FENAP 2023 supera expectativas e já tem data para 2024
Por Nill Júnior
Terminou na noite desse sábado (16), a maior Feira de Negócios já realizada no Alto Pajeú.
Durante três dias 90 expositores em 150 estandes montados no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar, em São José do Egito, mostraram seus produtos e serviços para mais de 30 mil pessoas.
Nos últimos momentos de feira, já era possível extrair dos expositores a alegria pelo sucesso do evento. “Essa sem sombra de dúvida, foi a maior feira que já tivemos”, disse João Luiz da Pajeú Ecoflorestal, ao falar ao blogueiro e jornalista Erbi Andrade na Gazeta FM.
No discurso de encerramento da FENAP 2023, o presidente da CDL/ACIAGRO Áureo Braz agradeceu aos expositores, visitantes e todos que trabalharam incansavelmente para o sucesso da feira.
Ele anunciou que em 2024 a FENAP acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro.
Tem inicio nesta segunda-feira (11) as atividades de formação da Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano com a Oficina de Realização Audiovisual – Documentando ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, as atividades seguem até a sexta (15) com a produção de um curta-metragem documentário produzido pelos próprios alunos e que será exibido no sábado (16) no último […]
Tem inicio nesta segunda-feira (11) as atividades de formação da Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano com a Oficina de Realização Audiovisual – Documentando ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, as atividades seguem até a sexta (15) com a produção de um curta-metragem documentário produzido pelos próprios alunos e que será exibido no sábado (16) no último dia da Mostra.
Ainda nesta segunda, na cidade de Tabira, acontecerá a partir das 14 horas, uma sessão de cineclube para as Escolas Arnaldo Alves e Pedro Pires, no auditório da Escola Arnaldo Alves, mediada pelo produtor e cineclubista William Tenório.
Na terça-feira (12) começa a Oficina de Cineclubismo – Da prática à criação de um cineclube, que será ministrada pela atual presidente da FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes – Yanara Galvão.
Neste mesmo dia, a partir das 19 horas no auditório da FAFOPAI, acontecerá a Mesa – O cinema como reflexo do seu tempo, mediada pela professora Bruna Tavares.
Dia 14, iniciam as exibições da Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano com sessão a partir das 8 horas da manhã e classificação indicativa 10 anos; às 15h30m nova sessão de curtas com classificação 16 anos e a noite, a partir das 19h30m, tem a abertura oficial da Mostra e a exibição de curtas e do longa-metragem Brasil S/A de Marcelo Pedroso.
A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos, sempre, uma hora antes do início de cada sessão.
G1 O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27), em reunião com governadores da Amazônia, que ninguém é contra dialogar com a França. A declaração foi dada depois de dias de trocas de farpas entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron, em torno das queimadas na Floresta Amazônica. Na semana passada, quando o aumento dos focos […]
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27), em reunião com governadores da Amazônia, que ninguém é contra dialogar com a França.
A declaração foi dada depois de dias de trocas de farpas entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron, em torno das queimadas na Floresta Amazônica.
Na semana passada, quando o aumento dos focos de incêndio começou a despertar reações internacionais, Macron foi uma das principais vozes a se levantar contra a política ambiental do governo brasileiro.
Ele chegou a dizer que Bolsonaro mentiu sobre a preservação da Amazônia e sobre compromissos do país com o acordo do clima de Paris. Nesta segunda, Macron citou os desentendimentos que teve com Bolsonaro nos últimos dias.
Em resposta, Bolsonaro sugeriu que Macron tem interesses econômicos na floresta e busca reviver o comportamento colonialista da França.
Diante dos governadores, convidados ao Palácio do Planalto para tratar das queimadas, Bolsonaro disse que a postura de Macron tem a ver com a baixa popularidade do presidente francês com população de seu país.
O presidente também disse que conversou com alguns líderes que participaram, no fim de semana, da reunião do G7 (grupo que reúne sete das principais economias do mundo), para que levassem “serenidade” sobre a situação da Amazônia para o encontro.
“Agradecemos o trabalho do G7, conversei com alguns presidentes, entre eles o Donald Trump, com dois outros presidentes que participaram como convidados, como do Chile e da Espanha, para que exatamente acalmasse, levasse a serenidade para uma reunião tão importante que é a do G7”, acrescentou Bolsonaro.
Realizada pelo Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, a festa de Réveillon e Ano Novo do Distrito de São Vicente foi sucesso total. O evento aconteceu nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro com grandes atrações. No palco principal, os astros Adriano Silva, Cavaleiros do Forró e Ramon e Randinho, […]
Realizada pelo Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, a festa de Réveillon e Ano Novo do Distrito de São Vicente foi sucesso total. O evento aconteceu nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro com grandes atrações.
No palco principal, os astros Adriano Silva, Cavaleiros do Forró e Ramon e Randinho, fizeram shows vibrantes na noite desta segunda-feira (1º), envolvendo o público com muita música e carisma.
Na virada do ano foi igualmente espetacular, com Seu Marquinhos e Bedeu Quirino proporcionando momentos de alegria inesquecíveis, encerrando o ano de 2023 de maneira festiva e emocionante.
A organização impecável da Secretaria de Cultura e a contratação de grandes atrações pelo Governo Municipal, garantiram uma festa que satisfez tanto a juventude quanto o público em geral, ressaltando a tradição e a riqueza cultural do município.
O Réveillon de São Vicente se destacou como um marco festivo, unindo a comunidade em uma celebração que ficará na memória de todos.
Formas do vírus mais contagiosas surgiram no Reino Unido, na África do Sul, no Brasil e nos EUA; ação de anticorpos é enfraquecida em cinco delas Novas variantes do coronavírus continuam a surgir e causar preocupação pelo seu alto potencial de transmissão. Agora, já são seis as chamadas variantes de preocupação conhecidas, ou VOCs, sigla […]
Formas do vírus mais contagiosas surgiram no Reino Unido, na África do Sul, no Brasil e nos EUA; ação de anticorpos é enfraquecida em cinco delas
Novas variantes do coronavírus continuam a surgir e causar preocupação pelo seu alto potencial de transmissão. Agora, já são seis as chamadas variantes de preocupação conhecidas, ou VOCs, sigla utilizada para descrever formas do vírus com mutações que podem causar estrago do ponto de vista de saúde pública. A reportagem é de Ana Bottallo/Folha de S. Paulo.
Isto porque, embora seja normal e até esperado que os vírus sofram mutações, algumas delas facilitam a entrada do vírus nas células ou então impedem a ação de anticorpos neutralizantes.
As variantes do vírus são a B.1.1.7, identificada no Reino Unido, a B.1.351, que surgiu na África do Sul, as duas linhagens brasileiras, P.1, originária de Manaus, mas já presente em 17 estados, e P.2, ainda pouco conhecida, mas encontrada no Rio de Janeiro e em alguns estados do Norte e do Nordeste. Nos Estados Unidos, foram identificadas a CAL.20C, do sul da Califórnia e, agora, uma nova variante de Nova York, chamada B.1.526.
Recém-descoberta, a cepa nova-iorquina foi identificada por dois grupos de cientistas distintos, um do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e outro da Universidade de Columbia.
A preocupação é, agora, com o fato de a variante nova-iorquina estar crescendo em número no estado e por apresentar uma mutação que pode enfraquecer o potencial de proteção das vacinas.
Os pesquisadores da Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) encontraram a B.1.526 após fazer uma varredura em uma base de dados genômicos do coronavírus virtual e, a partir de centenas de milhares de sequências, encontrarem um padrão recorrente naquelas vindas de Nova York e região.
“Era um grupo de isolados [nome dado ao vírus isolado e reconhecido como diferente dentro daquela espécie viral] concentrado em Nova York que não tínhamos visto antes”, disse Anthony West, um bioinformático de Caltech, ao jornal The New York Times.
West e seus colegas acharam duas formas do vírus: uma com a mutação E484K e outra com uma mutação até então inédita (S477N), que altera a forma de ligação do vírus às células.
As duas versões fazem parte da mesma linhagem, a B.1.526 e, até meados de fevereiro, cerca de 27% das sequências nova-iorquinas na base de dados analisada eram desse clado.
Já a equipe da Universidade de Columbia sequenciou 1.142 amostras de pacientes hospitalizados em um centro médico nova-iorquino e identificou a presença da variante com a mutação E484K em 12% das amostras.
Como o estudo da Caltech analisou sequências isoladas, e não amostras coletadas de pacientes, ainda é cedo para dizer se a frequência encontrada pelos pesquisadores representa a atual taxa de circulação do vírus. Ainda assim, o avanço de uma variante que escapa da proteção dada por anticorpos neutralizantes, mesmo aqueles produzidos após a vacinação, causa preocupação.
Como Nova York foi uma das cidades americanas mais fortemente afetadas no início da pandemia, considerava-se que a soroprevalência na região, isto é, a parcela de pessoas que entraram em contato com o vírus e possuem anticorpos no sangue era elevada.
O mesmo padrão foi observado também na África do Sul e em Manaus: áreas com índice de contaminação elevado no começo da pandemia e que, imaginava-se, tinham adquirido a chamada imunidade coletiva, acabaram sendo palco para o surgimento de variantes que conseguem fugir da proteção dada por anticorpos neutralizantes.
O aparecimento da mutação E484K em pelo menos cinco das seis variantes de preocupação indica os caminhos escolhidos pelo vírus para se adaptar e prevalecer na população.
Esse fenômeno, chamado convergência evolutiva, ocorre quando uma mutação, por garantir vantagem adaptativa, surge diversas vezes em linhagens que não têm parentesco entre si.
Em um estudo publicado na plataforma medRxiv na forma de pré-print (ou seja, ainda não revisado nem publicado em revista científica) no último dia 18, pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, do Instituto Max Planck, Berlim (Alemanha) e do Instituto de Pesquisa em Saúde da África, em Durban (África do Sul) testaram o soro de vacinados com as vacinas da Moderna e Pfizer/BioNTech contra as variantes existentes do Sars-CoV-2.
O que os cientistas observaram foi que, diante da variante britânica, o soro imunizado não teve uma queda tão expressiva de anticorpos neutralizantes. Mas, quando colocado à prova contra as variantes P.1 e P.2, a queda na taxa de anticorpos foi grande, num valor muito maior para a variante sul-africana.
É importante destacar que os testes foram feitos com pseudovírus, isto é, réplicas artificiais do vírus em laboratório, e não com as variantes verdadeiras em circulação.
Embora seja um estudo pequeno (48 amostras de sangue) e com diversas limitações, o estudo indica algum grau de proteção das vacinas contra as linhagens P.1 e P.2.
No Brasil, as vacinas da Moderna e da Pfizer não estão sendo aplicadas na população, mas as vacinas Oxford/AstraZeneca e Coronavac já estão sendo estudadas contra a variante P.1. Até o momento, estudos chineses testaram a Coronavac contra as variantes britânica e sul-africana com resultados preliminares interessantes, mas esses dados ainda não foram divulgados. O Instituto Butantan está realizando pesquisa de eficácia da Coronavac contra a variante P.1.
Já a vacina Oxford/AstraZeneca teve bom desempenho contra a variante britânica, mas um estudo preliminar contra a variante sul-africana mostrou ausência de proteção.
Carlos Eduardo Cherem/Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte O procurador de Justiça de Minas Gerais, Leonardo Azeredo dos Santos, reclamou da baixa remuneração da categoria no Estado, em reunião extraordinária da Câmara de Procuradores, na sede do órgão em Belo Horizonte, semana passada, para debater o orçamento do MP (Ministério Público) mineiro para o […]
Carlos Eduardo Cherem/Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte
O procurador de Justiça de Minas Gerais, Leonardo Azeredo dos Santos, reclamou da baixa remuneração da categoria no Estado, em reunião extraordinária da Câmara de Procuradores, na sede do órgão em Belo Horizonte, semana passada, para debater o orçamento do MP (Ministério Público) mineiro para o próximo ano.
“(Os procuradores têm) um salário relativamente baixo, sobretudo para quem tem filhos. Como o cara vai viver com 24 mil reais?”, afirmou Azeredo durante a reunião pública, gravada em áudio, disponibilizado no site do MP (confira o áudio abaixo).
A reunião foi presidida pelo procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Em sua fala, Azeredo diz estar baixando seu estilo de vida para sobreviver. “Eu já estou baixando meu padrão de vida bruscamente. Mas vou sobreviver. E não é porque sou perdulário, é para manter meu patrimônio, o que eu conquistei nos meus 28 anos de carreira”, disse Azeredo.
“Eu, infelizmente, não tenho origem humilde. Eu ao longo da carreira, quis ter mais condição. Não sou acostumado com tanta limitação. Talvez seja até mal visto.”, completou. Em outro trecho, o procurador chegou até a dizer a economia que tem feito na fatura do cartão de crédito por mês. “Eu estou fazendo minha parte. Eu já estou deixando de pagar R$ 20 mil no meu cartão de crédito para poder pagar R$ 8 (mil)”.
“Quero saber se nós, no ano que vem, vamos continuar nessa situação (…) se vamos ficar nesse mizerê?”, indagou o procurador.
O procurador Leonardo dos Santos
Durante o encontro de procuradores, a categoria discutia a hipótese de Minas Gerais assinar um acordo de recuperação fiscal com a União. Com isso, o Estado correria o risco de ficar impedido de realizar reajustes salariais, a exemplo do que aconteceu com o Rio de Janeiro. Esse acordo afetaria o Ministério Público, como os outros setores da máquina pública.
“Eu e vários outros já estamos vivendo à base de comprimidos, à base de antidepressivo. Estou falando desse jeito aqui com dois comprimidos sertralina por dia, tomo dois ansiolíticos por dia e ainda estou falando desse jeito. Imagine se eu não tomasse?”, disse o procurador.
“Vamos ficar desse jeito? Nós vamos baixar mais a crista? Nós vamos virar pedintes, quase? Alguns vão falar: ‘Olha que exagero seu, você não sabe o que é pedinte’. Mas será que estou pedindo muito para o cargo que eu ocupo? Será que eu to pedindo muito?”, indagou.
O UOL ligou para a assessoria de imprensa do MP de Minas Gerais entre 19h e 19h30 de hoje, para comentar a fala do procurador, mas as ligações não foram atendidas. A reportagem não conseguiu o contato do procurador Leonardo Azeredo dos Santos.
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