O Estado anunciou coletiva para apresentação do resultado financeiro de 2022.
Será na Secretaria Estadual da Fazenda com o Secretário Décio Padilha.
Hoje, Priscila Krause acusou o governo Paulo Câmara de gastando em meio a queda de arrecadação. Décio deve rebater o relatório.
Segundo nota, o secretário da Fazenda mostra o detalhamento do resultado financeiro de Pernambuco durante coletiva de imprensa na sede da pasta, a partir das 11h.
Segundo o Wikipedia, o Carnaval de Pernambuco acontece de forma mais forte na Região Metropolitana do Recife, principalmente nos bairros do Recife Antigo no Recife e na Cidade Alta em Olinda; mas também ocorre em diversos municípios do interior do estado. Ritmos comuns são o frevo, o maracatu, a ciranda, o coco, os caboclinhos, o manguebeat, entre outros. […]
Segundo o Wikipedia, o Carnaval de Pernambuco acontece de forma mais forte na Região Metropolitana do Recife, principalmente nos bairros do Recife Antigo no Recife e na Cidade Alta em Olinda; mas também ocorre em diversos municípios do interior do estado. Ritmos comuns são o frevo, o maracatu, a ciranda, o coco, os caboclinhos, o manguebeat, entre outros.
Considerado o “carnaval mais culturalmente diverso do país”, o carnaval pernambucano tem como característica principal a democratização da brincadeira. Os foliões participam intensamente das manifestações, sem a necessidade de uma distinção por mortalhas ou abadás. O texto serve de base para um show de fotos do nosso carnaval, seja pelas mãos de Cláudio Gomes, pelo Iphone, testemunha da nossa folia, ou por sua contribuição! Viva o carnaval!
A OndaRogério Júnior, aliviando um pouco a pressão com a família
Com Alani Ramos, nos estúdios da PajeúA OndaJúlio César e Gislene Cabral no Galo da MadrugadaCarnaval em famíliaVirgens de Luciano PiresO Boi de Genésio: 47 anos de carnavalVirgens do Bairro Cohab/Sobreira. Ela diz que é o clone de Michelli MartinsDr Lúcio Almeida, nos fazendo inveja no GaloGaaaaalooooo!
O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) anunciou, por meio das redes sociais, a convocação dos profissionais para paralisação prevista para esta quinta-feira (3). A categoria pede o fim do congelamento salarial e que seja aplicado o piso do magistério de 33,23% em toda carreira de educação. O ato simbólico está […]
O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe) anunciou, por meio das redes sociais, a convocação dos profissionais para paralisação prevista para esta quinta-feira (3).
A categoria pede o fim do congelamento salarial e que seja aplicado o piso do magistério de 33,23% em toda carreira de educação.
O ato simbólico está previsto para ser realizado em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da Aurora, na área central do Recife, às 9h.
A presidenta do sindicato, Ivete Caetano, informou por meio de vídeo divulgado no Instagram do Sintepe, que o Governo de Pernambuco apresentou uma proposta de 12,84% na primeira rodada de negociações que foi realizada na quinta-feira (27).
“Infelizmente a proposta foi aquém do esperado. Nós solicitamos uma nova rodada de negociação porque não concordamos com essa proposta”, disse no vídeo.
“O governo ofereceu uma próxima rodada no dia 11, que achamos muito longe, então solicitamos a antecipação e vamos aguardar. Enquanto isso estamos convocando a categoria para a primeira paralisação neste dia 3 de fevereiro”, completou.
Por Ricardo Kotscho – Colunista/UOL A falta de apoio das Forças Armadas na sua tentativa de decretar o Estado de Sítio foi a principal razão para Bolsonaro demitir sumariamente o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, segundo fontes militares ouvidas pela coluna. Bolsonaro queria que os militares pressionassem o Congresso a aprovar o estado […]
A falta de apoio das Forças Armadas na sua tentativa de decretar o Estado de Sítio foi a principal razão para Bolsonaro demitir sumariamente o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, segundo fontes militares ouvidas pela coluna.
Bolsonaro queria que os militares pressionassem o Congresso a aprovar o estado de exceção, que suspende garantias individuais e dá plenos poderes ao presidente. Há várias semanas o capitão já vinha preparando o terreno para adotar essa medida extrema, ao fracassar no combate à pandemia e anunciar que “o caos vem aí”.
Azevedo e Silva ainda tentou argumentar que as Forças Armadas são instituições de Estado e não de governo, mas o presidente estava decidido a tocar em frente seu plano para dar um autogolpe.
Foi o mesmo motivo da demissão do advogado Geral da União, José Levi do Amaral Junior, que se recusou a assinar a ação de Bolsonaro contra os governadores no STF. A ação, recusada pelo Supremo, foi entregue na semana passada só com a assinatura do presidente da República. Para o lugar dele na AGU, o presidente quer levar de volta André Mendonça, que tinha ido para o Ministério da Justiça.
Para o Ministério da Justiça foi o delegado da Polícia Federal Anderson Torres, que era Secretário Nacional da Segurança Pública e deve coordenar as Polícias Militares (ver final da coluna).
De forma secundária, outra recusa contribuiu também para a saída de Azevedo e Silva, que se negou a assinar a promoção do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello para general de quatro estrelas.
Bolsonaro simplesmente não admite ser contrariado e, quando isso acontece, age por impulso, o que já vinha preocupando a alta cúpula militar. O objetivo do presidente, nesta louca dança das cadeiras que desencadeou hoje, é se cercar apenas de fiéis aliados terrivelmente submissos como eram Pazuello e Araújo.
O que os militares não conseguem entender é com qual apoio o capitão pretende contar agora para levar adiante seu plano golpista, depois dos atritos com o Congresso, o STF e o mercado, sendo demonizado pela maior parte da grande mídia e com a perda de poder dos seus fanáticos seguidores nas redes sociais.
Cada vez mais só e isolado, o capitão tornou-se incontrolável.
Desde a decisão do STF de cancelar as condenações de Lula pelo ex-juiz Sergio Moro na Lava Jato, Bolsonaro entrou em parafuso, começou a atirar para todo lado e acabou promovendo o desmanche do seu próprio governo, que derrete a olho nu.
Acabou o governo Bolsonaro que tomou posse no dia 1º de janeiro de 2019. Se e quando virá outro, ninguém sabe como será.
O que se sabe é que o presidente vem há tempos trabalhando para garantir o apoio das Polícias Militares estaduais, que, somadas, têm o dobro do contingente das Forças Armadas, tirando-as do comando dos governadores contra os quais já apontou sua artilharia.
É nesse contexto que se insere o movimento do que sobrou das forças bolsonaristas no Congresso e nas redes sociais para atiçar um motim da Polícia Militar contra o governador da Bahia, Rui Costa, após um conflito na corporação neste fim de semana.
Os próximos dias, enquanto o presidente não for contido em sua escalada autoritária, prometem fortes emoções.
E tudo isso está acontecendo na antevéspera de mais um 31 de Março, aniversário do Golpe Militar de 1964 sempre defendido por Bolsonaro. Preparem-se.
G1 O Ministério Público Federal (MPF) na 5ª Região emitiu, nesta sexta-feira (16), pareceres contrários à concessão de habeas corpus para o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB) e o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte. De acordo com o documento emitido pelo MPF-5, há […]
O Ministério Público Federal (MPF) na 5ª Região emitiu, nesta sexta-feira (16), pareceres contrários à concessão de habeas corpus para o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB) e o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
De acordo com o documento emitido pelo MPF-5, há indícios de que os dois réus praticaram os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de forma continuada.
A defesa de ambos havia solicitado a revogação da prisão preventiva ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), unidade da Justiça Federal com sede no Recife para processos que tramitam em seis estados no Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte. Segundo o MPF, a manutenção da prisão preventiva dos dois ex-parlamentares é necessária para evitar a continuidade de práticas ilícitas e assegurar a efetividade da aplicação das leis penais.
Ainda de acordo com o órgão, o ex-deputado e ex-ministro do Turismo Henrique Alves, se solto, poderia manipular eventuais provas de crimes que cometeu, como ocultação de quantias ilícitas no exterior. Para o MPF, a manutenção da prisão preventiva de Henrique Alves tem o objetivo de evitar uma possível fuga para outro país, já que ele realizou viagens internacionais nos últimos anos e “tem a seu favor a logística necessária para ausentar-se do país”.
No caso de Eduardo Cunha, o MPF entende que o ex-deputado está ligado à prática de “crimes em série contra a administração pública e de lavagem de dinheiro, sempre envolvendo vultuosas quantias”. Sendo assim, o órgão concluiu que o pedido de revogação da prisão preventiva é inviável, porque implicaria em um risco efetivo à ordem pública.
Nível de ataques entre candidatos baixou o nível do último encontro antes das eleições O candidato Anderson Ferreira, que havia se ausentado dos dois últimos debates, mas tinha sinalizado mudança de estratégia, manteve a linha de não estar nos embates. Ele faltou ao último debate, na TV Jornal SBT. Assim ele e Marília Arraes, que […]
Nível de ataques entre candidatos baixou o nível do último encontro antes das eleições
O candidato Anderson Ferreira, que havia se ausentado dos dois últimos debates, mas tinha sinalizado mudança de estratégia, manteve a linha de não estar nos embates.
Ele faltou ao último debate, na TV Jornal SBT. Assim ele e Marília Arraes, que já vinha adotando essa estratégia, não participaram do encontro.
A estratégia chama a atenção pela briga entre ele e os demais postulantes ao segundo turno, onde há uma disputa voto a voto.
Com dois púlpitos vazios mostrados aos telespectadores e abertura para abrir espaço para perguntas dos ausentes, Danilo Cabral, Miguel Coelho, Raquel Lyra, João Arnaldo e Pastor Wellington participaram do encontro.
Em linhas gerais, ele reproduziu os mesmos mantras dos encontros anteriores.
O primeiro bloco foi de perguntas entre os candidatos. O Pastor Wellington perguntou a Raquel Lyra sobre transporte público. “Sendo sua família detentora de empresa de transporte, não há conflito de interesses?” Raquel: “A empresa é de transporte intemunicipal. O debate aqui é sobre o debate metropolitano. Quem vai cuidar do transporte do Recife sou eu”. Prometeu diálogo com o futuro presidente e disse que sua história não será maculada. “Aqui não existe combinação com ninguém. O governo também trata do transporte intermunicipal. O que não pode haver é conflito de interesses”.
Raquel atacou Miguel. “A licitação do transporte de Petrolina foi cancelada por fraude mos documentos”.
Raquel escolheu perguntar a Danilo Cabral. “O governo de Paulo Câmara deixa um legado muito ruim pra Pernambuco”. Citou fome no estado e a queda no teto da restauração. Danilo: “o governo Paulo Câmara deixou um legado no pior momento de sua história, com crise econômica, política e social. Bolsonaro é inimigo de Pernambuco e mesmo assim o estado ficou equilibrado. Na educação, saiu o Ideb e Pernambuco está entre as melhores escolas públicas do Brasil. Disse que Raquel não abriu leitos. “Você deixou Caruaru quebrada. E Pernambuco está equilibrado”. Prometeu duplicar a BR 232 até Serra.
Raquel: “é feio mentir. Nós cuidamos da saúde de Caruaru, abrimos leitos de UTI durante a Covid. Vamos poder cuidar de Pernambuco, zerar fila, cuidar da Restauração, concluir Mestre Dominguinhos e terminar o Hospital do Sertão. Somos campeões no índice de competitividade de Pernambuco”.
Danilo: “quem tá mantido aqui é você. Deixou rombo de R$ 26 milhões em 2021. Relatório de gestão fiscal. Como Delegada deveria ter honestidade intelectuais. Quem faz segurança é Polícia Militar e Civil. Prometeu entregar creche e não estregou, a Vila Canaã não entregou, deixou Caruaru no chão e tirou Jorge de Altinho do São João”.
Com João Arnaldo, Danilo explorou a ausência de Marília Arraes no debate. Muito triste ver Marília se ausentar, especialmente porque o vice foi aliado de Paulo Câmara, como Miguel foi e se esquivam pelo desgaste do governador. Quem se fizerem sou eu. Danilo disse que Marília faltou em votações importantes. “Marília está ao lado de ex-aliados de Bolsonaro.
João Arnaldo perguntou a Miguel Coelho sobre a queda dos indicadores sociais em sua gestão. “Petrolina tem uma das piores atenções básicas de Pernambuco. Tá provado que você é candidato das fake news”, cutucou. “É um brigando, esculhambando com o outro. Sei que você que me vê está cansado. Vai no Google ou liga pra um posto, uma farmácia. Continua sendo a melhor educação, que mais gera empregos, melhor pra se viver no Nordeste”. João Arnaldo: “às vezes me pergunto se Miguel acredita nessa mentiras. Ele e o pai estiveram com Paulo Câmara aí quando Paulo cai nas pesquisas aparecem como se fossem o novo”.
No embate com Miguel, Pastor Wellington disse que Anderson Ferreira foi o pior prefeito que Jaboatão já teve. “Queria ver onde ele colocou R$ 200 milhões em investimentos”. E chamou Marília de “candidata abortista”. Completou: “agora vejo ela andando nas igrejas”.
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