Falso médico se apresenta na sede da Polícia Federal no Recife

Suspeito foi identificado pela PF como Bruno Maurício Costa Mousinho
Apresentou-se nesta terça-feira na sede da Polícia Federal em Pernambuco (PF-PE), no Cais do Apolo, no Recife, o homem suspeito de atuar como falso médico em hospitais do interior de Pernambuco há quase dois anos. Bruno Maurício Costa Mousinho, identificado e localizado pela PF, mora em Alagoas e compareceu espontanemente ao local, acompanhado pelo advogado. Após o depoimento, a investigação será encaminhada para a Polícia Civil.
O caso foi denunciado na terça-feira passada pelo clínico geral recifense Bruno Tenório Gonçalves, de 30 anos. Ele procurou a sede da corporação e informou a existência de um falso médico que estaria se apresentando como Bruno Silva e usando o número do seu registro no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe).
Segundo ele, o suspeito conhecido como Bruno Doido, estaria dando plantões nas cidades de Amaraji, Lagoa do Carro, Afogados da Ingazeira, Glória do Goitá e também em cidades da Paraíba e Rio Grande do Norte, utilizando nomes de médicos diferentes. O médico informou também que conhecia o suspeito, com quem teria cursado três períodos do curso de medicina na Faculdade de Medicina Nova Esperança, em João Pessoa.
Bruno já havia prestado uma ocorrência contra o mesmo suspeito em Afogados da Ingazeira, quando o suspeito teria usado o CRM de Bruno e de uma outra pessoa que na época possuía apenas dois meses de formação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e que nunca havia trabalhado em Glória do Goitá nem sabia que seu nome e inscrição estavam sendo usados de forma criminosa. Segundo a direção da unidade, ele foi denunciado porque “matou um plantão” ficando apenas três horas na unidade.




Aparentemente, mais uma juiza no Pajeú declarou para o bem de todos e felicidade geral da nação guerra a campanha eleitoral em carros de som . A juiza Ana Marques Veras, da 68ª zona eleitoral, de São José do Egito, notificou os presidentes de partidos a não realizarem chamadas de convenção em carros de som, como vinha acontecendo.

Por André Luis














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