Notícias

Fisioterapeuta promete tratamento revolucionário para a dor

Por André Luis

Por André Luis

Post patrocinado

O fisioterapeuta Cleiton Leite, foi o entrevistado do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (03.03). Ele que é especialista nas lesões biomecânicas da coluna, reabilitação de joelhos e quadril, pela Universidade Einstein da Bahia, tem curso de formação no Atendimento a Pacientes com Hérnias de Disco, pelo Instituto da Coluna em São Paulo e formação do Tratamento da dor na Escola Hygth Massage, na Virgínia Estados Unidos, falou sobre as dores crônicas.

Falando sobre evolução no tratamento para dor, Cleiton disse que tem evoluído bastante e que tem acompanhado essa evolução de perto “buscando sempre o que há de melhor exatamente no tratamento da dor do paciente que nos procura. E aliás só nos procura devido à dor”, disse.

O fisioterapeuta disse que esteve recentemente nos Estados Unidos buscando tecnologias e novos conhecimentos para tratar a queixa da dor e disse que está trazendo um tratamento com Ozonioterapia, que apesar de ser bastante usado nos EUA, tem sua origem na Alemanha.

Ozonioterapia é uma ferramenta terapêutica utilizada para o tratamento de dor lombar associada a hérnia de disco lombar. “É um tratamento bastante antigo, porem no Brasil está sendo difundido ainda e foi liberado agora, há aproximadamente um ano para que a nossa área de reabilitação pudesse usar no tratamento da dor e a resposta tem sido simplesmente maravilhosa”, explicou.

Claiton garante que não é algo especulativo. “Já existe uma soma de profissionais da área da saúde que já usam. Realmente já foi provado, inclusive com resultados científicos” garante.

Claiton Leite está atendendo na Clínica Bandeira, na Aparício Veras (Rua da Casa de Saúde).

Outras Notícias

Em pronunciamento Temer diz que denúncia é “ficção”

Ao lado de aliados, presidente fez pronunciamento no Palácio do Planalto. Ele criticou a denúncia apresentada nesta segunda pelo procurador-geral da República. O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta terça-feira (27) que não há provas concretas na denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da República. Segundo ele, a peça acusatória é uma […]

Ao lado de aliados, presidente fez pronunciamento no Palácio do Planalto. Ele criticou a denúncia apresentada nesta segunda pelo procurador-geral da República.

O presidente Michel Temer afirmou na tarde desta terça-feira (27) que não há provas concretas na denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da República. Segundo ele, a peça acusatória é uma “ficção”.

Foi a primeira fala de Temer desde que a denúncia foi apresentada, na noite desta segunda. Ele fez o pronunciamento no Salão Leste do Palácio do Planalto. Ao chegar ao local, o presidente foi acompanhado por diversos ministros e parlamentares da base aliada. Durante toda a fala, os aliados permaneceram de pé, ao lado do presidente.

“Somos vítimas dessa infâmia de natureza política. […] Fui denunciado por corrupção passiva sem jamais ter recebido valores. Onde estão as provas concretas de recebimento desses valores? Inexistem”, afirmou o presidente.

“Criaram uma trama de novela. Digo sem medo de errar que a denúncia é uma ficção. […] Tentaram imputar a mim um ato criminoso e não conseguiram porque não existe, juridica ou politicamente”, complementou.

Em outro momento do pronunciamento, Temer se disse tranquilo, do ponto de vista jurídico. Isso porque, para ele, não há fundamentos que embasem a denúncia.

“Não me impressiono muitas vezes com os fundamento ou até com a falta de fundamento jurídico. Sei quando uma matéria é substanciosa, quando tem fundamento jurídico e quando não tem. Então, sob o foco jurídico, minha preocupação é mínima”, afirmou o presidente. “Incluíram uma nova categoria. A denúncia por ilação”.

Delegado Ubiratan Rocha formaliza transferência para 8ª DESEC, em Paulista

Novo delegado da 20ª DESEC, em Afogados da Ingazeira, Allison Eulâmpio também assinou termo de posse Por André Luis Nesta quarta-feira (02.03), em cerimônia na sede da Polícia Civil, no Recife, foram empossados formalmente novos gestores para o Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e Delegacias Seccionais de Polícia de Pernambuco. O Delegado […]

Novo delegado da 20ª DESEC, em Afogados da Ingazeira, Allison Eulâmpio também assinou termo de posse

Por André Luis

Nesta quarta-feira (02.03), em cerimônia na sede da Polícia Civil, no Recife, foram empossados formalmente novos gestores para o Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e Delegacias Seccionais de Polícia de Pernambuco.

O Delegado Ubiratan Rocha, que chefiava da 20ª Delegacia Seccional de Policia em Afogados da Ingazeira, foi empossado para chefiar a 8ª Delegacia Seccional de Polícia (8ª DESEC), em Paulista.

Ubiratan Rocha ficou conhecido na região do Pajeú diante o seu destaque, com ações preventivas e operações com repercussões estaduais.

Ele está na Polícia Civil de Pernambuco desde 2008, tendo coordenado as Delegacias Circunscricionais de Tabira, São José do Egito, Sertânia e Afogados da Ingazeira. Ele atuou ainda como DESEC – Afogados da Ingazeira e na Força Tarefa Bancos.

Também tomou posse nesta quarta-feira, o Delegado Allison Eulâmpio. Ele assume a chefia da 20ª Delegacia Seccional de Polícia (20ª DESEC), em Afogados da Ingazeira.

Allison Eulâmpio passou a fazer parte dos quadros da Polícia Civil em 2018. Já esteve à frente das Delegacias de Tuparetama e Iguaracy, onde deflagrou operação que resultou na prisão de cinco integrantes de associação criminosa que atuava em roubos de veículos na área. 

Ele também atuou na Delegacia de Sertânia, onde realizou operação para desarticular associação criminosa voltada para o roubo de cargas no município que resultou em prisões importantes para a área.

A cerimônia aconteceu no Gabinete do Chefe de Polícia, Nehemias Falcão e contou com a presença do secretário de Defesa Social, Humberto Freire, além dos secretários executivos e corregedor da SDS.

Tuparetama está há dez dias sem divulgar boletim epidemiológico

O último boletim foi divulgado no dia 7 de janeiro de 2021. Por André Luis O município de Tuparetama sofre um apagão relacionado aos dados da Covid-19. Já são dez dias sem atualizações a respeito do número de casos da doença na cidade.  O último boletim foi divulgado no dia 7 de janeiro de 2021, […]

O último boletim foi divulgado no dia 7 de janeiro de 2021.

Por André Luis

O município de Tuparetama sofre um apagão relacionado aos dados da Covid-19. Já são dez dias sem atualizações a respeito do número de casos da doença na cidade. 

O último boletim foi divulgado no dia 7 de janeiro de 2021, tanto no Instagram, como no Facebook do governo municipal e apresentou os seguintes dados: 265 casos confirmados, 248 recuperados, 86 em investigação e 15  óbitos.

A prática, dificulta, tanto para a imprensa como para a população em geral acompanhar a evolução da doença na cidade. Além de passar a falsa sensação de segurança, o que leva as pessoas a negligenciarem os cuidados necessários para se evitar a contaminação.

A transparência na divulgação dos casos de Covid-19 é de extrema importância para o combate a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Afinal, informação correta e verdadeira pode salvar vidas.

Impeachment agrava divisão interna no PSB

Do Uol Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso. Enquanto a bancada na Câmara […]

Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema
Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema

Do Uol

Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso.

Enquanto a bancada na Câmara apoia majoritariamente a petição de impedimento assinada pelos juristas Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, a maioria dos governadores, senadores e dirigentes da legenda que atuam em movimentos sociais se posiciona contra a medida.

O PSB esteve na área de influência do PT até 2013, quando rompeu com a presidente Dilma Rousseff e lançou o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato à Presidência. Após a morte dele no ano passado em um acidente aéreo durante a campanha presidencial e, na sequência, a derrota da ex-ministra Marina Silva, sua sucessora, no 1º turno da disputa, a legenda deu apoio ao senador tucano Aécio Neves (MG) no 2º turno.

Mesmo sem uma liderança nacional, líderes do PSB afirmam que a legenda não quer mais ser linha auxiliar porque hoje o partido busca protagonismo como terceira via à polarização entre PT e PSDB.

Por isso, a legenda resiste em embarcar no discurso pró-impeachment capitaneado pelo PSDB de Aécio. A mesma razão faz com que parte do partido se negue também a apoiar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em seu projeto presidencial. O tucano paulista recebeu a sinalização de que poderia contar com a sigla caso não consiga se lançar candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB.

Palavra final
Diante do impasse sobre o afastamento de Dilma, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, costurou um acordo pelo qual a palavra final sobre o impeachment será da direção nacional executiva do partido, que está dividida ao meio. “O debate está em suspenso. Fechamos o ano sem uma definição clara. Há uma certa simpatia na Câmara, mas no Senado (o impeachment) encontra resistência”, avaliou Siqueira.

Os quatro deputados indicados pelo PSB para a Comissão Especial que avaliará o impedimento após o recesso parlamentar, em fevereiro, se comprometeram a acatar a decisão do comando partidário. São eles Fernando Bezerra Filho (PE), Tadeu Alencar (PE), Danilo Fortes (CE) e Bebeto (BA).

Ponta do lápis
Segundo cálculo da cúpula pessebista, 28 dos 36 deputados apoiam o pedido de afastamento da presidente que tramita na Câmara.

Os que se posicionam contra – caso da deputada Luiza Erundina, por exemplo – integram a ala mais “à esquerda” do PSB.

Em caráter reservado, parlamentares pró-impeachment alegam que estão sendo pressionados por suas bases e temem não eleger seus aliados em 2016 ou renovar o próprio mandato em 2018.

O mesmo levantamento informal prevê que pelo menos 5 dos 7 sete senadores do PSB rechaçam a tese do impedimento de Dilma Rousseff. A bancada chegou a discutir pelo WhatsApp a ideia de lançar um documento com o argumento de que a impopularidade não justifica o impedimento.

Consenso. Já entre os três governadores do PSB – Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE) -, há consenso contra o impeachment. “Da maneira como o processo está sendo levado pelo Eduardo Cunha (presidente da Câmara dos Deputados), ele está fadado a não ter legitimidade”, disse ao Estado Paulo Câmara (mais informações na entrevista abaixo).

Crítico enfático do movimento pelo impeachment, Coutinho reconhece que o PSB vive hoje um dilema. “O PSB, como os demais partidos do Brasil, passa por uma crise de rumo”, afirmou o governador da Paraíba.

Câmara e Coutinho também criticam a estratégia da oposição na Câmara, sobretudo do PSDB, ao longo de 2015. “A oposição não construiu um norte. A população não reconhece a devida legitimidade na oposição”, declarou Coutinho em entrevista recente à TV Estadão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

João Campos lidera com folga em Recife, diz Paraná Pesquisas

Gestão do socialista tem 81% de aprovação O atual prefeito de Recife (PE), João Campos (PSB), lidera as intenções de voto e caminha firme para a reeleição. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado pela TV Tribuna nesta segunda-feira (4). Em todos os cenários de pesquisa estimulada, onde o entrevistado escolhe […]

Gestão do socialista tem 81% de aprovação

O atual prefeito de Recife (PE), João Campos (PSB), lidera as intenções de voto e caminha firme para a reeleição.

Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado pela TV Tribuna nesta segunda-feira (4).

Em todos os cenários de pesquisa estimulada, onde o entrevistado escolhe o seu candidato a partir de uma lista de nomes, o atual prefeito tem mais de 60% das intenções de voto, o que garantiria a reeleição em primeiro turno.

Com aprovação de governo de 81% pelos entrevistados, os cenários simulados indicam vitória de João Campos no primeiro turno das eleições de 2024.

No primeiro cenário estipulado pela pesquisa, o atual gestor da capital pernambucana aparece com 64.4% das intenções de voto, seguido por João Paulo (PT), com 7.5%, Daniel Coelho (Cidadania), com 5.5%, Gilson Machado (PL), com 5.4%, Dani Portela (PSol), com 1.5%, e Túlio Gadelha (Rede), com 1%. Brancos e nulos somam 8.6%, e 6% não souberam responder.

Já no segundo cenário, João Campos lidera com 69.7%, à frente de Daniel Coelho com 6.6%, Gilson Machado, com 5.7%, e Túlio Gadelha, com 2.1%. Brancos e nulos totalizam 9.4%, e não responderam, 5.6%.

Já no terceiro cenário, João Campos aparece com 70.2%, Daniel Coelho com 7%, Gilson Machado com 5.7%, e Túlio Gadelha com 1.6%. 9.1% anulariam ou votariam em branco, e 6.4% não responderam. O quarto e último cenário estipulado prevê a vitória de João Campos com 64.8% das intenções de voto, sobre João Paulo, com 7.6%, Daniel Coelho, com 5.7%, Gilson Machado, com 5.4%, e Dani Portela, com 1.5%. Brancos e nulos aparecem com 9,4%, enquanto 5.6% não souberam responder.

Rejeições – Ainda segundo dados da Paraná Pesquisas, o atual gestor da capital pernambucana possui o menor índice de rejeição entre os pré-candidatos à Prefeitura do Recife, com apenas 11.5%. Já João Paulo é quem aparece com a maior rejeição, de 31.8%, à frente de Daniel Coelho, com 27.1%, Túlio Gadelha, com 23.6%, Gilson Machado, com 21.3%, e Dani Portela, com 20.2%.

Governo Estadual e Federal – a prefeitura de João Campos foi avaliada, segundo o Instituto Paraná Pesquisas, com uma aprovação de 81% dos entrevistados. Enquanto isso, no escopo estadual, a governadora Raquel Lyra sofre com uma desaprovação de 58.4%. No nacional, o terceiro mandato do presidente Lula segue sendo aprovado pelos eleitores recifenses, com 58.4%.

O estudo foi realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 24 e 29 de fevereiro de 2024, entrevistando um total de 802 eleitores recifenses – uma amostragem representativa da população. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, com um grau de confiança de 95% para os resultados gerais.

O Instituto Paraná Pesquisas também aferiu o impacto que os apoios de nomes como o presidente Lula (PT), o ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL) e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), têm na decisão de votar em um candidato.

A maior rejeição se dá ao eventual apoio de Bolsonaro. 59,9% dos entrevistados afirmaram que jamais votariam em quem ele apoiasse. O dado se aplicaria a Gilson Machado que é do PL, mesma sigla do ex-presidente. Logo em seguida, a rejeição ao apoio de Raquel Lyra é de 55,2%.

Por fim, 38,8% dos respondentes demonstraram rejeição ao apoio de Lula, o que pode comprometer João Paulo, também petista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº PE-06311/2024 para o cargo de prefeito. O Paraná Pesquisas ouviu 802 eleitores entre os dias 24 e 29 de fevereiro. A pesquisa tem grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.