Notícias

Fotos: Kiko Chicabana animou a segunda noite do Afogareta 2020

Por André Luis

Por André Luis

A segundo noite do Afogareta 2020 foi ao som do axé baiano do Kiko Chicabana, que voltou ao evento após enorme sucesso na edição passada. E este ano não foi diferente. A banda colocou os foliões para dançar muito durante todo o percurso da festa. Veja abaixo os registros do parceiro Cláudio Gomes.

Hoje o encerramento da festa fica por conta de outra grande atração que volta ao evento. Yohannes anima a última noite de folia com seu Forró Elétrico.

 

Outras Notícias

Solidão: Prefeito fala sobre organização de ambulantes e valores cobrados em festa tradicional

Diante das reclamações do comércio ambulante contra os preços praticados pela Prefeitura de Solidão  durante o período da Festa de Nossa Senhora de Lurdes, o Prefeito Djalma Alves (PSB), falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O gestor declarou que as denúncias contra o estacionamento de carros e motos em 2017 o fez […]

Diante das reclamações do comércio ambulante contra os preços praticados pela Prefeitura de Solidão  durante o período da Festa de Nossa Senhora de Lurdes, o Prefeito Djalma Alves (PSB), falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

O gestor declarou que as denúncias contra o estacionamento de carros e motos em 2017 o fez reunir assessores, estudar o Código Tributário e baseado na lei municipal estipulou os valores.

Djalma entende que contrariou alguns profissionais, mas a cidade ficará até mais livre para a locomoção das pessoas durante as festividades. “Toda movimentação financeira passará pela organização contábil da Prefeitura”.

Sobre estacionamento, o Prefeito disse que haverá orientação aos responsáveis, sendo que a sua equipe não será responsabilizada pelas cobranças de valores.

A programação de shows da Festa de Solidão foi iniciada ontem com a Banda Religiosa Kairos.

Hoje, sexta-feira, subirá ao palco Fernando Aboiador e Forrozão das Antigas. Amanhã, sábado será a vez de Valdeir Tavares, Feitiço de Menina e Amigos Sertanejos.

Nesses dois dias a programação terá início às nove da noite e termina às duas da madrugada apos acordo com o MP.  No domingo a Banda Blackout encerra a programação as 5 da tarde.

São José do Egito: Secretário de Cultura “fez que ia e não foi”

Insatisfeito com a falta de apoio da gestão do Prefeito Evandro Valadares o Secretário de Cultura e Esportes Henrique Marinho ensaiou deixar a pasta na semana que passou. A notícia vazou para a imprensa e o Secretário em nenhum momento negou a retirada. Chamado para uma conversa, Marinho atendeu o pedido de Evandro e do […]

Insatisfeito com a falta de apoio da gestão do Prefeito Evandro Valadares o Secretário de Cultura e Esportes Henrique Marinho ensaiou deixar a pasta na semana que passou.

A notícia vazou para a imprensa e o Secretário em nenhum momento negou a retirada.

Chamado para uma conversa, Marinho atendeu o pedido de Evandro e do vice-prefeito Eclériston Ramos e resolveu dar mais um tempo.

Se o prefeito passar a olhar com mais atenção a Cultura e o Esporte de São José do Egito, Henrique Marinho se dará por satisfeito, se não pegará sua mala e sua cuia e irá embora de vez. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

Datafolha: brasileiros consideram saúde o principal problema do país

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda […]

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica

Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda maiores. A matéria é de Thaiza Pauluze da Folha de S. Paulo.

A área foi citada por 27% dos entrevistados pelo Datafolha, quando consideradas as de responsabilidade do governo federal.

Em junho, esse índice era de 19%. Mais recentemente, no entanto, ganhou força a chamada “guerra da vacina”, a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em torno dos imunizantes contra o novo coronavírus.

Por enquanto, o Brasil está atrasado na corrida mundial por vacinação e assiste a outros países aplicarem as primeiras doses, inclusive vizinhos sul-americanos e centro-americanos.

Os dados também mostram que o casos e mortes vêm aumentando em todas as regiões brasileiras e devem explodir após as festas de fim de ano.

Durante o pico da pandemia, não havia quantidade suficiente de respiradores, leitos de terapia intensiva, pessoal qualificado e testes diagnósticos para fazer frente ao vírus em várias capitais. Pacientes morreram à espera de UTIs, enquanto o presidente chamava a doença de “gripezinha”, se recusava a usar máscara e exaltava remédios comprovadamente sem eficácia.

O Datafolha ouviu 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todos os estados entre 8 e 10 de dezembro (desde 7 de dezembro, mais de 13 mil pessoas morreram de Covid no país).

A margem de erro é de dois pontos percentuais e a amostra é considerada representativa da população.

Os entrevistados consideraram como segundo principal problema o desemprego (13%) e o terceiro, a crise econômica (8%).

Em novembro, o desemprego bateu novo recorde, atingindo 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Desde maio, no início da pandemia e do isolamento social, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros sem emprego, uma alta de aproximadamente 40%.

O auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso e pago pelo governo federal, virou a única renda de 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do benefício este ano.

Mas o valor deve ser cortado em janeiro, o que deve deixar milhões de brasileiros sem nenhuma fonte renda, embora a quarentena esteja sendo reforçada.

Também foram citados como principal problema brasileiro a corrupção (7%), a educação (6%), a política (5%), a violência (4%), a inflação (2%) e a fome (2%). Curiosamente, a pandemia do coronavírus, especificamente, foi citada por apenas 3%.

A saúde foi mais lembrada pelas mulheres (34%) do que pelos homens (20%), por quem tem entre 45 e 59 anos, e por aqueles com renda de até dois salários mínimos.

As porcentagens foram praticamente iguais em todas as regiões do país, assim como entre quem vive na região metropolitana e no interior e entre brasileiros brancos, pardos e pretos.

Mas foi maior entre aqueles que estão saindo de casa apenas quando inevitável (31%) e uma preocupação bem menor entre os brasileiros que estão vivendo normalmente em meio à pandemia (13%) —esses últimos criticaram mais a corrupção e o desemprego.

Entre os que consideram a gestão de Jair Bolsonaro ótima ou boa, 23% apontaram a saúde como principal problema. O índice cresce entre quem considera o governo federal regular (30%) e quem classifica como ruim ou péssimo (29%).

Quando separados os que já se infectaram com o coronavírus, 25% mencionam a saúde como maior problemática. O índice aumenta entre quem diz estar com muito medo de contrair a Covid-19 (32%) e diminui para os que afirmam não ter medo (22%).

Há uma diferença grande entre quem diz acreditar que a pandemia esteja acabando (20% consideram a saúde o principal problema) e entre quem acha que está piorando (30%) ou nem melhorando nem piorando (28%).

A saúde continua sendo o principal problema inclusive para quem pediu auxílio emergencial (30%) e para quem o benefício foi a única fonte de renda durante o isolamento (27%).

Mesmo em meio à pandemia, o percentual geral dos brasileiros que citam a saúde como o principal problema neste ano (27%) é menor do que no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Em março de 2011, 31% dos brasileiros colocavam a saúde no topo deste ranking em pesquisa do Datafolha. O índice chegou a 48% em junho de 2013 e, no fim do mandato, em dezembro de 2014, estava em 43%. Em seguida, era citada a violência e, em terceiro, a corrupção.

No segundo mandato de Dilma, a corrupção foi alçada a líder dos problemas, seguida pela saúde e o desemprego.

Já no governo de Michel Temer (MDB), a saúde voltou ao primeiro lugar, com o maior percentual (33%) em dezembro de 2016. A vice-liderança era da educação, seguida pelo desemprego.

A área prosseguiu sendo a mais criticada durante todo o governo de Jair Bolsonaro.

Senador Fernando Bezerra vai apresentar emenda a projeto que impõe limite para dívida da União

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) vai apresentar emenda a Projeto de Resolução do Senado que trata do limite global para o montante da Dívida Consolidada da União. Pela proposta – o PRS 84, relatado pelo senador José Serra (PSDB-SP) –, o limite para a referida dívida será de 1 vez e meia a Receita […]

FBC_Plenário

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) vai apresentar emenda a Projeto de Resolução do Senado que trata do limite global para o montante da Dívida Consolidada da União. Pela proposta – o PRS 84, relatado pelo senador José Serra (PSDB-SP) –, o limite para a referida dívida será de 1 vez e meia a Receita Corrente Líquida (RCL). Porém, considerando o comportamento da relação entre as despesas e as receitas líquidas do país, Fernando Bezerra defenderá, na emenda ao PRS, que o limite da dívida da União seja fixado em 2 vezes a RCL.

Receita Corrente Líquida é o somatório das receitas tributárias de um governo – referentes a contribuições patrimoniais, industriais, agropecuárias e de serviços – deduzidos os valores das transferências constitucionais. De acordo com o Projeto de Resolução 84, também fica proibida a contratação de novas operações de crédito caso a União ultrapasse o limite de endividamento. “É fato que temos de impor regras e limites às dívidas da União. A realidade de nossa economia comprova claramente esta necessidade”, afirma Bezerra Coelho. “O Congresso Nacional precisa atuar mais sobre a Política Monetária do Brasil que, há anos, por exemplo, pratica uma das maiores taxas de juros do mundo”, reforça o socialista.

Aprovado esta semana pela Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional, que analisa projetos da Agenda Brasil, o PRS 84 seguirá para apreciação no Plenário do Senado, momento em que a emenda do senador Fernando Bezerra será apresentada ao projeto de José Serra.

RESPONSABILIDADE – A Agenda Brasil consolida mais de 80 proposições voltadas ao reaquecimento da economia e à melhoria do ambiente de negócios no Brasil. Uma das matérias que será agregada à Agenda e submetida à apreciação da Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional será o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 165/2015 Complementar. Proposto pelo senador Fernando Bezerra Coelho, o PLS 165 torna Crime de Responsabilidade a alteração, pelo Poder Executivo, da meta de superávit primário após o término do primeiro período da sessão legislativa (julho).

De acordo com o projeto de Fernando Bezerra, a meta de superávit primário prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) somente poderá ser alterada, após o término do primeiro período da sessão legislativa, por razões alheias à gestão fiscal, de forma devidamente fundamentada e em decorrência de calamidade pública, guerra ou crises internacionais. “Apresentei este projeto de lei exatamente com o objetivo de se evitar o ocorrido no final de 2014, quando o Executivo, às vésperas do final do exercício fiscal (em novembro), apresentou projeto – o PLN 36/2014 do Congresso Nacional – alterando a LDO para mudar a meta de superávit primário”, explica o senador.

Afogados: assinada ordem de serviço da Requalificação da Rio Branco

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, assinou na noite do último sábado a ordem de serviço que autorizou o início das obras de revitalização da Avenida Rio Branco. A obra compreende a completa requalificação do canteiro central e das Praças Nelson Oliveira (Correios) e Padre Carlos Cottart (incluindo os quiosques), além da construção […]

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, assinou na noite do último sábado a ordem de serviço que autorizou o início das obras de revitalização da Avenida Rio Branco.

A obra compreende a completa requalificação do canteiro central e das Praças Nelson Oliveira (Correios) e Padre Carlos Cottart (incluindo os quiosques), além da construção de uma nova praça, no início do anel viário.

A assinatura ocorreu nas proximidades da Coletoria da Fazenda Estadual. Em grande um telão montado na Avenida, a arquiteta Adrícia Ângelo apresentou o detalhamento técnico do projeto por ela elaborado. A obra representa um investimento total de 1,2 milhão de Reais e tem previsão para terminar em Março do próximo ano.

A obra compreende uma importante ação de mobilidade, com implantação de acessibilidade, ciclofaixa e pisa de cooper, além de brinquedos, equipamentos de ginástica, estacionamento para bicicletas, ao longo da via. A iluminação será toda na mais moderna tecnologia LED, contemplando eficiência energética e economicidade.

A cerimônia contou com a presença de moradores da avenida, servidores públicos, secretários municipais e dos Vereadores Raimundo Lima, Cícero Miguel, Luiz Besourão, Reinaldo Lima, Augusto Martins, Daniel Valadares, Sargento Argemiro, Rubinho do São João e Franklin Nazário.

“Estamos dando um passo importante para deixar a nossa principal avenida mais bela e acessível para todos, valorizando conceitos importantes de mobilidade urbana, e transformando o espaço público em uma área mais arborizada e com opções importantes para o lazer e a convivência social,” destacou o Prefeito Patriota. Os tapumes do primeiro trecho já serão colocados nesta segunda, início da obra.

Veja fotos do projeto na Fanpage do Blog.