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FPM: valor destinado a municípios nesta sexta-feira é o segundo maior do ano

Por Nill Júnior

No primeiro decêndio de maio, os municípios brasileiros partilham cerca de R$ 7,8 bilhões

No primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao mês de maio, os municípios brasileiros partilham cerca de R$ 7,8 bilhões.

O valor será creditado nesta sexta-feira (10). Segundo o especialista em orçamento público, Cesar Lima, a quantia destinada neste decêndio é a segunda maior do ano.

“Os resultados do FPM desse primeiro decêndio de maio parecem ser bem promissores, mostrando que aqueles resultados anteriores foram pontos fora da curva. Tivemos alguns resultados bem baixos nos decêndios passados, mas agora parece estar refletindo essas notícias de recorde de arrecadação que o governo tem conseguido nos últimos meses”, considera.

No mesmo período do ano passado, as prefeituras contaram com aproximadamente R$ 7,3 bilhões. Se for levada em conta a inflação de 3,9% nos últimos 12 meses, o valor repassado nesta desta sexta-feira é 2,4% maior do que o de 2023.

Um dos municípios que vai contar com o valor do FPM neste decêndio é Guarani d’Oeste, em São Paulo. A cidade conta com menos de dois mil habitantes, segundo o IBGE. Segundo o prefeito Nilson Timporim, os recursos do fundo são essenciais para determinar as condições financeiras e fiscais do município. “Ele rege o bem ou o mal estar do município. Se o FPM for ruim o município não consegue sobreviver, pagar em dia a saúde, remédios, tudo. O município para.”

Outras Notícias

Waldemar Borges acusa Governo do Estado de perseguição Política

Por André Luis Durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (19), o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) fez acusações ao Governo do Estado, alegando perseguição política e demissões injustificadas na Secretaria de Educação. O deputado relatou que, no mês de abril, 12 engenheiros e um arquiteto que trabalhavam na Secretaria […]

Por André Luis

Durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (19), o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) fez acusações ao Governo do Estado, alegando perseguição política e demissões injustificadas na Secretaria de Educação.

O deputado relatou que, no mês de abril, 12 engenheiros e um arquiteto que trabalhavam na Secretaria de Educação foram demitidos antes do término de seus contratos, oito meses antes do previsto. Segundo Borges, a justificativa dada pela pasta foi o “desaparecimento da necessidade pública”. No entanto, os profissionais demitidos questionaram essa justificativa nos tribunais, uma vez que outros trabalhadores aprovados na mesma seleção simplificada foram convocados.

O deputado argumentou que essa medida só pode ser explicada por perseguição política, uma vez que a necessidade desses profissionais na manutenção das escolas é evidente. Ele relacionou essa situação com a exoneração de todos os servidores comissionados em Pernambuco nos primeiros dias da gestão de Raquel Lyra, afirmando que muitas instituições ainda estão sofrendo com a falta de funcionários adequados devido a essa decisão.

As acusações do deputado Waldemar Borges levantam preocupações sobre a possível perseguição política e a falta de justificativa técnica para as demissões de profissionais da Secretaria de Educação. Essas ações podem ter impactos negativos no funcionamento adequado das escolas e na qualidade da educação em Pernambuco. É importante que essas questões sejam investigadas e esclarecidas para garantir a transparência e o bom funcionamento do sistema educacional do estado.

Relatório interno do TCU aponta ilegalidades no decreto de Portos, assinado por Temer

G1 Um relatório interno elaborado por técnicos do Tribunal de Contas da União coloca em dúvida o principal argumento de defesa do presidente Michel Temer no chamado inquérito dos Portos, que apura se ele beneficiou empresas do setor de portos, como a Rodrimar, com a edição de um decreto em 2017. O processo no TCU […]

G1

Um relatório interno elaborado por técnicos do Tribunal de Contas da União coloca em dúvida o principal argumento de defesa do presidente Michel Temer no chamado inquérito dos Portos, que apura se ele beneficiou empresas do setor de portos, como a Rodrimar, com a edição de um decreto em 2017.

O processo no TCU está classificado como acesso restrito e a TV Globo/GloboNews conseguiu as informações junto a fontes no tribunal. No último dia 20, o delegado Cleyber Malta Lopes, que investiga Temer no inquérito dos Portos, solicitou ao tribunal cópia deste processo.

O blog buscava contato com o Planalto até a publicação deste texto. Procurada, a Rodrimar disse que não vai se manifestar.

O documento do tribunal afirma que o Decreto 9.048/2017, o chamado Decreto dos Portos, cria um contexto que poderia, no futuro, beneficiar empresas com contratos anteriores a 1993. É o caso da Rodrimar. O relatório vai de encontro à defesa do presidente porque o principal argumento de Temer sobre o tema, até agora, é o de que a Rodrimar não poderia se beneficiar das regras que entraram em vigor em maio do ano passado.

Segundo fontes do tribunal, originalmente, a investigação do TCU sobre o decreto estava apenas na secretaria que cuida de transportes. Mas, nos últimos dias, a investigação ganhou o reforço de uma secretaria do tribunal – de combate à corrupção – que faz a articulação com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal.

Hoje, os auditores trabalham em uma linha de investigação: a de que o decreto extrapola o que a lei diz para beneficiar as empresas que administram portos. Os auditores discutem, ainda, se vão investigar se houve ação de integrantes do Planalto na edição do decreto. Isso criaria um segundo furo no decreto: desvio de finalidade. Os técnicos discutem se vão solicitar ao ministro Bruno Dantas, do TCU, que encaminhe ofício ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, com essas informações.

Aline Mariano acompanha governador em Afogados

A candidata a deputada Estadual Aline Mariano (Progressistas) acompanha a agenda do candidato a reeleição Paulo Câmara neste sábado em Afogados da Ingazeira. O candidato a Federal que dobra com Aline, João Campos, também estará no ato. Câmara lidera o evento Prosa Política, com o prefeito José Patriota, o vice Alessandro Palmeira e vereadores. Haverá […]

A candidata a deputada Estadual Aline Mariano (Progressistas) acompanha a agenda do candidato a reeleição Paulo Câmara neste sábado em Afogados da Ingazeira. O candidato a Federal que dobra com Aline, João Campos, também estará no ato.

Câmara lidera o evento Prosa Política, com o prefeito José Patriota, o vice Alessandro Palmeira e vereadores. Haverá concentração no Bairro São Sebastião a partir das quatro da tarde. Depois, carreata e o evento na Praça Padre Carlos Cottart, programado para as 17h.

A vinda do governador alterou a agenda da campanha da candidata. Hoje haveria mais um bandeiraço e adesivaço da campanha, por ocasião da feira livre do município. Mas com a vinda de Câmara a coordenação centrou forças no ato de logo mais.

Será o primeiro grande comício de rua da campanha de Aline em Afogados desde que o prefeito José Patriota e o vice Alessandro Palmeira anunciaram apoio à candidata.

Ela ainda tem o apoio dos vereadores Raimundo Lima,  Augusto Martins, Igor Mariano, Rubinho do São João, Renaldo Lima, Sargento Argemiro, Luiz Bizorão, Cicero Miguel e Franklin Nazário.

Venturosa ganha ampliação de escola feita em parceria com a Echoenergia

Na manhã desta sexta-feira (06), os representantes da Echoenergia entregaram a comunidade escolar a nova Escola Municipal Manoel Alves de Araújo, localizada no distrito do Grotão, zona rural de Venturosa. Orçada em mais de R$ 500 mil numa parceria da Prefeitura e a empresa energética, a obra da nova unidade de ensino foi supervisionada pelo […]

Na manhã desta sexta-feira (06), os representantes da Echoenergia entregaram a comunidade escolar a nova Escola Municipal Manoel Alves de Araújo, localizada no distrito do Grotão, zona rural de Venturosa.

Orçada em mais de R$ 500 mil numa parceria da Prefeitura e a empresa energética, a obra da nova unidade de ensino foi supervisionada pelo prefeito Eudes Tenório (PL), que agradeceu o empenho da Echonergia.

“Graças a essa parceria, reconstruímos totalmente essa escola e vamos poder oferecer aos alunos, professores e funcionários um espaço moderno, amplo e com mais conforto que vai permitir uma educação com mais qualidade. É dando as mãos que vamos seguir promovendo o desenvolvimento de Venturosa”, afirmou Eudes.

A escola conta com 07 novas salas para os alunos do ensino fundamental e creche; mobiliário novo e moderno, nova cozinha, área de convivência, salas de direção e coordenação, depósito, laboratório de informática, biblioteca e acessibilidade. Segundo a diretora Célia Leonilo, a nova unidade de ensino vai contemplar 120 alunos, sendo 38 desses da creche.

Com 24 funcionários, sendo 11 deles professores, a nova Escola Municipal Manoel Alves de Araújo será inaugurada oficialmente no próximo dia 25 de março, às 09h. Para a Secretária de Educação, Sônia Regina, a principal preocupação do governo é garantir a todos os alunos uma educação de qualidade e aos pais a certeza de que seus filhos estão em um ambiente seguro e adequado ao aprendizado.

Dentro da programação da entrega da escola à comunidade escolar nesta sexta-feira (06), os consultores e técnicos da Echoenergia realizaram um Seminários com a comunidade escolar trabalhando o conceito de educação ambiental, sustentabilidade no semiárido e valorização da Caatinga, debatendo e buscando ações práticas que poderão ser incorporadas no dia a dia escolar e da comunidade. O grande objetivo é que os professores possam atuar como agentes transformadores neste meio.

Desde o ano passado a Echoenergia realiza ações que visam o desenvolvimento de capacidades com estudantes e professores de Grotão, concomitante à reforma e ampliação da Escola Municipal Manoel Alves de Araújo, por meio do Programa Echosocial Ventos que Transformam da Echoenergia.

Senado aprova PEC do Orçamento em segundo turno

Nova versão da PEC tem impacto dos gastos diluído nos cofres da União Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo Uma semana após ser derrotado na Câmara, o governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a um meio termo com o Congresso e aprovou em dois turnos no Senado, na noite desta quarta-feira (3), uma versão da […]

Foto: Folhapress

Nova versão da PEC tem impacto dos gastos diluído nos cofres da União

Por Daniel Carvalho/Folha de São Paulo

Uma semana após ser derrotado na Câmara, o governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a um meio termo com o Congresso e aprovou em dois turnos no Senado, na noite desta quarta-feira (3), uma versão da PEC do Orçamento com impacto diluído nos cofres da União.

A proposta de emenda à Constituição que retira do Executivo poder sobre o Orçamento foi alterada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). Como houve mudanças, o texto terá que retornar à Câmara, onde a tramitação é mais lenta, para então ser promulgado.

A PEC aprovada ainda não era o que o governo queria, mas representou um avanço nas negociações com a Câmara e o Senado.

Os senadores aprovaram um aumento escalonado do percentual obrigatório das emendas coletivas: 0,8% da RCL (Receita Corrente Líquida) em 2020 e 1% no ano seguinte. O governo queria um escalonamento em quatro anos.

A partir de 2022, o valor alocado em emendas será corrigido pela inflação.

Atualmente, este percentual está fixado em 0,6%. O texto que saiu da Câmara na semana passada elevava na Constituição este percentual para 1% já no primeiro ano, o que representaria, de partida, um aumento de R$ 4 bilhões.

Além disso, a PEC leva para a Constituição a obrigatoriedade do pagamento das emendas de bancada. Hoje, a Constituição obriga apenas o pagamento das emendas individuais.

“A decisão sobre o montante destinado às emendas de bancada estadual perpassa pelo contexto econômico atual e pela necessidade que o valor seja suficiente para viabilizar as emendas de bancada estadual”, argumentou Esperidião Amin.

Em menos de 12 horas, a PEC foi aprovada na CCJ (comissão de Constituição e Justiça) do Senado e em dois turnos no plenário da Casa. O texto passou por 58 votos a 6 no primeiro turno e 59 a 5 no segundo.

Outra alteração feita a partir do acordo entre Câmara, Senado e Executivo é a determinação de que emendas de bancada terão que ser apresentadas também no ano seguinte, até que a obra seja concluída. O governo temia que a redação aprovada pela Câmara criasse um cemitério de obras inacabadas.

Também foi estabelecido que, se for verificado que a reestimativa da receita e da despesa poderá resultar no não cumprimento da meta de resultado fiscal estabelecida na LDO (lei de diretrizes orçamentárias), as emendas individuais e de bancadas também serão alvo de contingenciamento.

De volta à Câmara, a PEC tem que passar pela CCJ, por uma comissão especial para, só então, ser votada em plenário. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a aprovação da nova versão da proposta só acontecerá depois da Páscoa.

A versão mais dura do texto havia sido aprovada pela Câmara na semana passada, quando a relação entre a Casa e o Palácio do Planalto estava estremecida. Por isso, foi entendida por governistas como uma resposta de Rodrigo Maia. O texto passou com ajuda dos votos do PSL, inclusive do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro.

A nova versão também teve apoio do PSL no Senado. O líder do partido na Casa, senador Major Olímpio (PSL-SP), disse que seu apoio era oriundo de declarações do ministro Paulo Guedes (Economia).

“Me causou extrema preocupação, no momento da votação desta PEC lá na Câmara, sob o ponto de vista de promover um engessamento maior e impossibilitar o governo de desenvolver ações programadas e compromissos assumidos com a população brasileira”, disse Olímpio.

O líder do partido de Bolsonaro, no entanto, disse que Guedes afirmou haver preocupação, mas que era preciso “ter uma sinalização com o Congresso, mais especificamente com os parlamentares”.

“Quem sou eu para contestar questões econômicas que brilhantes homens da área econômica do governo estão dizendo que são suportáveis?”, indagou o líder do PSL.