Estado promete apurar má alimentação fornecida na Hemodiálise de Arcoverde
Por Nill Júnior
Repasses estão sendo feitos normalmente, diz a nota. Estado informa estar contratando nova clínica em Serra Talhada. Já clínicas reclamam da tabela SUS
A Secretaria de Saúde do Estado respondeu ao blog queixa de pacientes da hemodiálise de Arcoverde feita ao Sertão Notícias, da Cultura FM.
Eles relataram que passaram a receber como alimentação durante o tratamento na cidade de Arcoverde apenas um copo de suco e três bolachas de água e sal.
O repórter Orlando Santos, do Programa Sertão Notícias, ouviu três pacientes de Serra Talhada que vão, três vezes por semana, para Arcoverde, para realizar o tratamento. Eles afirmam que saem da cidade as 07h da manhã e retornam apenas às 19h, e durante todo esse período recebem apenas essa pouca alimentação.
Os pacientes ainda cobraram o início do funcionamento do Centro de Hemodiálise de Serra Talhada, que promete amenizar o sofrimento dessas pessoas, evitando viagens cansativas para outras cidades em busca do tratamento necessário para permanecerem vivas.
As clínicas de Arcoverde por outro lado, como a SOS Rim e o Memorial Arcoverde, reclamam da baixa tabela SUS para manutenção do serviço. “A hemodiálise pode parar”, diz o post do SOS Rim em uma rede social.
Veja o que disse em resposta a Secretaria Estadual de Saúde:
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informa que está em fase final o processo de contratualização de uma nova clínica de hemodiálise em Serra Talhada. Os pacientes devem começar a ser encaminhados ao serviço ainda neste mês de setembro.
Com relação à clínica em Arcoverde, os repasses estão sendo feitos normalmente pelo órgão estadual. Sobre a alimentação oferecida aos pacientes, a responsabilidade fica a cargo da clínica conveniada, no entanto a SES-PE irá apurar junto ao serviço a qualidade ofertada aos usuários.
Importante informar que os hospitais da rede estadual já contam com o serviço de terapia renal para pacientes que precisam realizar o procedimento de forma emergencial. Para pacientes crônicos, ou seja, aqueles que não estão internados e precisam realizar as sessões de forma rotineira, atualmente, o Estado possui contrato com 21 clínicas ou unidades, em todo o Estado, para receber esses pacientes. Uma média de 5 mil pessoas estão sendo acompanhadas nesses serviços. As vagas são disponibilizadas pelas clínicas de acordo com o local de residência do usuário do SUS. Os procedimentos ambulatoriais de terapia renal substitutiva (hemodiálise) são autorizados pela Central de Regulação Ambulatorial.
A SES ainda destaca que o Governo de Pernambuco segue avançando com obras para reforçar os serviços de saúde no Interior do Estado com a construção do Centro de Hemodiálise de Caruaru, que está sendo erguido no terreno do Hospital Mestre Vitalino (HMV). O serviço contará com 62 leitos, com capacidade para quase 5 mil sessões de hemodiálise por mês. As obras do Centro de Hemodiálise já tiveram início e a previsão é que sejam finalizadas em setembro deste ano.
Em Itapetim, os servidores municipais estão tendo um incentivo a mais para curtir a festa do padroeiro São Pedro 2014, o maior do Pajeú Pernambucano. Na manhã desta quinta-feira (26/06), a Prefeitura Municipal iniciou o pagamento do salário referente ao mês de junho do funcionalismo público municipal, incluindo inativos e pensionistas. Pagar o salário dentro […]
Em Itapetim, os servidores municipais estão tendo um incentivo a mais para curtir a festa do padroeiro São Pedro 2014, o maior do Pajeú Pernambucano.
Na manhã desta quinta-feira (26/06), a Prefeitura Municipal iniciou o pagamento do salário referente ao mês de junho do funcionalismo público municipal, incluindo inativos e pensionistas.
Pagar o salário dentro do mês trabalhado faz parte da política de valorização dos servidores municipais e reforça o compromisso do governo do prefeito Arquimedes Machado com o funcionalismo público. De acordo com o prefeito, o pagamento foi antecipado para garantir que os servidores possam aproveitar melhor o São Pedro 2014.
O dinheiro entrou na conta dos servidores das secretárias de Administração e Finanças, Ação Social, Educação, Saúde e Infraestrutura, além do Conselho Tutelar, inativos e pensionistas.
Neste sábado (28) serão comemorados os 56 anos de emancipação política de Itaíba com uma programação recheada de inaugurações, entrega de veículos e fardamentos e grandes shows com nomes locais, regionais e nacionais. As festividades deverão começar logo cedo com o hasteamento da Bandeira, seguido da entrega de quatro (04) novos veículos que vão servir […]
Neste sábado (28) serão comemorados os 56 anos de emancipação política de Itaíba com uma programação recheada de inaugurações, entrega de veículos e fardamentos e grandes shows com nomes locais, regionais e nacionais.
As festividades deverão começar logo cedo com o hasteamento da Bandeira, seguido da entrega de quatro (04) novos veículos que vão servir a Secretaria Municipal de Saúde frutos de emenda do deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB).
Ainda na manhã do dia 28, ao lado de vereadores, secretários e dos deputados Júlio Cavalcanti (estadual) e Zeca Cavalcanti (federal), a prefeita entrega a população o novo Mercado de Carnes, o Açougue Municipal, totalmente reformado com recursos próprios, todo na cerâmica, novos balcões e num alto padrão de higiene. Outro momento será a entrega, pela primeira vez na administração municipal, do fardamento aos garis e margaridas da limpeza pública.
À noite, as comemorações da emancipação política de Itaíba ficam por conta de shows no Parque de Exposições, a partir das 21h. A abertura da festa fica por conta do vaqueiro das multidões Willian Barros, às 21h. Logo em seguida, às 23h em ponto, sobe ao palco a grande atração dos 56 anos de Itaíba, o cantor sertanejo Leonardo. Fechando a festa a banda caruaruense vencedora do Super Star da TV Globo, Fulô de Mandacaru.
Para a prefeita Regina Cunha “ será um dia de festa, mas também de trabalho e de podermos dividir com nosso povo novas conquistas, novas obras e ações que marcam esse novo tempo que estamos escrevendo ao lado de nossa gente em Itaíba”.
Um grave acidente foi registrado com um PM que atua na Bahia, mas é natural de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Foi nas proximidades de Riacho Seco, na área do 4º Pelotão. O policial, que acabou falecendo, foi identificado como Jerson de Lima Batista, conhecido por De Lima PM. Ele destacava na 45ª Companhia, em Curaçá. Em Afogados, […]
Um grave acidente foi registrado com um PM que atua na Bahia, mas é natural de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Foi nas proximidades de Riacho Seco, na área do 4º Pelotão.
O policial, que acabou falecendo, foi identificado como Jerson de Lima Batista, conhecido por De Lima PM. Ele destacava na 45ª Companhia, em Curaçá. Em Afogados, residia no Bairro Borges. Na cidade, era conhecido por Gel.
Segundo informações do radialista Júnior Alves, que também é PM na Bahia, o veículo em que seguiram bateu em um animal na BA 210. Após o choque, a condutora, perdeu o controle do carro e se chocou com um caminhão.
Os policiais tinham terminado o expediente e, ao que tudo indica, pegaram carona com a mulher, ainda não identificada.
A BA-210 tem aproximadamente 596 quilômetros e liga as cidades de Paulo Afonso à Juazeiro, começando na divisa do estado de Sergipe com a Bahia e passando por Paulo Afonso, Glória, Rodelas, Barra do Tarrachil, Abaré, Curaçá, Juazeiro, Sobradinho e Sento Sé.
O PM afogadense foi socorrido pelo SAMU, mas não resistiu. A morte foi confirmada pelo comandante da área. Um outro PM também morreu, identificado como Lustosa, natural de Parnamirim, além de uma mulher cuja identidade ainda não foi confirmada.
Veja nota de pesar da PM baiana:
O Comandante da 45ª CIPM/CURAÇÁ, Maj PM Leonel, manifesta sua solidariedade e externa seu mais profundo pesar pelo falecimento do Sd PM Milton Carlos Lustosa Barros e do Sd PM Jerson de Lima Batista.
Neste momento de muita tristeza, Oficiais e Praças da 45ª CIPM CURAÇÁ manifestam as mais sinceras condolências às famílias e amigos por esta inestimável perda. Que Deus em sua infinita bondade conforte o coração de cada um de nós.
Tadeu Frederico Andrade, que permaneceu 120 dias internado em hospital da Prevent Senior e quase morreu de covid-19, e o ex-médico da operadora de planos de saúde Walter Correa de Souza Neto ratificaram denúncias contra a empresa em depoimento à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (7). Imposição de “tratamento precoce”, ministração de medicamentos experimentais sem […]
Tadeu Frederico Andrade, que permaneceu 120 dias internado em hospital da Prevent Senior e quase morreu de covid-19, e o ex-médico da operadora de planos de saúde Walter Correa de Souza Neto ratificaram denúncias contra a empresa em depoimento à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (7).
Imposição de “tratamento precoce”, ministração de medicamentos experimentais sem consentimento de familiares e indicação de tratamento paliativo a pacientes que estavam em unidade de terapia intensiva (UTI) foram algumas das irregularidades apontadas pelos depoentes.
Emocionado, declarando-se um sobrevivente, Tadeu Frederico Andrade esclareceu os percalços dos 120 dias em que permaneceu internado. Assim como denúncia que fez ao Ministério Público de São Paulo, que investiga denúncias contra a Prevent Senior com o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil do Estado de São Paulo, ele detalhou à CPI a luta de sua família contra a empresa que o “condenou” a cuidados paliativos para morrer “de forma confortável”.
“Sou testemunha viva da política criminosa dessa corporação e de seus dirigentes. Quero aqui ressalvar vários profissionais da saúde, verdadeiros heróis, mas a diretoria tem uma política diferente e de imposição para os médicos que lutam pelos seus pacientes”, afirmou Andrade.
Associado há oito anos da Prevent, Andrade foi atendido inicialmente no dia 24 de dezembro de 2020, quando apresentou os primeiros sintomas da covid-19. Ele recebeu o primeiro atendimento de uma médica por telemedicina, que determinou o envio de medicamentos do “kit covid” para sua residência, a ser tomado durante cinco dias.
Não melhorou, como piorou. Assim, em 30 de dezembro, Andrade teve de procurar o pronto-socorro da Prevent, quando confirmou que estava com a covid-19 e com pneumonia bacteriana.
“Um atendimento médico no primeiro dia talvez tivesse combatido minha pneumonia. Fui internado e intubado, inicialmente, por 30 dias”, informou.
Tratamento paliativo
Foi quando a médica Daniela de Aguiar Moreira da Silva, segundo Andrade, ligou para sua filha, informando que ele seria transferido para um leito híbrido, onde receberia tratamento paliativo, teria “mais conforto” e lá morreria em poucos dias.
Com a não aceitação do fato pela família, que ameaçou buscar uma liminar judicial e procurar a mídia para denunciar o caso, a Prevent Senior recuou e o manteve na UTI, onde foi acompanhado inclusive por um médico particular, contratado pelos familiares para fiscalizar os procedimentos da continuidade do tratamento.
Além de apresentarem erroneamente à família um quadro que não era o seu, Andrade relatou aos senadores que os médicos da Prevent argumentaram que seu caso não tinha mais solução.
“seria mais confortável para o paciente morrer, vir a óbito, com bomba de morfina”. O paciente expôs ainda que acabou recebendo tratamento experimental, já que em seu prontuário constou uso de medicação para câncer de próstata.
A pedido do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o senador Otto Alencar (PSD-BA) esclareceu sobre o tratamento paliativo.
“Atividade praticada para aqueles pacientes que não tem mais nenhum tratamento curativo. Geralmente pacientes com câncer terminal, mas isso é feito por um grupo biopsicossocial. Não é uma coisa simplória, como quiseram fazer com ele”, explicou Otto.
O senador Rogério Carvalho (PT-SE) enfatizou que Andrade teve uma doença inflamatória aguda, que com tratamento é possível a reversão.
“Não era um processo degenerativo terminal. Que produziu lesões temporárias reversíveis, por isso, jamais poderia ser proposto o tratamento paliativo. Praticaram o “paliativismo” para eliminar doentes que poderiam ficar mais tempo internado e gerar mais custos”, destacou Carvalho.
Segundo Andrade, sua família soube que outros pacientes da Prevent foram encaminhados para os chamados cuidados paliativos. Ele relatou o caso de uma senhora, acompanhado por sua filha, que foi retirada da UTI e acabou indo a óbito.
“Kit covid”
Munido de habeas corpus, o médico plantonista Walter Correa de Souza Netto, que trabalhou por quase oito anos na Prevent, confirmou o depoimento da advogada Bruna Mendes Morato, representante de 12 médicos da Prevent, que à CPI afirmou que os médicos não tinham autonomia e que os pacientes recebiam um “kit-covid” com “receita pronta” para tratamento da covid-19.
Questionado pelo relator, Renan Calheiros, sobre as declarações do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre o “kit covid”, Souza Netto afirmou que podem sim ter influenciado pacientes. Ele foi enfático em dizer que os estudos comprovam, até agora, que esse tratamento não funciona.
“Pode induzir as pessoas ao erro. É uma desinformação que pode fazer com que as pessoas deixem de tomar outras medidas. Acreditando que há um tratamento inicial eficaz, podem deixar de se proteger, evitar vacinas e outras condições que podem acabar levando a pessoa ao óbito”, afirmou o médico.
Os médicos passaram a ser obrigados a prescrever o “kit covid” a partir de março de 2020. Mesmo com inadequação “crônica” com as políticas da empresa, “em um modelo voltado para os custos e não para o bem-estar que o paciente precisava”.
Souza Netto disse que se manteve na empresa por quase oito anos por necessidade de trabalho. Além disso, preferiu manter-se no atendimento do pronto socorro, e não buscou outra posições para não ter de lidar mais de perto com a política da empresa.
Quanto à prática de tratamento paliativo e redução de custos, o médico afirmou que isso não foi exclusivo do período da pandemia, mas uma política recorrente da empresa.
“Algumas situações não são exclusivas da pandemia. São coisas que acontecem na Prevent de forma crônica e estão inseridas na cultura da empresa. Existe um pequeno número de médicos, muitas vezes envolvidos com a direção, que acaba até induzindo outros médicos ao erro. Pela imposição de não ter autonomia médica, não poder pedir determinado exame. Às vezes, você tinha que negociar com quem era seu superior para fazer determinada coisa e aquilo não era autorizado. Às vezes, o paciente evoluía com gravidade ao óbito. Isso era uma política antiga da empresa”, disse o médico, que relatou outras situações em que teve a autonomia médica desrespeitada por uns dos chamados “guardiões”, que gerenciavam os demais profissionais de saúde.
Fraude
Souza Neto classificou como fraude o estudo desenvolvido na Prevent para justificar a prescrição de medicamentos como a hidroxicloroquina. Ele afirmou que internou pacientes que tomaram o “kit covid” e que ao acompanhar depois o prontuário desses pacientes via que iam a óbito.
“Havia um projeto megalômano de fazer um tratamento no Brasil que seria vendido ao mundo para revolucionar durante muito tempo a Medicina mundial, com o óbvio estímulo do Governo Federal e até mesmo, como aqui foi colocado por um depoente, eu não lembro quem foi, o próprio Ministério da Fazenda. O presidente da República chegou a fazer postagens de resultados desses estudos, da sua eficácia”, disse por sua vez o relator, Renan Calheiros.
O médico denunciou a imposição de chefias para o não uso de equipamentos de proteção individual, como máscaras, que chegou a ser obrigado a retirar para “não assustar” os pacientes. Disse ainda que viu em prontuários de alguns pacientes várias medicações que seriam aplicadas de forma experimental.
Souza Netto acredita que tenha sido demitido por se recusar a prescrever o “kit covid”, e por não acatar práticas da Prevent, como o modelo de acolhimento dos pacientes, “que não era feito de maneira correta pela empresa”, acompanhados por enfermeiros, que tinham acesso ao sistema de prontuários através da conta dos médicos.
Ele não soube afirmar se havia determinação para alteração da CID — classificação internacional de doença — dos pacientes com covid. Mas confirmou que teve acesso, legalmente, ao prontuário do falecido médico Anthony Wong, que confirma a ocorrência de covid-19, omitida no atestado de óbito.
Durante depoimento à CPI do diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, o relator Renan exibiu mensagens segundo as quais os médicos da Prevent Senior seriam orientados a fraudar os prontuários.
Assim, após 14 dias do início dos sintomas (pacientes de enfermaria/apartamento) ou 21 dias (pacientes com passagem em UTI/leito híbrido), a CID deveria ser modificada para qualquer outra, de forma a identificar os pacientes que já não tinham mais necessidade de isolamento. Os senadores classificaram essa orientação como fraude.
Hostilidade
O médico denunciou ainda que a Prevent tinha um ambiente de trabalho hostil, com clima de “lealdade e obediência”, em uma hierarquia, muitas vezes com assédio moral, num ambiente de obediência hierárquica que nunca encontrou nem quando trabalhou como bombeiro militar e policial civil. Voltar-se contra orientações superiores significava sofrer represálias pela empresa, segundo o depoente.
Disse que passou por constrangimentos, como numa vez, ao cantar o “hino dos guardiões”, médicos que seriam responsáveis por garantir que plantonistas seguissem as normas da empresa.
Ainda segundo o depoente, existia entre os médicos a noção de que “denúncias contra a Prevent não prosperam”, sejam elas feitas ao Conselhos Regional (Cremesp) ou Federal de Medicina (CFM). Havia uma aparente certeza da impunidade, segundo o depoente.
“Eu tentei fazer uma denúncia ao Cremesp na época. Mas as denúncias não podem ser anônimas, e a gente tinha muito medo. (…) Dar materialidade a essas coisas é muito difícil. Como você vai provar? A gente tinha medo de não conseguir provar e de sofrer retaliações pesadas, como eu estou sofrendo”, disse, relatando ameaças do sócio da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, e a difamação que seria promovida pela empresa contra ele.
Para os senadores Rogério Carvalho e Otto Alencar, que são médicos, os depoimentos confirmam integralmente as denúncias contra a Prevent Senior. Já o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), salientou a coragem dos depoentes e apresentou relato sobre o colapso da saúde em Manaus, no começo deste ano. As informações são da Agência Senado.
O prefeito Djalma Alves, de Solidão, recebeu os estudantes aprovados para o programa de Crédito Educativo Mais Médicos Municipal. Cicero Damião Soares Pereira, representado por sua mãe, e Larissa Maria Almeida Santos, foram os contemplados por essa iniciativa que visa incentivar e apoiar estudantes do curso de medicina. Larissa esteve presente para assinatura do contrato […]
O prefeito Djalma Alves, de Solidão, recebeu os estudantes aprovados para o programa de Crédito Educativo Mais Médicos Municipal. Cicero Damião Soares Pereira, representado por sua mãe, e Larissa Maria Almeida Santos, foram os contemplados por essa iniciativa que visa incentivar e apoiar estudantes do curso de medicina.
Larissa esteve presente para assinatura do contrato de crédito. Cicero não pôde comparecer, pois, está cursando Medicina no estado de São Paulo. No ato ele foi representado por sua mãe, Vitorina, que expressou sua gratidão ao gestor pela oportunidade oferecida aos jovens, ressaltando o impacto positivo que essas iniciativas têm na comunidade.
O Programa de Crédito Educativo Mais Médicos Municipal demonstra o compromisso do Governo de Solidão em investir no futuro dos profissionais de saúde, incentivando seu desenvolvimento acadêmico e contribuindo para a melhoria dos serviços prestados à população.
O programa de bolsas de estudo foi estabelecido pelo executivo municipal em 2021, através de uma lei, visando incentivar os solidanenses a ingressarem no ensino superior. Essa iniciativa pioneira na região auxilia financeiramente os estudantes que preenchem os critérios estabelecidos.
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