Finalmente, Congresso debate uma pauta que interessa à sociedade
Por Nill Júnior
Depois de pautas que geraram protestos, como a PEC da Blindagem e PEC da Anistia, a Câmara finalmente delibera sobre uma pauta que interessa à sociedade.
É a da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Entenda a guerra entre quem ganha mais e quem ganha menos em torno desse projeto. E porque a Câmara só deve avançar por conta da pressão popular.
O comentário vai ao ar de segunda a sexta-feira no Sertão Notícias, da Cultura FM, e também nas plataformas digitais da Itapuama FM e Panorama PE:
Agência Brasil (Brasília) – O plenário do Senado vai apreciar nesta terça-feira (19) a indicação da presidente Dilma Rousseff para que o jurista Luiz Edson Fachin ocupe a vaga de Joaquim Barbosa, no Supremo Tribunal Federal (STF). Para ser aprovado como novo ministro da suprema corte, Fachin precisa alcançar 41 votos favoráveis entre os senadores. […]
Agência Brasil (Brasília) – O plenário do Senado vai apreciar nesta terça-feira (19) a indicação da presidente Dilma Rousseff para que o jurista Luiz Edson Fachin ocupe a vaga de Joaquim Barbosa, no Supremo Tribunal Federal (STF). Para ser aprovado como novo ministro da suprema corte, Fachin precisa alcançar 41 votos favoráveis entre os senadores.
Na última quinta-feira (14), ele foi sabatinado por cerca de 11 horas pelos membros da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Na oportunidade, respondeu sobre assuntos polêmicos como casamento gay, aborto, redução da maioridade penal e legalidade da marcha da maconha.
Em seguida, a comissão aprovou a indicação de Fachin com 20 votos favoráveis e sete contrários. O relatório do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), favorável à indicação, será agora apreciado pelo plenário. Nele, Dias ressalta o notório saber jurídico do indicado e o amplo apoio que ele recebeu da comunidade jurídica.
A votação de Fachin deve ocorrer logo após a análise das medidas provisórias 663 e 665, que estão trancando a pauta do plenário. A ordem do dia também deve começar mais tarde em razão da visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, ao Congresso. Keqiang será recebido pelo presidente do Parlamento brasileiro, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), no Salão Nobre do Congresso, depois das 16h30.
Organizador também falou do sonho de trazer Bell Marques para o evento. Por André Luis Nesta terça-feira (14.01), Ney Quidute, um dos organizadores do Afogareta – Carnaval fora de época de Afogados da Ingazeira e único evento nesse formato em Pernambuco, avaliou, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, com o comunicador Aldo […]
Organizador também falou do sonho de trazer Bell Marques para o evento.
Por André Luis
Nesta terça-feira (14.01), Ney Quidute, um dos organizadores do Afogareta – Carnaval fora de época de Afogados da Ingazeira e único evento nesse formato em Pernambuco, avaliou, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, com o comunicador Aldo Vidal a 22ª edição do evento que aconteceu durante o último final de semana no município.
Segundo Ney, que participou por telefone, a avaliação é positiva. Ele chamou a atenção para o fato de que depois de vinte e dois anos o evento se consolida cada vez mais e que a cada ano só faz crescer. “Atraindo cada vez mais turistas para nossa cidade”.
Ney disse que é uma vitória conseguir atrair uma multidão para o evento há 20 dias do carnaval e mais uma vez destacou a infraestrutura, planejamento, investimentos e parcerias na área da segurança, como pontos determinantes para o sucesso.
“A gente conseguir levar uma multidão como nós levamos para esse evento e terminar sem nenhum incidente, sem nenhuma ocorrência, apenas coisas pequenas que não denigrem a imagem do nosso evento, temos que agradecer. Nosso objetivo foi alcançado.”
Ele disse ainda que existem dois pontos fundamentais que é preciso mensurar após o termino do evento: O primeiro é saber da satisfação das pessoas. De quem participou. Dentro ou fora do bloco. Quem ganhou o seu dinheiro com o trabalho informal. O segundo é saber se o evento foi em paz, se todos brincaram com tranquilidade. Nenhum transtorno e muita satisfação, isso é importante pra gente”.
Questionado sobre quando anunciam as atrações para a 23ª edição, Ney disse que não está cem por cento fechada, mas que estão com duas grades de atrações para analisar qual será a melhor. “É muito sensível essa questão da escolha da atração. Então para que a gente não seja irresponsável de trazer uma atração e que ela tenha um efeito contrário, a gente prefere pensar mais um pouco”, revelou.
Provocado por uma ouvinte, Ney falou do sonho de trazer Bell Marques. “Esse aí é o sonho. Tem três situações que posso trazer Bell. Não posso morrer se não, não trago. Tenho que estar vivo. Depois, Bell não pode se aposentar sem eu ter a condição de trazê-lo. E terceiro, a gente ainda não procurou isso por que eu tenho medo de trazer Bell e dizerem assim: ‘e depois de Bell você vai trazer quem’? Depois dele o que vem é mais caro ainda. Então até isso a gente tem que pensar. O evento ao longo desses vinte e dois anos aconteceu num crescente.”
Ney lembrou que muitos eventos acabaram justamente pela empolgação de seus organizadores. “Precisamos fazer um evento que seja sustentável, que ele possa se pagar. Eu conheço vários eventos que se acabaram por que a empolgação foi muito grande para trazer tudo que o povo queria e no final faltar dinheiro para pagar.”
Ele disse ainda que a preocupação com a segurança durante o evento é tão grande “que o dia que não tiver condições de garantir essa segurança aos participantes e aos moradores da cidade o evento acaba”.
Em Afogados da Ingazeira, faleceu na noite deste domingo no Hospital Regional Emília Câmara, o comerciante afogadense Antônio Kleber. Ele tinha 43 anos e morreu em virtude de complicações de uma quadro de insuficiência hepática. Antônio Kleber praticamente nasceu e foi criado como um dos responsáveis pela lanchonete Seixas e posteriormente foi proprietário da Lanchonete Léguas […]
Em Afogados da Ingazeira, faleceu na noite deste domingo no Hospital Regional Emília Câmara, o comerciante afogadense Antônio Kleber.
Ele tinha 43 anos e morreu em virtude de complicações de uma quadro de insuficiência hepática.
Antônio Kleber praticamente nasceu e foi criado como um dos responsáveis pela lanchonete Seixas e posteriormente foi proprietário da Lanchonete Léguas Lanches na Rua Barão de Lucena.
O velório vai acontecer na residência de sua mãe na Rua Aparício Veras. O sepultamento será amanhã a tarde.
Morreu na noite de ontem de parada cardíaca José Geraldo da Silva, o Geraldo Trepidants. Ele tinha 79 anos. Geraldo nasceu em 06 de setembro de 1945 em Iguaracy. “Estudei em escolas primárias da cidade e aos 17 anos fui estudar interno na Escola Agrotécnica de São Lourenço da Mata, onde cursei o científico, hoje considerado […]
Morreu na noite de ontem de parada cardíaca José Geraldo da Silva, o Geraldo Trepidants. Ele tinha 79 anos.
Geraldo nasceu em 06 de setembro de 1945 em Iguaracy.
“Estudei em escolas primárias da cidade e aos 17 anos fui estudar interno na Escola Agrotécnica de São Lourenço da Mata, onde cursei o científico, hoje considerado como 2º Grau. Foi neste colégio que aprendi tocar bateria despertando o meu interesse pela música”, conta.
Teve que abandonar os estudos e foi trabalhar para ajudar seus pais na cidade de Vitória da Conquista,como operador de áudio na Rádio Regional de Conquista.
“Juntamente com amigos, formamos o conjunto denominado Os Imborés. Eu tinha muita vontade de um dia poder formar meu próprio conjunto, fui para São Paulo tentar uma vida melhor com nossa família. Infelizmente lá perdemos um irmão atropelado na Radial Leste daquela cidade e, voltamos todos para Pernambuco, pois Deus tinha algo escolhido para nós. Aqui em Pernambuco, trabalhei como caminhoneiro, taxista e na Rede Globo de Televisão como operador de áudio, mas eu não esquecia o meu sonho, de algum dia formar meu conjunto” conta.
Em 10 de Setembro de 1970 ajudou a formar o conjunto Os Trepidants. “No começo foi muito difícil, tocando bailes nos clubes da cidade do Recife e no interior do estado. Fomos nos destacando e agradando onde o conjunto passava. Muito solicitados e com agenda lotada, foi quando o produtor Fernando Borges nos convidou para gravarmos um disco, que seria lançado pela gravadora Tapecar. Eu topei a parada e em julho de 1976 foi lançado nosso primeiro disco com o nome de Trepidants, um compacto duplo com quatro músicas”.
Com o grande sucesso alcançado, vendendo 80 mil cópias em dois meses, a gravadora os contratou os levou para gravar nos Stúdios Haway do Rio de Janeiro oprimeiro disco long play. Foram 25 discos lançados no mercado nacional, com mais dois dvds que foram gravados no clube Português do Recife.
Trepidant’s, Banda Pernambucana formada por sete integrantes cujo lider é o Vicente Jr., autor e intérprete da maioria das canções, com estilo voltado ao Pop-Dance-Rock, faz parte da geração “The Beatles” e chegaram ao estrelato tocando e cantando músicas somente em inglês. Seu Mega-Hit, conhecido internacionalmente é a música “Remember Me”, do álbum “Trepidant’s”.
Algumas canções que seguiram a trilha do sucesso deixada ao longo do tempo pelo Mega Hit “Remember Me”: “The Way I Felt”, “Take My Home”, “I’ll Come Back New Jersey” e a formosa canção “São Francisco River”.
Velório es sepultamento: o velório será realizado no Morada da Paz, em Paulista, Pernambuco, das 14:00 às 17:00 horas. Agradecemos a todos que puderem nos apoiar neste momento difícil.
O vereador Nêudo da Itã, do DEM, de Carnaíba, surpreendeu ao criticar o que chamou de “excesso de homenagens” ao filho mais ilustre da Terra da Música, o compositor Zé Dantas. Para não duvidar de tamanha aberração, você pode ouvir e ver na íntegra no Instagram do blog. Foi numa discussão sobre aplicação de cerca […]
O vereador Nêudo da Itã, do DEM, de Carnaíba, surpreendeu ao criticar o que chamou de “excesso de homenagens” ao filho mais ilustre da Terra da Música, o compositor Zé Dantas.
Para não duvidar de tamanha aberração, você pode ouvir e ver na íntegra no Instagram do blog.
Foi numa discussão sobre aplicação de cerca de R$ 35 mil em recursos da Lei Aldir Blanc em Carnaíba, evitando que o dinheiro volte para os cofres federais.
Para muitos, maior parceiro de Luiz Gonzaga, superando até Humberto Teixeira, Zé Dantas nasceu em Carnaíba em 1921. Foi justamente na vida do Pajeú que encontrou referências para compor músicas como “Riacho do Navio”, “Acauã”, “Vem morena”, “A volta da asa branca”, “Cintura Fina”, “Vozes da Seca” e “Forró de Mané Vito”. Sua obra é estudada no Brasil e fora dele.
Mas para o vereador, há honenagens em excesso ao compositor.
“Se você observar, Museu Zé Dantas, Adutora Zé Dantas, Hospital Zé Dantas, Festa de Zé Dantas, e agora acabaram de aprovar, se não me engano aprovaram lá, a estrada de Ibitiranga como a Pista Zé Dantas. Meu Jesus! Eu quero saber o que Zé Dantas fez por Carnaíba pra ter tanta honraria porque se tivesse o poder de voto eu votaria contra. Dizem que ele nasceu em Carnaíba, outros dizem que se criou fora e veio morar em Carnaíba, não seio. Agora o que eu tô vendo que é muita coisa”.
E segue, dizendo que “até agora o que Zé Dantas fez foi a música, não foi porque era médico, porque Carnaíba tem muito médico e não tem esse monte de coisa. O problema aqui é a música que moveu o país, moveu nosso estado”.
Nêudo diz ao final que o que é necessário por parte do município é que haja maior apoio aos músicos do município.
Ele chega a ser aplaudido por músicos que cobram mais apoio no município, como Neno do Acordeon, que faz oposição a Anchieta Patriota. A crítica de parte dos músicos é por mais apoio a músicos da terra. Acham por exemplo, que no centenário do artista, houve valorização de grupos como o Quinteto Violado e menor apoio aos locais. Um debate que pode até ser invocado, mas sem desrespeitar alguém com a história e legado de Zé Dantas.
Carnaíba ganhou notoriedade e destaque pelo filho ilustre. Zé Dantas é respeitado em todo o Brasil e muitos artistas de renome foram à cidade em homenagem ao seu legado.
Na tentativa de atacar Anchieta Patriota, no que deve ter outros motivos para invocar, Nêudo ataca um dos maiores ícones da música brasileira e o pior, sem direito a própria defesa. A revolta toma artistas, familiares do compositor e quem tem bom senso e sabe separar a arte da política. Um viva a Zé Dantas!
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