Com objetivo de liberar o transito da Rua Rosa Xavier, as feiras do troca-troca e de carros e motos foram transferidas para Barreiros I pela Prefeitura de Tabira – foi a justificativa do Secretário de Obras Claudio Alves falando a Rádio Cidade FM.
Diante da insatisfação dos feirantes, o Secretário prometeu que a princípio a feira segue no mesmo lugar, mas que durante a próxima reunião de Monitoramento do Governo Sebastião Dias (PTB) um novo espaço será definido.
Claudio não soube dizer quando o encontro acontecerá. Os participantes da feira de troca/troca sugerem como nova área o trevo na saída para São Jose do Egito ou na Rua dos Correios.
O Secretário adiantou que de agora em diante o Açougue Público e o Mercado Público passarão a coordenação de sua pasta de Obras. Claudio ainda adiantou que a coleta de lixo segue nos mesmos horários e de agora em diante entulhos em via pública serão de responsabilidade dos moradores.
Terminada essa etapa, órgão segue até fevereiro com ações estratégicas de segurança viária e educação para o trânsito do Programa Rodovida De 29 de dezembro até a meia noite desta segunda (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçou a fiscalização, o combate à criminalidade e o trabalho de prevenção a sinistros nas rodovias federais, do […]
Terminada essa etapa, órgão segue até fevereiro com ações estratégicas de segurança viária e educação para o trânsito do Programa Rodovida
De 29 de dezembro até a meia noite desta segunda (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçou a fiscalização, o combate à criminalidade e o trabalho de prevenção a sinistros nas rodovias federais, do litoral ao Sertão de Pernambuco. A Operação Ano Novo 2023 contou com incremento de policiais nos principais pontos de acidentalidade e incidência de práticas criminosas no estado conforme estatísticas da instituição.
Nesse período, mais de 3,6 mil veículos e 4,2 mil pessoas foram fiscalizados. No total, cerca de 1.380 autuações foram emitidas. Além de conscientizar os usuários quanto à importância da obediência às leis de trânsito, os policias buscaram coibir condutas que potencializam a ocorrência de sinistros graves e com vítimas. Mais de 1,1 mil pessoas foram atingidas diretamente com o trabalho de educação para o trânsito.
E as estatísticas, assim como aconteceu no Natal, seguem apontando redução no número de mortes e da violência no trânsito em Pernambuco. A PRF registrou, durante a Operação Ano Novo, 27 sinistros de trânsito nas rodovias federais do estado, o que representa uma diminuição de 28% quando comparada à operação de 2022.
Na mesma tendência de queda estão os registros de mortes e feridos. A redução no número de mortes foi de 42%. Este ano, quatro pessoas perderam a vida em sinistros de trânsito nas BRs pernambucanas e no ano passado foram sete. Já a redução na quantidade de pessoas feridas foi de 35%, caindo de 39 para 25 feridos em 2023.
A PRF registrou ainda 51 auxílios a usuários que precisaram dos agentes por problemas na viagem, a exemplo das panes mecânicas; e o manejo de 215 animais, que soltos a margem da rodovia aumentavam a probabilidade da ocorrência de sinistro.
COMPORTAMENTO – Apesar dos números positivos, muitas pessoas ainda se arriscaram e colocaram sua vida e a vida de outros em risco. A fiscalização da alcoolemia ao volante foi um dos principais focos da PRF durante a Operação Ano Novo 2023. Nesse período, mais de 1,3 mil testes do etilômetro foram aplicados e 27 motoristas foram autuados pela conduta de assumir o volante depois de consumir bebida alcoólica. Nenhum deles precisou ser detido.
A pressa também fez muita gente ultrapassar de forma perigosa e proibida. Desses, 143 condutores foram autuados pela manobra arriscada, responsável por muitas das colisões frontais. Já os mais apressados foram flagrados pelos radares portáteis. No total, os equipamentos registraram 30 veículos em que o motorista ultrapassou a velocidade estabelecida para a via.
O uso dos equipamentos de segurança obrigatórios também esteve no foco das fiscalizações. 62 ocupantes de motocicletas não usavam o capacete. Já nos veículos, cerca de 82 pessoas viajavam sem o cinto de segurança, obrigatório para motoristas e todos os passageiros. Outros 17 motoristas foram flagrados transportando crianças sem o devido dispositivo de segurança, como a cadeirinha. No total, 133 veículos foram recolhidos por irregularidades diversas.
RODOVIDA – Encerrada as operações voltadas às festividades de fim de ano, a PRF segue até fevereiro, em todo o Brasil, com ações estratégicas de segurança viária e educação para o trânsito como parte do Programa Rodovida.
Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais. Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram com o padre Matheus Henrique […]
Afogadense, sobrinho de padre e vivendo com a mãe de um sacerdote com cidadania italiana Alexandro Acioly, o Leca, historiador de Afogados da Ingazeira, viveu uma experiência que só é concebida a chefes de estado e poucas personalidades mundiais.
Ele, a esposa Maria Elenice, mais a enteada Mariana Ataíde tiveram com o padre Matheus Henrique um encontro reservado com o Papa Francisco.
O motivo mostra a sensibilidade do líder da Igreja com o povo da América do Sul e especialmente do Brasil.
Em 24 de abril de 2021, o Papa Francisco, como bispo de Roma, ordenou nove sacerdotes para sua diocese, na Basílica de São Pedro. Dentre eles estava o afogadense Mateus Henrique Ataíde da Cruz. Como ainda imperavam as restrições da pandemia de Covid-19, Matheus fez um pedido ao Papa: que sua família, quando pudesse vir a Itália, o visitasse.
Menos de um mês antes da ida programada, Matheus enviou um e-mail ao Papa lembrando do compromisso, no que fora atendido.
Ele retornou o e-mail dizendo que os receberia neste dia 11, às 18 horas em sua casa, conhecida como Casa Santa Marta, mais simples que as suntuosas instalações do Vaticano. “E assim foi. Ficamos na recepção da casa dele. Depois fomos a uma antessala da casa”, disse Leca.
Ao Papa, levou um livro de sua autoria, um de Alexandre Morais e um de Thiago Caldas e cordeis de Nilson Gonçalves.
“Nos recebeu em uma simplicidade impressionante. A ficha ainda não caiu”, brinca emocionado.
Com Matheus de intérprete, tiveram um diálogo. Ao casal, fez a mesma pergunta com a qual já foi flagrado algumas vezes ao receber ou encontrar brasileiros: “cachaça é mesmo água?” – para quebrar o gelo.
Ao Papa, contaram um pouco de suas vidas e também do trabalho que o tio de Alex, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz, falecido em abril de 2022, tinha realizado na Diocese de Afogados da Ingazeira. “Falamos também da pesquisa que estou fazendo sobre o Padre Carlos Cottart, desde o seu nascimento até sua chegada em Afogados da Ingazeira. Ele disse ‘que bom’, ao saber”. Acioly, com o apoio de Raquel Galvão, tem conseguido alguns documentos sobre o sacerdote na França.
Padre Carlos Cottart nasceu em 5 de março de 1868 na Vila de São Quintino, França, e morreu em 23 de dezembro de 1925, há quase cem anos, em Afogados da Ingazeira.
Seus restos mortais estão na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, que construiu juntamente com seus paroquianos; belíssimo templo em estilo gótico, elevada à categoria de Catedral, monumento grandioso que orgulha a cidade e a região do Pajeú.
O Pe. Carlos, como engenheiro, construiu, também, igrejas e capelas em distritos, tendo colaborado na ereção do Colégio Diocesano de Triunfo e outros templos regionais, como a grande catedral de Petrolina, outra obra monumental.
“Ontem tivemos o prazer e a oportunidade única de sermos recebidos pelo Papa Francisco em sua residência no Vaticano. Na oportunidade tive o prazer de presenteá-lo com um livro meu que é uma transcrição do livro, Drama do Ódio do também Afogadense, Manoel Arão, escrito por ele em 1900. Também entreguei em mãos o meu cordel intitulado, “Um Cordel de Lembranças”. A felicidade é sem fim e será um momento inesquecível”, disse em sua rede social.
Prezado Nill Júnior, A Prefeitura de Arcoverde, através da presente nota, vem a público reestabelecer a verdade e trazer luz aos fatos. É imperativo esclarecer que, a gestão municipal, sob liderança do Prefeito Wellington Maciel, sempre respeitou e praticou de maneira inegociável, tudo o que é previsto no ordenamento jurídico, para assegurar transparência, lisura e […]
A Prefeitura de Arcoverde, através da presente nota, vem a público reestabelecer a verdade e trazer luz aos fatos.
É imperativo esclarecer que, a gestão municipal, sob liderança do Prefeito Wellington Maciel, sempre respeitou e praticou de maneira inegociável, tudo o que é previsto no ordenamento jurídico, para assegurar transparência, lisura e probidade em todos os atos praticados pela gestão, sobretudo no que versa a aplicação de recursos públicos.
Todo processo de contratações e afins, que envolve o São João de Arcoverde 2023, tem sido regido em observância ao que prevê a legislação vigente, e todos os atos praticados até o presente momento, estão a disposição do Poder Judiciário e dos órgãos de controle e fiscalização. Até o presente momento, não fomos formalmente notificados de qualquer ação ou interpelação, e mesmo se a gestão for, responderá de maneira clara, todo e qualquer eventual questionamento, com serenidade e absoluto respeito às instituições.
Cabe ainda reiterar que a Prefeitura de Arcoverde vem se destacando e sendo reconhecida pela transparência, pela saúde financeira e pela responsabilidade no exercício da governança municipal. Não por acaso, órgãos como o TCE-PE e o CFA vem reconhecendo o município.
O São João de Arcoverde, ao longo dos últimos anos, vem se consolidando como um importante festejo do ciclo junino do nosso estado. Em 2022, movimentou mais de R$ 40 milhões na economia local, atraiu mais de 800 mil pessoas, gerando milhares de postos de trabalho, distribuindo renda e alcançando índices de aprovação superiores a 98%. Trata-se de uma festividade tão importante para o desenvolvimento econômico e para a valorização da nossa cidade, que vem sendo conduzida com lisura e responsabilidade.
Sabemos da importância do tema em questão, no qual não cabe o uso político ou deturpação dos fatos, por parte de agentes políticos eleitos. Seguimos firmes, com o trabalho que a gente vê, cujos resultados positivos são vivenciados pela nossa gente, todos os dias.
Por André Luis Euclides da Cunha foi cirúrgico na obra “Os Sertões”, publicada em 1902, quando escreve uma das frases mais celebres da literatura brasileira: “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Assim definiu Cunha e assim o sertanejo é – principalmente os naturais de Afogados da Ingazeira, Sertão de Pernambuco. Explico em duas […]
Euclides da Cunha foi cirúrgico na obra “Os Sertões”, publicada em 1902, quando escreve uma das frases mais celebres da literatura brasileira: “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Assim definiu Cunha e assim o sertanejo é – principalmente os naturais de Afogados da Ingazeira, Sertão de Pernambuco. Explico em duas histórias.
No sábado, 5 de março de 2022, o ultraciclista Cláudio Kennedy, chegou em Afogados da Ingazeira após completar o desafio do circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina.
Cláudio saiu de Afogados da Ingazeira em 26 de setembro de 2021 e enfrentou uma jornada cheia de desafios.
Na jornada de cinco meses ele passou por diversos estados brasileiros e vários países, como Bolívia, Argentina e Peru. Foram quase 15 mil quilômetros em pouco mais de cinco meses.
Em 2018, Cláudio já havia encarado o trecho de Afogados da Ingazeira a Aparecida, São Paulo, para pagar uma promessa. Foram 2.310 quilômetros até a cidade turístico-religiosa.
Agora, apresento outro sertanejo, que assim como Kennedy, merece todo o respeito e admiração. Handson Matheus, um jovem de 23 anos resolveu embarcar em uma aventura cheia de desafios, histórias e perigos.
Em fevereiro de 2021, Handson resolveu vender todas as suas coisas e saiu de Afogados para uma viagem sem data de volta, sem a menor intenção sobre qual direção seguir.
“Não havia também um destino definido, mas o objetivo de cruzar alguma das fronteiras sempre esteve em mente”, revelou Handson quando pedi para ele me explicar a sua história.
Ele explica que durante a viagem nunca pagou hospedagem. “Estive sempre em contato com donos de pousadas e hostels – também conhecido como albergue, é uma acomodação com um custo mais baixo que as opções tradicionais -, em busca de trocar a minha força de trabalho por um quarto. Sempre deu certo, mas já dormi várias vezes na rua”, contou.
Ele também conta que não havia guardado dinheiro para a viagem, tendo saído de casa com pouco mais de R$100,00. “Sobrevivi todo esse tempo com o mínimo possível, buscando sempre soluções que custeassem tudo”.
“Foram meses vendendo balas nas ruas, brigadeiros e, principalmente, fazendo malabarismo no sinal — habilidade que adquiri com dois argentinos malabaristas que conheci em Fortaleza”, revela.
Ele conta ainda que depois de ter viajado mais de 5.000 quilômetros, por todo o litoral do nordeste e sudeste, durante o período de 10 meses, ter sofrido um acidente, passado por perrengues na estrada e até recebido a visita de uma onça, decidiu deixar a moto na casa da mãe em São Paulo, quando esteve cruzando o estado.
“Coloquei o que julguei essencial dentro de uma mochila, coloquei ela nas costas e parti para a próxima capital, Curitiba. Daí em diante, desci todo o Brasil até o Chuy, divisa com o Uruguai, tendo então cumprido o objetivo final que minha expedição teve desde o início”.
Mas Handson não estava satisfeito. Seu espirito jovem e inquieto, sedento por experiências insólitas o fez tomar uma decisão mais desafiadora.
“Restavam apenas três semanas para completar um ano desde que eu havia saído de casa, até que decidi subir tudo de novo até Afogados da Ingazeira, mas com uma regra: apenas de carona e dormindo na barraca”, contou Handson.
Próximo de terminar a jornada, o jovem tomou outra decisão: “se eu tô vindo do Chuí, porquê não ir até o Oiapoque?”, pois é! E assim, nosso aventureiro seguiu em direção ao norte do país.
“Tomei essa decisão já próximo de terminar a viagem. Só que antes de terminá-la, eu percebi que não estava completa. Extremo Sul ao extremo Norte só de carona”.
Nessa ida para o norte, Handson pegou o que considero a carona mais inusitada de sua jornada. Foi para Macapá em um navio cargueiro cortando o Rio Amazonas. Lógico que não foi fácil – antes pagou a carona trabalhando durante dois dias inteiros carregando o navio.
No último contato que tive com o nosso aventureiro, na manhã deste domingo (13), ele estava em Tartarugalzinho, no Amapá, a 300 quilômetros do Oiapoque. “Fiquei encalhado aqui e só tem essa estrada no estado, infelizmente ela é pouco movimentada”, informou.
“Eu brinco que deixei as razões para mais tarde. Nunca procurei um sentido porque nunca achei que eu realmente precisasse de um para fazer isso. No mais, eu sentia uma necessidade muito grande de me provar, de chegar aos meus limites. Gosto da ideia de olhar nos olhos do mundo, rolar os dados e ver no que dá”, respondeu Handson quando o questionei sobre as razões que o levaram a encarar tamanha aventura.
A história será contada mais tarde em um livro que Handson escreve após ter recebido pedidos de amigos e pessoas com as quais fez amizade pela estrada.
“Desde que saí do Uruguai com destino a Afogados da Ingazeira, escrevo uma média de 1.000 a 2.000 palavras por dia, contando os relatos que coleciono durante os meus pesados cotidianos. Serão provavelmente quase 10.672 quilômetros dormindo na rua, fazendo longas caminhadas e procurando caronas, além de ter que reservar tempo e uma tomada para escrever tudo detalhadamente”, revelou. Siga Handson no Instagram e acompanhe a sua jornada clicando aqui.
Agora me diga, Euclides da Cunha tinha, ou não razão, quando definiu em sua maior obra literária que “o Sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Eu acredito que sim. O sertanejo é mesmo um forte.
Reconhecendo que a AMUPE tem desempenhado um papel importante na defesa dos municípios, o Prefeito de Itapetim Arquimedes Machado elogiou a realização do 2º Congresso Pernambucano dos Municípios. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Arquimedes fez críticas à redução de repasses do Governo Federal as Prefeituras, ao que definiu como descaso. A respeito […]
Reconhecendo que a AMUPE tem desempenhado um papel importante na defesa dos municípios, o Prefeito de Itapetim Arquimedes Machado elogiou a realização do 2º Congresso Pernambucano dos Municípios. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Arquimedes fez críticas à redução de repasses do Governo Federal as Prefeituras, ao que definiu como descaso.
A respeito do FEM, o gestor de Itapetim destacou o investimento em obras de convivência com a seca em 2013, obras estruturadoras como ponte, pavimentação e praça em 2014.
Sobre o 3º FEM oficializado pelo Governador Paulo Câmara, Arquimedes disse que já definiu o que fazer. O prefeito declarou que a expansão de Itapetim só tem hoje dois caminhos: de um lado a saída para São José do Egito e o outro para São Vicente. Daí o caminho será construir uma ponte sobre o Rio Pajeú, onde fará a desapropriação de um terreno para construção de novas casas.
Chuva forte não livrou Itapetim do carro pipa : Ao registrar 78 milímetros na semana passada, Itapetim foi beneficiada com a maior chuva dos últimos três anos, de acordo com informação do Prefeito Arquimedes Machado. Na zona rural os açudes receberam bastante água e a situação de pasto para os animais melhorou. Enquanto isso, na cidade o quadro não foi alterado. O abastecimento com carro pipa continua.
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