Força tarefa precisa investigar mortes em São José do Egito
Por Nill Júnior
O município de São José do Egito chegou a doze mortes no ano.
O décimo segundo homicídio foi registrado no início da tarde deste domingo (4), no Conjunto Habitacional Junior Valadares. A vítima, Luan Silva, idade não informada, foi morta com características de execução.
O IC-Instituto de Criminalística foi chamado, o corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru. Luan se tornou a 12º vítima de assassinato em São José do Egito no ano de 2022. Desses, seis tiveram a prisão dos autores. E seis ainda não tiveram autoria identificada.
Com esse número, São José do Egito lidera a estatística, superando até Serra Talhada. Há informações de que os crimes tem relação com a criminalidade, como tráfico de drogas. Isso não pode ser justificativa para essa quantidade de homicídios. A SDS e Polícia Civil devem estabelecer força tarefa para investigar rigorosamente esses crimes.
Por Anchieta Santos Na noite do sábado (20), a Live da Esperança, mediada pelo comunicador Nill Júnior apresentou a chapa da terceira via para a eleição 2020 em Tabira. Nely Sampaio (PSC), atual Presidente da Câmara para prefeita e Maria Helena (filha do vice-prefeito José Amaral) para vice, foram lançadas com participações dos deputados André […]
Na noite do sábado (20), a Live da Esperança, mediada pelo comunicador Nill Júnior apresentou a chapa da terceira via para a eleição 2020 em Tabira.
Nely Sampaio (PSC), atual Presidente da Câmara para prefeita e Maria Helena (filha do vice-prefeito José Amaral) para vice, foram lançadas com participações dos deputados André Ferreira (PSC) e Waldemar Borges (PSB), José Amaral (vice), Paula Amaral (PSC jovem) e Júnior Policial (pré-candidato a vereador).
Quem viu a live percebeu a ausência do ex-prefeito Mano, pai de Nely e nenhuma citação ao seu nome, como também não se falou na possível candidatura de Nely Sampaio a deputada estadual em 2022, como deseja o deputado André Ferreira.
Com a chapa lançada fica agora a expectativa para que os grupos de Mano e Zé Amaral entreguem os cargos que tem na administração municipal em Tabira.
Com o objetivo de valorizar a cultura e o empreendedorismo criativo do município, o Governo de Água Branca, realizou a 1ª edição do Sexta Cultural, evento que promoveu o empreendedorismo feminino, o artesanato, a gastronomia e a cultura aguabranquense. O evento teve início às 15h, com um jogo amistoso de Futsal no Ginásio O Marcelão, […]
Com o objetivo de valorizar a cultura e o empreendedorismo criativo do município, o Governo de Água Branca, realizou a 1ª edição do Sexta Cultural, evento que promoveu o empreendedorismo feminino, o artesanato, a gastronomia e a cultura aguabranquense.
O evento teve início às 15h, com um jogo amistoso de Futsal no Ginásio O Marcelão, entre os times femininos do Guarani x Barro Vermelho. O jogo foi decidido com um placar de por 4×3 para a equipe do Barro Vermelho.
A partir das 17h, a Praça da Cultura começou a receber o público que foi prestigiar a 1ª Feira da Mulher Empreendedora e Artesã (FEMEA), uma ação da Secretaria de Agricultura, que disponibilizou os estandes para as 17 mulheres inscritas exporem seus produtos artesanais e de gastronomia. Quem esteve no local, pôde desfrutar dos serviços de beleza ofertados gratuitamente pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.
A Secretaria de Saúde, também marcou presença na Sexta Cultural, realizando um aulão de aeróbica com professores de Educação Física que integram a equipe do Nasf. Ao longo do evento, foram sorteados diversos brindes para o público presente.
Abrindo a programação cultural, o grupo de Xaxado Mulheres de Água Branca, apresentou seu tradicional espetáculo de dança. Em seguida, o poeta Lucas Correia e a poetisa Riana Anananias, abriram o recital poético que contou com participação especial das poetisas tabirenses, Neide Nascimento e Wandra Rodrigues, declamando estrofes de suas autorias e de poetisas da região.
Para o prefeito Tom, que esteve acompanhado do vice-prefeito, Beroaldo Gomes e da equipe se secretários da gestão municipal, o evento marca o início de uma nova página para a cultura local.
“O evento foi um grande sucesso e mostrou a diversidade cultural e o empreendedorismo da nossa cidade, com destaque para a participação feminina. Com certeza, eventos como esse ajudam a fortalecer a economia local e a unir a população em torno de atividades culturais e de lazer. Vamos dar sequência ao evento, levando para outras comunidades como forma de garantir o acesso à cultura e a valorização dos artistas da terra. Nas próximas edições passará a se chamar Água Branca Cultural, para não ficarmos presos a um dia específico.”, declarou Tom.
Antes do encerramento, a vereadora Iolanda Freitas, leu uma mensagem homenageando as aguabranquenses que fizeram história e deixaram um legado de amor e dedicação ao município.
Mas o grande momento da noite, foram as apresentações musicais das cantoras Emilly Tayná, Isaura Véras, Gaby Ferreira e Renata Souza, que deram um verdadeiro show de talento fazendo o público cantar e dançar junto. Após a participação individual, as quatro retornaram ao palco para entoar juntas algumas músicas em exaltação ao universo feminino.
A Sexta Cultural foi promovida pela Governo de Água Branca, por meio do Conselho Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, em parceria com as secretarias de Gabinete, Administração, Agricultura, Saúde, Desenvolvimento Social, Educação, Finanças, Infraestrutura, Turismo e Transportes.
Por Anchieta Santos Com relâmpagos e trovões, a chuva caiu forte a partir das 4h30 da madrugada desta quarta-feira (04), entrando pela manhã. Em Afogados da Ingazeira foram 40mm. As ruas ficaram alagadas e o mercado público teve sua área de alimentação invadida pelas águas. Na PE-320 entre Afogados e Tabira os motoristas que se […]
Com relâmpagos e trovões, a chuva caiu forte a partir das 4h30 da madrugada desta quarta-feira (04), entrando pela manhã.
Em Afogados da Ingazeira foram 40mm. As ruas ficaram alagadas e o mercado público teve sua área de alimentação invadida pelas águas.
Na PE-320 entre Afogados e Tabira os motoristas que se dirigiam para a feira livre tiveram dificuldades como disse Hélio dos Importados: “ninguém consegui dirigir. Paramos os carros no acostamento esperando a chuva passar. Foi forte demais. Ouvintes do Rádio Vivo informaram que em suas comunidades já tem muito reservatório cheio”.
Considerado um programa revolucionário de intercâmbio estudantil para promover a troca de experiências e estímulo à inovação no país, o Ciência sem Fronteiras, criado pela presidenta Dilma Rousseff, entrou de vez na mira do governo de Michel Temer (PMDB) e de seu ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM). Para lamento do líder da Oposição no […]
Considerado um programa revolucionário de intercâmbio estudantil para promover a troca de experiências e estímulo à inovação no país, o Ciência sem Fronteiras, criado pela presidenta Dilma Rousseff, entrou de vez na mira do governo de Michel Temer (PMDB) e de seu ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM).
Para lamento do líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), o MEC decidiu encerrar o programa na modalidade de cursos para graduação, conforme nota divulgada pela pasta nesse domingo (2). Agora, de acordo com o próprio ministério, o programa atenderá, apenas, cursos de pós-graduação, como mestrado, doutorado, pós-doutorado e atração de jovens cientistas.
Humberto avalia que a medida deverá interromper o auxílio e impactar a continuidade dos estudos de quem já possuía bolsa, prejudicando, inclusive, que o país receba os retornos do investimento já feito. Além disso, segundo ele, a iniciativa põe um ponto final no sonho de absolutamente todos os estudantes que queiram se formar no exterior com o auxílio dos recursos do projeto.
Só em 2015, quase R$ 4 bilhões foram investidos na iniciativa. Cerca de 35 mil bolsistas de graduação foram beneficiados naquele ano. O MEC informou que o último edital nessa modalidade foi encerrado em 2014 e que há bolsistas remanescentes no exterior e visitantes no Brasil. O número chega a 4 mil.
“Esse ministro mãos de tesoura da Educação não tem a menor dimensão da importância do Ciência sem Fronteiras para o Brasil. Aliás, o governo como um todo, ilegítimo, está tomando uma série de iniciativas que simplesmente desmontam as políticas públicas mais eficazes deste país”, afirma o senador.
Ele lembra que muitos alunos contemplados pelo programa já relatavam, desde o ano passado, dificuldades em renovar o benefício. “Como se não bastasse impor restrições orçamentárias ao programa e prejudicar os brasileiros, agora o governo acredita que vai resolver o problema extinguindo a principal modalidade do programa por considerá-la de alto custo. É um absurdo”, dispara.
O líder da Oposição explica que o Ciência sem Fronteiras busca investir na formação de pessoal altamente qualificado nas competências e habilidades necessárias para o avanço da sociedade do conhecimento e aumentar a presença de pesquisadores e estudantes de vários níveis em instituições de excelência no exterior.
“A presidenta Dilma teve a visão de implementar essa política que promove a inserção internacional das instituições brasileiras pela abertura de oportunidades semelhantes para cientistas e estudantes estrangeiros”, diz Humberto.
O senador acredita que o projeto também consegue atrair jovens talentos científicos e investigadores altamente qualificados para trabalhar no Brasil. O projeto previa a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos.
TCE disponibiliza dados no Tome Conta. Dezessete municípios do Pajeú, mais Arcoverde, Sertânia e Custódia, foram avaliados Em gastos absolutos, Serra Talhada, Arcoverde e Custódia lideram levantamento.Quando conta é per capita, considerando população, Ingazeira, Solidão e Quixaba estão no top 3, segundo o TCE O levantamento do TCE sobre os gastos com eventos festivos de […]
TCE disponibiliza dados no Tome Conta. Dezessete municípios do Pajeú, mais Arcoverde, Sertânia e Custódia, foram avaliados
Em gastos absolutos, Serra Talhada, Arcoverde e Custódia lideram levantamento.Quando conta é per capita, considerando população, Ingazeira, Solidão e Quixaba estão no top 3, segundo o TCE
O levantamento do TCE sobre os gastos com eventos festivos de 2022 até 2024 consegue apresentar um ranking da região do Pajeú, mais os municípios de Arcoverde, Sertânia e Custódia, no Moxotó.
O apanhado dos vinte municípios é liderado por Serra (R$ 26,5 milhões), seguida de Arcoverde (R$ 20,3 milhões) e Custódia (R$ 14,4 milhões). O trio que lidera tem população maior dos dois primeiros municípios (92 mil e 82 mil habitantes) e assim, repasse de recursos maior.
Na sequência Flores (R$ 10 milhões), Afogados da Ingazeira (R$ 9,3 milhões), Sertânia (R$ 8,9 milhões), Tabira (R$ 7,1 milhões), Triunfo (R$ 7 milhões), Quixaba (R$ 5,7 milhões), Itapetim (R$ 5,5 milhões), Santa Terezinha (R$ 4,9 milhões), Carnaíba (R$ 4,8 milhões), Solidão e Ingazeira (R$ 4,6 milhões, cada um), Brejinho e Iguaracy (R$ 4,5 milhões, cada um), São José do Egito (R$ 3 milhões), Tuparetama (R$ 2,9 milhões), Santa Cruz da Baixa Verde (R$ 2,8 milhões) e Calumbi, com R$ 2,5 milhões.
Os artistas que mais receberam cachês nesse recorte de 20 municípios foram Tarcísio do Acordeon (R$ 3,2 milhões), Iguinho e Lulinha (R$ 2,9 milhões), Xand Avião (R$ 2,4 milhões), Henry Freitas (R$ 2,3 milhões), Raphaela Santos (R$ 1 milhão, 770 mil), Limão com Mel (R$ 1 milhão, 760 mil), João Gomes (R$ 1,7 milhão), Mari Fernandez e Priscila Senna (R$ 1,5 milhão) e Calcinha Preta, com R$ 1 milhão, 470 mil.
Conta per capita
O TCE faz uma conta dos gastos per capita, numa operação simples. Ele pega o volume de gastos no perído e divide pelo número de habitantes. O dado segundo o próprio TCE mostra a proporção do que é gasto com eventos nas cidades. Quando essa operação é feita nas vinte cidades selecionadas, o resultado é diferente, porque municípios menores acabam gastando proporcionalmente mais em municípios com maior população.
Esse levantamento é liderado por Ingazeira (R$ 965,69 per capita), seguida de Solidão (R$ 898,70/hab), Quixaba (R$ 879,71/hab), Brejinho (R$ 591,43/hab), Flores (R$ 493,80/hab), Calumbi (R$ 493,40/hab), Santa Terezinha (R$ 483,26/hab) e Triunfo (R$ 482,40/hab).
Numa posição intermediária, Iguaracy (R$ 412,12/hab), Itapetim (R$ 402,88/hab), Custódia (R$ 382,73/hab), Tuparetama (R$ 360,88/hab), Serra Talhada (R$ 287,22/hab), Sertânia (R$ 272,06/hab), Arcoverde (R$ 261,36/hab), e Carnaíba (R$ 259,45/hab). Na lista dos que menos gastaram, Tabira (R$ 257,31/hab), Santa Cruz da Baixa Verde (R$ 249,98/hab), Afogados da Ingazeira (R$ 232,83/hab) e São José do Egito (R$ 96,69/hab).
Com períodos inadimplentes: O TCE diz que desses municípios, Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Triunfo tem períodos de inadimplência em relação ao repasse de informações.
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