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Flores: prefeito acompanha trabalho manutenção de estradas e entrega de instrumentos

Por Nill Júnior

O prefeito de Flores, Marconi Santana, iniciou a segunda-feira (19), cumprindo agenda pela Zona Rural de Flores. Logo pela manhã, o gestor acompanhou os trabalhos de manutenção de estradas rurais. Em seguida realizou a entrega de instrumentos para as corporações musicais e participou de uma live, através da plataforma digital TV Ribas.

Marconi acompanhou os trabalhos de recuperação e manutenção de estradas vicinais que permeiam o Sítio Carvalhada. No período da tarde, entregou instrumentos musicais às Bandas Marciais das Escolas 11 de Setembro, Romão Ferreira de Azevedo, Paulo Pessoa Guerra e José Josino de Góes, localizada no Povoado de São João dos Leites.

A agenda de Marconi terminou durante a noite, nos estúdios da TV Ribas, onde prestou contas de ações e investimentos assegurados em todas as áreas da administração pública municipal. Marconi finalizou a participação reforçando o discurso de trabalho e evitando alimentar a pauta política.

Outras Notícias

Solidão se destaca entre os melhores municípios na execução do PNI em Pernambuco

O município de Solidão tem motivos para celebrar sua performance exemplar na execução do Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com os dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), o município conquistou a 8ª posição no ranking dos dez melhores municípios no nível satisfatório de execução do PNI, com um índice de 90,36 […]

O município de Solidão tem motivos para celebrar sua performance exemplar na execução do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

De acordo com os dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), o município conquistou a 8ª posição no ranking dos dez melhores municípios no nível satisfatório de execução do PNI, com um índice de 90,36 no IFPNI.

A gestão Djalma Alves comemorou a notícia. “Essa conquista é um reflexo direto dos esforços coordenados e da dedicação incansável da Administração Municipal, dos profissionais de saúde. A priorização da vacinação e a atenção meticulosa às diretrizes do PNI têm se traduzido em resultados significativos”, disse em nota.

A informação foi do Tribunal de Contas do Estado, que realizou uma fiscalização nos 184 municípios pernambucanos para avaliar a execução do Programa Nacional de Imunização (PNI), que garante acesso gratuito do cidadão às vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde. Os resultados foram apresentados nesta terça-feira (22) numa entrevista coletiva realizada no TCE.

Durante 40 dias, as equipes de auditoria do Departamento de Economia e Saúde e de Controle Externo Regional do TCE visitaram 1.662 unidades básicas de saúde em todos os municípios, observando itens como equipamentos, estrutura física, armazenamento de vacinas, e profissionais envolvidos.

Fundação Terra nega irregularidades em obras sociais

Por André Luis Em nota assinada pela assessoria de imprensa, a Fundação Terra negou as insinuações de que suas obras sociais tenham irregularidades ou que explorem financeiramente a fé das pessoas. Também afirmou que já está tomando todas as medidas jurídicas cabíveis para buscar reparação pelas inverdades publicadas, tanto na esfera cível quanto criminal. A […]

Por André Luis

Em nota assinada pela assessoria de imprensa, a Fundação Terra negou as insinuações de que suas obras sociais tenham irregularidades ou que explorem financeiramente a fé das pessoas. Também afirmou que já está tomando todas as medidas jurídicas cabíveis para buscar reparação pelas inverdades publicadas, tanto na esfera cível quanto criminal. A organização também disse que todos os serviços prestados anualmente a milhares de pessoas em Pernambuco e Ceará são auditados periodicamente, em conformidade com as boas práticas de governança e compliance.

Ainda segundo a nota todas as doações para a organização são destinadas em função da vulnerabilidade social das mais de 900 crianças atendidas diariamente, a dezenas de idosos em situação de abandono e a mais de 1.500 famílias em situação de pobreza. Além disso, a organização disse que serve mais de 900 pratos de comida diariamente aos mais necessitados.

A Fundação Terra afirmou que causa indignação as citações injuriosas eivadas de motivações para arranhar o trabalho de uma obra social que está há quase quatro décadas a serviço dos mais pobres. Apesar disso, a organização disse que os trabalhos sociais da Fundação Terra continuarão normalmente. Leia abaixo a íntegra da nota:

São totalmente irreais e irresponsáveis as insinuações de que as obras sociais da Fundação Terra tenham irregularidades ou a exploração financeira da fé das pessoas.

A Fundação Terra já está tomando todas as medidas jurídicas cabíveis para buscar reparação pelas inverdades publicadas, tanto na esfera cível quanto criminal.

Todos os serviços prestados anualmente a milhares de pessoas em Pernambuco e Ceará (incluir mais localidades) são auditados periodicamente, em conformidade com as boas práticas de governança e compliance.

Todas as doações destinadas para a Fundação Terra são destinadas em função da vulnerabilidade social das mais de 900 crianças atendidas diariamente,  a dezenas de idosos em situação de abandono e a mais de 1.500 famílias em situação de pobreza. E mais de 900 pratos de comida servidos diariamente aos mais necessitados. 

Causa indignação citações injuriosas eivadas de motivações para arranhar o trabalho de uma Obra Social que está há quase quatro décadas a serviço dos mais pobres.

Apesar disso, os trabalhos sociais da Fundação Terra continuarão normalmente. Os mais pobres não podem esperar. Jamais.

Assessoria de imprensa da Fundação Terra

O blog e a história: as greves da PM em Pernambuco

Dia 12 de julho de 1997. Em assembleia, na quadra do Instituto de Educação de Pernambuco (IEP), no bairro de Santo Amaro, cerca de 5 mil soldados e oficiais da Polícia Militar de Pernambuco escreveram um capítulo inédito na história da corporação. Pela primeira vez no Estado, os PMs decidiram cruzar os braços e o […]

Dia 12 de julho de 1997. Em assembleia, na quadra do Instituto de Educação de Pernambuco (IEP), no bairro de Santo Amaro, cerca de 5 mil soldados e oficiais da Polícia Militar de Pernambuco escreveram um capítulo inédito na história da corporação.

Pela primeira vez no Estado, os PMs decidiram cruzar os braços e o que se viu, nos dias seguintes à paralisação, foram cenas de guerra nas ruas do Recife.

Tanques do Exército nas principais avenidas, marginais à solta, PMs presos, comerciantes fechando as portas das lojas mais cedo. Foram 12 dias de medo e tensão.

Um dos principais cenários desse conflito foi o Palácio do Campo das Princesas. Quatro dias após a assembleia histórica, a paralisação é deflagrada e o Exército cerca o palácio.

Na época, o governador era Miguel Arraes e o secretário da Fazenda e homem forte do governo, o seu neto Eduardo Campos, que, 10 anos depois, (de 2007 até 4 de abril deste ano) iria ocupar a mesma cadeira do avô no comando do Estado.

Entre os muitos fatos que marcaram aquela primeira paralisação, estão a prisão de 15 integrantes da Associação dos Cabos e Soldados e a morte de um soldado do Exército durante assalto a uma agência bancária no Centro do Recife.

O movimento grevista coincidiu com a ascensão de lideranças tanto da Associação dos Cabos e Soldados quanto da Associação dos Oficiais, Subtenentes e Sargentos da Polícia e Bombeiro Militar.

É o momento em que aparecem e ganham visibilidade policiais que, mais tarde, terminariam seguindo carreira política. É o caso do soldado Moisés, que foi eleito deputado estadual, e do então major Alberto Feitosa, que também conquistaria uma vaga na Assembleia Legislativa.

Em 2000, já na gestão do então governador Jarbas Vasconcelos, é deflagrada a segunda greve na história da Polícia Militar de Pernambuco.

Novamente, o Palácio do Campo das Princesas virou palco de tensão entre policiais grevistas e oficiais que não aderiram à paralisação.

Num dos episódios mais tensos, um tiroteio na Praça da República terminou com três oficiais e um soldado feridos.

O clima de pânico e uma onda de boatos deixou a população da Região Metropolitana apavorada.

Em maio de 2014, a capital Recife e várias outras cidades de Pernambuco sofreram uma onda de saques e de violência, uma das consequências da greve da Polícia Militar (PM) e dos bombeiros do Estado.

A tensão causada pela greve coincidiu com o dia da jornada de manifestações contra a Copa do Mundo. Recife era uma das cidades-sede.

Os policiais iniciaram a greve para exigir melhores salários. O governador João Lyra Neto conversou sobre a greve da PM com a presidente Dilma Rousseff e pediu reforço da Força Nacional de Segurança para a presidente.

Foram apenas dois dias de paralisação,  com a greve encerrada dia 15 de maio daquele ano.  Eduardo havia se licenciado para disputar a presidência da República.

Youssef diz que Lula e Dilma sabiam de repasses

Do Blog da Folha O doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento na Operação Lava Jato, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento da “estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões” na Petrobras. Durante o processo de delação premiada, Youssef afirmou que “tanto a presidência da […]

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Do Blog da Folha

O doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento na Operação Lava Jato, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento da “estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões” na Petrobras. Durante o processo de delação premiada, Youssef afirmou que “tanto a presidência da Petrobras como o Palácio do Planalto” sabiam do esquema.

Questionado sobre a quem se referia ao mencionar Palácio do Planalto, Youssef citou os nomes de Lula, Dilma, e parte da cúpula do governo do ex-presidente: Gilberto Carvalho, Gleisi Hoffmann, Antonio Palocci, José Dirceu, Ideli Salvatti e Edison Lobão.

O trecho da delação de Youssef que cita Lula e Dilma aparece no pedido de abertura de inquérito encaminhado pela Procuradoria-Geral da República para investigar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, descartou a possibilidade de investigar a presidente Dilma Rousseff.

“Em complementação ao termo de declarações realizado na data de ontem, o declarante gostaria de ressaltar que tanto a presidência da Petrobras, quando o Palácio do Planalto tinham conhecimento da estrutura que envolvia a distribuição e repasse de comissões no âmbito da estatal”, relatam os investigadores sobre o depoimento de Youssef.

Na sequência, explicam: “Indagado quanto a quem se referia em relação ao termo ‘Palácio do Planalto’, esclarece que tanto a presidência da República, Casa Civil, Ministro de Minas e Energia, tais como Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, Ideli Salvatti, Gleisi Hoffmann, Dilma Rousseff, Antonio Palocci José Dirceu e Edison Lobão, entre outros relacionados”.

As evidências apontam, segundo a Procuradoria, que Gleisi recebeu R$ 1 milhão em agosto de 2010 para custear sua campanha. As investigações demonstram “que o apoio político aos operadores do esquema de contratos ilegais e corrupção de agentes públicos mantidos no ambiente da Petrobras era algo imprescindível”, aponta a peça da PGR. A petista será investigada por suposta prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Silvio apresenta Lei de Responsabilidade da Segurança ao TJPE

Após apresentar o projeto de Lei de Responsabilidade da Segurança Pública à OAB, Adeppe e Sinpol-PE, o deputado Silvio Costa Filho (PRB), líder da Bancada da Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco, entrega nesta quarta-feira (17), a proposta ao desembargador Leopoldo Raposo, presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O objetivo do parlamentar é […]

Foto: Roberto Soares/Alepe

Após apresentar o projeto de Lei de Responsabilidade da Segurança Pública à OAB, Adeppe e Sinpol-PE, o deputado Silvio Costa Filho (PRB), líder da Bancada da Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco, entrega nesta quarta-feira (17), a proposta ao desembargador Leopoldo Raposo, presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O objetivo do parlamentar é discutir a iniciativa e colher sugestões do presidente do Tribunal e integrantes do judiciário.

O projeto torna obrigatória a prestação de contas das ações do governo na área de segurança pública, com a apresentação de uma série de indicadores da violência, além dos números de homicídios, crimes contra o patrimônio, violência contra a mulher e estupros, que já são divulgados pela Secretaria de Defesa Social.

O objetivo da ação, de acordo o deputado, é dar mais transparência às informações relativas à segurança pública de Pernambuco, além de criar um fórum permanente de debates com todos os poderes, instituições da sociedade civil e movimentos sociais.

A expectativa é que o projeto, já apresentado à Mesa Diretora da Alepe, comece a tramitar na Casa no inicio do período legislativo, que deve ser retomado em 1º de fevereiro.

Serviço

Pauta: Apresentação do Projeto de Lei de Responsabilidade da Segurança ao TJPE

Data: Quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Hora: 16h30

Local: Sede do TJPE, Praça da República, s/n – Santo Antônio.