos de vandalismo em Brasília no início da semana.

Esta será mais uma mobilização convocada por bolsonaristas na tentativa de reverter o resultado das eleições. Reportagem do Metrópoles mostrou que, desde a derrota do candidato à reeleição, manifestantes acampados em frente ao Quartel-General do Exército de Brasília marcaram oito atos “decisivos”. Desta vez, a chamada para a movimentação ao redor de organizações militares é apelidada de “Novo 7 de Setembro”.

Com a proximidade da posse e do período de recesso dos órgãos públicos, bolsonaristas incentivam que apoiadores compareçam em peso aos quartéis, a fim de endossar pedidos de intervenção das Forças Armadas.

“O grande dia se aproxima. Precisamos demonstrar, mais uma vez, na frente dos QGs e, quem puder, no Palácio da Alvorada, que queremos a faxina nesse ‘sistema’. Não deixe de ir, pois poderá ser a última oportunidade!”, convoca uma das mensagens replicadas nos grupos.

Ao mesmo tempo, alguns se dizem cansados das reiteradas manifestações que não surtem efeito. Nos grupos, os que demonstram negatividade são tratados como “petistas” e “infiltrados” e, em alguns casos, são banidos.

Acampamentos

Desde o dia 30 de outubro, manifestantes pró-Bolsonaro fazem vigília em frente a instalações das Forças Armadas em diferentes estados. Diante dos atos de vandalismo que eclodiram na capital na última segunda-feira (12/12), aliados de Lula pediram a retirada dos acampamentos de áreas militares.

No Distrito Federal, o acampamento em frente ao QG registra visitas de, em média, 300 a 500 pessoas por dia útil. Aos fins de semana, o público que questiona a eleição de Lula para presidente da República sobe para 1,5 mil a 2,5 mil cidadãos.

Nesta semana, o Exército ampliou a área que os bolsonaristas ocupam. A equipe do Metrópoles percebeu que, na quarta-feira (14/12), houve uma mudança no controle de trânsito de veículos da área. Agora, a barreira física está mais distante do centro do acampamento, ou seja, foi aberto mais espaço para circulação no local onde os manifestantes estão.

O Exército informou que o Comando Militar do Planalto tomou medidas para “permitir o fluxo de pessoas que moram e trabalham no Setor Militar Urbano” e não especificou qual general teria determinado a instalação da barreira.

Gonzaga Patriota comemora instalação da fábrica multinacional Yazaki em Bonito

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) comemorou o anúncio da chegada da multinacional Yazaki, empresa japonesa fornecedora de peças para grandes montadoras de carros que será instalada em Bonito, Agreste Central. O parlamentar esteve no município, nesta quinta-feira (30), ao lado do governador Paulo Câmara e do prefeito Gustavo Adolfo, para a assinatura do Protocolo […]

Foto: Heudes Regis/SEI

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) comemorou o anúncio da chegada da multinacional Yazaki, empresa japonesa fornecedora de peças para grandes montadoras de carros que será instalada em Bonito, Agreste Central.

O parlamentar esteve no município, nesta quinta-feira (30), ao lado do governador Paulo Câmara e do prefeito Gustavo Adolfo, para a assinatura do Protocolo de Intenções entre o Governo do Estado e a multinacional, oficializando sua instalação em Pernambuco.

Para Gonzaga Patriota, a empresa se convenceu do investimento em Pernambuco ao conhecer de perto o ambiente favorável aos negócios no Estado. “Pernambuco, através da gestão de Paulo Câmara, tem se destacado no cenário nacional e grandes empresas estão investido no Estado, pois se sentem seguras e encontram um ambiente favorável para o investimento. O município de Bonito vai ganhar, não somente na geração de empregos, mas também no desenvolvimento”, disse Patriota.

 A nova fábrica vai gerar cerca de 1,6 mil empregos diretos, e com a expectativa de que cerca de 60% dessas vagas sejam ocupadas por mulheres. Com um investimento de R$ 60 milhões, as obras serão iniciadas em fevereiro deste ano e a previsão é de que a empresa comece a operar já no primeiro semestre de 2021. A planta de Pernambuco será a sexta unidade da Yazaki no Brasil e a segunda no Nordeste.

Presidente da Petrobras é demitido após 40 dias no cargo

O Ministério de Minas e Energia anunciou em nota oficial na noite desta segunda-feira (23) a demissão de mais um presidente da Petrobras. Após 40 dias no cargo, José Mauro Ferreira Coelho foi dispensado. Ele foi o terceiro presidente da estatal no governo Jair Bolsonaro. Os dois anteriores, também demitidos, são Roberto Castello Branco e […]

O Ministério de Minas e Energia anunciou em nota oficial na noite desta segunda-feira (23) a demissão de mais um presidente da Petrobras.

Após 40 dias no cargo, José Mauro Ferreira Coelho foi dispensado. Ele foi o terceiro presidente da estatal no governo Jair Bolsonaro.

Os dois anteriores, também demitidos, são Roberto Castello Branco e Joaquim Silva e Luna.

Para o lugar de José Mauro Coelho, o governo decidiu indicar Caio Mário Paes de Andrade, auxiliar do ministro Paulo Guedes no Ministério da Economia, onde ocupava o cargo de secretário de Desburocratização.

A indicação precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras, no qual o governo tem maioria por ser o acionista majoritário da empresa.

Os três demitidos da presidência da Petrobras foram vitimados pela progressiva elevação do preço dos combustíveis.

Pré-candidato à reeleição, Jair Bolsonaro cobrou de todos eles que os preços fossem contidos. O presidente chamou de “estupro” o lucro da estatal e pressionou a empresa a não reajustar preços.

Mas a Petrobras está submetida ao critério de paridade internacional, política adotada pelo governo Michel Temer em 2016 que faz o preço dos combustíveis variar de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e das oscilações do dólar.

No último dia 15, questionado sobre a eventual demissão de José Mauro Ferreira Coelho, Bolsonaro respondeu: “Pergunta para o Adolfo Sachsida”, que dias antes havia substituído Bento Albuquerque — também demitido — como ministro de Minas e Energia.

Em abril, Caio Paes de Andrade chegou a ser cotado para presidir a estatal, depois de o economista Adriano Pires ter recusado convite para ocupar o cargo. Na ocasião, o governo buscava um sucessor para Joaquim Silva e Luna.

Segundo a nota do ministério (leia a íntegra ao final desta reportagem), Andrade é formado em comunicação social pela Universidade Paulista, pós-graduado em administração e gestão pela Harvard University e mestre em administração de empresas pela Duke University.

“Portanto, o indicado reúne todos as qualificações para liderar a Companhia a superar os desafios que a presente conjuntura impõe, incrementando o seu capital reputacional, promovendo o continuo aprimoramento administrativo e o crescente desempenho da Empresa, sem descuidar das responsabilidades de governança, ambiental e, especialmente, social da Petrobras”, diz o texto.