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Fernando Filho aposta que tempo de rádio e TV levará Miguel para o segundo turno

Por André Luis

Deputado e pré-candidato a reeleição também aposta no número de eleitores que ainda estão indecisos

Por André Luis

Neste sábado (23), o deputado federal e pré-candidato a reeleição, Fernando Filho (União Brasil), disse em entrevista ao programa Primeira Página da Rádio Pajeú, que “tem certeza” que Miguel Coelho (União Brasil), seu irmão e pré-candidato ao governo de Pernambuco disputará o segundo turno das eleições.

Para fazer esta afirmação, Fernando aposta na experiência de Miguel como ex-gestor de Petrolina e no tempo de televisão e rádio que o União Brasil, terá para que Miguel apresente as suas propostas.

“Muitas pessoas não conhecem o trabalho que Miguel desempenhou como prefeito de Petrolina. Ele foi reeleito com 77% dos votos, saiu com a aprovação de 88%, transformou Petrolina na melhor cidade para se trabalhar e para se viver do Norte e Nordeste do país, a cidade que no passado mais gerou emprego em Pernambuco, então, eu não tenho a menor dúvida que com o cenário de múltiplas candidaturas, Miguel – dos candidatos da oposição é o que tem o maior tempo de televisão – quando tiver a oportunidade de apresentar o que ele fez em Petrolina e as propostas que ele tem para Pernambuco, será merecedor da confiança do povo”, afirmou o parlamentar.

Outro fator que Fernando Filho está apostando é na quantidade de indecisos no eleitorado pernambucano.

“São mais de 60% do eleitorado que quando perguntados na pesquisa espontânea para quem ele vai votar para governador não sabem responder, depois que se mostra o cartão que ele começa a associar os nomes, então, isso mostra que a decisão do eleitor está completamente aberta” aposta Fernando. 

O parlamentar que cumpriu agenda ao lado de Miguel Coelho e de Fernando Bezerra Coelho na sexta-feira (22), em Tabira, destacou que o grupo polítio tem conseguido importantes apoios na região do Sertão do Pajeú, tanto para Miguel, como para a sua reeleição.

“Já temos apoio desde a gestão do ex-prefeito Dinca Brandino em Tabira, agora esse apoio segue com a prefeita Nicinha Melo; temos apoios em Carnaíba; também alguns em Flores e em Triunfo. Estamos construindo algo em Santa Cruz da Baixa Verde, temos uma relação de muito tempo com o vereador Zé Raimundo em Serra Talhada e sempre mantivemos aqui, na região – às vezes mais, às vezes menos, uma presença no Sertão do Pajeú e eu tenho ótimas expectativas pra que esse ano, principalmente com o apoio que nos temos em Carnaíba e em Tabira a gente ter uma presença muito forte”, destacou.

Segundo Fernando Filho, que assim como Miguel Coelho, fez parte da Frente Popular em Pernambuco, o grupo ao qual faz parte foi o primeiro a apontar que as coisas não iam bem no PSB após a morte do ex-governador Eduardo Campos.

“Acho que os resultados estão aí, nas estradas, na situação da educação, da saúde. Pernambuco é o estado campeão de violência, campeão em desemprego e a gente já vinha apontado isso desde 2014 logo depois da eleição que elegeu o atual governador”, afirmou.

Diante da polarização já bem definida entre Lula e Bolsonaro no primeiro turno, o parlamentar foi provocado a falar se o grupo já havia avaliado o cenário para o segundo turno entre apoiar Bolsonaro ou Lula.

Fernando disse que pelo fato do União Brasil estar apresentando Luciano Bivar para disputar a Presidência não se pode estar falando sobre possíveis apoios de segundo turno, “se não, já começa trabalhando contra o partido. Tá muito forte a questão da polarização, mas o União Brasil está, assim como outros partidos, trabalhando para apesentar uma alternativa, muito mais do que um nome de narrativa, a gente não pode ter uma campanha única, exclusivamente de xingamento, de esculhambação de um lado e de outro, penso que isso não contribui em nada”, disse.

Fernando também reconheceu que tanto a candidatura do seu partido, como as outras candidaturas de fora da polarização não tem apresentado atração, mas chamou a atenção para a legitimidade da chamada terceira via.

“Acho que na mesma forma como na eleição passada, os candidatos da chamada terceira via não chegaram a lograr exito, mas eles tiveram um espaço significativo, tiveram o papel de poder apresentar propostas, trabalhar para o diálogo e o União se coloca com a candidatura de Luciano [Bivar] nessa condição de poder mostrar ao país com 230 milhões de habitantes que não pode ficar numa polarização. Pode até não merecer a maioria dos votos nesse momento, mas a gente aponta para um caminho e se realmente se confirmar a polarização a gente precisa ver como é que se deu, como é que foi o desenrolar da campanha, essa não é uma decisão que se toma baseado apenas na realidade de um estado”, defendeu.

Questionado sobre o fato de boa parte da população não se sentir representada pelo legislativo brasileiro, o deputado cobrou conscientização politica da população. 

“Se você fizer uma pesquisa com a população brasileira em quem foi que eles votaram na última eleição a grande maioria não vai saber, então como você cobra algo de alguém, se você não sabe a quem você deu esse mandato. Então primeiro a gente precisa ter essa consciência de que se a representação política não está de acordo com aquilo que gostaríamos, obviamente tem um problema do representante, mas também do representado quando da hora do voto”.

Fernando Filho defendeu a PEC Kamikaze e criticou políticos da oposição que votaram a favor mesmo dizendo que era ruim para o país. “Todo mundo quis falar contra por conta da política, mas ninguém quis botar o dedo lá pra dizer que iria ser contra os R$ 200 a mais para o Auxílio Brasil”, criticou. 

Fernando Filho continua na região cumprindo agenda neste sábado em Carnaíba, depois em Triunfo. A noite estará em Salgueiro e participa neste domingo (24) da Missa do Vaqueiro em Serrita ao lado do pré-candidato a governador, Miguel Coelho.

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Real Time Big Data: Flávio tem 52% e Lula 48% dos votos válidos; há empate técnico

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. No cenário de votos totais, […]

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário de votos totais, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Brancos e nulos somam 5%, e outros 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Os votos válidos desconsideram brancos e nulos e correspondem ao critério utilizado pela Justiça Eleitoral para calcular o resultado das eleições.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O período de campo incluiu o debate entre Lula e Flávio realizado pela Band no domingo (18), com entrevistas coletadas antes e depois do primeiro confronto direto entre os candidatos no segundo turno.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada pela Real Time Big Data com recursos próprios da Real Time Mídia Ltda. e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02952/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: UOL e Real Time Big Data
Foto: Miguel Schincariol/AFP e Ricardo Stuckert/Campanha Lula

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PP e União Brasil devem retirar apoio a Alcolumbre na disputa pelo comando do Senado

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). A informação foi publicada inicialmente […]

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

A informação foi publicada inicialmente pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles. Até o momento, a retirada do apoio não foi formalizada pelas direções partidárias, mas integrantes da federação indicam que Alcolumbre não deverá contar com o respaldo conjunto de PP e União Brasil na disputa.

O movimento representa uma mudança em relação às articulações realizadas antes do segundo turno. Em setembro, dirigentes da federação chegaram a discutir a manutenção de Alcolumbre no comando do Senado como parte das negociações envolvendo eventual apoio a Flávio Bolsonaro.

Nas últimas semanas, porém, o presidente do Senado manteve uma aproximação política com Lula (PT), enquanto as direções de PP e União Brasil passaram a se alinhar à candidatura de Flávio.

Alcolumbre também tem procurado senadores que tomarão posse em 2027 para construir apoio à sua permanência na presidência da Casa. Segundo a apuração publicada pelo Metrópoles, as conversas envolvem negociações sobre espaços em gabinetes e presidências de comissões.

A União Progressista deverá iniciar a próxima legislatura com 12 senadores, sendo seis do PP e seis do União Brasil, considerando os parlamentares com mandato até 2031. A ausência do apoio formal da federação não impede uma candidatura de Alcolumbre, mas reduz uma das bases partidárias disponíveis para a disputa.

O cenário também é influenciado pelas decisões recentes tomadas no Senado. Alcolumbre colocou em votação a proposta que encerra gradualmente a escala de trabalho 6×1 e retirou da pauta a PEC da Segurança Pública, que enfrentava divergências em torno de temas como a redução da maioridade penal.

A eleição para a presidência do Senado ocorrerá no início de 2027, após a posse dos parlamentares eleitos neste ano. As articulações ainda estão em andamento e outras candidaturas podem surgir até a definição da nova composição da Casa.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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PGR não vê abuso de André Mendonça em pedido de investigação contra Alexandre de Moraes

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin. O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter […]

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin.

O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter solicitado a abertura de uma apuração envolvendo o próprio Moraes. A solicitação estava relacionada às investigações do caso Master e às conversas atribuídas ao ministro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Diante do pedido de Moraes, Fachin encaminhou a questão à PGR para manifestação.

No parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou não identificar elementos que permitam enquadrar a atuação de André Mendonça como crime previsto na Lei de Abuso de Autoridade.

Segundo Gonet, o fato de Mendonça ter representado pela investigação de outro ministro não é, por si só, suficiente para caracterizar uma conduta criminosa.

A PGR também analisou relatórios que haviam sido solicitados por Mendonça à Polícia Federal para fundamentar o pedido de investigação contra Moraes. Para Gonet, esses documentos não possuem valor probatório e, portanto, também não podem ser classificados como provas ilícitas.

A crise entre os ministros ganhou força depois que Mendonça, relator das investigações do caso Master, retirou o sigilo de parte dos autos e encaminhou informações ao presidente do Supremo.

A investigação da Polícia Federal apontou que Daniel Vorcaro trocou cerca de 50 mensagens com um número atribuído a Alexandre de Moraes antes da prisão do ex-banqueiro, ocorrida em novembro de 2025.

Moraes acusou Mendonça de agir de forma parcial na condução das investigações com o objetivo de incriminá-lo. A manifestação da PGR desta segunda-feira trata especificamente da possibilidade de enquadramento da atuação de Mendonça como abuso de autoridade e não representa decisão definitiva do STF sobre o caso.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Gustavo Moreno/STF

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Em Porto Alegre, Lula destaca propostas para MEIs e trabalhadores durante agenda de campanha

O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) participou, nessa segunda-feira (19), de uma caminhada de campanha no centro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Largo dos Açorianos, entre o bairro Cidade Baixa e o Centro Histórico da capital gaúcha. A agenda ocorreu na última semana antes do segundo […]

O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) participou, nessa segunda-feira (19), de uma caminhada de campanha no centro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Largo dos Açorianos, entre o bairro Cidade Baixa e o Centro Histórico da capital gaúcha.

A agenda ocorreu na última semana antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula enfrenta Flávio Bolsonaro (PL).

Durante a passagem por Porto Alegre, o presidente também voltou a falar sobre o desafio lançado ao adversário durante o debate da Band para que ambos autorizem o acesso aos próprios sigilos e aos de familiares.

Lula afirmou que enviaria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para abertura de seus sigilos bancário, telefônico e fiscal, além dos dados dos filhos, e cobrou que Flávio adote a mesma medida.

“A única coisa que eu estou pedindo é que ele [Flávio Bolsonaro] tenha a coragem de provar que é honesto”, declarou.

O presidente afirmou ainda que espera que as informações sejam analisadas pela Justiça e posteriormente tornadas públicas. O assunto já havia sido levantado por Lula durante o confronto entre os candidatos realizado no domingo (18).

Ainda nessa segunda-feira, Lula concedeu uma entrevista gravada ao SBT, na qual tratou de temas como MEIs, fim da escala 6×1, segurança pública e saúde.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Ricardo Stuckert/Lula Oficial

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No Pará, Flávio promete ampliar regularização fundiária e defende mudanças em regras ambientais

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (19) em Marabá, no Pará, onde participou de uma motociata e apresentou propostas relacionadas à regularização fundiária, propriedade privada e segurança pública. Durante o ato, Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende promover o que chamou de “maior regularização fundiária que o […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (19) em Marabá, no Pará, onde participou de uma motociata e apresentou propostas relacionadas à regularização fundiária, propriedade privada e segurança pública.

Durante o ato, Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende promover o que chamou de “maior regularização fundiária que o Pará já viu”. O candidato, porém, não detalhou como a proposta seria executada.

Ao abordar o uso das propriedades rurais, Flávio disse que pretende reduzir restrições que classificou como entraves ambientais motivados por questões ideológicas.

“Vamos respeitar a propriedade privada. Você vai poder plantar, criar gado, vai fazer o que quiser na sua terra e o que você explorar da terra é seu. Esses entraves que existem ambientais por causa de razões ideológicas a gente vai acabar”, declarou.

O candidato também incluiu a segurança pública entre as prioridades apresentadas durante a passagem pelo Pará. Flávio voltou a utilizar o termo “narcoterroristas” para se referir a integrantes de organizações criminosas e afirmou que pretende endurecer o enfrentamento a esses grupos.

“Eu vou a partir de janeiro do ano que vem, pegar em guerra aos narcoterroristas. Vou devolver a sua soberania sobre o seu celular. Eu vou devolver a soberania sobre a sua bolsa, sobre a sua moto, sobre o seu carro, sobre a sua propriedade”, disse.

Na mesma fala, o candidato afirmou que pretende propor a castração química de pessoas condenadas por estupro.

Flávio também defendeu a realização de obras estruturantes na região Amazônica e mencionou a saúde entre as áreas que, em sua avaliação, precisam de investimentos.

Após a agenda em Marabá, o candidato seguiu para Manaus, no Amazonas, onde participou de um ato com apoiadores na noite desta segunda-feira.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Vittor Sales

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