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Família de Eduardo Campos e governador Paulo Câmara emitem nota sobre relatório do CENIPA

Por André Luis

Nota da família de Eduardo Campos sobre o Relatório Final do CENIPA

A família do ex-Governador Eduardo Campos, a propósito da divulgação do Relatório Final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – CENIPA, sobre as causas do acidente aéreo que o vitimou em agosto de 2014,  juntamente com seus companheiros, presta os seguintes esclarecimentos:

Hoje foi concluída uma parte das investigações, a que ficou a critério do CENIPA. Ainda estão em curso as investigações a cargo da Procuradoria da República / Polícia Federal. E, dessa forma, a família aguardará sua conclusão.
A família sente necessidade de uma aprofundada análise do relatório do CENIPA, divulgado hoje. Mas, de pronto,  lamenta que não tenha sido feito o teste com o simulador de voo.

Nota do Governador Paulo Câmara

“Tive conhecimento do Relatório Final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) que divulgou hoje (19.01) as possíveis causas do acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos e seis assessores, em 13 de agosto de 2014, em Santos (SP). Não participei da reunião convocada pelo CENIPA, na qual estiveram presentes os familiares das vítimas do acidente.

Apesar disso, quero afirmar que concordo com as ponderações feitas pela família de Eduardo. Vamos aguardar as investigações realizadas pela Procuradoria da República e pela Polícia Federal, que ainda não foram concluídas. Só tendo acesso a todos os detalhes da investigação é possível emitir uma opinião mais aprofundada.”

Paulo Câmara

Governador do Estado de Pernambuco

Outras Notícias

Alepe aprova decretos de calamidade pública em 64 municípios

No Pajeú, seis municípios fazem parte da lista. Entre eles Afogados da Ingazeira. Na primeira Reunião Plenária por videoconferência da história, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, nesta terça (31), projetos de decreto legislativo que reconhecem a ocorrência do estado de calamidade pública em 64 municípios pernambucanos. As medidas foram solicitadas por prefeituras de todas […]

Foto: Breno Laprovitera

No Pajeú, seis municípios fazem parte da lista. Entre eles Afogados da Ingazeira.

Na primeira Reunião Plenária por videoconferência da história, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, nesta terça (31), projetos de decreto legislativo que reconhecem a ocorrência do estado de calamidade pública em 64 municípios pernambucanos. As medidas foram solicitadas por prefeituras de todas as regiões do Estado, em razão da emergência de saúde pública originada da pandemia internacional da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

A discussão foi realizada por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR) e contou com transmissão ao vivo pela TV Alepe e plataformas digitais. A iniciativa inédita atende a medidas de isolamento social editadas pelas autoridades nacionais e estaduais. Durante a Reunião Plenária, o presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP), ressaltou a importância histórica da ação e agradeceu aos servidores que viabilizaram o SDR. Afirmou, ainda, que “a Casa de Joaquim Nabuco continuará funcionando para que a democracia no Estado seja plenamente exercida, independentemente da dificuldade para realizar reuniões presenciais”.

“Os parlamentares e servidores públicos estão à disposição, assim como os servidores da saúde, buscando soluções para minimizar o impacto do coronavírus na vida do povo pernambucano”, expressou Medeiros. “Superar essa crise é um dever de todos nós. Vamos seguir com fé, dedicação e solidariedade, especialmente para com aqueles que mais precisam”, prosseguiu.

Com a aprovação dos Decretos Legislativos de nºs 4 a 67/2020, serão suspensas restrições aos municípios, previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), para gastos com pessoal, endividamento e empenho, além da obrigação de atingir resultados fiscais. Assim como foi feito na última semana, quando foi decretada calamidade pública em Pernambuco e no Recife, as medidas valem até o dia 31 de dezembro.

Os projetos de decreto legislativo da Mesa Diretora foram votados em bloco, em Discussão Única, e aprovados por unanimidade. No Sertão do Pajeú os municípios que tiveram o estado de calamidade acatado pela Alepe foram: Afogados da Ingazeira, Flores, Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, Serra Talhada e Triunfo.

Opinião: debate político sem propostas revela candidato sem projeto

*Por Carlos Pessoa Na última sexta-feira, dia 11 de setembro, ocorreu o primeiro debate entre os candidatos Alessandro Palmeira (PSB), Sidney Cruz (PSC) e Zé Negão (Podemos). Uma enquete da própria Rádio Pajeú revelou o que todo mundo já sabia: 68% dos ouvintes do programa A Tarde é Sua reprovaram, peremptoriamente, o nível do debate. […]

*Por Carlos Pessoa

Na última sexta-feira, dia 11 de setembro, ocorreu o primeiro debate entre os candidatos Alessandro Palmeira (PSB), Sidney Cruz (PSC) e Zé Negão (Podemos). Uma enquete da própria Rádio Pajeú revelou o que todo mundo já sabia: 68% dos ouvintes do programa A Tarde é Sua reprovaram, peremptoriamente, o nível do debate.

O evento transmitido ao vivo, com amplo espectro de audiência, pode ser considerado uma miríade de argumentos retóricos vazios, ataques contraproducentes no âmbito pessoal e, sobretudo, ausente de questionamentos elaborados de acordo com os problemas concretos da população afogadense. Durante o debate, a cidade foi
esquecida e o povo abandonado, politicamente.

O povo é sábio em seu julgamento! A persecução eleitoral do tribunal popular será processada nas urnas. Alessandro Palmeira (PSB) revelou-se um arauto da ética política da Frente Popular. Um novíssimo guardião da histórica aliança entre sindicato, igreja e “elites”. Projeto de poder das famílias cristãs, supostamente, tradicionais, conservadoras e empresariais da cidade princesa do Pajeú. Entretanto, a impressão é que ficou difícil identificar se Alessandro Palmeira (PSB) é o candidato de Patriota, da Frente Popular ou do povo afogadense. E quem será seu
vice. É preciso decidir e assumir a responsabilidade política!

Por outro lado, o candidato Sidney Cruz (PSC) tentou se autoelevar ao panteão dos heróis mitológicos, não se sabe se do mundo grego. Repositório fiel da verdade! Em sua peculiar humildade, parece que pretende mudar tudo, sem dizer, especificamente, quase nada. Com suas generalizações apressadas, formula ideias difusas e confusas.

Fala na terceira pessoa e se utiliza da patente de Capitão como etiqueta moral para, quiçá, atribuir-se uma determinada distinção social. Zé Negão (Podemos) ataca e se defende “atirando”, retoricamente. Fala “sem procuração” em nome de um projeto político atribuído ao povo, quase sempre em nome de Deus. Sente-se a própria encarnação da soberania popular. Deve ter seus motivos. Diz que quatro mandatos de vereador autenticam sua legitimidade. Mas o fato é que sem um bom português incomoda bastante os letrados e escolarizados.

Há algo semelhante nos três candidatos. Não seria diferente, todos falam em nome do povo e de Deus, além de “sacralizar” a categoria família. Política sem projeto e sem proposta é quase sempre um processo inepto de poder repleto de ideias inócuas socialmente. O povo é quem perde. Esse mesmo povo deve saber que a união entre Deus e política faz parte de um projeto de poder, exclusivamente, humano.

 O mais impressionante mesmo é atribuir somente aos candidatos a péssima repercussão do debate em face da opinião pública. Uma coisa talvez é mais relevante: Nill Jr e Jr Finfa ganharam o debate! Sem o povo e sem o Deus dos candidatos, sabem que têm a proeminente audiência da Rádio Pajeú. Portanto, Nill Jr e Jr Finfa acima de tudo. Rádio Pajeú acima de todos.

Paz e bem!

*Carlos Pessoa é Afogadense, Professor e Cientista Social

Dinca se livra e Sebastião Dias é condenado pelo TCU em mais de R$ 300 mil por convênio com Ministério das Cidades

O TCU se manifestou em relação a um processo instaurado pela Caixa para apurar a aplicação de recursos de um convênio celebrado que deveria ter sido executado nas gestões Dinca Brandino e Sebastião Dias. O processo tem o número 007.819/2016-1. Curioso é que no andamento do processo aconteceu o inverso do desejado pelo atual gestor. […]

O TCU se manifestou em relação a um processo instaurado pela Caixa para apurar a aplicação de recursos de um convênio celebrado que deveria ter sido executado nas gestões Dinca Brandino e Sebastião Dias.

O processo tem o número 007.819/2016-1. Curioso é que no andamento do processo aconteceu o inverso do desejado pelo atual gestor. Dinca Brandino foi inocentado e Sebastião Dias condenado a pagar uma multa de R$ 30 mil e obrigado a devolver R$ 305 mil para o Ministério das Cidades.

Os recursos deveriam ter sido aplicados na totalidade no calçamento de ruas do município e foi formado com. CEF para execução entre 26/12/2008 e 31/12/2013.

Esse convênio teve as ações iniciadas na gestão anterior, mas na era Sebastião não houve continuidade ou prestação de contas, parte da chaga de quem assume e, por ser adversário, esquece que o ente municipal não tem partido, sendo obrigação, como na corrida de bastão, terminar o que o outro começou caso já conveniado, goste dele ou não.

“Quando Dinca terminou o mandato em 2012, todos os convênios ficaram prorrogados por um ano e o resto do dinheiro ficou nas contas para conclusão do sucessor”, diz Gleydson Rodrigues, que assessora o ex-prefeito.

De fato, Dinca e a construtora Inovar tiveram as contas julgadas regulares no processo instaurado pela CEF junto ao TCU, o que não aconteceu na fase da gestão Sebastião Dias.

O relator dessa ação foi o Sub-procurador Geral Paulo Soares Bugarin, sub assinado pelo presidente José Múcio Monteiro e relatado por André Luiz de Carvalho.

Já em Serra Talhada, o Desembargador Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima a avaliou Agravo de Instrumento interposto pelo MPF contra a decisão liminar da 18ª Vara Federal que não atendeu pedido em desfavor de Dinca, determinando o bloqueio de seus bens. O MPF recorreu da decisão.

A ação cobrava bloqueio por essa ação do calçamento, mais ações não executadas de convênios com Ministério da Agricultura para construção de um Parque de Animais, além de um terceiro com o Ministério do Turismo para pavimentação em paralelepípedo. A CEF notificou o município por várias pendências na prestação de contas dos convênios da ordem de R$ 1,5 milhão.

O MPF ingressou com ação alegando que sem indisponibilidade de bens, Dinca não ressarciaria em caso de condenação.

Mas, diz o  Desembargador Relator, que o envio da documentação falha na prestação de contas feita por Dinca não pode, por si só, ser tido como um prejuízo ao erário, carecendo da comprovação de uso indevido do dinheiro. Também que o tema foi devidamente apreciado no acórdão questionado, negando assim o e bloqueio de bens.

TCE-PE julga irregular gestão de São José do Belmonte em 2022 e aplica multa a Romonilson

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregular a gestão da Prefeitura de São José do Belmonte relativa ao exercício financeiro de 2022, após auditoria especial de conformidade. A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Câmara da Corte e divulgada no Diário Oficial desta sexta-feira (18). O processo (eTCEPE nº 24100676-4) […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregular a gestão da Prefeitura de São José do Belmonte relativa ao exercício financeiro de 2022, após auditoria especial de conformidade.

A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Câmara da Corte e divulgada no Diário Oficial desta sexta-feira (18).

O processo (eTCEPE nº 24100676-4) responsabiliza o então prefeito Francisco Romonilson Mariano de Moura e o contador Glauber Robson Pires de Carvalho Lima. Ambos foram penalizados com multa por descumprimento de normas da administração pública, conforme previsto na Lei Estadual nº 12.600/2004.

Francisco Romonilson foi multado com base no artigo 73, inciso I, da referida legislação. Já Glauber Robson recebeu multa com fundamento no artigo 73, inciso III. 

A decisão foi registrada na 13ª Sessão Ordinária da Segunda Câmara, realizada no dia 28 de abril de 2025. O extrato publicado não substitui a comunicação formal exigida pelo artigo 77, §4º da Lei Orgânica do TCE-PE.

Acidente de trânsito com vítima fatal na PE-275 em São José do Egito

Um acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado na PE-275 em São José do Egito, neste sábado (28). O fato ocorreu por volta das 18h45 e segundo o Corpo de Bombeiros a vítima sofreu uma queda de motocicleta. Quando os bombeiros chegaram ao local do acidente, a vítima se encontrava em decúbito dorsal às […]

Um acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado na PE-275 em São José do Egito, neste sábado (28). O fato ocorreu por volta das 18h45 e segundo o Corpo de Bombeiros a vítima sofreu uma queda de motocicleta.

Quando os bombeiros chegaram ao local do acidente, a vítima se encontrava em decúbito dorsal às margens a rodovia sem sinais vitais, como batimentos cardíacos e respiração.

A mesma apresentava ainda politraumatismo, com afundamento de crânio, perca de grande quantidade de sangue e possivelmente massa encefálica. Também não possuía perfusão periférica e estava com os olhos em midríase.

O corpo da vítima e a motocicleta ficaram aos cuidados da Polícia Militar. A vítima não se encontrava com qualquer documento, sendo identificada posteriormente pelo nome João Paulo, idade e sobrenome não revelados. Segundo informações levantadas pelo Blog do Marcello Patriota, o jovem trabalhava como motoboy no Restaurante El Shadday e no momento do acidente estava fazendo entregas.

A Policia Civil e Militar estão a procura do segundo veículo envolvido no acidente. Segundo relatos de populares um carro preto fugiu do local após a colisão. O corpo do jovem foi levado para o IML de Caruaru. Não foram informados local e horário do sepultamento.