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Fogo amigo está por trás de exonerações em Santa Terezinha

Por Nill Júnior

Grupo da ex-secretária de Saúde estaria defendendo nome de Doutor Júnior para 2024, provocando insatisfação de Delson, que ainda não se manifestou. Já o presidente da Câmara não fala em rompimento

O blog foi bucar mais elementos da exoneração da Secretária de Saúde Valéria Ferreira Nunes pelo prefeito Delson Lustosa, diante da repercussão do caso.

Apurou que na verdade, ela  não foi a única exonerada e que a motivação pode ser política.

A profissional é filha do ex-vereador Francisco Valério Ferreira,  o Valério Dentista.  O blog apurou que ele é ligado politicamente ao presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha,  Adalberto Júnior,  o Doutor Júnior.

Questões ligadas à fidelidade política teriam motivado exonerações dela e da mãe,  Damiana Nunes, que era da Saúde Bucal.

A movimentação de um grupo liderado por Valério para apoio ao projeto de candidatura de Doutor Júnior em 2024 à prefeitura aparentemente gerou a insatisfação do gestor. Isso porque o combo trazia uma espécie de fogo amigo à sua gestão.

O prefeito ainda não se manifestou oficialmente nem nas redes sociais.

A probabilidade de que estaria incomodado com fogo amigo pode estar alicerçada inclusive pela exoneração de uma irmã do presidente da Câmara, a assessora jurídica Kássia Nunes de Brito.

A pasta da Saúde está sendo assumida interinamente por Juberlita Lustosa e Jailson Ferreira. O novo titular só deve ser anunciado em janeiro.

Apesar desse bastidor, o presidente da Câmara,  Doutor Júnior,  afirmou não considerar estar rompido com o prefeito.  “Vou conversar com ele hoje”, limitou-se a dizer. Ele também negou que esteja se movimentando rumo a candidatura majoritária em 2024.

Outras Notícias

Memória: 30 anos da eleição de Orisvaldo Inácio e o seu legado na Frente Popular

Por Adelmo Santos* Comemora-se nesse 15 de novembro, os 30 anos da eleição vitoriosa de Dr. Orisvaldo Inácio da Silva para prefeito de Afogados da Ingazeira. O que representa essa data e esse importante fato, que marcou o início de um novo ciclo na história política da segunda cidade mais importante do Sertão do Pajeú? […]

Por Adelmo Santos*

Comemora-se nesse 15 de novembro, os 30 anos da eleição vitoriosa de Dr. Orisvaldo Inácio da Silva para prefeito de Afogados da Ingazeira. O que representa essa data e esse importante fato, que marcou o início de um novo ciclo na história política da segunda cidade mais importante do Sertão do Pajeú?

O Brasil vivenciava a redemocratização, o estado de Pernambuco acabava de eleger seu novo governador Miguel Arraes de Alencar, uma vitória que depositava muita esperança na maioria dos pernambucanos, com a expectativa de um governo popular, que representasse as mudanças e transformações que promovesse o desenvolvimento social e econômico do Estado, depois de 21 anos de ditadura militar.

Esse clima de mudanças, chega com força em Afogados da Ingazeira. O município naquele momento era administrado por João Alves Filho do PFL (in’ memorian), eleito com o apoio do principal líder da situação, o deputado estadual Antônio Mariano de Brito (in’ memorian), que apesar de ter perdido a eleição do governo do Estado,  possuía um grupo político forte.

Começa o ano de 1988, e a oposição afogadense começa a se movimentar para a disputa das eleições de 15 de novembro. As principais lideranças daquela época o vereador José Coimbra Patriota Filho (atual prefeito), líder da oposição na Câmara Municipal e Bartolomeu Genésio (in’memorian), os dois do PMDB, Damião Alves dos Santos (in’ memorian) do PDT, Francisco Alberto de Moura (in’ memorian) do PT e Josézito Padilha (in’ memorian) do PDT, além do PC do B discutiram muito e não chegaram a um entendimento em relação a quem seria o ungido para suceder João Alves Filho. Sem acordo interno, chegaram a um consenso, buscar um nome fora dos quadros políticos tradicionais, que representasse mudanças de fato na política do município.

Surge de forma natural e consensuada na oposição, a figura do médico Dr. Orisvaldo Inácio da Silva. Um profissional de carreira ilibada, grande prestígio e carisma popular pelos relevantes serviços prestados à população de Afogados e do vizinho município de Iguaraci. Caiu como uma luva para as pretensões da oposição afogadense.

O grupo se fortalece e consolida uma frente de partidos à esquerda, que passa então a ser denominada de Frente Popular (FP) de Afogados da Ingazeira, e se fortalece para a disputa municipal. Nas eleições de 15 de novembro, Dr. Orisvaldo vence, com apenas 308 votos de frente contra seu adversário o também médico João Ézio Nunes, candidato apoiado por Antônio Mariano.

O Governo de Dr. Orisvaldo traz uma proposta de mudanças alinhada à gestão do Governador Miguel Arraes, nas áreas de Educação, saúde, cultura, agricultura e outras áreas estratégicas, como resposta aos anseios de mudança ancorada pela maioria da população afogadense.

O Governo Orisvaldo Inácio inicia um novo ciclo na história política de Afogados e que traz reflexos para outros municípios. A democratização e reestruturação das políticas públicas de saúde, educação, assistência social, agricultura, cultura e esportes foram importantes marcas, somadas ao controle social com a criação de conselhos municipais de gestão das políticas públicas, e a realização de concurso público pela primeira vez no município. Duas ações criadas no seu governo, até hoje são mantidas com êxito por seus sucessores, trata-se do campeonato de futebol da zona rural e o resgate do carnaval de rua.

A gestão Orisvaldo aprovada pela grande maioria dos afogadenses elegeu seu sucessor o engenheiro civil Antônio Valadares de Souza Filho (Totonho Valadares) para a gestão 1993/96, que foi seu vice-prefeito e exerceu o cargo de Secretário municipal de Obras.

Passadas três décadas, Afogados conseguiu nessa trajetória ter bons gestores que propiciaram ao município um nível de desenvolvimento de destaque no cenário regional e estadual. Depois de Totonho Valadares,  Gizelda Simões (Dona Giza) in’ memorian por duas vezes foi prefeita do município, Totonho se elegeu por mais dois mandatos, sequenciado por José Coimbra Patriota que encontra-se no seu segundo mandato.

No atual contexto político do Brasil, e com a aproximação das eleições municipais, qual será o futuro da FP de Afogados da Ingazeira. Seria razoável uma avaliação sobre a conjuntura interna, com as eleições municipais se aproximando. A FP continuará cabendo partidos que recentemente apoiaram candidatos da ultradireita? A FP se reorganizará com forças políticas do campo mais da esquerda, a exemplo do PT, PSOL e de alguns movimentos sociais? Como se sabe, por circunstâncias políticas a nível nacional, os partidos mais à esquerda se afastaram da FP, porém, nas eleições recentes para presidente, o Prefeito José Patriota, coordenador da FP se juntou com esses partidos e os movimentos sociais em defesa da democracia.

O médico Orisvaldo Inácio deixou um grande legado na política municipal, sem esquecer, a participação de sua esposa D. Giza, como sua maior conselheira em toda trajetória de muitas vitórias e de alguns fracassos, normais na vida política.

*Adelmo Santos é Professor de História

Vive, Patriota!

Publicado em 18 de setembro de 2024 Em abril de 1993, há 31 anos, eu saí da Rádio Pajeú doido pra não sair,  mas sem outra opção por ainda não ter um arrimo que me garantisse salário e sustentabilidade mínima. Tinha que ajudar em casa, sem papai há pouco mais de três anos e com […]

Publicado em 18 de setembro de 2024

Em abril de 1993, há 31 anos, eu saí da Rádio Pajeú doido pra não sair,  mas sem outra opção por ainda não ter um arrimo que me garantisse salário e sustentabilidade mínima.

Tinha que ajudar em casa, sem papai há pouco mais de três anos e com uma porta que se abria na recém inaugurada Transertaneja FM. Pouco tempo depois, era enorme a vontade de voltar. E qual era a solução?

No meio dessa história,  já tinha a relação de amizade com o padre João Acioly, apresentado a mim por padre Luizinho, dois daqueles personagens que apareceram em minha vida como anjos,  me dando a possibilidade de ser gente, de ter identidade, um caminho a trilhar.

Pois João e Patriota,  contemporâneos que cresceram meninos pobres e ganharam uma chance na cidade, bolaram o plano que me devolveria à Pajeú, conseguindo um emprego entre o final de 93 e início de 94 no Sindicato dos trabalhadores Rurais de Afogados da Ingazeira.

Trabalhei como funcionário do Sindicato e servindo a Patriota,  que era assessor regional da FETAPE,  cortando essa região e estado pregando a educação e formação sindical.  Patriota com 33 anos e eu com 19 pra 20. Dada a consciência e formação política dele, parecia ter muito mais. Impressionante como algumas pessoas chave chegaram na hora certa na minha vida, me ajudando na formação e construção de quem eu sou: padre Luizinho,  Anchieta Santos,  Monsenhor João Acioly,  Dom Francisco,  Patriota.

Lembro das reuniões com lideranças comunitárias,  em Afogados,  Triunfo,  São José do Egito,  tantas outras cidades, o Congresso da FETAPE no Centro de Convenções.  Das viagens no Gol quadrado branco comendo poeira por essas comunidades e de Patriota falando em organização sindical,  política,  comunitária.  E dele lendo os relatórios desses encontros que eu preparava numa máquina de datilografar lá pela terceira sala adentro do STR. E da minha preocupação com a impressão dele daqueles documentos.  Como não lembro de ter levado bronca àquela época de alguém tão preparado e exigente,  acho que ele gostou.

Cheguei a, com ele, fazer até dobradinha no programa do Sindicato. Ele tinha uma caligrafia muito bonita e, de punho, fazia a produção do programa.

Lá também conheci Madalena Leite Patriota,  a esposa, que atuava no Sindicato e era alguém a quem eu também respondia. Confesso,  tinha mais medo dela que dele, mas não por qualquer outra coisa: ela ficava mais tempo comigo e, com razão,  me corrigia mais firmemente nas minhas saídas de trilho, normais para um rapaz de 20 anos àquela época. Isso me fez também nutrir muito amor e respeito por ela, até hoje. E admirar a mesma firmeza que apresenta agora, na maior provação que alguém pode ter em relação a um companheiro de vida: deixá-lo partir para poupar a dor.

Voltando ao plano, pra dar certo,  eu tinha que voltar à Pajeú,  e voltei, para completar o que havia sido bem arquitetado entre João,  Patriota e Anchieta Santos,  cúmplice do crime perfeito,  a ponto de gravar uma chamada de minha volta em uma cobertura dos Jogos Escolares,  fechando o texto com as informações daquela jornada e o parágrafo final: “…e a volta de Nill Júnior,  o Repórter Revelação da Seleção do Povo!” – com o trecho de “O Portão”, de Roberto Carlos: “eu voltei,  agora pra ficar/porque aqui,  aqui é o meu lugar…”

Só que estava muito longe de aquela ser a última missão de Patriota na minha vida.  Pelo contrário, quantas vezes o ouvi sobre os passos que eu tinha que dar, e quantas vezes também opinei e, quando chamado, o auxiliava pessoal e profissionalmente.

Sempre digo que a melhor forma de pagar a confiança que alguém deposita é honrá-la. No caso de Patriota,  tenho certeza e provas concretas do orgulho e respeito que ele sentia. Aprendi tanto com ele a enfrentar qualquer um na defesa das minhas convicções,  que algumas poucas vezes até nós dois nos estranhamos,  como no vídeo que virou meme quando o meme nem existia.  Nunca guardamos um arranhão. A amizade e pontos comuns que nos uniam eram muito maiores que isso.

Uma das maiores provas é que Patriota sempre me defendeu e eu a ele. Quando fui escolhido para a ASSERPE,  Patriota foi perguntado por um magnata da TV do estado se ele me conhecia, dada a missão que eu enfrentaria,  rara para alguém de um veículo de Afogados da Ingazeira.  “Pode apostar nele sem medo. Está preparado para o serviço”, disse,  sem imaginar que a conversa tempos depois chegaria a mim.

Quando recebi a Medalha Dom Francisco,  em julho do ano passado,  Patriota brincou ao ouvir minha biografia.  “Parece que o segredo pra vencer e se destacar é ter vendido picolé quando menino”, para comparar a vida dele com a minha. E disse no discurso: “tudo o que ele faz, faz bem feito!”

Quando a gente precisava falar de futuro,  a conversa era geralmente em um café reservado na casa dele. Tenho algumas memórias desses encontros.  Em um deles, me lasquei.  Patriota prestes a assumir o primeiro governo me convidou pra sondar sobre nomes cotados para sua primeira equipe.  Como sugeri e ouvi vários outros nomes, pra não quebrar a confiança,  não podia especular quem faria o seu time na Rádio Pajeú. Vi todo mundo antecipando na imprensa e, por ética,  esperei calado o anúncio oficial.

Outra vez, Patriota me cercou pra me fazer ser “prefeiturável” na sua sucessão, assim como ocorrera com outros grupos políticos no passado,  mas agora, com um argumentador difícil de vencer.  A ideia dele era ter mais de uma opção, mais de um quadro à mesa do debate. Eu disse a ele que minha missão na gestão da Rádio Pajeú não estava concluída. Ele me cercou de todo lado e perguntou: “posso ao menos botar seu nome numa pesquisa?” Eu para não desagradar depois de tanta insistência disse que sobre isso, em que pese o que já estava decretado,  não veria problema. Ele entendeu que meu sim era pra aceitar ser um dos nomes no balaio.  Nem saí da casa dele direito,  alguém me avisava: “Patriota tá aqui pulando, dizendo que você aceitou incluir o nome no processo”. Na calçada da casa dele, saindo desconcertado com a informação,  encontrei Sandrinho Palmeira.  Pedi pra ele apagar o fogo de Patriota,  que tinha entendido tudo errado.  Sandrinho,  aos risos,  se encarregou de fazer Patriota pular só por ele, o nome natural,  óbvio,  e não também por mim. Depois soube, já havia se armado até pra pedir autorização ao Bispo da época pra me liberar da missão na emissora.

No primeiro semestre desse ano, antes da piora acentuada,  ainda ensaiamos um novo café pra falar de futuro.  Infelizmente,  não deu…

Dos amigos próximos,  lembro da angústia e preocupação de Anchieta Santos quando Patriota foi diagnosticado com a doença que agora tirou sua vida. Quis o destino que o irmão fosse primeiro esperar Patriota, que chegou agora.  De João Acioly, a lembrança mais forte foi a de quando Patriota assumiu a prefeitura em 2013. João foi representando a Diocese,  mas não fez um discurso institucional.  Foi excessivamente pessoal,  passional,  emocionado: “pela primeira vez,  um menino pobre, que vendia galinha pra sobreviver, enquanto eu vendia sandália e pão em Severino Lolô, vai subir as escadas daquela prefeitura como prefeito!” – dizia, para Patriota marejar os olhos. Aliás,  o vi fazer isso algumas vezes. Fui alertá-lo de que deveria ter feito uma fala menos apaixonada,  já que falava pela Diocese. “Eu não consigo”, resumiu-se a dizer, como quem decreta: “o que sai do coração e da alma a gente não cala”.

Sua última comemoração de aniversário foi um dia depois da data pra valer: 10 de outubro de 2023. Cedo, Patriota me ligou dizendo que reuniria um pequeno grupo de amigos para almoçar com ele.  Era seleto mesmo: Madalena, os filhos, a neta, Sandrinho Palmeira,  Padre Luizinho,  Alexandre Moraes e Veratânia, Frankilin Nazário e eu. Hoje, entendo que aquele telefonema tinha ainda mais significado.

Pra concluir, vou fazer igual padre João.  Não vou me policiar pra falar de José Patriota.

Na Rádio Pajeú, ouvi muitas pessoas,  muitas anônimas, simples, compartilhando uma foto,  uma memória,  uma ação de Patriota,  da consciência crítica à água na comunidade,  à ação no bairro, ao direito de contestar,  à organização comunitária, à defesa da gente que confiava nele pelas funções que ocupou.

Patriota está sendo homenageado por muita gente importante de todo o Brasil.  Mas são essas pessoas simples, que só são tocadas no coração e na alma por quem é de verdade, que me deram a certeza de que Patriota perenizou,  se espalhou por onde sua voz alcançou, sua mensagem chegou, em lugares que a nossa razão certamente não alcança. Patriota está vivo e só não crê quem não tem fé na força transformadora do que ele defendia.

E se ele está vivo em tanta gente, não vai continuar faltando quem tente o calar nessas vozes, matá-lo nessas vidas, oprimi-lo nessa luta permanente.

Vão continuar tentando taxá-lo de comunista por defender água, alimento digno e condições de produzir nas comunidades,  o bico de luz para quem vivia no escuro,  a consciência e organização comunitária para não temer o poder. Vão enfrentá-lo por dizer que a máquina não pode moer mais pra quem já tem, vão discordar ao ouvi-lo na voz desse povo dizendo que os verdadeiros inimigos são a fome, a desigualdade,  a negação aos direitos humanos.

E aí mora o segredo.  Quem lutou com ele,  não pode deixá-lo calar ou morrer.

Vive, Patriota!!!

Danilo Simões aguarda apenas apoio formal de Raquel para ser candidato

O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, estaria apenas aguardando a confirmação do apoio oficial de Raquel Lyra para cravar seu projeto pela oposição. A informação foi confirmada pelo ex-vereador Zé Negão. Segundo ele, Danilo já teria a sinalização de nomes como Paulo Roberto Arruda, Armando Monteiro, Marcelo Gouveia e Ricardo Teobaldo […]

O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, estaria apenas aguardando a confirmação do apoio oficial de Raquel Lyra para cravar seu projeto pela oposição.

A informação foi confirmada pelo ex-vereador Zé Negão. Segundo ele, Danilo já teria a sinalização de nomes como Paulo Roberto Arruda, Armando Monteiro, Marcelo Gouveia e Ricardo Teobaldo de que a governadora o apoiará.

O apoio de Raquel é estratégico em virtude dos espaços e cargos regionais. Outra informação é a de que está muito encaminhada a formação de chapa com ele na cabeça e o vereador Edson Henrique candidato a vice. Com isso sendo confirmado, Zé Negão vai disputar a vereança.

No fim de setembro, no Debate das Dez, Simões disse estar no mesmo lugar em que militou até 2012, quando a mãe, Giza Simões, foi candidata à prefeitura de Afogados da Ingazeira , no pleito vencido por José Patriota. Danilo usou essa argumentação para afirmar que segue militando na oposição à Frente Popular.

Outra promessa de Danilo foi a de que até janeiro definirá sua condição ou não de candidato.  Ele disse estar positivamente surpreendido pela recepção a seu nome desde que admitiu participar do processo, depois de quase 25 anos servindo ao sistema bancário, como funcionário de carreira do Banco Santander.

Provocado a falar da relação com o prefeito Sandrinho e com o Deputado Estadual José Patriota, disse respeitá-los, mas que não tem relação pessoal, para discordar do que disse o prefeito em 13 de setembro, afirmando não vê-lo candidato contra ele e o Deputado, pela proximidade criada na série de homenagens aos pais, Giza Simões e Orisvaldo Inácio. Ainda que de fato houve uma aproximação, mas que isso não representava proximidade política. “Nunca fui sequer procurado para tratar de política”, disse.

Tabira realiza Licitação para aquisição de equipamentos da Creche

A prefeitura de Tabira, numa ação da Secretaria Municipal de Educação, sob a responsabilidade da Comissão de Licitação realizou na manhã do dia 24/07 Processo Licitatório, na modalidade Pregão Presencial nº 00028/2015, para adquirir equipamentos para a Creche, Tipo B no município. A secretária municipal de Educação, Professora Aracelis Batista informa à população de Tabira e […]

Creche Municipal de educação infantil

A prefeitura de Tabira, numa ação da Secretaria Municipal de Educação, sob a responsabilidade da Comissão de Licitação realizou na manhã do dia 24/07 Processo Licitatório, na modalidade Pregão Presencial nº 00028/2015, para adquirir equipamentos para a Creche, Tipo B no município.

A secretária municipal de Educação, Professora Aracelis Batista informa à população de Tabira e ao povo em geral que em breve será entregue creche do Proinfância em Tabira.

“Nosso sonho está se concretizando, em pouco tempo Tabira terá uma das suas maiores obras, a creche de Educação Infantil. Depois de muitos esforços, viagens e muita luta conseguimos tirar o prédio do marasmo do abandono e do descaso, para transformá-lo em um cartão postal de nossa educação. Conseguirmos também os recursos para aquisição de equipamentos, entre outros”, destacou a secretária.

O prefeito Sebastião Dias Filho (PTB) disse que o processo licitatório é transparente toda informação precisa é de interesse da gestão em compartilhar com o povo. “Fizemos e fazemos nossas licitações de forma clara, simples, objetiva, transparente e qualquer cidadão ou cidadã tem livre acesso às informações”.

AMUPE no 2º Congresso Nordestino de Municípios promovido pela CNM

Nos próximos  dias 22 e 23 de outubro, Recife sedia importante evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com a parceria das Associações Municipalistas do Nordeste: o Diálogo Municipalista – Encontros Regionais, conjuntamente com o 2º Congresso Nordestino de Municípios. Este será o terceiro de uma série de cinco eventos, em cada região brasileira. […]

dialogoNos próximos  dias 22 e 23 de outubro, Recife sedia importante evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com a parceria das Associações Municipalistas do Nordeste: o Diálogo Municipalista – Encontros Regionais, conjuntamente com o 2º Congresso Nordestino de Municípios.

Este será o terceiro de uma série de cinco eventos, em cada região brasileira. O primeiro foi no Sudeste. O evento acontece no Mercure Recife- Mar Hotel, 451 em Boa Viagem.

Participam do evento: prefeitos, vices, vereadores, secretários e demais agentes municipais dos nove estados no Nordeste. As inscrições estão abertas por meio do hotsite do Diálogo  da CNM.

Dentro da programação, estão previstos painéis de várias áreas da administração municipal. O primeiro dia do evento (22/10) tem início às 8h, com o credenciamento e às 9h, abertura da sessão solene.

Ainda neste dia às 10h30, serão discutidos o Cenário Econômico Brasileiro e os Reflexos na Gestão Municipal do Nordeste, tendo como expositor o professor Marcelo Barros . Às  14h, o Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, Embrapa, APAC e Comissão Externa da Seca no Semiárido Nordestino, debaterão sobre a Crise Hídrica no Nordeste e as Alternativas de Convivência.

Às 16h, é a vez do Sebrae abordar sobre Políticas Públicas de Desenvolvimento Sustentável.

Já às 17h, haverá palestra sobre a Judicialização da Saúde- Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis – ODS. Falarão sobre o tema o desembargador Martin Schulze e o promotor de justiça Rodrigo Moraes.

Na sexta-feira 23/10, às 9h, será aberto o Painel sobre  O Pacto Federativo como Instrumento do Desenvolvimento a ser debatido por representantes do Congresso Nacional, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, André Moura, Danilo Fortes, Walter Pinheiro e o senador Fernando Bezerra Coelho, presidente da Comissão do Pacto Federativo no Senado.

Haverá  um painel sobre Iniciativas Inovadoras na Gestão, onde serão debatidos vários temas como: Rede Municipalista; Observatório do Crack & Projeto  Reinserir; Projeto Mulheres Seguras e Campanhas Eles por Elas e Realidade Municipal e Muniência, tendo como expositor o representante da CNM Eduardo Stanz.

Às 11h30 Será o debate   sobre o Marco da ONG, Sinconv e  CGU  com a expositora  Laís Lopez da CNM .

O presidente  da Amupe, José Patriota, convoca os gestores públicos , secretários ,  vereadores e agentes municipalistas a fazerem parte desse momento importante, quando o país vive a maior crise de sua história. “Todos nós precisamos estar juntos na busca de encontrar caminhos para enfrentar essa crise, pois os municípios não agüentam mais tamanha  estagnação da economia”. Ressalta.

As Inscrições e mais informações estão aqui: www.dialogo.cnm.org.br .