Festa de Zé Dantas: Santana o Cantador e o Grande Encontro encerram última noite
Por André Luis
Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota
Neste sábado (10), aconteceu no Pátio de Eventos Milton Bezerra das Chagas (Milton Pierre), a última noite da Festa de Zé Dantas em Carnaíba. Com shows de Santana o Cantador e do Grande Encontro, que reuni: Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo, o público cantou, dançou e se divertiu.
Houve ainda a tradicional Missa ao Poeta, presidida pelo padre Luiz Marques Ferreira (Pe. Luizinho), um dos idealizadores da festa que desde 1993 homenageia o compositor carnaibano. Em sua 25ª edição, a festa teve o tema: ‘Cartão de Natal’, uma das composições do músico e cantada por Luiz Gonzaga.
Em cada edição o legado do mestre do baião e do forró é resgatado através de suas músicas e outras atividades culturais, que movimentam a população local e da região. Nomes como Zé Ramalho, Alceu Valença, Quinteto Violado e Marina Elali – neta de ZéDantas – já passaram pelo palco da festa. O evento ofereceu oficinas de música, exibição do filme “Psiu”, lançamento do livro “Baião de Dois”, de Mundicarmo Maria Ferrete, e apresentações de cantatas e bandas de pífanos.
Estiveram presentes além do Prefeito Anchieta Patriota a 1ª Dama Dona Cecilia Patriota, o Vice Junio de Mocinha, os Deputados Lucas Ramos e Danilo Cabral e Vereadores.
Hoje, dia 23 de abril, o Sicoob Pernambuco realiza a distribuição de R$ 5 milhões em sobras aos seus cooperados, reforçando um dos principais diferenciais do cooperativismo: o retorno dos resultados para quem faz parte da instituição. As sobras são os resultados positivos obtidos pela cooperativa ao longo do ano e sua destinação é definida […]
Hoje, dia 23 de abril, o Sicoob Pernambuco realiza a distribuição de R$ 5 milhões em sobras aos seus cooperados, reforçando um dos principais diferenciais do cooperativismo: o retorno dos resultados para quem faz parte da instituição.
As sobras são os resultados positivos obtidos pela cooperativa ao longo do ano e sua destinação é definida de forma democrática. Durante a Pré-Assembleia, os direcionamentos são apresentados, sendo posteriormente confirmados pelos delegados na Assembleia Geral, garantindo transparência e participação dos cooperados nas decisões.
Neste ano, o valor aprovado começou a ser creditado diretamente nas contas dos cooperados, seguindo o modelo definido em assembleia: 50% do valor é disponibilizado em conta corrente, permitindo acesso imediato, e os outros 50% são destinados ao capital social no fim do dia, fortalecendo ainda mais a cooperativa e ampliando as possibilidades de crescimento coletivo.
Vale destacar que, no dia 31 de dezembro de 2025, também foram creditados nas contas dos cooperados os juros sobre o capital social, reforçando o compromisso da cooperativa em valorizar a participação de cada associado.
Mais do que um resultado financeiro, a distribuição das sobras representa, na prática, os benefícios de fazer parte de uma cooperativa. Diferente de instituições financeiras tradicionais, no Sicoob, os cooperados não são apenas clientes, são também donos do negócio e participam diretamente dos resultados alcançados.
A orientação é que os cooperados consultem seus extratos para conferir o crédito realizado.
O Sicoob Pernambuco segue valorizando seus cooperados e o desenvolvimento sustentável das comunidades onde está presente.
Como diz um conhecido provérbio africano, “sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe” — um princípio que traduz, com precisão, a essência do cooperativismo.
Uma parceria firmada entre a Monserrat Filmes e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu no município diversas oficinas de capacitação em fotografia, formação de atores, fotografia, elaboração de roteiro e produção de cinema. As oficinas foram realizadas em Março e Abril, dentro das atividades do Projeto “Cinema no Interior”, que conta com recursos da […]
Uma parceria firmada entre a Monserrat Filmes e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu no município diversas oficinas de capacitação em fotografia, formação de atores, fotografia, elaboração de roteiro e produção de cinema. As oficinas foram realizadas em Março e Abril, dentro das atividades do Projeto “Cinema no Interior”, que conta com recursos da Fundarpe.
O “Cinema no Interior” já atua nos outros oito Estados do Nordeste e em alguns países do continente Africano. A etapa final do projeto foi concluída este final de semana, com a participação de 35 moradores de Afogados, participantes das oficinas. Eles mesmos produziram, roteirizaram, filmaram e atuaram no curta-metragem intitulado “A moça e a dançarina”, com vinte minutos de duração.
As filmagens foram realizadas nas comunidades rurais da Pintada e Poço do Moleque, e na barragem de Brotas. O filme encontra-se em fase de edição pelo coordenador do Projeto, Marcos Carvalho. A primeira exibição, a estreia, será no próximo dia 19 de Abril, às 18 horas, no Cine São José.
Em junho, o curta-metragem será exibido em um festival de cinema na França. Em novembro, ele será exibido, junto com todo o material produzido nesta edição, no centro cultural BNB, na cidade de Fortaleza. Na ocasião, será realizada uma retrospectiva do projeto em sua atuação nos nove Estados do Nordeste brasileiro.
“O projeto está sendo bastante enriquecedor, um aprendizado que marcará a trajetória artística de cada um dos participantes. Após muito trabalho, estamos ansiosos para ver o filme na tela,” destacou o Secretário de Cultura de Afogados, Alessandro Palmeira. No dia 19, a entrada será gratuita no cine São José.
De Brasília até Petrolina (PE), destinação da verba pública passou por convênio assinado entre herdeiro político e ex-assessor de parlamentar e valorizou área onde família de congressista tem interesses imobiliários Por Dimitrius Dantas – O Globo No fim de setembro, a prefeitura de Petrolina (PE), cidade localizada a 715 quilômetros do Recife (PE), inaugurou a […]
De Brasília até Petrolina (PE), destinação da verba pública passou por convênio assinado entre herdeiro político e ex-assessor de parlamentar e valorizou área onde família de congressista tem interesses imobiliários
Por Dimitrius Dantas – O Globo
No fim de setembro, a prefeitura de Petrolina (PE), cidade localizada a 715 quilômetros do Recife (PE), inaugurou a primeira etapa da Orla 3. À beira do Rio São Francisco, a administração duplicou avenidas, implantou ciclovias e fez melhorias de iluminação, conjunto em parte bancado com R$ 22 milhões enviados em 2021 pelo então senador Fernando Bezerra Coelho, cujo irmão é dono de um terreno na região do empreendimento e negocia uma indenização por causa da desapropriação. O caminho que essa verba parlamentar percorreu de Brasília até o sertão pernambucano mostra como uma teia de relações políticas e familiares pode gerar distorções na destinação de recursos do Congresso.
Para a verba chegar aos cofres do município, então comandado por Miguel Coelho, um dos filhos de Bezerra, foi necessário assinar um convênio. O documento foi firmado entre a prefeitura e a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), cujo chefe local à época assessorou Bezerra nos tempos de Congresso. Com o dinheiro disponível, começaram os preparativos para a obra, que passa por um terreno de um familiar do senador. Já com a revitalização inaugurada, Miguel Coelho voltou à cena, agora fora da prefeitura e atuante nos negócios imobiliários da região.
Veja o trajeto da emenda
Fernando Bezerra Coelho indicou em 2021 a emenda de R$ 22 milhões para Petrolina, cidade então comandada por um dos seus filhos, Miguel Coelho.
O convênio para a transferência de recursos foi assinado em 2021 entre a prefeitura, com Miguel Coelho à frente, e a superintendência da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) em Petrolina, chefiada por um ex-assessor parlamentar de Bezerra.
A obra tinha que passar por um terreno de uma empresa cujo sócio é irmão de Bezerra. Parte da área foi desapropriada e, segundo a prefeitura de Petrolina, o valor da indenização ainda está em negociação. Outro trecho foi mantido sob os domínios da firma.
Com a perspectiva de revitalização da região, o mercado imobiliário se movimentou. Um dos empreendimentos próximos à Orla 3 tem a participação de uma empresa de Miguel Coelho, que anunciou o condomínio nas redes sociais duas semanas após a inauguração da obra.
Procurado, Miguel Coelho disse via assessoria que tem se dedicado “à atividade empresarial, especialmente no setor imobiliário”, desde que deixou a prefeitura, em março de 2022. Ele afirmou que “não participa de nenhum empreendimento imobiliário na Orla 3” e que o edifício divulgado fica na Orla 2. Os dois trechos são contíguos e fazem parte de um mesmo projeto de revitalização da região, com obras que ocorrem desde os anos 1990. O condomínio fica a cerca de 200 metros do início formal da Orla 3. Corretores que divulgam os apartamentos nas redes sociais destacam que eles são “conectados à expansão urbana e à nova Orla 3”.
O ex-prefeito acrescentou que assinou o “contrato de permuta com o empreendimento” em 2023, após ter deixado a gestão do município, e que não é dono do terreno.
A Codevasf disse que a “responsabilidade por licitar, contratar e fiscalizar as obras, assim como por realizar processos de desapropriação” é do município e destacou que a obra contribui para a “melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população” de Petrolina. Procurado, Fernando Bezerra não se manifestou.
Terreno familiar no caminho
No dia 28 de dezembro 2021, foi assinado o convênio entre a prefeitura e a Codevasf. O repasse do então senador bancou 84% do valor previsto para a obra, orçada inicialmente em 26 milhões. A execução da primeira etapa custou R$ 16 milhões. Para que fosse viabilizada, foi necessário desapropriar uma parte do terreno, de propriedade de uma empresa cujo sócio é irmão de Bezerra.
A legislação prevê a possibilidade de que terrenos sejam desapropriados, com base nos princípios de utilidade pública e interesse social.
Procurada, a prefeitura de Petrolina afirmou que o processo de negociação com os proprietários ainda está em andamento e que, portanto, não houve qualquer tipo de pagamento ou outra forma de compensação.
“É importante citar que para a execução da intervenção era fundamental desapropriar uma parte do terreno em questão e que todo o processo respeitou a legislação fiscal, urbana e ambiental”, afirmou o município.
Em uma publicação nas redes sociais em 30 de setembro, cinco dias após a inauguração da Orla, Bezerra comemorou a entrega da obra e destacou o envio das verbas: “O trabalho não para. A gente viabilizou os primeiros recursos, e o deputado federal Fernando Filho complementou. A primeira etapa da Orla 3 marca um novo vetor de desenvolvimento para a nossa cidade”, afirmou o ex-senador, fazendo referência a repasses feitos por outro de seus filhos, o deputado Fernando Coelho Filho (União-PE), que foi procurado e não se manifestou.
“Dia histórico para Petrolina. Um novo vetor de desenvolvimento, progresso e crescimento. Foi uma obra que a gente pensou lá atrás, em 2021, ainda quando eu era prefeito”, completou Miguel Coelho nas redes sociais no dia da inauguração.
Um dos exemplos do “desenvolvimento” é o aquecimento do entorno com lançamentos imobiliários. No início do mês, Miguel Coelho, prefeito quando a cidade recebeu os recursos do pai, divulgou em seu perfil no Instagram o anúncio de um condomínio de alto padrão, construído nas proximidades da Orla 3. As duas torres terão apartamentos amplos de 170 m² e coberturas de 343m². A obra tem o investimento da Orla Empreendimentos Imobiliários SPE, firma que tem entre os sócios uma companhia de propriedade dele mesmo.
“Não há como falar em impessoalidade e moralidade, princípios da administração pública, quando emendas parlamentares se tornam verbas de família. É difícil não desconfiar de verbas enviadas por deputados para prefeitos com o mesmo sobrenome para serem executadas por órgãos controlados por associados próximos”, avalia o gerente de Pesquisa e Advocacy da Transparência Internacional Brasil, Guilherme France.
Com 386 mil habitantes, Petrolina foi a cidade pernambucana que mais teve emendas pagas entre 2020 e 2025, com R$ 323 milhões por ano, em média. O valor supera o de Recife, que tem o triplo da população, e o de Jaboatão dos Guararapes, município na Região Metropolitana da capital também mais populoso que a base eleitoral de Bezerra e os filhos. Uma ponte liga Petrolina a Juazeiro, município baiano de porte semelhante (237 mil habitantes), mas com menos influência no Congresso: foram R$ 82 milhões em emendas pagas por ano no período, em média.
Expansão das emendas e trava do STF
Em dezembro de 2022, por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional o orçamento secreto, origem da emenda para Petrolina. Os ministros justificaram que o mecanismo violava os princípios constitucionais da transparência, impessoalidade, moralidade e publicidade.
Desde o ano passado, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou uma série de mudanças no controle das emendas parlamentares. Com o fim do orçamento secreto, o Congresso tentou contornar a decisão turbinando outros tipos de emendas, como as de comissão.
Dino determinou, por exemplo, a exigência da apresentação dos padrinhos das indicações e também a apresentação, no caso das emendas Pix, de um plano de ação do investimento dos recursos. Nos últimos dez anos, o valor das emendas aumentou de forma vertiginosa. Em 2015, em valores ajustados pelo IPCA, era de R$ 16 bilhões. Neste ano, o recurso previsto no Orçamento é de R$ 51 bilhões.
Vereador em Petrolina, Gilmar Santos (PT) avalia que os recursos poderiam ser mais bem aproveitados na cidade se tivessem sido direcionados para outras áreas.
“As periferias estão sem saneamento básico e tantos outros serviços essenciais. A Orla 3 só era prioridade para quem vive na sanha de tirar proveitos pessoais e especulação econômica”, criticou.
Em Flores, a Prefeitura Municipal iniciou a entrega de presentes às mães de alunos das escolas da rede municipal de ensino. Acompanhado da primeira do município, Lucila Marques Santana e de secretários municipais, o prefeito Marconi Santana iniciou a entrega na Escola Paulo Pessoa Guerra, no distrito de Sítio dos Nunes. O gestor ainda anunciou […]
Em Flores, a Prefeitura Municipal iniciou a entrega de presentes às mães de alunos das escolas da rede municipal de ensino. Acompanhado da primeira do município, Lucila Marques Santana e de secretários municipais, o prefeito Marconi Santana iniciou a entrega na Escola Paulo Pessoa Guerra, no distrito de Sítio dos Nunes.
O gestor ainda anunciou a entrega de fardamento e kit escolar, a partir do dia 30 do mês em curso e que dará ordem de serviço, ainda semestre, para pavimentação em paralelepípedo da popular “Vila Maluca”.
Depois o prefeito seguiu para o Povoado do Saco Romão, onde prestigiou as atividades alusivas aos dias das mães e repetiu a entrega de presentes. Marconi terminou a agenda na sede, onde reuniu mães da Escola Onze de Setembro, da Creche Carmelita Brasileiro Santana e Escola da Vila Nova.
“Culminamos na Escola Onze de Setembro, já no início da noite, a entrega de presentes em comemoração ao dia das mães. Quero reforçar aqui, os meus parabéns a todas as mães do município de Flores, em especial as mães dos nossos alunos, onde estivemos nos confraternizando neste dia de hoje”, disse o prefeito.
Nem todos os prefeitos da região atenderam o importante chamado da Diocese de Afogados da Ingazeira para debater a pauta ambiental. A convocação foi do Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio, preocupado com a situação nos municípios em virtude da degradação da caatinga, com problemas como a retirada ilegal de madeira, desmatamento desenfreado e situação dos […]
Nem todos os prefeitos da região atenderam o importante chamado da Diocese de Afogados da Ingazeira para debater a pauta ambiental.
A convocação foi do Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio, preocupado com a situação nos municípios em virtude da degradação da caatinga, com problemas como a retirada ilegal de madeira, desmatamento desenfreado e situação dos rios e nascentes.
Em 2025, motivados pelos 800 anos da composição do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis; pelos 10 anos de publicação da Carta Encíclica Laudato Si’; pela recente publicação da Exortação Apostólica Laudate Deum; pelos 10 anos de criação da Rede Eclesial PanAmazônica (REPAM) e pela realização da COP 30, em Belém (PA), a primeira na Amazônia, acolhendo a sugestão da Comissão Episcopal Especial para a Mineração e a Ecologia Integral, foi escolhido o tema: Fraternidade e Ecologia Integral e o lema: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31).
Faltaram os prefeitos de Brejinho (Gilson Bento), Calumbi (Joelson), Flores (Giba Ribeiro), Itapetim (Aline Karina), Mirandiba (Dr Evaldo),
Santa Cruz da Baixa Verde (Dr Ismael), Santa Terezinha (Delson Lustosa), São José do Belmonte (Vinicius Marques), São José do Egito (Fredson Brito), Serra Talhada (Márcia Conrado), Solidão (Mayco da Farmácia) e Tuparetama (Diógenes Patriota).
Uma parte deles esteve em um evento da gestão Raquel Lyra que competiu com o horário da agenda diocesana: a entrega de sementes do programa Terra Plantar, que aconteceu em Afogados da Ingazeira. Outros estiveram em agendas próprias. Alguns poucos mandaram representantes como secretários ou vice-prefeitos.
Os prefeitos presentes foram Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira; Flávio Marques, de Tabira; Pedro Alves, de Iguaracy; Luciano Torres, de Ingazeira; Wamberg Gomes, de Carnaíba; Luciano Bonfim, de Triunfo; e Zé Pretinho, de Quixaba.
Além deles, participaram Maria de Lourdes, vice-prefeita de Calumbi; Marcos Melo, vice-prefeito de Iguaracy; e Daniel Tarciano, vice-prefeito de Triunfo.
Representantes de 15 municípios estiveram no encontro, assim como presidentes de câmaras de vereadores, vereadores, diretores e secretários municipais.
Uma constatação óbvia que o blog destaca é da ausência de políticas ambientais próprias ou integradas, falta de combate ao desmatamento, contribuição significativa com a poluição de mananciais como o Rio Pajeú e desmantelamento, falta de dotação ou criação de secretarias de Meio Ambiente apenas para acomodação política.
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