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Fabio Assunção pede para enfermeira ser recontratada em Arcoverde, em vão

Por Nill Júnior

Uma enfermeira foi afastada do Hospital Memorial Arcoverde na última terça-feira (27), depois de filmar Fabio Assunção alterado na unidade de saúde.

Depois de saber do ocorrido, o ator, autuado por desacato, resistência à prisão e dano ao patrimônio, ligou diretamente para o diretor do hospital e pediu a recontratação da funcionária, segundo informação do colunista Leo Dias, do programa “Fofocalizando”. Em nota, o estabelecimento disse que a profissional gravou Assunção “sem o consentimento e ou conhecimento da diretoria”.

A TV Globo deu um ultimato a Assunção e pediu que ele faça um tratamento contra drogas depois do episódio em Pernambuco para permanecer com o contrato com a emissora. Inclusive, o canal pediu que Fabio passe um ano em tratamento em uma clínica na Argentina.

No local, o paciente precisa assinar um documento para mostrar que está ciente do regulamento. Entre eles, está o período mínimo de um ano para internação e revista completa aos visitantes. No começo do processo, os parentes são proibidos de ir até o local por vários meses.

Outras Notícias

George Borja participa de reuniões em comunidades rurais

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, o odontólogo George Borja visitou algumas comunidades rurais no fim de semana, participando de reuniões e ouvindo as demandas existentes. No último domingo (19), visitou as Associações rurais das comunidades de Ladeira Dantas e Massapê, em ambas ele aproveitou o encontro, ouviu e foi ouvido pelos […]

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, o odontólogo George Borja visitou algumas comunidades rurais no fim de semana, participando de reuniões e ouvindo as demandas existentes.

No último domingo (19), visitou as Associações rurais das comunidades de Ladeira Dantas e Massapê, em ambas ele aproveitou o encontro, ouviu e foi ouvido pelos presentes.

“Foi uma honra estar ao lado de tantos amigos e apoiadores. Quero agradecer a cada um de vocês que estiveram junto conosco, ouvindo, compartilhando ideias e fortalecendo nossa caminhada”, disse, agradecendo a oportunidade, em suas redes sociais.

George Borja tem seguido uma agenda de visitas intensa, aproveitando para ouvir as demandas de cada região do município, e assim colocadas em seu plano de governo, para serem retiradas do papel, numa possível futura gestão.

Anvisa, STF e Congresso podem mudar regulamentação do fumo no País

Questão já passou por consulta pública e será analisada em reunião no próximo dia 16 Da Agência Brasil A forma de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco poderá ser regulamentada este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A questão já passou por consulta pública e será analisada na […]

Foto: Agência Brasil/Arquivo

Questão já passou por consulta pública e será analisada em reunião no próximo dia 16

Da Agência Brasil

A forma de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco poderá ser regulamentada este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A questão já passou por consulta pública e será analisada na primeira reunião da diretoria colegiada da agência, marcada para a próxima terça-feira (16), em Brasília.

Entidades que defendem as políticas de controle do tabagismo argumentam que a exposição nos locais de venda é usada pela indústria como propaganda, proibida atualmente no Brasil pela Lei Antifumo. A tendência é que haja restrição na forma como os comerciantes deixam os maços ou carteiras de cigarro e outros produtos fumígenos expostos em vitrines ou locais que atraiam os consumidores.

Cigarros com aditivos no STF

A discussão sobre outras medidas de controle do uso do tabaco também deve se destacar na agenda do Judiciário e do Legislativo em 2018. Logo após o recesso, em fevereiro, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar a proibição dos aditivos de cigarro. O assunto foi colocado em pauta no ano passado pelo menos nove vezes, mas o julgamento foi adiado para o dia 1° de fevereiro.

“O Brasil foi um dos primeiros países que promulgaram uma legislação proibindo os aditivos no cigarro. A gente sabe que esses aditivos, como baunilha, chocolate, menta, são colocados nos produtos pra atrair crianças e adolescentes para iniciação [do fumo]. É um assunto bem importante pra saúde pública”, destacou a consultora no Brasil da União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares (The Union), Cristiane Vianna.

Aumento da tributação

Na Câmara dos Deputados, os ativistas pelo fim do tabagismo trabalham pela aprovação de projetos de lei que aumentam impostos sobre a produção de cigarros e outros produtos derivados do tabaco. Entre as propostas em análise pelos parlamentares, há medidas que visam criar tributos sobre o tabaco para estimular a redução do consumo do produto e direcionar os recursos arrecadados para ações de prevenção e tratamento de doenças causados pelo fumo.

Um dos projetos em debate (PLP 4/2015) estabelece a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a fabricação e importação do tabaco e seus derivados. A arrecadação da chamada Cide Tabaco deve ser destinada, segundo o projeto, ao financiamento do tratamento de doenças causadas pelo fumo em hospitais da rede pública. O valor destinado às vítimas seria calculado com base na alíquota de 2% sobre o lucro dos fabricantes ou importadores de tabaco.

Um dos objetivos é fazer com que o fumo se torne inviável economicamente para boa parte das pessoas, principalmente entre os adolescentes, fase na qual se inicia o consumo de cigarro em 90% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dois em cada dez estudantes do ensino fundamental já experimentaram cigarro, segundo a última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), de 2015.

Um quarto dos estudantes compra o cigarro em loja ou botequim e quase 40% dos jovens compram escondido ou pedem para alguém comprar. Mais da metade dos estudantes que participaram da pesquisa já presenciou pessoas que faziam uso do cigarro e quase 30% deles tem pais ou responsáveis fumantes.

Cigarro

“Tributação sobre tabaco é fundamental para reduzir o consumo em dois grupos populacionais que são os mais vulneráveis para o tabagismo: é evitar que os jovens comecem a fumar e reduzir o tabagismo entre pessoas de baixa renda, que são os mais expostos, os que mais fumam. A ideia não é penalizar essas pessoas, é tentar evitar que elas sofram, porque são as que mais adoecem, mais morrem por problemas relacionados ao tabagismo”, afirmou a pesquisadora e coordenadora do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da Fiocruz. Valeska Carvalho Figueiredo.

Os projetos de lei ainda estão em fase de discussão nas comissões antes de serem avaliados em plenário. A tramitação das propostas tem sido permeada pelo embate entre representantes da indústria do tabaco e de organizações que defendem políticas de controle do tabagismo.

“A cadeia produtiva do tabaco brasileira é mais tributada do mundo. Ao aumentar o preço do cigarro brasileiro, que já um dos mais caros do mundo na relação de renda da população, significa jogar ainda mais pessoas para o consumo do cigarro contrabandeado do Paraguai, que é extremamente barato, não tem vigilância sanitária e causa prejuízo gravíssimo à economia brasileira e também à saúde. Pesquisas mostram que há produtos misturados nos cigarros que vêm do Paraguai, como chumbo, insetos e outras coisas que são extremamente prejudiciais à saúde”, afirmou o consultor executivo da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Dalvi Soares de Freitas.

Saúde

O aumento dos impostos e do preço do cigarro é apresentado pela Convenção Quadro para Controle do Tabaco, compromisso assumido pelo Brasil e mais 191 países, como uma das políticas efetivas de redução do fumo. A medida também é defendida pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A OMS considera o tabagismo uma doença crônica e um fator de risco para diversas enfermidades. Segundo a organização, a dependência à nicotina é responsável por cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo.

No Brasil, de acordo com o Inca, cerca de 156 mil pessoas morrem por ano por causas relacionadas ao tabaco, o que equivale a 428 mortes por dia. A maioria das mortes ocorre por problemas cardíacos, pulmonares, cânceres, tabagismo passivo, pneumonia e acidente vascular cerebral (AVC).

Pesquisadores projetam que se o Brasil aumentasse o preço do cigarro em 50%, seriam evitadas mais de meio milhão de internações e aproximadamente 200 mil mortes por ano, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Buenos Aires em parceria com o Inca, a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Custos

Do outro lado do debate sobre o controle do tabaco, estão os produtores e a indústria. Com a segunda maior produção de tabaco do mundo, o Brasil se tornou o maior exportador mundial do produto. Segundo o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), só na Região Sul do país, onde está concentrada a produção nacional, a safra de 2016 teve 539 mil toneladas de tabaco.

Espalhada em 600 municípios do Sul, a atividade agrícola do tabaco envolve 144 mil produtores rurais e tem receita de mais de R$ 5 bilhões, além de R$ 2 bilhões em divisas com exportação. De acordo com as entidades do setor, apenas 20% da produção é destinada para o consumo interno.

Para aumentar o potencial de exportação, os produtores de tabaco esperam que o Congresso Nacional aprove mudanças na lei que exige que os maços de cigarros destinados à exportação não podem ter menos de 20 unidades. O setor também argumenta que as propostas de aumento da tributação seguem na contramão da tendência de simplificação tributária, em análise na Câmara, e que prevê a inclusão dos impostos do cigarro no grupo do chamado Imposto Seletivo (IS).

De acordo com dados do Sinditabaco, os impostos correspondem de 77 a 88% do preço do cigarro no Brasil e a indústria do tabaco paga mais de R$ 13 bilhões por ano em tributos por ano.

No entanto, as entidades favoráveis ao aumento do preço do cigarro ressaltam que o valor atual arrecadado pela indústria do tabaco não é suficiente para cobrir os custos dos problemas decorrentes do uso do produto. O valor médico para tratar as doenças causadas pelo fumo chega a quase R$ 40 bilhões por ano, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Buenos Aires em parceria com o Inca, a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e outras instituições de pesquisa do Brasil. O montante equivale a 8% de todo o gasto com saúde no país.

Outros R$ 17,5 bilhões são gastos de forma indireta com morte prematura e incapacidade por enfermidades relacionadas ao fumo. As perdas com o vício no tabaco somam quase R$ 58 bilhões, o que corresponde a 1% de todo o produto interno bruto (PIB, soma das riquezas do país) do Brasil, segundo o mesmo estudo.

“O cigarro do Brasil é um dos mais baratos do mundo. A gente quer que o preço aumente e que a carga tributária possa ser revertida para investimento na cura dessas doenças”, disse Valeska, pequisadora da Fiocruz. De acordo com a Receita Federal, o custo médio do maço de cigarro no país varia de R$ 5 a R$ 12, dependendo da marca e da região onde é comercializado.

Contrabando

Para economistas e representantes dos produtores de tabaco, o aumento do preço do cigarro não necessariamente vai reduzir o consumo, uma vez que pode estimular o aumento do contrabando, que envolve todo o processo de produção, distribuição, posse, recepção, venda, compra ou qualquer prática que facilite a atividade ilegal.

“São bilhões que o governo deixa de arrecadar anualmente que poderiam ser usados na saúde. Então, não é justo que se aumente um imposto sobre um produto legal com a justificativa de que todo o câncer causado no Brasil é culpa do cigarro, ainda mais que 40% do cigarro consumido no Brasil não é legal, é contrabandeado do Paraguai”, afirmou Freitas, da Amprotabaco.

No fim do ano passado, o plenário do Senado aprovou o acordo internacional que confirma a adesão do Brasil ao Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos de Tabaco. O protocolo prevê que os países se comprometam a adotar medidas de eliminação da rede de tráfico de cigarros e outros produtos derivados do tabaco e estabelece que nações cooperem entre si no combate ao contrabando de cigarros, por meio de compartilhamento de informações e extradição de criminosos.

Além do contrabando, outra queixa dos produtores é a falta de incentivos financeiros do governo federal para que os municípios que vivem do tabaco plantem outras culturas.

“A implementação do tratado [de controle do tabaco] traz em si a redução da demanda em nível global. O Brasil é um grande exportador de tabaco, então, a gente precisa preparar as famílias fumicultoras para encontrar alternativas economicamente viáveis e mais saudáveis para a vida delas”, sugeriu Cristiane Vianna, consultora da The Union.

“Todos os municípios produtores de tabaco tem programas voltados à diversificação da lavoura, no sentido de ter outras alternativas econômicas. Agora, não se faz uma nova matriz econômica no município sem recursos. E a gente não vê dinheiro sendo colocado pra isso. Sem incentivos financeiros não haverá diversificação de fato. Enquanto houver demanda por tabaco no mundo, nós continuaremos produzindo tabaco. Não há nenhuma outra cultura na agricultura familiar que dê a mesma remuneração da que o tabaco dá”, comparou Dalvi Soares, ex-prefeito de Dom Feliciano, um dos municípios do Rio Grande do Sul que tem economia baseada na produção de fumo.

Miguel anuncia apoio de vice-prefeito do Solidariedade de Marília Arraes

Em visita nesta sexta a Belém do São Francisco, o pré-candidato a governador Miguel Coelho recebeu apoio de diversas lideranças políticas do Sertão de Itaparica. O palanque de Miguel foi reforçado com a chegada dos vice-prefeitos de Itacuruba, Júnior Cantarelli (Solidariedade), e de Petrolândia, Rogério Novaes (PSD). Também se somaram ao grupo da oposição 14 […]

Em visita nesta sexta a Belém do São Francisco, o pré-candidato a governador Miguel Coelho recebeu apoio de diversas lideranças políticas do Sertão de Itaparica.

O palanque de Miguel foi reforçado com a chegada dos vice-prefeitos de Itacuruba, Júnior Cantarelli (Solidariedade), e de Petrolândia, Rogério Novaes (PSD). Também se somaram ao grupo da oposição 14 vereadores dos municípios de Belém, Jatobá, Carnaubeira da Penha, Petrolândia, Itacuruba e Floresta.

Em Belém do São Francisco, Miguel já tinha como aliados de primeira hora o prefeito Gustavo Caribé (MDB), o vice Doutor Batista e o ex-prefeito Manoel Caribé. O pré-candidato a governador visitou a cidade para participar de uma solenidade de inauguração do Memorial de Zé Pereira e Vitalina, um espaço de preservação da história dos bonecos gigantes.

Neste sábado, Miguel Coelho cumpre agenda em Carpina, Nazaré da Mata e Passira. Até julho, o pré-candidato do União Brasil pretende percorrer cerca de 80 cidades para fazer novas alianças políticas e apresentar suas propostas na corrida eleitoral de 2022.

Casa tem perda total com super chuva em Afogados

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Fernando Moraes, um imóvel no Bairro Brotas, na parte alta, teve perda total com as chuvas da madrugada. Segundo Fernando Morais, a água alcançou um metro e quarenta centímetros e praticamente todos os móveis foram perdidos. Chama a tenção o fato de que a casa fica na […]

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Fernando Moraes, um imóvel no Bairro Brotas, na parte alta, teve perda total com as chuvas da madrugada.

Segundo Fernando Morais, a água alcançou um metro e quarenta centímetros e praticamente todos os móveis foram perdidos. Chama a tenção o fato de que a casa fica na parte alta, mas tem problemas de escoamento por conta de um terreno murado que acumula água e rompeu com as fortes chuvas.

“As áreas ribeirinhas são mais propícias a ter esse tipo de problema. No Borges, os riachos da área de Serra Vermelha também geram riscos”.

O imóvel pertence ao casal conhecido como Isabela Silva, a Belinha, que atua na Secretaria de Saúde e Tadeu Furtado, Defensor Público. “Meu esposo abriu a porta e a água bateu no peito dele. Ele tem 1,92”, disse Belinha.

“A gente acordou assustado com um  trovão e vi que a água estava forçando a janela. Quebrei a porta e o medo foi de choque elétrico ou de soterramento. Os bombeiros demoraram e a gente com medo de desabar a casa. Depois, a água estava no peito, mas sem correnteza e conseguimos sair”, disse ao repórter Marcony Pereira, da Rádio Pajeú.

 

 

Diógenes, Luciana e vereadores eleitos também são diplomados

A solenidade no auditório da Faculdade Vale do Pajeú também empossou os eleitos de Tuparetama. Diógenes Patriota (PSDB) e Luciana Paulino, eleitos com 3.619 votos(53,64%) foram diplomados. Diógenes é aliado do prefeito Sávio Torres e da Governadora Raquel Lyra, tendo sido um dos primeiros aliados da governadora, quando ela era ainda prefeita de Caruaru. Vereadores […]

A solenidade no auditório da Faculdade Vale do Pajeú também empossou os eleitos de Tuparetama.

Diógenes Patriota (PSDB) e Luciana Paulino, eleitos com 3.619 votos(53,64%) foram diplomados.

Diógenes é aliado do prefeito Sávio Torres e da Governadora Raquel Lyra, tendo sido um dos primeiros aliados da governadora, quando ela era ainda prefeita de Caruaru.

Vereadores eleitos: Vandinha da Saúde, Domênico Perazzo, Arlã Markson, Carlos Roberto do Sindicato, Fifita,  Tanta, Valmir Tunu, Priscilla Filó e Joel Gomes.