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Francisco, o papa de hábitos simples que lutou para mudar a Igreja

Por André Luis

Do g1

Nascido em 17 de dezembro de 1936 em Buenos Aires, na Argentina, Francisco foi o primeiro papa latino-americano da história. Ele também foi o primeiro pontífice da era moderna a assumir o papado após a renúncia do seu antecessor e, ainda, o primeiro jesuíta no posto.

À frente da Igreja Católica por quase 12 anos, Francisco foi o papa número 266. Em 13 de março de 2013, durante o segundo dia do conclave para eleger o substituto de Bento XVI, Bergoglio foi escolhido como o novo líder – inclusive contra a sua própria vontade, segundo ele mesmo admitiu. Relembre a carreira do papa mais abaixo.

Os desafios do papado de Francisco

Apesar de ter sido eleito papa contra a própria vontade, a carreira de Francisco no catolicismo foi uma escolha própria do argentino. Formado em Ciências Químicas e professor de Literatura, o religioso filho de imigrantes italianos acabou optando por se dedicar aos estudos eclesiásticos.

Seu perfil jovial e descontraído — ele gostava de fazer piadas e brincadeiras — o tornou uma opção popular entre os colegas cardeais e uma escolha antes de mais nada conjuntural.

A Igreja Católica vivia então um de seus momentos mais delicados. A popularidade em baixa e os escândalos de pedofilia envolvendo padres em todo o mundo são apenas alguns dos desafios que o pontífice enfrentaria durante seu papado.

A modernidade também levou Francisco a lidar com outros assuntos delicados para a Igreja, como os direitos LGBTQIA+ e o sexismo.

Ele foi elogiado por avanços como o de permitir bênçãos de padres a casais do mesmo sexo, colocar mulheres em cargos mais altos no Vaticano e permitir que elas votassem no Sínodo dos Bispos — a reunião em que bispos debatem e decidem questões ideológicas e regimentos internos.

Mas também foi criticado por não avançar menos do que o esperado na questão feminina. Francisco terminou seu papado sem permitir sacerdotes do sexo feminino, reivindicação histórica de parte das católicas.

O papa defendia que apenas cristãos do sexo masculino poderiam ser ordenados para o sacerdócio, usando como base a premissa da Igreja Católica de que Jesus escolheu homens como apóstolos.

Discursos políticos e combate à pobreza

O pontífice também ficou marcado por discursos políticos durantes sermões. Não poupou críticas a líderes de países em guerra, como o russo Vladimir Putin e o israelense Benjamin Netanyahu. Ele também apontou o dedo para a União Europeia ao citar a crise dos refugiados, que começou durante seu papado, em 2015.

Em uma das imagens mais impressionantes e sem precedentes na Igreja Católica, rezou sozinho na sempre lotada Praça São Pedro, no Vaticano, quando a Covid-19 se espalhou pelo mundo e fez vários países decretarem quarentena.

Mas o combate à pobreza sempre foi sua prioridade. Ao ser apontado como o novo papa, ele escolheu o nome de seu novo título em homenagem a São Francisco de Assis, protetor dos pobres. O lema de seu papado foi “Miserando atque eligendo” — “Olhou-o com misericórdia e o escolheu”, em português.

As reformas da Igreja Católica também foram outra marca do papado de Francisco. Ele iniciou um processo de reforma das estruturas da Cúria, que é o governo do Vaticano, com atenção especial para a parte econômica e financeira.

Francisco, ‘um grande reformador’

Aos 80 anos, com dores no quadril que, por vezes, o faziam perder o equilíbrio, ele não falava de renúncia, como seu predecessor Bento XVI teve a audácia de fazer.

“Estou indo em frente”, disse ele na ocasião, contrariando declarações mais melancólicas feitas antes disso, em março de 2015: “Tenho a sensação de que meu pontificado será breve, quatro ou cinco anos”.

Francisco parecia impulsionado por uma missão urgente: incentivar uma Igreja desertada em alguns países a acompanhar com misericórdia os católicos em situações irregulares.

“Podemos falar de uma revolução, nos passos do Concílio Vaticano II” (1962-1965), que abriu a Igreja ao mundo moderno, disse à AFP o especialista em Vaticano Marco Politi, em 2016.

Politi classifica Francisco como “um grande reformador” que tentou fazer “com que a Igreja abandonasse a sua obsessão histórica em tabus sexuais”.

Ele foi o primeiro papa a ter convidado um transexual ao Vaticano e se recusou a julgar os homossexuais. Para Francisco, a Igreja era um “hospital de campanha, não um posto alfandegário”, que separa os bons e maus cristãos, disse Politi.

O argentino foi eleito, entre outros, para continuar a reestruturação econômica da Santa Sé iniciada sob Bento XVI com, por exemplo, o fechamento de contas suspeitas no banco do Vaticano, por muito tempo acusado de lavagem de dinheiro.

“Em termos de doutrina, ela [papa Francisco] não mudou nada. Neste sentido, nunca fez parte dos progressistas”, afirmou Politi. Segundo o especialista, o papa não tinha a intenção de ordenar padres casados ou mulheres, e se mostrou horrorizado com o aborto. Ele gostaria que seu trabalho reformista tivesse “uma continuidade”.

O papa tinha um forte consenso entre os fiéis e, também, entre alguns agnósticos e não-crentes. Mas ele não agradava aos ultraconservadores, que tentavam desacreditá-lo.

Bergoglio antes de ser papa

Francisco nasceu em Buenos Aires, em 1936. Seus pais, ambos italianos, chegaram à Argentina em 1929, junto de uma leva de imigrantes europeus em busca de oportunidades de trabalho na América.

Arcebispo da capital argentina, ele era considerado um homem tímido e de poucas palavras, mas com grande prestígio entre seus seguidores. O religioso era admirado pela sua total disponibilidade e seu estilo de vida sem ostentação.

O argentino também era reconhecido por seus dotes intelectuais, por ser considerado dialogante e moderado, além de ter paixões pelo tango e pelo time de futebol San Lorenzo.

Antes de seguir carreira religiosa, Bergoglio formou-se técnico químico. Depois, ingressou em um seminário no bairro de Villa Devoto. Em março de 1958, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, congregação religiosa dos jesuítas, fundada no século 16.

Em 1963, Bergoglio estudou humanidades no Chile e voltou à Argentina no ano seguinte para ser professor de literatura e psicologia no Colégio Imaculada Conceição de Santa Fé.

Entre 1967 e 1970, foi estudar teologia e acabou sendo ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1969. Em menos de quatro anos chegou a liderar a congregação jesuíta local, um cargo que exerceu de 1973 a 1979.

Foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel, entre 1980 e 1986, e, depois de completar sua tese de doutorado na Alemanha, serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba. Em 1992, Bergoglio foi nomeado bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires.

Em 1997, ele virou arcebispo titular de Buenos Aires. Em 2001, foi nomeado cardeal e primaz da Argentina pelo papa João Paulo II. Entre 2005 e 2011, ocupou a presidência da Conferência Episcopal do país durante dois períodos, até que deixou o posto porque os estatutos o impediam de continuar.

Na Santa Sé, Bergoglio foi membro da Congregação para o Culto Divino e a disciplina dos Sacramentos; da Congregação para o Clero; da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica; do Pontifício Conselho para a Família e a Pontifícia Comissão para a América Latina.

Outras Notícias

É legítimo o PSB ter candidato, mas quem?

Do blog do Inaldo Sampaio O prefeito reeleito Geraldo Júlio, ainda no calor da vitória para o segundo mandato no Recife, antecipou-se a outros líderes do PSB e defendeu que o partido lance candidato próprio à Presidência da República em 2018. Dois dias depois ganhou um aliado no PSB de Pernambuco, o deputado federal Danilo […]

GeraldoJulioDivulgacao624Do blog do Inaldo Sampaio

O prefeito reeleito Geraldo Júlio, ainda no calor da vitória para o segundo mandato no Recife, antecipou-se a outros líderes do PSB e defendeu que o partido lance candidato próprio à Presidência da República em 2018.

Dois dias depois ganhou um aliado no PSB de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral, que pensa exatamente da mesma forma. Ambos entendem que o partido deve mostrar novamente a cara na sucessão de Michel Temer, apresentando um projeto alternativo ao do PSDB, do PT, do PDT e da Rede.

Do ponto de vista da legitimidade e de tática eleitoral, nada a reparar sobre esse projeto. O problema é encontrar esse candidato, já que o partido ficou sem seu maior líder após a morte de Eduardo Campos. Um nome de peso seria o vice-governador de São Paulo, Márcio França. Mas ele vai assumir o governo em 2018 com a desincompatibilização do governador para defender, “por dentro”, a aliança PSB-PSDB.

Coluna do Domingão

O tira foco de Bolsonaro O presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado, que a pandemia de coronavírus “está chegando ao fim” e não há motivo de “pressa” na compra e distribuição de uma vacina contra a doença. A declaração foi dada em uma conversa gravada com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, publicada neste […]

O tira foco de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado, que a pandemia de coronavírus “está chegando ao fim” e não há motivo de “pressa” na compra e distribuição de uma vacina contra a doença. A declaração foi dada em uma conversa gravada com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, publicada neste sábado no canal do Youtube do deputado.

“A pandemia está chegando ao fim. Estamos com uma pequena ascensão agora, o que chama de um pequeno repique, pode acontecer. Mas pressa para a vacina não se justifica, porque você mexe com a vida das pessoas”, disse o presidente.

“Vai inocular algo em você e seu sistema imunológico vai agir de forma imprevista. Você não pode sem que tenha certificação da Anvisa você bote a vacina no mercado”, completou Bolsonaro.

O Brasil registrou recorde de casos em um único dia, com mais de 70.000 infecções, na quarta-feira, juntando-se aos Estados Unidos e à Índia como os únicos países que relataram mais de 7 milhões de infecções totais. Com mais de 185.000 mortes confirmadas, o Brasil tem o segundo maior número de mortes no mundo.

Bolsonaro também disse essa semana que quem toma a vacina pode virar um jacaré, homem pode falar fino e mulher pode nascer cabelo. Nem seus símbolos, como o americano Donald Trump, tem falado tanta idiotice. Mas não se iluda. Bolsonaro não é tão burro assim. Falas assim, que enchem as manchetes e redes sociais são comuns após alguma polêmica, principalmente quanto envolvem seus filhos.

A da vez foi a que traz o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), um órgão exclusivamente para missões institucionais, o nosso FBI, montando como deveria ser a defesa de Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas da ALERJ, A Assembleia Legislativa do Rio.

O caso ganhava grande repercussão e aí Bolsonaro puxou pra si os holofotes. Tudo planejado, pensado, apesar da representação de parte do que realmente pensa o presidente. E muita gente come a corda, atendendo a estratégia do governante. Triste saber que toda essa situação só piora nossa imagem no cenário internacional e aqui dentro, custa vidas. Quem liga, né…

Disque Dinca 

Não tem sido incomum ver o ex-prefeito Dinca Brandino agindo como o futuro gestor de fato de Tabira. A alguns aliados e a quem o procura tem conjecturado sobre que pastas a gestão vai ter, quem vai ou não assumir, dentre outras questões que seriam apropriadas para a eleita, Nicinha. Ela aliás, ao contrário do marido, tem falado o menos possível. A exceção, o discurso de posse.

Pra contar até as cordas da viola

Falando em Tabira, Sebastião Dias que se prepare: Dinca já mandou avisar que vai providenciar logo no primeiro dia de governo uma super auditoria, para aferir em que reais condições a prefeitura estará sendo entregue. Não vai ficar pedra sobre pedra, avisam os neo governistas. Vão puxar até a tripa gaiteira…

Como será

Como a diplomação dos eleitos e até então aptos aconteceu dia 17, o prefeito reeleito de Tuparetama, Sávio Torres, não terá uma nova solenidade de entrega de canudo. Será expedida e publicada um portaria pela Juiza Tayná Lima Prado. Sávio conseguiu a reversão de uma decisão do TRE com um Recurso Especial no TSE.

Passo atrás

Ao que indicam os fatos, as forças tarefas criadas para investigar os crimes de morte em Serra Talhada, alguns envolvendo políticos, não zerou os casos violentos na cidade. Pouco mais de cinco anos depois da morte de Cícero Fernandes, uma tentativa de execução com características similares por pouco não tirou a vida do vereador eleito Zé Dida Gaia, que escapou pela segunda vez. Situação que é péssima para o momento de desenvolvimento e luta para tirar a marca histórica de cidade violenta.

Mistérios 

Até agora, muita especulação e nenhum sinal concreto do anúncio do secretariado pelo prefeito Sandrinho Palmeira (PSB). Isso porque há mais dúvidas que certezas diante do perfil de bloco que ajudou na sua eleição. Tem os que ocuparam espaços na gestão Patriota, com alguns sem esconder que querem ficar, os que aguardam uma primeira chance, vereadores com perfil para secretariado que não ganharam novo mandato, o alinhamento com Totonho e Daniel. Dente demais pra uma só boca.

Quanto custa

Com a dose da Coronavac a US$ 10,30, ou quase R$ 53  vamos às contas: as 46 mil doses que a prefeitura de Flores quer adquirir custarão mais de R$ 2 milhões e 400 mil. Já as 39 mil doses que a gestão de Carnaíba quer adquirir estão orçadas em pouco mais de R$ 2 milhões. Nos dois casos, Marconi Santana e Anchieta Patriota dizem que haverá parcerias com AMUPE e Confederação Nacional dos Municípios.

Frase da semana: “Se você virar jacaré, é problema seu”. Do Presidente Jair Bolsonaro, questionando a eficácia da vacina da Pfizer.

Vereador Zé de Bira será o candidato do PSB a Prefeitura de Tabira

A informação é de Anchieta Santos ao blog : decisão saiu durante reunião realizada ontem envolvendo a direção do partido comandado pelo Presidente Pipi da Verdura e os pré-candidatos Joel Mariano, Edmundo Barros, Marcos Crente e Sebastião Ribeiro. Todos retiraram suas candidaturas em favor do nome do vereador Zé de Bira. O ex-prefeito Josete Amaral não participou […]

ze_de_biraA informação é de Anchieta Santos ao blog : decisão saiu durante reunião realizada ontem envolvendo a direção do partido comandado pelo Presidente Pipi da Verdura e os pré-candidatos Joel Mariano, Edmundo Barros, Marcos Crente e Sebastião Ribeiro.

Todos retiraram suas candidaturas em favor do nome do vereador Zé de Bira. O ex-prefeito Josete Amaral não participou do encontro, mas em seu nome o empresário Paulo Manú confirmou o apoio ao vereador.

De agora em diante o PSB vai negociar com os demais pre-candidatos existentes no Grupão das oposições, como Edgley Freitas, Genedy Brito e Tote Marques, a indicação do vice. Edgley é o favorito para ser o companheiro de chapa de Zé de Bira.

Unidades regionais no limite de ocupação no Pajeú

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada realizou uma nova atualização da situação dos internamentos causados pela Covid-19, na Capital do Xaxado. Segundo os dados reproduzidos pelo Blog Nayn Neto, a cidade de Serra Talhada tem 86 pacientes internados. A conta inclui pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas. No Hospital Eduardo Campos […]

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada realizou uma nova atualização da situação dos internamentos causados pela Covid-19, na Capital do Xaxado.

Segundo os dados reproduzidos pelo Blog Nayn Neto, a cidade de Serra Talhada tem 86 pacientes internados. A conta inclui pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas.

No Hospital Eduardo Campos foi registrada ocupação de 98%, com quatro pacientes em leitos clínicos e 69 na UTI. Destes, são nove serra-talhadenses na UTI. Já no Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães a ocupação é de 100% , sendo 10 pacientes internados na UTI. Destes pacientes, dois são de Serra Talhada.

Além disso, nos Leitos de Retaguarda do Hospital São José há três serra-talhadenses internados. “Portanto, temos 14 pacientes serra-talhadenses internados, sendo 11 na UTI”, diz Secretaria de Saúde.

Falando ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú, para o Programa Manhã Total, o Diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque, disse que a ocupação da UTI era de 93% nesta segunda. A unidade fica em Afogados da Ingazeira e tem 30 leitos de UTI.

Câmara de Serra não segue TCE e aprova contas de 2012 de Carlos Evandro

Júnior Campos A Câmara de Vereadores de Serra Talhada – CMST aprovou por 16 votos favoráveis a zero a prestação de contas de, Carlos Evandro – ex-prefeito de Serra Talhada, relativa ao exercício financeiro de 2012. A relatora do processo, Alda Magalhães, recomendou ao parlamento de Serra Talhada, à rejeição das contas do ex-prefeito. Votaram […]

Júnior Campos

A Câmara de Vereadores de Serra Talhada – CMST aprovou por 16 votos favoráveis a zero a prestação de contas de, Carlos Evandro – ex-prefeito de Serra Talhada, relativa ao exercício financeiro de 2012. A relatora do processo, Alda Magalhães, recomendou ao parlamento de Serra Talhada, à rejeição das contas do ex-prefeito.

Votaram contra o Tribunal de Contas de Pernambuco – TCE o vereador, Agenor de Melo, Dedinha Inácio, Alice Conrado, Antônio de Antenor, Vera Gama, André Maio, – Pinheiro de São Miguel, Jaime Inácio, Zé Raimundo, Paulo Melo, Rosimério de Cuca, Ronaldo de Dja, Sinézio Rodrigues e Manoel Enfermeiro. Antônio Rodrigues faltou.

“Não houve aplicação de multa nem devolução de multa”, disse André Maio. “Não trouxe prejuízo ao erário público”, segundo Zé Raimundo.

Segundo o relatório de auditória, houve déficit de execução orçamentária da ordem de R$ 9.180.263,30.

Ainda realização de despesas em volume superior às receitas arrecadadas; realização de despesas com recursos do FUNDEB sem lastro financeiro; não elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e o não cumprimento dos requisitos necessários ao recebimento dos recursos afeitos ao ICMS ambiental.

Acrescenta-se ausência de repasse ao RGPS de R$ 24.159,23 descontados dos servidores, equivalente a 6,72% do total devido, bem como de R$ 577.747,37 da contribuição patronal, representativos de 68,60% do total devido; ausência de repasse ao RPPS de R$ 26.123,08 descontados dos servidores, equivalente a 4,13% do total devido, bem assim de R$ 132.533,28 da contribuição patronal, representativos de 19,65% do total devido.

Ainda segundo a relatora do processo, “foram realizadas despesas com festividades da ordem de R$ 525.000,00 montante suficiente para honrar com as contribuições impagas ao RPPS e ainda parte daquelas que deixaram de ser quitadas junto ao RGPS”. A Câmara não acatou a argumentação.