Faeca Melo segue sendo um estranho no ninho na gestão Márcia
Por Nill Júnior
Faeca Melo, vice-prefeito de Serra Talhada, ainda não conseguiu se integrar plenamente à gestão de Márcia Conrado, sendo visto como uma figura distante nas decisões da administração municipal.
É evidente que a relação de longe não se assemelha a que Márcia tinha com o vice anterior, Márcio Oliveira. A ponto de o espaço do ex-vice ser maior que o atual.
As questões vão desde a natural rejeição interna ao nome do vice, indicado por Sebastião Oliveira, à necessidade de mudança de modus operandi e melhor interlocução política do próprio Faeca, com fragilidade nas redes e necessitando melhorar sua popularidade interna.
Leia a análise no meu comentário para o Sertão Notícias, da Cultura FM:
Daniel cobrou mais guardas. Raimundo rebateu: “Quem extinguiu foi seu pai”. Valadares retrucou:”questão fiscal apoiada por quem está no governo hoje” A sessão de ontem na Câmara de Vereadores marcou a antecipação de um debate que dizem, pode tomar o debate eleitoral do próximo ano. Na polêmica sessão que discutiu o atendimento na área de […]
Daniel cobrou mais guardas. Raimundo rebateu: “Quem extinguiu foi seu pai”. Valadares retrucou:”questão fiscal apoiada por quem está no governo hoje”
A sessão de ontem na Câmara de Vereadores marcou a antecipação de um debate que dizem, pode tomar o debate eleitoral do próximo ano.
Na polêmica sessão que discutiu o atendimento na área de saúde e as declarações na sessão anterior de Wellington JK houve troca de farpas entre os vereadores Daniel Valadares e Raimundo do Foto.
Daniel disse que mesmo aliado, tinha obrigação de identificar os gargalos da gestão José Patriota. Citou publicações de blogs que citam animais soltos nas ruas e o afastamento de guardas municipais. Defendeu que a Praça Arruda Câmara, por exemplo, precisa de guardas e que foi construída por seu pai, Totonho Valadares.
Nisso Raimundo Lima pediu um minuto e rebateu: “A gente sabe do perfil desses blogs. E não entendo, porque a Guarda Municipal foi extinta no governo do seu pai, e o nobre vereador cobra mais guardas?”
Acrescentou que os guardas estão sendo recontratados. “Estavam de aviso prévio”, disse.
Daniel pediu novamente a palavra e retrucou. “A extinção da Guarda aconteceu por questões fiscais. Vejam hoje a situação da previdência nos municípios. E muita gente que está no atual governo, procurador, secretário, foram os eu E recomendaram à epoca”, disse.
Da Coluna do Domingão Na semana passada, participando do Podcast ElesPod, com Júnior Campos e Marina Ferraz, fui perguntado sobre as candidaturas a Estadual e o desenho político do Pajeú. A princípio, a região desenhando quatro candidaturas, duas saindo do maior colégio eleitoral da região, Serra Talhada, uma do Alto Pajeú e uma do Baixo. […]
Na semana passada, participando do Podcast ElesPod, com Júnior Campos e Marina Ferraz, fui perguntado sobre as candidaturas a Estadual e o desenho político do Pajeú.
A princípio, a região desenhando quatro candidaturas, duas saindo do maior colégio eleitoral da região, Serra Talhada, uma do Alto Pajeú e uma do Baixo.
O único dos quatro que já detém um mandato estadual é Luciano Duque, do Solidariedade. Em 2022, obteve 61.411 votos. Desses, 21.389 em sua terra natal, Serra Talhada. Dessa vez, a configuração política é um pouco diferente. Se em 2022, a relação entre ele e Márcia Conrado era estremecida por conta de seu apoio a Marília Arraes enquanto Márcia ia de Danilo Cabral e Raquel Lyra, a prefeita ainda não era vista como adversária plena. Agora, Márcia vai tentar transferir sua popularidade para um nome que tenha condições de minar o favoritismo de Luciano para majoritário.
Sebastião Oliveira, que se aliou à prefeita e indicou Faeca Melo como vice, deve ser o ungido na queda de braço com Duque. Verdade seja dita, Luciano ainda é tido como favorito para ser o majoritário. A população neste momento se comporta como se dissesse: “nós quisemos Márcia para prefeita, mas temos predileção por Duque para Estadual”. Claro que a força da máquina e a popularidade de uma gestora reeleita com 57,6% dos votos e uma aprovação na casa dos 70% não devem ser desconsideradas.
O dilema de Duque é a força de Sebastião. A busca de votos fora de Serra Talhada. Enquanto Sebastião tem toda estrutura do AVANTE para garantir um mandato, Luciano precisa ampliar suas bases e ter gordura para não perder ou ameaçar sua cadeira.
No Baixo Pajeú, Marconi Santana não esconde sua disposição em disputar uma vaga na Assembleia. Seu desafio agora, além da sondagem a nomes do Pajeú e fora dele, é encontrar um partido que lhe ofereça viabilidade eleitoral.
Ainda no PSB, mas de malas prontas, ele sabe que não terá abrigo na legenda. Busca partidos mais ao centro e tenta viabilizar-se. Além de Flores, de onde sai majoritário com as mãos nas costas, acredita no apoio de Lucas Ramos em territórios que podem lhe garantir uma votação interessante. E vai tentar buscar apoios mesmo onde já houver prefeitos comprometidos, como vereadores, vice-prefeitos e lideranças políticas.
No PSB, o ungido é o ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, que conta com a simpatia dos Campos e de Sileno Guedes. O PSB entende por estratégia tentar fazer um Estadual da região. E o nome que conta com maior capilaridade e apoio interno. Nomes como Djalma Alves, de Solidão, e Luciano Torres, de Ingazeira, devem ser convencidos e acomodados para evitar racha. Outra possibilidade seria Anchieta Patriota, que já disputou, chegando a 31.253 votos em 2014. Aparentemente, não tem se mexido como Adelmo e deve engrossar o projeto regional.
Aliás, só uma unidade plena na região e a cedência de outros territórios podem viabilizar o projeto Adelmo. José Patriota foi eleito com 43.586 votos, numa conjunção de fatores que pode se repetir, mas que não resistirá a dissidências, racha ou candidatos tidos como “forasteiros”.
Quando pré-candidato, Patriota voltou a reclamar do voto de estrutura e de candidatos que ele chamou de “estrangeiros”, reforçando que “a mala já estava correndo”, alusão aos votos comprados na arrumação com políticos locais. Assim como em 2022, mala e estrangeiros já estão rondando a região.
Nota sobre o estado de saúde do vereador Raimundo Lima: No início da tarde de ontem, o vereador José Raimundo Lima Santos, conhecido como Raimundo do Foto, teve o diagnóstico de infarto confirmado pela equipe médica do Hospital Regional Emília Câmara. De acordo com a equipe da unidade, a chegada do vereador ao hospital ocorreu […]
Nota sobre o estado de saúde do vereador Raimundo Lima:
No início da tarde de ontem, o vereador José Raimundo Lima Santos, conhecido como Raimundo do Foto, teve o diagnóstico de infarto confirmado pela equipe médica do Hospital Regional Emília Câmara.
De acordo com a equipe da unidade, a chegada do vereador ao hospital ocorreu de forma oportuna, o que contribuiu significativamente para a resposta ao atendimento emergencial.
Logo após o primeiro atendimento, o vereador foi transferido para o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, onde foi submetido a um cateterismo de urgência. O procedimento foi bem-sucedido, e Raimundo apresentou uma boa reação, encontrando-se atualmente estável, sem desconfortos, com respiração normal e batimentos cardíacos controlados.
Na manhã de hoje, o vereador já se alimentou normalmente e segue em observação, aguardando o laudo oficial do cateterismo, que indicará os próximos encaminhamentos e eventuais procedimentos complementares.
A família e a assessoria do vereador agradecem, primeiramente, a Deus, e expressam profundo reconhecimento às equipes dos hospitais Emília Câmara e Eduardo Campos, pelo cuidado, dedicação e profissionalismo no atendimento ao parlamentar.
Agradecemos também a toda a população de Afogados da Ingazeira e região pelas mensagens, ligações, orações e manifestações de carinho e solidariedade neste momento. Seguimos confiantes em sua plena recuperação.
Muito obrigado de coração!
Atenciosamente: Familiares e assessoria do Vereador Raimundo Lima.
Da Redação da Veja – Com Estadão Conteúdo O vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) disse na noite desta terça-feira, 29, que foi seu pai, Jair Bolsonaro, quem postou nas redes sociais o vídeo no qual o presidente é comparado a um leão atacado por hienas – sendo uma delas o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também […]
O vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) disse na noite desta terça-feira, 29, que foi seu pai, Jair Bolsonaro, quem postou nas redes sociais o vídeo no qual o presidente é comparado a um leão atacado por hienas – sendo uma delas o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também negou qualquer envolvimento no caso Marielle, chamando de “canalhas” os que associam seu nome ao caso revelado nesta terça pelo Jornal Nacional, que mostra que um dos investigados pela morte da vereadora anunciou na portaria do condomínio onde vive a família Bolsonaro que visitaria Jair, mas depois seguiu à residência de Ronnie Lessa, autor dos disparos.
Jair Bolsonaro nega ter atendido o interfone quando chamado pelo porteiro por estar em Brasília no dia. Carlos usou o Twitter para também esclarecer que estava na capital federal e não no Rio de Janeiro quando o condomínio foi visitado.
“Percebendo que a narrativa já nasceu morta, pois o então Dep. Bolsonaro não poderia atender o interfone de sua casa no Rio estando comprovadamente em Brasília, CANALHAS agora tentam me envolver. Segue DCM COM MINHA PRESENÇA, votações e horário de término da sessão do dia 14/03/18”, escreveu Carlos. A grafia original do texto tuitado foi mantida.
Mais cedo, Carlos utilizou a mesma rede para comentar a polêmica do vídeo postado na conta do Twitter do pai, a qual sabidamente é atualizada pelo vereador em algumas ocasiões.
Witzel diz que não vazou nem compactua: o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), negou, na madrugada desta quarta-feira 30, que tenha interferido nas investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) ou vazado detalhes do inquérito à imprensa, como acusou Jair Bolsonaro em live no Facebook. A coluna Radar antecipou que Witzel soube com antecedência de menção do nome de Jair Bolsonaro no inquérito sobre a morte de Marielle.
Em comunicado publicado no Twitter, em resposta a Bolsonaro, Witzel afirmou que em seu governo, “as instituições funcionam plenamente e o respeito à lei rege todas as nossas ações”. Witzel disse que a manifestação de Bolsonaro, mais cedo foi “intempestiva”.
No vídeo, o presidente acusa o governador do Rio de querer “destruir” a sua família para “chegar à Presidência da República”. “Por que essa sede pelo poder, senhor governador Witzel?”, questionou Bolsonaro.
Segundo o presidente, Witzel estaria por trás do vazamento do inquérito ao Jornal Nacional, da TV Globo. Em reportagem veiculada na terça-feira, o JN afirmou que um suspeito da morte da vereadora visitou o condomínio onde ele mora no Rio no dia do crime. “Defenderei equilíbrio e bom senso nas relações pessoais e institucionais”, declarou o governador
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