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Fredson realiza escutas populares em São José do Egito 

Por André Luis

Na última quinta-feira (22), o candidato a prefeito, Fredson Brito, promoveu duas escutas populares em São José do Egito. Uma no Loteamento Cassiano e outra na Vila da Cohab. 

De acordo com Fredson, “esses encontros foram fundamentais para entender, diretamente dos nossos conterrâneos, os problemas que mais afetam o dia a dia de cada um. Os desafios na saúde, educação, falta de emprego e segurança foram os tópicos mais críticos levantados, reafirmando a urgência de ações concretas nessas áreas”.

O candidato afirmou que em seu governo, não irá apenas ouvir o povo durante a campanha. “Vamos estar lado a lado com cada cidadão, trabalhando para transformar São José do Egito em um lugar melhor para todos. Acreditamos que uma cidade justa e próspera se constrói com diálogo, respeito e compromisso com as necessidades reais da população”.

Fredson ainda afirma que “a nossa caminhada é guiada pela esperança e pela certeza de que juntos podemos construir um futuro mais digno. E é com essa energia e vontade de mudança que seguimos em frente, sempre ao lado do povo, para fazer de São José do Egito um lugar onde todos possam viver com qualidade de vida e oportunidades. Juntos, somos mais fortes e capazes de transformar nossa cidade”.

Outras Notícias

Márcia Conrado recebe Ronaldo de Dja e discute futuro

Para afastar os rumores de afastamento que circularam esta semana,  o presidente da Câmara de Serra Talhada,  Ronaldo de Dja,  se reuniu com a prefeita Márcia Conrado. O encontro foi divulgado pelo vereador. “Passei a tarde com a minha prefeita, amiga e prima Márcia Conrado. Seguimos unidos buscando melhorias para o povo serra-talhadense”. A polêmica […]

Para afastar os rumores de afastamento que circularam esta semana,  o presidente da Câmara de Serra Talhada,  Ronaldo de Dja,  se reuniu com a prefeita Márcia Conrado.

O encontro foi divulgado pelo vereador. “Passei a tarde com a minha prefeita, amiga e prima Márcia Conrado. Seguimos unidos buscando melhorias para o povo serra-talhadense”.

A polêmica sobre suposto afastamento nasceu de outra foto, não publicada, de um encontro entre Ronaldo, Romero do Carro de Som e Sebastião Oliveira.  Ronaldo negou o afastamento da gestora. O imbróglio estava no apoio ao federal apoiado e indicado por Márcia,  Fernando Monteiro.

Márcia também postou o encontro em suas redes para afastar especulações.  “É sempre bom conversar com pessoas que por opção de vida abraçaram a missão de garantir o bem estar do povo serra-talhadense. Foi assim minha conversa com o amigo e presidente da Câmara,  Ronaldo de Dja”.

Apesar de anúncio de pagamento de salário, greve da polícia continua no RN

A Polícia Militar e a Polícia Civil permanecem em greve, mesmo diante do anúncio de pagamento dos salários do mês de novembro feito pelo governo do estado nesta quarta (3). As categorias pedem, além do pagamento dos salários, melhores condições de trabalho. O governo do estado ainda não tem definição sobre o pagamento de dezembro e do […]

G1

A Polícia Militar e a Polícia Civil permanecem em greve, mesmo diante do anúncio de pagamento dos salários do mês de novembro feito pelo governo do estado nesta quarta (3).

As categorias pedem, além do pagamento dos salários, melhores condições de trabalho. O governo do estado ainda não tem definição sobre o pagamento de dezembro e do 13º.

O estado enfrenta paralisação de policiais militares desde o dia 19 de dezembro e de policiais civis desde 20 de dezembro. Na tarde desta quarta, PMs se reuniram e decidiram manter a greve. Policiais civis se reuniram com a secretária de Segurança, Sheila Freitas, e também decidiram manter a paralisação.

No dia 31 de dezembro, o desembargador Cláudio Santos determinou que os comandantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e o delegado-geral da Polícia Civil prendam os policiais responsáveis por incitar, defender ou provocar a paralisação. Até esta quarta-feira (3) ninguém havia sido preso, apesar da continuidade da greve.

Nem a delegada-geral, Adriana Shirley, nem o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Osmar Azevedo, nem a secretária de Segurança Pública, Sheila Freitas, quiseram comentar o descumprimento da decisão judicial que ordenou a prisão dos grevistas.

Uma decisão do TJRN, do dia 24 de dezembro, já havia considerado a paralisação ilegal. Em abril de 2017, o Supremo Tribunal Federal decidiu que greve de polícia e de agente penitenciário é sempre ilegal.

Na manhã desta quarta, 27 viaturas da Polícia Militar aguardavam conserto em uma oficina de Natal. Apenas dois mecânicos trabalhavam nos reparos dos carros. “A partir do movimento ‘Segurança com segurança’ as viaturas começaram a ser consertadas e algumas já estão circulando”, disse Roberto Campos, presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM.

Após a decisão de mandar prender quem defendesse a greve, alguns policiais militares começaram a voltar ao trabalho. Porém, de acordo com as associações representativas da categoria, nesta quarta (3), 80% dos PMs que atuam na Grande Natal permanecem sem trabalhar. Na região Oeste do estado, 70% do efetivo está parado.

Além da condição precária dos veículos, os PMs alegam que trabalham com coletes à prova de balas vencidos, sem munição e até farda compram com o próprio dinheiro.

Também nesta quarta, policiais civis se apresentaram na Delegacia Geral de Polícia (Degepol), com algemas em punho, para serem presos, mas nenhum deles foi efetivamente detido.

Sem policiamento, houve aumento de roubos e arrombamentos no RN. O governo federal enviou 2,8 mil homens e mulheres das Forças Armadas, no último final de semana, para reforçar a segurança no estado.

Ao longo dos 15 dias de paralisação, foram registradas 101 mortes violentas no Rio Grande do Norte. A média é de 6,7 pessoas mortas por dia. É praticamente a mesma média do ano todo, que teve 2.405 assassinatos.

Ajuda financeira

O governo não conseguiu cumprir um calendário que havia divulgado no dia 21 de dezembro de pagamento dos salários.

O próprio governador Robinson Faria chegou anunciar que o Estado receberia uma ajuda financeira de R$ 600 milhões do governo federal para pagamento da folha. Mas o Ministério da Fazenda negou o repasse após recomendação do Ministério Público de Contas.

Tuparetama e Ingazeira recebem DETRAN Itinerante

Os municípios de Tuparetama e Ingazeira são os próximos no Pajeú a receber a unidade do programa DETRAN Itinerante, que consiste em um caminhão adaptado para realizar o atendimento com os serviços do Órgão como numa loja de shopping. A unidade chega esta manhã ao município de Tuparetama e atenderá no Centro. Quinta e sexta-feira estará […]

Os municípios de Tuparetama e Ingazeira são os próximos no Pajeú a receber a unidade do programa DETRAN Itinerante, que consiste em um caminhão adaptado para realizar o atendimento com os serviços do Órgão como numa loja de shopping.

A unidade chega esta manhã ao município de Tuparetama e atenderá no Centro. Quinta e sexta-feira estará na Ingazeira, também no Pajeú.

Na unidade os usuários poderão realizar os procedimentos de transferência de propriedade, primeiro emplacamento, emissão de taxas, IPVA e multas, comunicação de venda, consultas e pontos, atualização de dados, vistoria, identificação de condutor, recurso de infração, ordem de placa, informações gerais, entre outros.

A ida será acompanhada pelo do Coordenador da Ciretran Afogados da Ingazeira, Heleno Mariano e pelos prefeitos de Tuparetama, Sávio Torres e de Ingazeira, Lino Morais.

O veículo disponibiliza uma estrutura completa com três guichês de atendimento, ar condicionado, gerador próprio e computadores com acesso a internet interligados com a base de dados do DETRAN-PE, além de contar com plataforma elevatória para pessoa com deficiência.

BNDES corre risco de calote de US$ 2 bi de Angola, Venezuela e Moçambique

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno Da Agência Estado Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 […]

Foto: REUTERS/Sergio Moraes

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno

Da Agência Estado

Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 bilhões a receber de dívidas nessa modalidade, sendo US$ 2 bilhões de Venezuela, Moçambique e Angola. Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno, incluindo juros.

A conta dos atrasos, na verdade, ficará com o Tesouro Nacional, pois as operações têm seguro, coberto pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Vinculado ao Ministério da Fazenda, o fundo é feito para garantir esse tipo de empréstimo. Nos financiamentos de longo prazo no exterior, é normal haver participação dos governos no crédito ou nas garantias, dizem especialistas. Mesmo que os recursos sejam recuperados à frente, após renegociações com os devedores, não há previsão orçamentária em 2018 para os eventuais calotes, informou o Ministério da Fazenda. Novos calotes podem pressionar ainda mais as contas públicas, já deficitárias.

A Venezuela preocupa mais. Do calote de US$ 262 milhões anunciado em setembro, US$ 115 milhões são com o BNDES. O banco tem mais US$ 274 milhões a receber apenas neste ano, do saldo devedor total de US$ 814 milhões. O atraso da parcela deste ano implicaria gasto adicional de R$ 885 milhões no Orçamento federal de 2018. A avaliação do governo é que dificilmente a dívida será paga normalmente, disse uma fonte.

Angola, maior devedora do BNDES, não chegou a esse ponto, mas o novo governo, eleito em agosto, anunciou na última quarta-feira um pacote de ajuste que prevê a renegociação da dívida externa para lidar com o tombo nas receitas com as exportações de petróleo. A Embaixada de Angola em Brasília informou que não teria como comentar o assunto na sexta-feira. O Ministério da Fazenda e o BNDES negaram qualquer contato de Angola sobre atrasos.

Entre 2002 e 2016, o BNDES contratou US$ 4 bilhões em empréstimos com o país africano, a maioria para projetos da Odebrecht, como a construção da Hidrelétrica de Laúca. A obra recebeu financiamento de US$ 646 milhões, em duas operações, de 2014 e 2015. Em nota, a Odebrecht diz que “não há qualquer atraso” do governo angolano, embora a empresa tenha frisado que, como a dívida é com o banco de fomento, não acompanha o pagamento.

No caso de Moçambique, houve calote de US$ 22,5 milhões no empréstimo para a construção do Aeroporto de Nacala, no norte do país, a cargo da Odebrecht. A obra, de US$ 125 milhões, virou um elefante branco. Como mostrou o Estado no mês passado, o terminal opera com 4% da capacidade de 500 mil passageiros por ano. O país da costa leste africana ainda deve US$ 161 milhões ao BNDES.

Polêmica

O crescimento dos recursos para financiamentos de obras no exterior foi um dos pontos polêmicos das gestões do BNDES durante os governos do PT. O banco seguiu critérios políticos e ideológicos na escolha dos países que receberam crédito e ofereceu condições vantajosas demais, dizem os críticos.

Para o diretor da área de Comércio Exterior do BNDES, Ricardo Ramos, a instituição já reconheceu que pode melhorar o financiamento à exportação de serviços de engenharia ao estabelecer novos critérios para a aprovação dos empréstimos, quando anunciou a suspensão de 25 operações com empreiteiras, em outubro de 2016.

Mesmo assim, Ramos defendeu a política. Segundo o executivo, o FGE cobra pelo seguro oferecido aos países credores. Os valores são proporcionais ao risco. O governo tem enfatizado que o fundo tem atualmente um superávit de R$ 4,19 bilhões (US$ 1,3 bilhão), entre taxas e indenizações. A escolha dos países de destino, disse Ramos, se deve à demanda: os projetos que buscam crédito do BNDES, normalmente, são em países emergentes, mais arriscados. “O atraso é pontual. Esses países vão pagar”, disse o diretor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Política do BNDES é alvo de críticas

A política de promover as exportações de serviços de engenharia com crédito público é prática de muitos países, afirmam especialistas. Ainda assim a estratégia do BNDES é alvo de críticas. “A Odebrecht monopolizou os financiamentos do BNDES. Essa é a anomalia”, diz Mathias Alencastro, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) especializado nas relações Brasil-África. Segundo ele, o foco em Angola seguiu uma estratégia comercial da Odebrecht. O consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior no governo Lula, considera os atrasos como risco inerente ao sistema internacional de financiamento. São poucos os casos de inadimplência, diz, destacando que os países tendem a retomar os pagamentos, sob pena de ficarem sem crédito externo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Márcia recebe Raquel Lyra hoje em Serra Talhada

A candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), cumpre agenda política neste domingo (23) em Serra Talhada. A tucana será recepcionada pela prefeita petista Márcia Conrado e por apoiadores no clube da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). O encontro está previsto para começar às 10h. Antes de vir a Serra Talhada, Raquel Lyra […]

A candidata ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), cumpre agenda política neste domingo (23) em Serra Talhada. A tucana será recepcionada pela prefeita petista Márcia Conrado e por apoiadores no clube da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).

O encontro está previsto para começar às 10h. Antes de vir a Serra Talhada, Raquel Lyra passou por outras cidades do Sertão pernambucano, onde precisa ampliar a sua votação em relação ao primeiro turno.

Ela começou o giro pelo Sertão na cidade de Petrolina, onde participou de uma passeata organizada pelo ex-prefeito Miguel Coelho (UB) e pelo prefeito Simão Durando, que assumiram apoio a Jair Bolsonaro após o primeiro turno. Depois passou por Ouricuri, em ato promovido pelo prefeito Ricardo Ramos; e Salgueiro, onde foi recepcionada pelo ex-prefeito Clebel Cordeiro.

Neste domingo (23), o giro pelo Sertão da candidata tucana começou por Floresta, onde participou de um encontro com lideranças organizado pela prefeita Rorró Maniçoba e pelo deputado estadual Rodrigo Novaes. Após Serra Talhada ela seguirá para Arcoverde.