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Fotógrafo afogadense recebe Menção Honrosa da Câmara dos Deputados

Por André Luis

Wellington Júnior teve menção protocolada pelo deputado federal Carlos Veras

Nesta quarta-feira (28), o fotógrafo afogadense Wellington Júnior recebeu uma Menção Honrosa da Câmara dos Deputados em Brasília. A menção foi protocolada pelo deputado federal Carlos Veras (PT), que divulgou um vídeo ao lado de Wellington.

“Estamos aqui ao lado do pajeuzeiro, nosso fotógrafo, no Plenário da Câmara no meio da Sessão porque hoje protocolamos uma Menção Honrosa a esse companheiro pelo prêmio de fotografia que ele recebeu e isso é um orgulho para o nosso povo do Pajeú”, afirmou Veras no vídeo.

“Essa menção honrosa que você recebe aqui na Câmara Federal é fruto do seu trabalho e da sua dedicação. Com certeza o povo de Afogados da Ingazeira e o povo de Serra Talhada, onde você assessora a nossa prefeita Márcia Conrado, estão muito felizes, porque não é você que recebe a menção mais alta do Congresso Nacional, mas é o povo de Serra Talhada, é o povo de Pernambuco. Parabéns amigo”, concluiu o parlamentar.

É com imensa gratidão que recebo esta Menção Honrosa do ilustre deputado federal Carlos Veras. Capturar momentos e contar histórias através das lentes é minha paixão, e ser reconhecido por isso na Câmara dos Deputados Federal é verdadeiramente especial. Agradeço pela valorização do meu trabalho e pelo incentivo contínuo à arte da fotografia”, agradeceu Wellington.

Wellington Júnior recebeu três premiações internacionais por seu trabalho no Brasília Photo Show, considerado o maior Festival de Fotografias da América Latina. Ele venceu nos anos de 2016, 2018 e 2020.

Outras Notícias

Câmara instala nesta segunda comissão do impeachment de Dilma

A Câmara dos Deputados tem uma sessão extraordinária marcada para esta segunda-feira (7) para eleger a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O colegiado será composto por 65 integrantes titulares e igual número de suplentes indicados pelos partidos de acordo com o tamanho das bancadas. Caberá à comissão proferir […]

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A Câmara dos Deputados tem uma sessão extraordinária marcada para esta segunda-feira (7) para eleger a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O colegiado será composto por 65 integrantes titulares e igual número de suplentes indicados pelos partidos de acordo com o tamanho das bancadas. Caberá à comissão proferir parecer pela continuidade ou não do processo, que depois precisará ser votado em plenário.

Os trabalhos devem começar no dia seguinte, com a eleição do presidente e do relator. Com a instalação da comissão, Dilma será notificada e começará a contar o prazo de dez sessões da Câmara para que ela apresente a sua defesa.

O processo de impeachment foi deflagrado na última quarta-feira (2) pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele acatou pedido formulado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.

Na terça-feira (8), o Conselho de Ética deve se reunir para tentar votar o parecer preliminar do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pela continuação das investigações sobre as suspeitas contra Eduardo Cunha de suposta quebra de decoro parlamentar. Na semana passada, aliados do peemedebistaconseguiram adiar a votação do relatório.

Senado: O plenário do Senado deve votar nesta semana a proposta de repatriação de recursos de brasileiros não-declarados no exterior, uma das medidas do ajuste fiscal. Essa será a última etapa antes de o texto ir para sanção da presidente, já que a matéria já passou pela aprovação da Câmara dos Deputados.

Na última quarta (2), a Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado aprovou o texto, que regulariza, mediante pagamento de multa, dinheiro enviado por brasileiros ao exterior sem declaração à Receita Federal.

Na sexta-feira anterior à sua prisão, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que atuava como líder do governo no Senado, falou da articulação para que o projeto fosse votado no Senado. Segundo relatou o senador ao G1, a expectativa era que o texto fosse votado no Senado nos primeiros dias de dezembro.

Pela proposta do relator do texto na Câmara, deputado Manoel Junior (PMDB-PB), quem desejar repatriar seus recursos terá de pagar um percentual 30% sobre o valor, sendo 15% de multa e 15% de Imposto de Renda.

O projeto original do governo previa um percentual de 35% sobre o valor declarado, sendo 17,5% de multa e 17,5% de Imposto de Renda. Ao lançar a proposta com esses percentuais, o governo estimou que a arrecadação trazida com a repatriação ficaria entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões.

Tabira: Flávio Marques nega saída de Edgley da Cultura

O Secretário de Administração Flávio Marques negou agora a ao blog que o Secretário de Cultura Edgley Freitas esteja rifado da pasta em uma suposta reforma administrativa. “Houve reunião entre Secretários da Fazenda, Administração e Planejamento traçando algumas propostas de enxugamento da máquina. Entre elas,  foi ventilada a extinção da Secretaria de Meio Ambiente”. Mas, […]

flavio-marquesO Secretário de Administração Flávio Marques negou agora a ao blog que o Secretário de Cultura Edgley Freitas esteja rifado da pasta em uma suposta reforma administrativa.

“Houve reunião entre Secretários da Fazenda, Administração e Planejamento traçando algumas propostas de enxugamento da máquina. Entre elas,  foi ventilada a extinção da Secretaria de Meio Ambiente”.

Mas, garante Flávio, não se definiu nada sobre a saída de Edgley. “Um decreto está sendo preparado mas será definido o detalhamento em reunião agora com a equipe”.

Assim, garante Flávio, não há nada definido em relação à saída de Edgley da Cultura. “É apenas uma ventilação. Mas não tem quem saiu ou  quem entrou”.

Ponto a Ponto discute o marketing relacionado a causas sociais

Em época de queda da confiança nas instituições, o Marketing de Causa aparece como a solução dos problemas de reputação das organizações. O Ponto a Ponto, da BandNews, traz a sócia da empresa de consultoria Cause Francine Lemos para discutir o tema. A entrevista vai ao ar neste sábado (6), às 23h (horário do Recife), […]

Em época de queda da confiança nas instituições, o Marketing de Causa aparece como a solução dos problemas de reputação das organizações. O Ponto a Ponto, da BandNews, traz a sócia da empresa de consultoria Cause Francine Lemos para discutir o tema.

A entrevista vai ao ar neste sábado (6), às 23h (horário do Recife), com apresentação da jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda. O programa é reprisado no domingo (7), às 16h30.

O Marketing de Causa tem como objetivo buscar uma causa específica, normalmente de cunho social, para uma organização ou empresa que queira reverter parte da renda adquirida por meio da venda de produtos ou serviços. “É um trabalho muito profundo. A gente não acha ou atribui uma causa de maneira aleatória”, disse Francine Lemos.

De acordo com a consultora, o Marketing de Causa vai além de buscar melhorar a reputação das instituições. “Até as organizações e empresas que vêm atuando de maneira consistente e coerente e aliadas ao seu propósito conseguem trazer uma maior conexão com seus públicos de interesse. Mais de 80% da população dizem que atribuem maior valor a um produto que apoia uma causa”.

Para abraçar uma causa, a empresa precisa mudar todo o processo interno. “A comunicação ou marketing é a ultima parte desse processo. Muitas empresas abraçam causas por oportunismo, por exemplo: empresas que apoiam a diversidade e, quando olhamos para a equipe, observamos que 80% são homens e que não apoiam a diversidade. É incoerente esse tipo de atitude. O consumidor hoje percebe”, afirmou.

 

Arcoverde: Câmara recebeu R$ 11 milhões em um ano e deveria ter 17 vereadores, diz Rodrigo Roa

O vereador Rodrigo Roa propôs uma emenda à Lei Orgânica do Município para aumentar o número de cadeiras na Câmara de Arcoverde: passar de 10 para 17 parlamentares a partir de 2028. ​No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (10) analiso a proposta e destaca um ponto crucial: o orçamento da Casa James […]

O vereador Rodrigo Roa propôs uma emenda à Lei Orgânica do Município para aumentar o número de cadeiras na Câmara de Arcoverde: passar de 10 para 17 parlamentares a partir de 2028.

​No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (10) analiso a proposta e destaca um ponto crucial: o orçamento da Casa James Pacheco já ultrapassa os R$ 11 milhões anuais, valor que, segundo Roa, comportaria os 17 vereadores sem aumento de despesas extras.

O inciso IV, do artigo 29. da Constituição Federal, estabelece um critério claro para a definição do número máximo de vereadores em cada município. Para municípios com até 15 mil habitantes, o limite é de 9 vereadores, enquanto municípios com mais de 8 milhões de habitantes podem ter até 55 vereadores. Essa escala progressiva, baseada na população do município, visa proporcionar uma representação proporcional e adequada em cada Câmara Municipal, de acordo com o número de habitantes.

Cidades como Arcoverde, entre 80 e 120 mil habitantes, o teto é de 17 vereadores. Mas a anos, essa questão é blindada por parte dos vereadores que fazem a manutenção de dez, pois sobra mais dinheiro para os gabinetes.

​A questão que fica é: Arcoverde ganha em representatividade ou a população prefere manter o formato atual?

 

Com adesões, quem dá as cartas é Zeca

A jogada do prefeito eleito de Arcoverde,  Zeca Cavalcanti (Podemos), de atrair para a sua base os vereadores Claudelino e Luiza Margarida vai muito além de apenas garantir governabilidade plena. Claro, mostra a volatilidade de parte da política.  Vereador não gosta de planície e seca.  Costuma dizer que há pessoas a acomodar,  aliados,  etecétera.  Assim,  […]

A jogada do prefeito eleito de Arcoverde,  Zeca Cavalcanti (Podemos), de atrair para a sua base os vereadores Claudelino e Luiza Margarida vai muito além de apenas garantir governabilidade plena.

Claro, mostra a volatilidade de parte da política.  Vereador não gosta de planície e seca.  Costuma dizer que há pessoas a acomodar,  aliados,  etecétera.  Assim,  Luiza e Claudelino não esperaram nem o caldeirão eleitoral esfriar.

No mais, Zeca dá um claro recado: na discussão em torno da formação da Mesa Diretora da Câmara,  quem dá as cartas é ele. Ou seja, Zeca tem a chave da condução da Câmara sem sofrer sustos ou risco de ser ameaçado.

Já há nos bastidores a leitura de que a movimentação do prefeito seria um contraponto à movimentação de Célia Galindo,  que iniciou sua articulação sem esperar pelo gestor.

Também há certeza da participação de Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  atual presidente da Câmara e vice eleito nessa construção.  O político também teria resistência ao nome de Célia,  articulando uma provável chapa encabeçada por Rodrigo Roa e mantendo comando político mesmo fora da Casa James Pacheco.

De uma forma ou de outra,  Zeca tem nas mãos a chave da eleição nas suas mãos.  Tem a condição de abrir a porta pra um, fechar para outro, conduzir,  definir. Sem riscos.