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Encontro entre Lula e Trump acontece nesta quinta em Washington
Assim como o Itamaraty, a Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quinta-feira (7), em Washington. O encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional. De acordo com uma autoridade da Casa Branca, […]
Assim como o Itamaraty, a Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quinta-feira (7), em Washington.
O encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
De acordo com uma autoridade da Casa Branca, os dois presidentes devem aproveitar o encontro para discutir temas econômicos, de segurança e de interesse comum.
A informação do encontro entre Lula e Trump foi divulgada na segunda-feira (4) pelo blog do Valdo Cruz. A reunião é vista pela diplomacia brasileira como um passo importante para tentar normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação.
Fontes do governo brasileiro afirmam que, além da economia, temas como a situação na Venezuela e parcerias em minerais críticos e terras raras devem entrar na pauta.
Além disso, o blog do jornalista Gerson Camarotti informou que o combate ao crime organizado deve ser um dos principais temas do encontro.
Segundo auxiliares de Lula, o presidente pretende afastar a possibilidade de equiparar facções criminosas a organizações terroristas — hipótese já levantada pela administração americana.
Mais cedo, em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse que vê o encontro como uma oportunidade para esclarecer o funcionamento do PIX e buscar um “bom entendimento” entre os dois países.
Conselho de Ética aprova 60 dias de suspensão para três deputados por ocupação do Plenário
Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé […]
Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC) por 60 dias. Os parlamentares ainda podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A decisão final será do Plenário por maioria absoluta (257 deputados).
Foi aprovado o parecer do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE). O texto do relator conclui que os três parlamentares adotaram condutas incompatíveis com o decoro parlamentar durante a ocupação da Mesa Diretora da Casa na sessão do Plenário de 5 de agosto de 2025.
Durante a ocupação, os deputados cobravam a inclusão na pauta do projeto de anistia (PL 216/23) aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), só conseguiu reocupar a cadeira da Presidência no dia 6 de agosto.
Rodrigues recomendou punição severa para sinalizar que a Câmara não tolera esse tipo de comportamento, aumentando para 60 dias de suspensão a pena inicialmente sugerida pela Mesa Diretora, que era de 30 dias.
Pollon respondeu por se sentar na cadeira da Presidência da Câmara, impedindo o retorno do presidente Hugo Motta; Van Hattem por ter ocupado outra cadeira da Mesa; e Zé Trovão por ter usado o corpo para barrar fisicamente o acesso do presidente à Mesa.
As condutas foram objeto das representações 24, 25 e 27, todas de 2025, e votadas separadamente. No caso de Pollon, foram 13 votos pela suspensão e 4 contrários, o mesmo placar de Van Hattem. Zé Trovão teve 15 votos pela suspensão e 4 contrários.
Em sua defesa, Zé Trovão fez um desabafo emocionado logo no início da reunião, afirmando que a suspensão afeta diretamente seus assessores, “deixando cerca de 20 famílias sem sustento” por dois meses. “O que mais está me doendo hoje é olhar nos olhos dos meus funcionários e não saber o que falar.”
Em sua defesa, citou passagens bíblicas e fatos históricos, e classificou o momento político como de perseguição e inversão de valores. “Se for preciso tomar a Mesa novamente em algum momento da história para defender quem me elegeu, assim o farei”, disse Zé Trovão.
O advogado Eduardo Moura, na defesa técnica, argumentou que vídeos da sessão não revelam irregularidades do deputado e destacou que testemunhas o descreveram como “alguém que tentava impedir conflitos físicos no Plenário”.
Fazendo coro ao colega, Van Hattem chamou o processo de “perseguição política” e comparou sua situação à dos presos pelos atos de 8 de janeiro. O deputado também afirmou que, havendo necessidade, faria novamente. E acrescentou: “se essa injustiça vier, vamos enquadrar e colocar na parede como medalha de honra”.
Pela defesa do deputado, o advogado Jeffrey Chiquini definiu o julgamento como uma “punição política”.
Pollon criticou duramente a recusa da Presidência da Câmara em pautar o projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro e classificou as prisões como “ilegais” e o cenário jurídico atual do Brasil como um “estado de exceção”. “Não carregaremos a vergonha de termos nos acovardado ou omitido”, disse.
Na defesa técnica, o advogado Mariano lamentou a negativa de ouvir testemunhas sugerias pela defesa e também disse que as questões técnicas foram deixadas de lado em favor de um julgamento político.
O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) lamentou as ofensas dirigidas ao relator e à Mesa Diretora durante o debate no Conselho de Ética e relacionou a ocupação física do Plenário a um processo histórico de golpismo. Para ele, o relatório do conselho separa “os golpistas dos democratas”.
Em defesa dos acusados, o deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) comparou o processo a uma tentativa de criminalizar a direita por atos que a esquerda já teria praticado no passado. Gonçalves questionou a escolha de apenas três deputados como “bode expiatório” em meio à participação de mais de 100 deputados nos atos de ocupação.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Serra Talhada volta a registrar homicídio
Jovem de 23 anos é assassinado a pauladas após confusão durante shows do aniversário de Serra Talhada Do Blog Júnior Campos Um homem de aproximadamente 23 anos foi assassinado na madrugada desta quarta-feira (6), nas proximidades de uma autopeças às margens da BR-232, em Serra Talhada. De acordo com informações preliminares, a vítima, ainda sem […]
Gestão Pedro Alves comenta pesquisa
A gestão do prefeito Pedro Alves comentou nas suas redes sociais o resultado da pesquisa do Instituto Expressão, do blogueiro Itamar França. Nela, na terceira rodada, a desaprovação da gestão do prefeito Pedro Alves (PSDB) atingiu 52,7%, superando a aprovação, que ficou em 44%, com 3,3% dos entrevistados não opinando. “Recebemos com tranquilidade e serenidade […]
A gestão do prefeito Pedro Alves comentou nas suas redes sociais o resultado da pesquisa do Instituto Expressão, do blogueiro Itamar França.
Nela, na terceira rodada, a desaprovação da gestão do prefeito Pedro Alves (PSDB) atingiu 52,7%, superando a aprovação, que ficou em 44%, com 3,3% dos entrevistados não opinando.
“Recebemos com tranquilidade e serenidade o resultado da pesquisa política realizada pelo Instituto de Pesquisa Expressão (IPE) em nosso município. Ainda assim, entendemos ser prudente a realização de novos levantamentos por outros institutos, como forma de comparação e validação dos dados apresentados”, disse.
“De toda forma, é importante evitar interpretações precipitadas ou leituras superficiais do cenário. Um resultado que aponta 52% de desaprovação frente a 44% de aprovação, embora evidentemente mereça atenção, está longe de representar qualquer quadro definitivo ou irreversível do ponto de vista político”, acrescentou.
“É preciso considerar, antes de tudo, o contexto natural de uma nova gestão. Toda mudança administrativa exige ajustes, redefinições de prioridades e adoção de medidas voltadas à organização e ao funcionamento da máquina pública. E, naturalmente, esse processo gera incompreensões, resistência e insatisfações em determinados setores, especialmente nos primeiros momentos do governo”, seguiu.
“Além disso, o ambiente político enfrentado desde o início da gestão também influencia diretamente a percepção da população. Houve, ao longo desse período, oposição constante, divergências internas e movimentações políticas antecipadas, muitas vezes impulsionadas mais por interesses pessoais e pela antecipação do debate sucessório do que propriamente pelo interesse público. Tudo isso acaba contribuindo para a formação de narrativas negativas e para um desgaste frequentemente desproporcional à realidade da gestão”.
Mesmo diante desse cenário, diz a gestão, um índice de 44% de aprovação não pode ser ignorado. Pelo contrário. “Ele demonstra que uma parcela significativa da população reconhece o trabalho sério, responsável e comprometido que vem sendo desenvolvido em Iguaracy”.
“Outro dado relevante é que a diferença entre os índices de aprovação e desaprovação é de apenas 8 pontos percentuais, o que demonstra um cenário completamente aberto e ainda em construção. Vale lembrar, ainda, que a gestão sequer completou um ano e meio. Há muito trabalho em andamento, ações sendo estruturadas e resultados que naturalmente aparecerão com o tempo”.
E concluiu: “Seguimos com serenidade, consciência tranquila e absoluto compromisso com Iguaracy, focados em trabalhar, avançar e entregar à população uma gestão cada vez mais eficiente, responsável e transparente”.
Distribuição de água em bairros de Afogados será retomada de forma gradual, diz Compesa
No Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (05), na Rádio Pajeú, os comunicadores Juliana Lima e Alyson Nascimento conversaram com o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, sobre a retomada do abastecimento nas áreas afetadas pelo vazamento em Afogados da Ingazeira. Segundo Kaio, o retorno da água ocorre de forma […]
No Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (05), na Rádio Pajeú, os comunicadores Juliana Lima e Alyson Nascimento conversaram com o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, sobre a retomada do abastecimento nas áreas afetadas pelo vazamento em Afogados da Ingazeira.
Segundo Kaio, o retorno da água ocorre de forma gradual, já que muitos moradores estavam com cisternas e reservatórios vazios, aumentando o consumo inicial. Ele destacou que o bairro São Francisco já voltou a receber água, embora tenha havido uma breve interrupção na manhã desta terça devido a um novo reparo no centro da cidade, normalizado por volta do meio-dia.
O gerente também explicou que houve atraso no calendário de abastecimento em áreas como o Planalto e o conjunto Miguel Arraes, com prorrogação de cerca de um dia e meio.
A mudança ocorreu porque a rede afetada também alimenta a elevatória da ponte, responsável pelo bombeamento de água para regiões mais altas, incluindo áreas próximas ao hospital.
















