Fredson e Zé Marcos dizem acreditar que vão contar com Romério
Por Nill Júnior
Na Rádio Pajeú, o pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson da Perfil, mais o candidato a vice, José Marcos de Lima, afirmaram a este jornalista que esperam contar com o apoio de Romério Guiamarães, que mantém sua pré-candidatura.
A entrevista teve ainda perguntas de ouvintes e blogueiros como Júnior Finfa.
Fredson afirmou que respeita o direito de Romério pleitear, mas acredita que a frente ele estará com o conjunto de forças. “Eu já votei nele, Zé Marcos já votou nele. Tenho certeza que estará conosco”.
Fredson votou a defender seu nome para disputa da prefeitura e dissse que São José do Egito precisa de oxigenação, criticando o ciclo Evandro Valadares. Ele disse que irá priorizar saúde e geração de empregos como plataformas de governo.
Sobre o fato de ser empresário, disse que sua atuação melhorou a qualidade de vida em São José do Egito, citando o primeiro bairro planejado da cidade e um empresariial que conta com serviços como a Caixa. Manteve o discurso de que São José do Egito pode mais e que a cidade precisa respirar novos ares.
“A nossa chapa defende a tese de que todas as decisões serão tomadas de forma conjunta, visando soluções abrangentes para os desafios enfrentados por São José do Egito. Entre as principais metas destacadas durante a entrevista estão a busca por melhorias na saúde, educação, infraestrutura e qualidade de vida da população.”, disse em rede social.
O vice-prefeito de Sertânia, Sinval Siqueira, candidato à reeleição pela Frente Sertânia Para Todos, participou nesta quinta-feira (18) de uma entrevista na Rádio Sertânia FM. Sinval aproveitou o espaço no programa “Fala Sertânia” para ressaltar as ações realizadas pela prefeitura local, sob comando do prefeito Guga Lins, nos primeiros três anos e meio de mandato, […]
O vice-prefeito de Sertânia, Sinval Siqueira, candidato à reeleição pela Frente Sertânia Para Todos, participou nesta quinta-feira (18) de uma entrevista na Rádio Sertânia FM.
Sinval aproveitou o espaço no programa “Fala Sertânia” para ressaltar as ações realizadas pela prefeitura local, sob comando do prefeito Guga Lins, nos primeiros três anos e meio de mandato, além de elencar projetos que serão colocados em prática em caso de reeleição da chapa.
“Estamos conscientes da responsabilidade ao entrar na campanha por mais quatro anos de mandato. com a minha experiência, quero ajudar o prefeito Guga Lins a dar continuidade no projeto que representa o melhor para Sertânia”, declarou Sinval.
“Com muito trabalho, conseguimos elevar o nível da Saúde em Sertânia, com a reforma do Hospital Maria Alice Gomes Lafayette, além de atingir as metas na Educação”, disse.
O município de Solidão realiza, no dia 7 de fevereiro, a programação comemorativa pelos 62 anos de Emancipação Política. As atividades acontecem na Praça de Eventos e incluem apresentações musicais abertas ao público. A programação começa às 20h30 com show da Banda BKL. Em seguida, às 22h, se apresenta a banda Cascavel – O Veneno […]
O município de Solidão realiza, no dia 7 de fevereiro, a programação comemorativa pelos 62 anos de Emancipação Política. As atividades acontecem na Praça de Eventos e incluem apresentações musicais abertas ao público.
A programação começa às 20h30 com show da Banda BKL. Em seguida, às 22h, se apresenta a banda Cascavel – O Veneno do Forró. O encerramento da noite ficará a cargo da cantora Walkyria Santos, com apresentação prevista para às 23h59.
A celebração integra o calendário oficial do município e reúne moradores da sede, da zona rural e de cidades vizinhas. A programação marca mais um registro da data comemorativa no município.
do Diário de Pernambuco O candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) afirmou que a correção dos rumos da política econômica somada a programas sociais “transformadores” é o caminho para reduzir as desigualdades sociais no País. Ele voltou a criticar o baixo crescimento econômico, a alta inflação e a subida recente da taxa básica de juros. […]
O candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) afirmou que a correção dos rumos da política econômica somada a programas sociais “transformadores” é o caminho para reduzir as desigualdades sociais no País. Ele voltou a criticar o baixo crescimento econômico, a alta inflação e a subida recente da taxa básica de juros. Citou entre os programas “transformadores” o aumento do investimento em saúde e a educação em tempo integral, que promete universalizar em quatro anos. “Essas são as políticas públicas que libertam efetivamente”, disse Campos.
O candidato esteve ao lado de sua vice, Marina Silva, na primeira inauguração de uma “Casa de Eduardo e Marina” no Estado de São Paulo, em Osasco na região metropolitana da capital. As casas são espaços que a campanha chama de “autorais”, em que cidadãos comuns abrem suas residências e envolvem-se voluntariamente com atividades da campanha.
O casal Maria da Paixão e Edvaldo Sevino, além do amigo do casal José Ângelo da Silva, conhecido como “Pernambuco”, falaram sobre as demandas da população, principalmente relacionadas a moradia e saúde. A casa fica no bairro Jardim Aliança, ao lado de um córrego que costuma transbordar.
Questionados sobre como o governo federal pode contribuir para melhorar as condições da região, Campos e Marina falaram sobre políticas de urbanização e fortalecimento dos órgãos de Defesa Civil. “Temos que agir de forma a prevenir os desastres”, disse Campos.
O candidato evitou temas polêmicos como as denúncias envolvendo o aeroporto em Cláudio (MG) e familiares do candidato tucano Aécio Neves. Ele também foi evasivo ao ser perguntado sobre discussões da campanha em torno do fator previdenciário, dizendo que não há uma posição da campanha acerca do tema. “É natural que um tema como Previdência seja tratado na campanha. Há opiniões diversas, a minha posição será a posição do programa”, disse Campos.
Nas últimas semanas, pessoas ligadas à coordenação da campanha de Campos e Marina relataram discussões para propor o fim do fator previdenciário, uma pauta cara a organizações sindicais e aposentados mas que desagrada o setor empresarial. O mecanismo, em vigor desde o governo Fernando Henrique, desestimula aposentadorias precoces, reduzindo o valor de benefícios.
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse no fim da tarde desta quinta-feira (18) que não vai a debates marcados para o segundo turno das eleições. A informação foi reforçada pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno. Pela manhã, os médicos Antonio Luiz Macedo e Leandro Echenique, ouvidos pela TV Globo, disseram em mensagem que […]
Datena entrevista Bolsonaro no hospital. Foto: Divulgação/Band
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse no fim da tarde desta quinta-feira (18) que não vai a debates marcados para o segundo turno das eleições. A informação foi reforçada pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno.
Pela manhã, os médicos Antonio Luiz Macedo e Leandro Echenique, ouvidos pela TV Globo, disseram em mensagem que o comparecimento de Bolsonaro a debates dependia dele. Ou seja, do ponto de vista clínico, o candidato estaria liberado.
Maioria defende que ele participe, segundo Datafolha: a participação do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) em debates na TV ou outras mídias é defendida por 73% dos eleitores, segundo pesquisa Datafolha publicada nesta quinta (18).
Em contraposição, 23% dos entrevistados defendem que o candidato não se submeta a esse tipo de confronto com Fernando Haddad (PT), seu adversário na corrida presidencial. Quatro por cento não souberam responder.
A questão foi levantada pela pesquisa após as ausências de Bolsonaro em cinco dos sete debates realizados no primeiro turno, justificadas pela condição médica do candidato, que fora esfaqueado durante ato público no início de setembro.
Entre os entrevistados pela pesquisa, 67% acham que é muito importante que sejam realizados debates, 13% dizem que é um pouco importante, 19% não veem importância na realização dos programas, e 2% não souberam responder a questão.
O número dos que acham muito importantes os debates entre os candidatos no segundo turno cai entre aqueles que pretendem votar em Bolsonaro -para 53%. Já entre os eleitores de Haddad, 86% avaliam que o confronto público entre eles, bem como a apresentação de seus programas é muito importante.
Quando questionados se há chance de mudança de voto por causa de debates, 76% dos eleitores dizem que não, 8%, que essa chance é pequena, 8%, que é média, e 6%, que é grande.
Três em cada quatro pessoas no mundo vivem em uma autocracia Foto: José Cruz Por Bruno Bocchini/Repórter da Agência Brasil As autocracias passaram a ser maioria no mundo, segundo o Relatório da Democracia 2025, do Instituto V-Dem, ligado à Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Os dados do estudo mostram que o mundo tinha, ao final […]
Três em cada quatro pessoas no mundo vivem em uma autocracia
Foto: José Cruz
Por Bruno Bocchini/Repórter da Agência Brasil
As autocracias passaram a ser maioria no mundo, segundo o Relatório da Democracia 2025, do Instituto V-Dem, ligado à Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Os dados do estudo mostram que o mundo tinha, ao final de 2024, 88 democracias e 91 autocracias, uma inversão em relação ao ano anterior. Anualmente, o instituto publica dados sobre a situação da democracia no mundo.
O levantamento considera autocracia o regime político em que o poder está concentrado em uma pessoa ou grupo político, com pouco ou nenhum controle democrático, e liberdades civis e políticas restringidas. No caso da democracia, há eleições multipartidárias, livres e justas; graus satisfatórios de sufrágio, liberdade de expressão e liberdade de associação e restrições judiciais e legislativas ao Poder Executivo são cumpridas, juntamente com a proteção das liberdades civis e a igualdade perante a lei.
De acordo com o relatório, cerca de três em cada quatro pessoas no mundo, ou 72% (5,8 bilhões de pessoas), vivem atualmente em autocracias – o nível mais elevado desde 1978. Os pesquisadores analisaram 179 países em 2024.
Segundo o texto, os regimes autocráticos estão concentrados no Oriente Médio, norte de África, Ásia do Sul e Central, e na África Subsariana. Já os países democráticos são mais comuns na Europa Ocidental e na América do Norte, assim como em algumas partes do Leste Asiático e do Pacífico, na Europa do Leste e na América do Sul.
Polarização e desinformação
O levantamento coloca a desinformação e a polarização política entre as principais ameaças às democracias. De acordo com o estudo, a desinformação é utilizada pelos governos autocráticos para inflacionar propositadamente sentimentos negativos na população e criar um sentimento de desconfiança.
Já a polarização serve para reduzir a confiança nas instituições governamentais.
“Estudos sugerem que a polarização se torna frequentemente uma ajuda para os governos espalharem a desinformação, enfraquecendo a democracia. Se a polarização for elevada, os cidadãos estão mais dispostos a trocar os princípios democráticos por outros interesses ou a ajudar o seu lado a ganhar. A votação do Brexit e as eleições presidenciais de 2016 nos EUA são dois exemplos proeminentes em que este padrão se verificou”, aponta o estudo.
De acordo com o relatório, a polarização política aumentou significativamente em nove países, considerando eleições ocorridas em 2024.
O relatório faz menção ao cenário político nos Estados Unidos, “onde níveis tóxicos de polarização definiram, em grande parte, os debates durante as eleições de 2024”. O estudo faz uma observação que “alguns aspectos da democracia nos EUA já estivessem a ser afetados em 2024, os dados do V-Dem ainda não captam os desenvolvimentos recentes e extremamente preocupantes”.
Violência política e ataque à imprensa
O levantamento mostra ainda que a violência política e o aumento dos ataques aos meios de comunicação social foram os componentes da democracia que mais sofreram durante os pleitos eleitorais de 2024 no mundo.
“Quase um quarto de todas as eleições realizadas em 2024 – 14 em 61 – foram marcadas por um aumento na violência política. Por exemplo, o México realizou a sua eleição mais sangrenta da história recente, com pelo menos 37 concorrentes assassinados, e existiram tentativas de assassinato do primeiro-ministro na Eslováquia e do, então, candidato Trump”.
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