O radialista Francys Maya voltou a ser hospitalizado nessa segunda-feira (1) no Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam) em Serra Talhada.
O comunicador, que tem um programa diário em uma emissora de rádio local, tinha deixado o hospital no último dia 13 de outubro e estava em sua residência onde teve um mal estar.
Antes de dar entrada no Hospam, com suspeita de insuficiência cardíaca, Maya foi atendido pelo setor de emergência da Casa de Saúde São Vicente.
Nas redes, o ‘guerreiro’ fez questão de relatar o fato ao grande leque de amigos e fãs.
“Estou voltando ao Hospam porque um cansaço está me prejudicando. O coração não está bombeando como deve. Que Deus me ajude e abençoe vocês”, detalhou.
A reportagem do Farol conversou com Francys Maya na manhã desta terça-feira e seu quadro é estável, mas ainda não há previsão de alta.
O deputado estadual Edilson Silva (Psol) estará nesta quinta (09) em Afogados da Ingazeira. O parlamentar que é Presidente da Executiva Estadual do Psol se reúne com filiados e simpatizantes da legenda da região. O Psol promete ter candidatos majoritários e proporcionais nas cidades de Afogados da Ingazeira, Triunfo, Serra Talhada, Flores, São José do […]
O deputado estadual Edilson Silva (Psol) estará nesta quinta (09) em Afogados da Ingazeira. O parlamentar que é Presidente da Executiva Estadual do Psol se reúne com filiados e simpatizantes da legenda da região.
O Psol promete ter candidatos majoritários e proporcionais nas cidades de Afogados da Ingazeira, Triunfo, Serra Talhada, Flores, São José do Belmonte, Tabira, Iguaraci, Itapetim, Brejinho, Tuparetama, Ingazeira, Custódia e Santa Cruz da Baixa Verde.
Fernando Moraes no Psol: Na ocasião, o deputado abonará a filiação partidária do bancário e ex-candidato a vice-prefeito Fernando Moraes.
Do Congresso em Foco Condenado em agosto de 2013 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Ivo Cassol (PP-RO) teve sua pena de quatro anos e oito meses de prisão reduzida pela corte nesta quinta-feira (14). Com a decisão, Cassol se livrou da prisão em regime semiaberto. Os ministros acolheram parcialmente recurso apresentado pela defesa […]
Cassol exerceu o mandato normalmente enquanto aguardava o STF julgar seu recurso. Foto: Agência Senado
Do Congresso em Foco
Condenado em agosto de 2013 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Ivo Cassol (PP-RO) teve sua pena de quatro anos e oito meses de prisão reduzida pela corte nesta quinta-feira (14). Com a decisão, Cassol se livrou da prisão em regime semiaberto. Os ministros acolheram parcialmente recurso apresentado pela defesa do senador. Diante do empate em cinco votos a cinco, prevaleceu a posição do ministro Dias Toffoli, que aceitou reduzir a pena de Cassol a quatro anos de prisão. Nesse caso, porém, o condenado não pode ser preso e a pena aplicada passa a ser alternativa. O Supremo manteve a cobrança de R$ 201 mil em multa.
Cassol vinha recorrendo em liberdade e no exercício do mandato há mais de quatro anos. O Supremo interrompeu a análise de seu recurso em setembro de 2016, devido a um pedido de vista feito pelo ministro Teori Zavascki, morto em janeiro deste ano. Substituto de Teori, Alexandre de Moraes liberou voto para retomada do julgamento em agosto, e desde então a presidente da corte, Cármen Lúcia, não havia pautado o caso.
Em nota, Cassol disse considerar injustas as acusações a ele atribuídas. No entanto, afirmou que cumprirá “a decisão judicial de cabeça erguida, prestando serviços comunitários”. Além disso, o parlamentar destacou que “espera vencer outros desafios” e citou os 16 processos já arquivados contra ele (leia íntegra da nota abaixo).
Durante o julgamento desta quinta-feira (14), o ministro Luiz Fux se declarou impedido para julgar o caso de Cassol, isso porque já havia analisado o processo quando era ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Cassol foi beneficiado graças ao empate na decisão dos ministros. Diante da situação, o ministro Luís Roberto Barroso explicou que “a regra geral do direito penal” define que, nesses casos, a decisão deve ser a mais favorável ao réu.
Relatora da ação, Cármen Lúcia havia votado pela rejeição dos embargos. Mas Toffoli divergiu, votando pela acolhida em parte do pedido da defesa de Cassol, reduzindo a pena do senador. Como Alexandre de Moraes acompanhou a relatora, o julgamento ficou em 5 a 5.
Além dele e de Cármen Lúcia, votaram pela manutenção da pena de prisão em regime semiaberto Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Posicionaram-se contra os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.
Fraude em licitação
Apesar de o julgamento de Cassol ter ocorrido em 2013, o acórdão só foi publicado nove meses depois. A defesa do senador entrou com embargos contra a condenação e o recurso foi rejeitado. O processo contra o senador chegou ao STF em fevereiro de 2011, quando ele assumiu o mandato no Senado.
Em 2013, a condenação de Ivo Cassol se deu por unanimidade. Os dez ministros presentes à sessão consideraram o parlamentar culpado pela conduta criminosa a ele atribuída na Ação Penal 565, referente à época em que ele era prefeito de Rolim de Moura (RO), entre 1998 e 2002. Além da pena restritiva de liberdade, foi aplicada uma multa de R$ 201.817,05, valor a ser revertido aos cofres da prefeitura de Rolim de Moura. Na ocasião, os ministros decidiram que caberia ao Senado decidir a respeito da perda do mandato do parlamentar. Nesse período, não houve qualquer pedido de cassação do mandato dele no Senado.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o senador favoreceu cinco empresas ao fracionar ilegalmente 12 licitações em obras e serviços de engenharia naquele município. O objetivo, segundo a acusação, era aumentar a possibilidade de convidar empreiteiras de conhecidos, dispensando-as da licitação, o que prejudicava outros concorrentes. A pena prevista para fraude em licitação é detenção de dois a quatro anos, mais multa. Contudo, como houve “fracionamento” de licitações, a pena pode ser aumentada.
Leia a manifestação do senador na íntegra:
Na data de hoje (14/12/2017) o Supremo Tribunal Federal reconheceu minha defesa e acatou parcialmente meus recursos jurídicos.
Por mais que considero injustas as acusações a mim atribuídas enquanto era prefeito de Rolim de Moura – e que ainda cabem recursos e há jurisprudências a respeito do assunto – vou cumprir a decisão judicial de cabeça erguida prestando serviços comunitários.
Continuarei no mandato de senador e espero vencer outros desafios, como venci em 16 processos já arquivados, pois não roubei, não desviei recursos, não superfaturei e as obras foram entregues com qualidade, como bem lembraram os ministros do STF no julgamento.
Aos amigos, peço que continuem firmes e perseverantes no propósito de trabalhar por Rondônia.
Aos políticos adversários, saibam que esta nova experiência que viverei me fortalecerá ainda mais, me dará mais coragem e muito mais ânimo para trabalhar e continuar a denunciar políticos incompetentes, políticos sonegadores, covardes e corruptos.
Operação busca identificar participantes dos ataques golpistas de 8 de janeiro A Polícia Federal deflagra, na manhã desta sexta-feira (2), a quarta fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional […]
Operação busca identificar participantes dos ataques golpistas de 8 de janeiro
A Polícia Federal deflagra, na manhã desta sexta-feira (2), a quarta fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por pessoas que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas instituições.
Ao todo estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal, nos estados de Rondônia, Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso e Distrito Federal.
Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria se torna permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas.
A PF pede para que caso tenha informações sobre a identificação de pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília/DF, encaminhe para o e-mail [email protected]
O vereador Igor Sá Mariano comentou nota da Coluna do Domingão que trata da dificuldade em unidade entre os principais postulantes à Presidência da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. A respeito da nota em seu blog sobre a eleição da Mesa. 1 – Manter a base unida é o principal foco, por este […]
O vereador Igor Sá Mariano comentou nota da Coluna do Domingão que trata da dificuldade em unidade entre os principais postulantes à Presidência da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.
A respeito da nota em seu blog sobre a eleição da Mesa.
1 – Manter a base unida é o principal foco, por este motivo tenho conversado com todo mundo de forma muito tranquila.
2 – Não tenho intenção de ser presidente de todo jeito. Como tudo na minha vida, acredito que o diálogo é sempre o melhor caminho para se construir pontes. Não faço política construindo muros.
3 – Todos os vereadores que estão na base governista tem totais condições de presidir a Câmara. Por isso tenho convicção que haverá unidade e tranquilidade na escolha.
Por fim, quero deixar claro que tanto posso votar como ser votado. Estou no processo para ajudar a construir e principalmente para manter unida a base governista.
Um dia após ter alta hospitalar, o músico Novinho da Paraíba se pronunciou sobre o assalto seguido de agressão que sofreu e como está enfrentando a situação na tarde deste domingo (20). No relato, ele agradece o carinho dos fãs e o acompanhamento médico, além de dizer que pretende voltar logo aos palcos. Por fim, […]
Um dia após ter alta hospitalar, o músico Novinho da Paraíba se pronunciou sobre o assalto seguido de agressão que sofreu e como está enfrentando a situação na tarde deste domingo (20).
No relato, ele agradece o carinho dos fãs e o acompanhamento médico, além de dizer que pretende voltar logo aos palcos. Por fim, desabafa: “Aprendi que nem sempre quem se aproxima de mim é para pedir autógrafo”.
O comunicado foi publicado em uma das redes sociais do cantor de forró no início da tarde deste domingo (20). Ao contar que sofreu escoriações pelo corpo e uma fissura na costela, começa o texto agradecendo a Deus.
“Agradeço primeiramente a Deus pelo livramento que me foi concedido. O mais importante: minha vida foi poupada. Agradeço também a todos os profissionais de saúde que me acompanharam do hospital Naval ao Getúlio Vargas e também a todas as demonstrações de carinho recebidas”.
Novinho ficou internado após ser alvo de bandidos ao sair de um banco localizado próximo à Praça do Entroncamento, nas Graças, Zona Norte do Recife. Testemunhas contaram à Polícia Militar que a investida criminosa teria sido praticada por dois homens.
“O lado positivo de tudo isso é saber o quanto eu sou querido por inúmeras pessoas. As demais coisas corro atrás, como sempre foi, e Deus me dará em dobro”, completa no texto. O G1 tentou contato com o cantor, mas não obteve retorno às ligações.
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