Falta de medicamentos para transplantados ameaça vidas no Sertão

Nas redes sociais, corre notícia de que uma serra-talhadense teria morrido por falta de medicação. Funcionários foram demitidos da Farmácia do Estado, da X Geres
A bomba do dia é do risco de fechamento da Farmácia de Medicamentos Excepcionais da Geres. Funcionários foram demitidos e os farmacêuticos estão preocupados. Como o blog denunciou, estão faltando medicamentos especiais para transplantados.
Dentre os medicamentos para pacientes que fizeram transplante de órgãos estão em falta: o micofenolato de sódio e a ciclosporina. Nas farmácias comuns, cada um custa em torno de R$ 250.
Para transplantados renais, a queixa é de falta de medicamentos como Tracolinos e Micofenolato de 360 mg. Nestes casos a situação é ainda pior, pois não se encontram em farmácias convencionais. Esses medicamentos são determinantes para evitar rejeição ou complicações no órgão transplantado, ou seja: deles depende a vida do paciente.
Nas redes sociais, tem circulado a informação de que uma transplantada de Serra Talhada faleceu por falta desses medicamentos. “Tem paciente morrendo, tem gente transplantada que precisa dessas medicações que são caríssimas. Essa redes farmácia não deveria estar passando por isso”, reclama a leitora Nalva Marques.
E complementa: “Estou preocupada pois muitos pacientes não tem como ter acesso a esses medicamentos a não ser através dessas farmácias pois não tem condições para comprar na rede particular”.
Esta semana, aumentaram as informações de contingenciamento em áreas essenciais da saúde. Em Afogados, motoristas contratados do HR Emília Câmara foram demitidos. Em Serra, a enfermaria do Hospam foi fechada.






Nesta sexta-feira (19), a ex-prefeita Madalena Britto (PSB) e o advogado Gilsinho Duarte lançam em Arcoverde as suas pré-candidaturas à prefeita e a vice-prefeito do município no pleito deste ano.
Por Magno Martins
Que noite consagradora para o Nordeste bater o Galo no Vianão! Lavamos a alma, numa escalada sofrida, na qual o coração quase infarta com a perda de dois pênaltis logo na largada. Choramos juntos de emoção, do Cais ao Sertão.
Valores que nunca esqueci, alicerçados nos ensinamentos de um mestre apaixonado pelo nosso torrão natal: meu pai Gastão Cerquinha. Para ele, até as pedras que se espalham nas ribanceiras do Pajeú são belas.
Com a Coruja, também criei um elo desde o início da sua luta para entrar na elite do futebol pernambucano. Tanto que a marca do meu blog já esteve estampada na camisa do time e hoje aparece no calção dos jogadores. Uma parceria silenciosa que tem dado bons frutos e engrandecido nosso escrete sertanejo.











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