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Evandro Valadares diz que começou a cumprir promessas na saúde

Por Nill Júnior

Em entrevista à Gazeta FM,  o prefeito de São José do Egito Evandro Valadares disse que já está cumprindo as promessas que fez em campanha, principalmente no tocante à saúde.

Segundo o prefeito, o Hospital Maria Rafael de Siqueira já funciona com pelo menos três médicos durante as 24 horas do dia, todos os dias da semana.

Os postos de saúde, segundo o prefeito,  estão voltando a funcionar com as equipes necessárias para atender a comunidade. A UPA, prometida pelo Governo do Estado, está com seu início sendo estudado.

A faculdade, outra bandeira de campanha, tem promessa para se tornar realidade ainda este ano com cursos a distância oferecidos pela UPE, além de pelo menos três instituições de ensino superior que já demostraram interesse de funcionar em São José do Egito. Evandro afirmou que os políticos da cidade precisam descer do palanque e ajudar o governo municipal.

Outras Notícias

Arcoverde tem sessão quente nesta segunda

Apreciação de projeto que cria cargos para Departamento de Compras, Licitação e Contratos terá debate entre governistas e oposicionistas  A Câmara de Vereadores de Arcoverde terá uma sessão movimentada e quente nesta segunda-feira. Na pauta, o projeto que cria quinze novos cargos da comissão de licitação da prefeitura de Arcoverde. Esse projeto na verdade será […]

Apreciação de projeto que cria cargos para Departamento de Compras, Licitação e Contratos terá debate entre governistas e oposicionistas 

A Câmara de Vereadores de Arcoverde terá uma sessão movimentada e quente nesta segunda-feira.

Na pauta, o projeto que cria quinze novos cargos da comissão de licitação da prefeitura de Arcoverde.

Esse projeto na verdade será reapresentado por um fato inusitado.

Dia 2 de maio, como o blog noticiou, o projeto, que cria de 15 novos cargos comissionados pelo prefeito Wellington da LW no âmbito da Secretaria de Finanças, com a criação do Departamento de Compras, Licitação e Contratos acabou sendo rejeitado.

O pior, mesmo com a maioria de 7 vereadores, o projeto acabou não sendo aprovado por falta de quórum. Isso porque os governistas João Taxista e João Marcos estiveram na plataforma no início da sessão, mas na hora da votação simplesmente não estavam mais.

Claro, a oposição comemorou. A vereadora Célia Galindo, do PSB, disse em nota que quem saiu ganhando foi a população de Arcoverde.

Agora o projeto é reapresentado com outro ambiente político,  depois que rusgas entre  o presidente da Câmara,  Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  e o governo Wellington Maciel.  De escudeiro, Siqueirinha virou adversário ferrenho.

A oposição acha que com o novo ambiente e a guerra parcialmente vencida nas redes sociais, vai pressionar pela rejeição.

“Novos 15 empregos serão votados nesta segunda-feira na Câmara de Vereadores, sem concurso. Mais de R$ 658 mil serão gastos por ano”, reclama nas redes sociais o vereador Rodrigo Roa, do Avante, mesma posição de Célia Galindo.

O governo LW ainda sem Siqueirinha tem maioria. Os vereadores vão adotar a postura de que o projeto garante mais eficiência nos processos licitatórios e que, o valor economizado com maior eficiência nas licitações supre as contratações.

A guerra de narrativas ao bom estilo das discussões em Arcoverde promete uma sessão daquelas na Terra do Cardeal.

Governistas apostam em votação da meta fiscal mesmo com feriado na semana

Texto-base e alguns destaques já foram aprovados na semana passada, mas ainda falta a análise de duas sugestões apresentadas. Oposição, contudo, tentará atrasar votação. Do G1 Líderes partidários aliados ao governo avaliaram ao G1 que, mesmo com o feriado de 7 de setembro na próxima quinta-feira, o Congresso deverá concluir nesta semana a votação do […]

Texto-base e alguns destaques já foram aprovados na semana passada, mas ainda falta a análise de duas sugestões apresentadas. Oposição, contudo, tentará atrasar votação.

Do G1

Líderes partidários aliados ao governo avaliaram ao G1 que, mesmo com o feriado de 7 de setembro na próxima quinta-feira, o Congresso deverá concluir nesta semana a votação do projeto que prevê déficit de R$ 159 bilhões nas contas públicas em 2017 e em 2018. Integrantes da oposição, porém, prometem criar dificuldade.

Uma sessão conjunta, formada por senadores e deputados, foi convocada para as 19h desta terça (5). Por ser uma semana mais curta, com o feriado de Independência, o governo terá de se esforçar para garantir a presença mínima de 257 deputados e 41 senadores no plenário.

Na semana passada, os parlamentares chegaram a aprovar o “texto-base” do projeto, em uma sessão que levou cerca de 11 horas, mas a conclusão da análise ficou para esta semana porque a base aliada do governo não conseguiu quórum suficiente.

Se a revisão da meta for aprovada, o governo enviará uma “mensagem modificadora”, alterando o projeto da Lei Orçamentária Anual, enviada na quinta (31).

Como a votação da revisão da meta não foi concluída, o governo teve de enviar ao Legislativo o projeto com as previsões de receitas e despesas desatualizadas.

Pelo texto em vigor, a meta fiscal de 2017 prevê déficit de R$ 139 bilhões e a de 2018, R$ 129 bilhões. O governo argumenta que a arrecadação ficou abaixo do esperado e, por isso, precisou revisar as previsões dos dois anos para déficit de R$ 159 bilhões.

Debate acalorado entre vereadores de Afogados viraliza

Viralizou nas redes o Debate das Dez do programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú, entre os vereadores Edson Henrique e Vicentinho. Um filiado ao Progressistas,  faz oposição ao governo Sandrinho Palmeira.  O outro, do PSB, é líder do governo. O ponto de partida foi o projeto que equipara o aumento do salário mínimo ao salário […]

Viralizou nas redes o Debate das Dez do programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú, entre os vereadores Edson Henrique e Vicentinho.

Um filiado ao Progressistas,  faz oposição ao governo Sandrinho Palmeira.  O outro, do PSB, é líder do governo.

O ponto de partida foi o projeto que equipara o aumento do salário mínimo ao salário base, enviado pelo executivo.  Vicentinho comemorou a medida, dizendo que a gestão Sandrinho atende ao clamor dos servidores,  o que gestões anteriores não fizeram.

Já Edson Henrique afirmou que a demora em reconhecer o mínimo como base gerou mais de 60 ações na justiça.

O clima foi esquentando até o confronto chegar aos espaços ocupados por Vicentinho no governo.  Edson citou a esposa de Vicentinho,  Viviane Zuza, e o irmão Verandilson Zuza, como exemplos de loteamento da gestão. “Eles têm capacidade e prestam bons serviços ao município.  E eu faço parte do Governo”, justificou.

Vicentinho criticou o grupo de Edson Henrique,  fazendo referência aos espaços que Zé Negão sempre ocupou quando teve ligação com o poder. Edson Henrique disse que não respondia pelo CPF de Zé.  Depois, citou o pai e desafiou Vicentinho sobre a votação de um e do outro. Vicentinho ironizou. Há alguns dias,  o vereador desafiou Zé Negão a uma aposta sobre quem teria mais votos.

Os dois ainda falaram de sucessão.  Edson Henrique disse que se a população quiser, estará a disposição da chapa encabeçada por Danilo Simões.  E Vicentinho afirmou que, mesmo com o nome à reeleição,  está colocado para vice na Frente Popular.  Também que conversará com Sandrinho e Patriota.  Também que não tem nada contra Daniel Valadares e a repetição da chapa, mas não aceita imposição.

Coronavírus: a rodovia federal que ‘levou’ a covid-19 para o interior de Pernambuco

Leandro Machado/BBC News Brasil Em Pernambuco, a proliferação de casos de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, tem diariamente percorrido o caminho em direção ao interior do Estado. Mas, pelo menos por ora, o vírus segue uma rota em particular: ele afeta principalmente cidades próximas ou cortadas por uma importante rodovia federal, a BR-232. O […]

Foto: Google Street View

Leandro Machado/BBC News Brasil

Em Pernambuco, a proliferação de casos de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, tem diariamente percorrido o caminho em direção ao interior do Estado.

Mas, pelo menos por ora, o vírus segue uma rota em particular: ele afeta principalmente cidades próximas ou cortadas por uma importante rodovia federal, a BR-232.

O trajeto da doença por essa estrada não é uma mera coincidência, segundo pesquisadores que têm analisado a disseminação do vírus no Estado.

A rota do coronavírus pelo interior pernambucano segue uma lógica econômica, social e logística. Até esta sexta-feira (17/04), o Estado tinha 2.006 casos confirmados e 186 mortes.

As primeiras infecções surgiram no Recife no início de março, em bairros de classe média alta, como Boa Viagem e Jaqueira — até hoje eles ainda são os mais afetados em números absolutos.

“Recife tem um aeroporto internacional. A covid-19 apareceu primeiro nos hospitais particulares, com pacientes que haviam acabado de chegar da Europa”, explica Jones Albuquerque, pesquisador do Instituto para Redução de Riscos e Desastres de Pernambuco (IRRD-PE), órgão ligado às universidades federais de Pernambuco (UFPE e UFRPE) e que tem feito análises diárias sobre o cenário da doença.

Depois, o vírus se espalhou para áreas mais pobres e municípios da região metropolitana — em boa parte, ele pode ter chegado nesses pontos por meio de pessoas que trabalham em bairros ricos e moram na periferia.

Agora, uma segunda onda atinge o Estado: a interiorização da covid-19 para cidades pequenas e médias do início do sertão e do agreste pernambucano, como Arcoverde e Caruaru.

A maioria dos municípios com novos casos nas últimas semanas, ainda que eles sejam poucos em números absolutos, está localizada no entorno da BR-232.

A rodovia federal, que tem 552 quilômetros de extensão, corta Pernambuco do litoral ao sertão — do Recife à cidade de Parnamirim —, embora a estrada continue com outro nome, PE-316, até o município de Araripina, na divisa com o Piauí.

“A BR-232 é o nosso grande distribuidor de coronavírus”, diz Albuquerque.

Pesquisadores e médicos apontam dois cenários que podem ter influenciado essa

interiorização.

O primeiro diz respeito a uma característica social do Estado. “As classes mais abastadas do Recife têm casas de veraneio em cidades do interior que são cortadas pela BR-232, ou estão próxima a ela”, explica o médico José Luiz de Lima Filho, diretor Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika), da UFPE.

“Então, há esse trânsito de pessoas que saem do Recife para essas cidades no fim de semana ou feriados. Se algumas delas estavam infectadas, mesmo que assintomáticas, podem ter levado o vírus para os municípios menores e passado para outras pessoas”, diz Lima Filho.

Segundo os pesquisadores, outro fator que pode ter contribuído foi a suspensão das aulas de todas as universidades do Recife — públicas e particulares —, no dia 8 de março. Boa parte desses estudantes vem do interior e, sem aulas, eles voltaram para suas cidades de origem.

“A suspensão foi uma ótima medida, pois ocorreu bem no início dos casos no Estado. Se isso não tivesse ocorrido, é provável que mais alunos tivessem se infectado, o que aumentaria mais os casos e a capacidade de transmissão da doença”, diz Albuquerque.

“Eu não nasci para ser laranja e nem fantoche de ninguém”, diz Jordânia Siqueira

Oposicionista não confirmou candidatura no vídeo A pré-candidata à prefeitura de Itapetim, Jordânia Siqueira (Republicanos), divulgou nesta quinta-feira (25) um vídeo em suas redes sociais rebatendo críticas que, segundo ela, foram orquestradas pela base governista da cidade. Jordânia afirmou que seu trabalho como vereadora tem sido alvo de ataques e perseguições dentro do grupo do […]

Oposicionista não confirmou candidatura no vídeo

A pré-candidata à prefeitura de Itapetim, Jordânia Siqueira (Republicanos), divulgou nesta quinta-feira (25) um vídeo em suas redes sociais rebatendo críticas que, segundo ela, foram orquestradas pela base governista da cidade.

Jordânia afirmou que seu trabalho como vereadora tem sido alvo de ataques e perseguições dentro do grupo do atual gestor municipal.

“A partir do momento que meu trabalho como vereadora foi destaque, comecei a ser apunhalada pelas costas e perseguida. Hoje eles até tentam me colocar como uma ‘traíra’ porque eu não deixei de trabalhar um só segundo pelo povo de Itapetim”, afirmou.

Jordânia enfatizou seu compromisso com os cidadãos de Itapetim, afirmando que trabalhou sem distinções partidárias e que continuará a lutar pela liberdade e desenvolvimento da cidade. 

“Eu me levanto contra o sistema pelo o povo de Itapetim, quero a liberdade do meu povo, pela esperança de ver essa cidade se desenvolver, gerando emprego e renda e não de ver uma prefeitura sendo usada para garantir empregos em troca de votos, onde o povo não tem sequer o direito de dar uma opinião diferente da opinião do ‘coroné’.”

Ela criticou duramente o sistema atual, que, segundo ela, está cheio de “maquiagens” e “sujeira embaixo do tapete.” Jordânia prometeu devolver ao povo de Itapetim o que é deles por direito e lutar contra a manipulação e autoritarismo.

“O meu projeto nunca foi e nem será pessoal, eu não nasci para aceitar calada as injustiças e autoritarismo de um lobo em pele de cordeiro, eu jamais aceitaria sentar em uma cadeira, ocupar um cargo de suma importância para a vida de tantas pessoas e ser mandada, manipulada por outra. Eu não nasci para ser laranja e nem fantoche de ninguém”, destacou Jordânia.

Jordânia Siqueira disputa o protagonismo da oposição em Itapetim com o também pré-candidato a prefeito, Anderson Lopes (PSDB), que está buscando um entendimento para unir os dois palanques e fortalecer a oposição. Entretanto, no vídeo, não confirma a sua candidatura.