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Fredson recebe a governadora Raquel Lyra que lança programa PAA do Leite em São José do Egito

Por André Luis

Na manhã desta terça-feira (25), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, esteve em São José do Egito para o lançamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do Leite. O evento aconteceu no Clube Hotel e reuniu lideranças políticas, produtores rurais e representantes da sociedade civil.

A governadora foi recebida pelo prefeito Fredson Brito e sua esposa, Dra. Lúcia, além do vice-prefeito Zé Marcos e dos vereadores Vicente de Vevéi, Aldo da Clipsi, Tadeu do Hospital, Gerson Souza e Patrícia de Bacana. A visita reforça o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da agricultura familiar e a segurança alimentar da população.

O PAA do Leite é um programa essencial para a economia local, pois garante a compra do leite produzido por agricultores familiares e sua distribuição para famílias em situação de vulnerabilidade social. Em seu discurso, Raquel Lyra destacou a importância da iniciativa:

“O PAA do Leite não apenas fortalece os produtores locais, mas também leva alimento para quem mais precisa. Estamos investindo na agricultura familiar e garantindo que a população tenha acesso a uma alimentação de qualidade.”

O prefeito Fredson Brito celebrou a chegada do programa ao município e reforçou a parceria com o Governo do Estado:

“Essa iniciativa é um grande avanço para os nossos agricultores e para as famílias que serão beneficiadas. Agradecemos à governadora Raquel Lyra pelo olhar atento às necessidades do nosso povo.”

Além do lançamento do PAA do Leite, a visita da governadora foi marcada por diálogos sobre investimentos para São José do Egito, incluindo ações para o fortalecimento da infraestrutura e do desenvolvimento econômico da região.

Com a implementação do programa, espera-se um impacto positivo tanto para os produtores de leite quanto para as famílias em situação de insegurança alimentar.

Outras Notícias

Deputados eleitos com votos do Pajeú apoiam “trem da alegria” na LRF

Na sessão da Câmara Federal na ultima quarta-feira dos 25 deputados da bancada pernambucana 11 apenas estavam presentes. Destes, dez votaram a favor do “estupro” contra a importante Lei de Responsabilidade Fiscal, favorecendo os prefeitos que não cuidam regularmente das contas com pessoal e gastam mais de 54% da folha. Votaram a favor dos prefeitos […]

Na sessão da Câmara Federal na ultima quarta-feira dos 25 deputados da bancada pernambucana 11 apenas estavam presentes.

Destes, dez votaram a favor do “estupro” contra a importante Lei de Responsabilidade Fiscal, favorecendo os prefeitos que não cuidam regularmente das contas com pessoal e gastam mais de 54% da folha.

Votaram a favor dos prefeitos relapsos os deputados André de Paula (votado em Tuparetama), Augusto Coutinho, Danilo Cabral (votado em Carnaíba), Fernando Filho (votado em Tabira e Ingazeira),  João Fernando Coutinho (votado em Iguaracy), Jorge Corte Real, Luciana Santos (votada como vice-governadora), Ricardo Teobaldo (votado em Tabira, Iguaracy e Tuparetama), Tadeu Alencar (votado em Tabira e SJE) e Wolney Queiróz (Tuparetama). O único presente que votou contra foi Betinho Gomes.

Na semana que passou o Tribunal de Contas de Pernambuco atualizou os dados da série histórica acerca da despesa total com pessoal (DTP) dos municípios pernambucanos.

Os municípios em situação favorável são Quixaba (36,26%), Afogados (42%), Ingazeira (43,39%). Abaixo estão Carnaíba (46,92%), Itapetim (47,87%), Brejinho (48,35%), Triunfo (48,62%), São José do Egito (49,70%), Flores (50,10%), Iguaraci (50,55%) Serra Talhada (50,59%), Solidão (53,89%) e Santa Terezinha (53,28%). Estão no vermelho Tuparetama (60,19%), Santa Cruz da Baixa Verde (59,94%), Calum bi (59,28%) e Tabira (57,94%).

Órgãos de controle tem criticado o projeto, que daria um cheque em branco para mais irresponsabilidade fiscal de alguns gestores e transformando as prefeituras em gestoras de folha, favorecendo apadrinhamento e reduzindo contrapartidas e investimentos com recursos próprios. Temer está sendo orientado a vetar o projeto. Oxalá…

Adelmo e Chico encerram a semana com atos de campanha em Itapetim

O prefeito e candidato a reeleição pela Frente Popular de Itapetim, Adelmo Moura, e o vice Chico de Laura, encerraram a semana com eventos de campanha no Ventre imortal da poesia. Na sexta-feira (16), a dupla esteve participando da Blitz Juventude 40 no Distrito de São Vicente organizada pela JSB. Na oportunidade foi realizado adesivaço […]

O prefeito e candidato a reeleição pela Frente Popular de Itapetim, Adelmo Moura, e o vice Chico de Laura, encerraram a semana com eventos de campanha no Ventre imortal da poesia.

Na sexta-feira (16), a dupla esteve participando da Blitz Juventude 40 no Distrito de São Vicente organizada pela JSB. Na oportunidade foi realizado adesivaço de carros, motos e bikes, distribuição de materiais de campanha e porta a porta.

Já no sábado (17), Adelmo e Chico estiveram na comunidade rural de Lagoa da Jurema, onde se reuniram com a população da localidade para discutir e apresentar as propostas de governo. Os dois atos foram acompanhados por vários apoiadores

De acordo com a organização, todos os eventos vêm respeitando as normas da vigilância sanitária com o uso de máscaras e álcool em gel.

O Blog e a História: os sertanejos que encontraram o Papa

Em 12 de julho de 2024: Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais. Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram […]

Em 12 de julho de 2024: Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais.

Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram com o padre Matheus Henrique um encontro reservado com o Papa Francisco.

O motivo mostra a sensibilidade do líder da Igreja com o povo da América do Sul e especialmente do Brasil.

Em 24 de abril de 2021, o Papa Francisco, como bispo de Roma, ordenou nove sacerdotes para sua diocese, na Basílica de São Pedro. Dentre eles estava o afogadense Mateus Henrique Ataíde da Cruz. Como ainda imperavam as restrições da pandemia de Covid-19, Matheus fez um pedido ao Papa: que sua família, quando pudesse vir a Itália, o visitasse.

Menos de um mês antes da ida programada, Matheus enviou um e-mail ao Papa lembrando do compromisso, no que fora atendido.

Ele retornou o e-mail dizendo que os receberia neste dia 11, às 18 horas em sua casa, conhecida como Casa Santa Marta, mais simples que as suntuosas instalações do Vaticano. “E assim foi. Ficamos na recepção da casa dele. Depois fomos a uma antessala da casa”, disse Leca.

Ao Papa, levou um livro de sua autoria, um de Alexandre Morais e um de Thiago Caldas e cordeis de Nilson Gonçalves.

“Nos recebeu em uma simplicidade impressionante. A ficha ainda não caiu”, brinca emocionado.

Com Matheus de intérprete, tiveram um diálogo. Ao casal, fez a mesma pergunta com a qual já foi flagrado algumas vezes ao receber ou encontrar brasileiros: “cachaça é mesmo água?” – para quebrar o gelo.

Ao Papa, contaram um pouco de suas vidas e também do trabalho que o tio de Alex, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz, falecido em abril de 2022, tinha realizado na Diocese de Afogados da Ingazeira. “Falamos também da pesquisa que estou fazendo sobre o Padre Carlos Cottart, desde o seu nascimento até sua chegada em Afogados da Ingazeira. Ele disse ‘que bom’, ao saber”. Acioly, com o apoio de Raquel Galvão, tem conseguido alguns documentos sobre o sacerdote na França.

Padre Carlos Cottart nasceu em 5 de março de 1868 na Vila de São Quintino, França, e morreu em 23 de dezembro de 1925, há quase cem anos, em Afogados da Ingazeira.

Seus restos mortais estão na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios,  que construiu juntamente com seus paroquianos; belíssimo templo em estilo gótico, elevada à categoria de Catedral, monumento grandioso que orgulha a cidade e a região do Pajeú.

O Pe. Carlos, como engenheiro, construiu, também, igrejas e capelas em distritos, tendo colaborado na ereção do Colégio Diocesano de Triunfo e outros templos regionais, como a grande catedral de Petrolina, outra obra monumental.

“Ontem tivemos o prazer e a oportunidade única de sermos recebidos pelo Papa Francisco em sua residência no Vaticano. Na oportunidade tive o prazer de presenteá-lo com um livro meu que é uma transcrição do livro, Drama do Ódio do também Afogadense, Manoel Arão, escrito por ele em 1900. Também entreguei em mãos o meu cordel intitulado, “Um Cordel de Lembranças”. A felicidade é sem fim e será um momento inesquecível”, disse em sua rede social.

Crise: Prefeituras sofrem ainda mais

Falta de repasses federais prejudica interior do Estado Da Folha de Pernambuco: A crise econômica nacional não atinge apenas o Palácio do Campo das Princesas. As prefeituras pernambucanas também sofrem o impacto da falta de perspectiva das contas do Governo Federal. A situação afeta de maneira mais profunda municípios de pequeno porte que não possuem receita […]

Folha de Pernambuco - versão impressa

Falta de repasses federais prejudica interior do Estado

Da Folha de Pernambuco: A crise econômica nacional não atinge apenas o Palácio do Campo das Princesas. As prefeituras pernambucanas também sofrem o impacto da falta de perspectiva das contas do Governo Federal. A situação afeta de maneira mais profunda municípios de pequeno porte que não possuem receita própria e dependem da União para manter a prestação de serviços básicos. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota (PSB), relata que “quase todos” os programas federais estão com atraso no repasse de verbas, sufocando as gestões municipais. O dirigente critica que já há um subfinanciamento dos programas federais que, segundo ele, sobrecarregam os municípios.

“Desde o ano passado, o atraso dos repasses federais é constante. Quando paga um, falta outro. Estamos com programas na área de saúde e educação sem regularidade. Os recursos para construção de obras também”, adiantou Patriota. Para o dirigente, as cobranças sobre o atraso de repasses federais acabam caindo nas costas, justamente, dos prefeitos. “O povo não quer saber do Governo Federal e seus problemas, quer cobrar a prefeitura que está próxima do povo”, lamentou.

Segundo informações fornecidas pelo município, somente a Prefeitura de Afogados da Ingazeira sofre com o atraso de quase R$ 1 milhão de repasses de programas federais nas áreas de Assistência Social, Educação e Saúde. Muitos programas estão paralisados, prejudicando a população da cidade. É o caso de projetos como o Mais Educação (que prejudicou mil alunos com paralisação das obras), Cultura na Escola e Dinheiro Direto na Escola. Já programas como Escola Sustentável e Atleta na Escola não possuem nem mesmo previsão de retomada para 2015. São R$ 453.091,67 travados no Palácio do Planalto.

O atraso da parcela de abril do programa de Agente Comunitário de Saúde está obrigando a gestão municipal a pagar os funcionários com recursos próprios para não prejudicar os trabalhadores. Outros projetos como Academia da Saúde, NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), PMAQ (Programa de Melhoria da Qualidade na Assistência em Saúde), Saúde bucal, Piso da Atenção Básica Variável, CEO (Centro de Especialidades Odontológicas), CEO/Rede Viver sem Limites, CTA/SAE (Centro de testagem e aconselhamento e serviço de atendimento especializado a pacientes com DST’s e Hepatites) e Vigilância em saúde também estão com o pagamento de abril atrasado e sobrevivem com o aporte da prefeitura.

Vitrine da gestão do PT, as despesas de custeio e manutenção do Bolsa Família acumulam oito meses de atraso no município. Já o salário dos servidores do programa está seis meses atrasado. A soma gera um desfalque total de R$ 102.726,00. O prefeito José Patriota lamenta a situação. “As prefeituras bancam a maior parte dos gastos dos programas que o governo federal criou e agora o pequeno repasse que a União faz está atrasando”, disparou.

Tadeu Alencar: “Intervenção é necessária, mas deve ser tratada com responsabilidade”

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) apoia a medida de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, diante da declaração do governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (MDB), de reconhecer que está impotente para o enfrentamento do problema. Para Tadeu, no entanto, é preciso aproveitar o momento para que se faça um debate amplo […]

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) apoia a medida de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, diante da declaração do governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (MDB), de reconhecer que está impotente para o enfrentamento do problema. Para Tadeu, no entanto, é preciso aproveitar o momento para que se faça um debate amplo sobre a necessidade de uma política nacional de segurança pública.

“Esta é uma medida necessária, mas excepcional, portanto deve ser feita com muito cuidado. Não podemos, por exemplo, nos limitar apenas ao aspecto da repressão. É preciso atacar a origem do problema, como a defesa de nossas fronteiras, por onde entram armas e drogas, que financiam a criminalidade”, afirma o parlamentar.

Para o deputado, dada a constatação da gravidade da situação, do próprio gestor local admitir a insuficiência de meios, é preciso reconhecer “a medida como necessária, mesmo que uma intervenção, por representar uma quebra de normalidade – ainda que prevista constitucionalmente – não seja uma medida desejável”, complementa.

Tadeu Alencar também demonstra preocupação com os efeitos colaterais de uma ação mais intensa no Rio de Janeiro, o que poderá provocar o deslocamento da criminalidade para outras regiões, como o Nordeste, o que já tem sido verificado nos últimos anos.

“É por isto que defendemos um debate mais amplo, pois este não é um problema apenas do Rio de Janeiro, mas de todo o País. Antes de se discutir a criação de um Ministério da Segurança, como o Governo anunciou, é preciso por exemplo elaborar e implementar uma Política Nacional de Segurança Pública que seja efetiva, que ataque as raízes da questão. Não podemos nos contentar com medidas paliativas”, conclui Tadeu.