Fredson da Perfil se lança pré-candidato em São José do Egito
Por Nill Júnior
O empresário egipciense Fredson da Perfil lançou sua pré-candidatura a prefeito em São José do Egito. Foi ao programa no Programa Giro Pelos Blogs, apresentado por Marcello Patriota, na Gazeta FM.
Filho de São José do Egito, o empresário tem 47 anos. É pai de três filhos e casado com a médica Lúcia Lima. Filho do casal Alcebíades e Maria Lúcia. É empreendedor desde seus 18 anos ,
Hoje ocupa o cargo de Diretor do Grupo Perfil , com mais de 500 funcionários em vários segmentos como Construção Civil, Empresa de Atacado de Material de Construção a seco, áreas de portos e logística de navios de grande porte. Também empreende no ramo hoteleiro com quatro pousadas em Fernando de Noronha.
“Estamos lançando hoje a pré-candidatura com o projeto de uma cidade de oportunidades, com o lema ‘Desenvolve São José’, escutando o povo”. A partir desse mês de janeiro vai coordenar oficinas nos bairros e comunidades para escutar os anseios da população.
Fredson promete uma campanha propositiva, sem agressões e baixo nível. “Temos um grupo que olha pra frente, aproveitando tudo que foi feito de bom pra a nossa terra. Somos uma cidade polo. Temos egipcienses espalhados por todo Nordeste trabalhando no grupo Perfil . Investir na minha terra natal é um lema”.
Também falou dos investimentos em São José do Egito, como um bairro planejado com saneamento, iluminação e calçamentos e a galeria Perfil, onde funciona Caixa Econômica e Americanas. A Perfil também construiu a cidade a Faculdade Vale do Pajeú, que é referência na região.
“Tenho orgulho de falar o nome da minha cidade onde chego em todo Brasil, que temos gente trabalhadora, gente do bem, uma terra de pujança cultural e faço questão de falar aos quatro cantos do Brasil que somos a Capital da Poesia”.
Falou também do grupo. “Temos conosco nosso deputado Clodoaldo Magalhães, Aldo, Albérico, Jota, Vicente de Vevéi, Damião de Carminha, empresários, pensadores e formadores de opinião, educadores, profissionais liberais. Somos um grupo forte. É esse grupo que vai dar um novo rumo a São José do Egito”, pontuou.
O encerramento do IV Seminário dos Povos Indígenas da Bacia do Rio São Francisco, neste sábado (2/4), em Paulo Afonso, na Bahia, contou com a aprovação de uma série de recomendações ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em relação às comunidades indígenas que habitam o território do rio. As propostas foram elencadas […]
O encerramento do IV Seminário dos Povos Indígenas da Bacia do Rio São Francisco, neste sábado (2/4), em Paulo Afonso, na Bahia, contou com a aprovação de uma série de recomendações ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em relação às comunidades indígenas que habitam o território do rio. As propostas foram elencadas em grupos de discussão que envolveram representantes indígenas dos estados da Bahia, Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Minas Gerais, após intensos debates com gestores de órgãos públicos ambientais e membros da direção do CBHSF.
As recomendações aprovadas solicitam o apoio institucional do CBHSF para garantir políticas públicas voltadas para os índios, e envolvem temas como saneamento básico em territórios indígenas, demarcação de terras, combate ao desmatamento e ao uso de agrotóxico. Além disso, os indígenas pedem que sejam destinados recursos oriundos da cobrança pelo uso das águas do São Francisco para projetos em seus territórios, a exemplo de repovoamento de espécies de peixes nativos, plantio de mudas, monitoramento de desmatamento desordenado no curso do rio. Uma das propostas mais defendidas pela plenária foi a articulação junto ao órgão oficial indigenista em prol da identificação territorial.
“Todas essas propostas são necessárias para os povos indígenas da bacia do São Francisco. Algumas são de responsabilidade do Comitê de Bacia e já estão sendo executadas, outras necessitarão de articulação do comitê com outros órgãos de governo, nas esferas municipais, estaduais e federal”, destaca Everaldo Pereira, liderança do povo Fulni-ô, do município de Águas Belas, em Pernambuco.
Pereira, que é membro do CBSHF como representante dos povos indígenas, considerou o encontro muito produtivo. “Apesar de ser a quarta edição, este foi o primeiro a reunir um número considerado de órgãos e parceiros, como o CBHSF, a AGB Peixe Vivo, a Funai, o Incra, vários ministérios e universidades”, disse.
Seminário destaca a luta e resistência indígena na bacia do São Francisco – O IV Seminário dos Povos Indígenas da Bacia do Rio São Francisco, uma realização do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), começou nesta sexta-feira, 1º de abril, com o reconhecimento, por meio da fala dos presentes, da importância das comunidades indígenas para a preservação do meio ambiente e dos recursos hídricos do Brasil. Cerca de 150 representantes de comunidades indígenas da Bahia, Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Minas Gerais estarão reunidos até sábado, 2 de abril, na cidade baiana de Paulo Afonso, para discutir com gestores de órgãos públicos ambientais temas como políticas públicas voltadas para os índios, projetos de saneamento e recursos hídricos em territórios indígenas, conflitos e questões fundiárias, entre outros.
“Este encontro reúne os representantes dos povos que resistiram a toda violência e genocídio para manter sua identidade e permitiram que hoje nós tivéssemos contato com a história inicial de ocupação deste país, especialmente do território da bacia do São Francisco”, destacou o presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda. Ele pontuou as diversas intervenções e projetos que o Comitê vem desenvolvendo na bacia, em busca da revitalização do rio, e conclamou a contribuição dos povos indígenas para vencer desafios. “Estamos aqui reunidos, e devemos permanecer unidos, para garantir a saúde desta bacia e de toda a sua população”.
O representante da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do NE, MG e ES (Apoinme), Dipeta Tuxá, sintetizou a luta dos povos indígenas da bacia do Velho Chico: “Miscigenação, resistência e resiliência marcam a história dos índios da bacia”, disse ele, lembrando as primeiras lideranças que contribuíram para a defesa das demandas indígenas na formação do comitê de bacia. “No início era tudo mais difícil, mas tivemos guerreiros que lutaram para defender nossa voz e hoje podemos comemorar o fato de termos um indígena na diretoria do CBHSF ”, destacou Dipeta Tuxá, referindo-se ao cacique do povo Tuxá de Rodelas, na Bahia, Manoel Uilton Tuxá, coordenador da Câmara Consultiva Regional do Submédio São Francisco, instância do Comitê.
Uilton Tuxá aproveitou o encontro para chamar a atenção dos irmãos indígenas presentes: “A população não indígena tem tratado a água não como um bem, um patrimônio essencial para a vida, mas como uma mercadoria, da qual podem tirar renda e lucro. Nós, indígenas, não podemos nos contaminar por essas práticas. Devemos lutar para termos água e para isso é preciso um ambiente propício e preservado”, conclamou.
Representando o poder público na mesa de abertura do Seminário, Wagner Pereira Sena, da Fundação Nacional do Índio (Funai), falou da articulação entre órgãos federais, notadamente entre a Funai e os Ministérios do Desenvolvimento Social e do Desenvolvimento Agrário, para a execução de políticas públicas de etnodesenvolvimento em territórios indígenas, impulsionado por pressupostos constitucionais de garantia da qualidade de vida dos povos, em especial no direito à terra e à água. “Nossas ações se articulam muito com os pressupostos defendidos pelo comitê de bacia para os povos indígenas, especialmente na gestão adequada dos recursos hídricos”, pontuou.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.
A portaria da Secretaria de Defesa Social que excluiu o deputado Joel da Harpa (PTN) da Polícia Militar foi classificada como uma “decisão injusta e arbitrária” pelo parlamentar, em discurso no Grande Expediente desta quarta (16). A portaria foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial. Segundo a justificativa da SDS, a punição ocorreu […]
A portaria da Secretaria de Defesa Social que excluiu o deputado Joel da Harpa (PTN) da Polícia Militar foi classificada como uma “decisão injusta e arbitrária” pelo parlamentar, em discurso no Grande Expediente desta quarta (16).
A portaria foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial. Segundo a justificativa da SDS, a punição ocorreu porque o deputado teria vendido, como se fosse de sua propriedade, um imóvel em Jaboatão dos Guararapes, em 2009, pelo valor de R$ 5 mil.
“O terreno havia sido adquirido pelo meu pai há 40 anos e, no local, foi construído um imóvel. Oito anos atrás, o terreno foi vendido para um colega da PM”, explicou. “Fui no cartório e fiz um documento de compra e venda, e deixei bem claro que estava vendendo apenas a posse do local. Só que agora um cidadão reivindicou a propriedade do terreno, o que originou esse processo na Corregedoria”, pontuou.
“Quem nunca vendeu uma posse em Pernambuco? Para minha surpresa, a Corregedoria pediu minha exclusão porque eu teria ferido a ‘ética e a imagem da corporação militar” nesse episódio’”, declarou. “Eu tenho 18 anos de corporação e honra eu tenho demais. Quem ofendeu o decoro foi um secretário que admitiu ter recebido ligações de presos, por exemplo”, considerou Joel da Harpa, que citou outros atos que julgou como “verdadeiras ofensas à população”, como as declarações do secretário Márcio Stefanni sobre a violência no Estado e a apreensão de fantasias de uma troça carnavalesca.
Para Joel da Harpa, a sua exclusão da PM é uma tentativa de desmoralizar um deputado eleito pelo povo, que defende os companheiros da Polícia Militar. “Além de injusta, essa atitude tenta colocar medo na categoria. O Governo quer passar a seguinte mensagem: ‘se excluíram um deputado, imagina o que podem fazer com qualquer policial’”, avaliou o parlamentar.
Em aparte, o deputado Edilson Silva (PSOL) se solidarizou com Joel da Harpa. “Lamento que o Governo continue seguindo uma linha de perseguição e não-diálogo com atores importantes da segurança pública. É uma ação puramente política do Executivo, que só fará as corporações militares tomarem cada vez mais o caminho do conflito”, declarou.
O desembargador afogadense e presidente da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Cláudio Nogueira, aderiu à campanha do candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Negão. Zé Negão comemorou a chegada do Desembargador ao seu palanque. “Dr. Cláudio Nogueira é muito bem-vindo ao nosso grupo, será um grande reforço para […]
O desembargador afogadense e presidente da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Cláudio Nogueira, aderiu à campanha do candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Negão.
Zé Negão comemorou a chegada do Desembargador ao seu palanque. “Dr. Cláudio Nogueira é muito bem-vindo ao nosso grupo, será um grande reforço para a nossa campanha, que é uma campanha diferente, uma campanha feita pelo povo. Não temos grande estrutura e nem poder aquisitivo, mas tempos o que mais importa, que é a força de Deus e do povo”, comemorou.
“A nossa campanha vem crescendo e o povo vem mudando de lado a cada dia que passa, declarando apoio ao nosso projeto. O povo de Afogados é inteligente e já percebeu que é preciso mudar, que a cidade não aguenta mais o mesmo grupo que está no poder há tantos anos e mesmo assim não consegue resolver os problemas do município”, completou Zé.
A Juíza de Afogados da Ingazeira Ana Marques Veras , que é Titular da Vara Regional da Infância, acumula a Vara Criminal e é Coordenadora das audiências de custódias, está deixando a região do Pajeú, como confirma o Blog do Finfa. A partir de janeiro de 2017, Marques vai responder pela vara da Violência Doméstica […]
A Juíza de Afogados da Ingazeira Ana Marques Veras , que é Titular da Vara Regional da Infância, acumula a Vara Criminal e é Coordenadora das audiências de custódias, está deixando a região do Pajeú, como confirma o Blog do Finfa.
A partir de janeiro de 2017, Marques vai responder pela vara da Violência Doméstica contra a Mulher na cidade de Camaragibe, região metropolitana do Recife.
Em conversa com o blogueiro, Drª Ana Marques confirmou que após 14 anos atuando na região do Pajeú, fez um pedido ao TJPE e foi atendida.
Dentre tantas atribuições ela ainda cuidou na pauta eleitoral nas duas cidades onde o clima esteve entre os mais acirrados da região: São José do Egito e Tuparetama. Nas duas, houve farta judicialização da campanha e muito trabalho para a magistrada, que conduziu as questões com equilíbrio.
O Município de São José do Egito conclui Inquérito Epidemiológico referente aos casos de Coronavírus confirmados entre feirantes da feira livre do município e verifica a possibilidade de retorno às atividades “normais” a partir da próxima segunda-feira (22), no espaço municipal próprio para venda de hortifrutisgranjeiros, com as devidas medidas de segurança inerentes ao caso. […]
O Município de São José do Egito conclui Inquérito Epidemiológico referente aos casos de Coronavírus confirmados entre feirantes da feira livre do município e verifica a possibilidade de retorno às atividades “normais” a partir da próxima segunda-feira (22), no espaço municipal próprio para venda de hortifrutisgranjeiros, com as devidas medidas de segurança inerentes ao caso.
No entanto, as Secretarias de Saúde e de Agricultura em atitude conjunta entenderam melhor haver logo a desinfecção do espaço próprio da feira livre antes do retorno dos feirantes e da população em geral, para que assim possa evitar a infecção do Covid-19.
Porém, a Administração Pública Municipal reconhece que os feirantes precisam de um espaço para vender seus produtos, principalmente num período junino onde quase todos os agricultores lucraram e precisam escoar seus produtos, e por tal motivo, o Município de São José do Egito sensível a tal situação irá reativar o espaço da feira livre a partir da próxima segunda, dia 22 de junho.
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