Escola de Tuparetama é destaque no Programa Criança Alfabetizada
Por André Luis
A Escola Municipal Padre Adelmo Santos Simões em Tuparetama, atualmente incorporada à ETI Regina Celi Torres, se destacou no Programa Criança Alfabetizada 2024, posicionando-se entre as cinquenta melhores escolas do Estado de Pernambuco.
De acordo com a secretária de Educação, Dione Véras, a Escola Padre Adelmo Santos Simões adotou de forma exemplar as diretrizes do programa. “Implementamos práticas pedagógicas inovadoras e focadas nas necessidades individuais de cada aluno. A dedicação dos professores, aliada ao apoio da gestão escolar, do prefeito Sávio Torres e da equipe da Educação Municipal, tem sido fundamental para alcançar esses resultados expressivos.”, comemorou Dione.
O Programa Criança Alfabetizada é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, voltada para a alfabetização de crianças, com o objetivo de garantir que todos os alunos do 1º e 2º ano do ensino fundamental sejam plenamente alfabetizados.
A metodologia do programa foca na formação continuada dos professores, com a colaboração da equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação na aplicação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA).
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Pernambuco: Paulo Câmara (PSB): 46% Armando Monteiro (PTB): 36% Zé Gomes (PSOL): 1% Miguel Anacleto (PCB): 0% Pantaleão (PCO): 0% Jair Pedro (PSTU): 0% Brancos e nulos: 8% Indecisos: 9% A pesquisa foi encomendada pela […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Pernambuco:
Paulo Câmara (PSB): 46%
Armando Monteiro (PTB): 36%
Zé Gomes (PSOL): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 0%
Pantaleão (PCO): 0%
Jair Pedro (PSTU): 0%
Brancos e nulos: 8%
Indecisos: 9%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo. No levantamento anterior, divulgado em 26 de setembro, Paulo tinha 43% e Armando, 34%.
Realizada entre os dias 1º e 2 de outubro, a pesquisa contou com 1.264 entrevistas em 45 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00036/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00933/2014.
Segundo turno : O Datafolha fez uma simulação de segundo turno entre Paulo Câmara e Armando Monteiro. Paulo Câmara (PSB) tem 48% contra 40% de Armando Monteiro (PTB). Brancos e nulos: 6% e Indecisos: 6%.
Rejeição : O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é de Pantaleão, que tem 34%. Na sequência aparecem Zé Gomes (31%), Jair Pedro (27%), Miguel Anacleto (26%), Armando Monteiro (23%) e Paulo Câmara (17%). Outros 5% votariam em qualquer candidato, 6% rejeitam todos e 15% não souberam responder.
Jorge Federal quis impor ao jornalista Ivan Maurício fazer pré campanha para sua esposa A Associação da Imprensa de Pernambuco manifestou em nota solidariedade ao jornalista Ivan Maurício. Ele foi exonerado do cargo de Diretor de Comunicação do Poder Legislativo de Olinda, no último dia 01 de abril, por não ter aceitado votar e fazer […]
Jorge Federal quis impor ao jornalista Ivan Maurício fazer pré campanha para sua esposa
A Associação da Imprensa de Pernambuco manifestou em nota solidariedade ao jornalista Ivan Maurício.
Ele foi exonerado do cargo de Diretor de Comunicação do Poder Legislativo de Olinda, no último dia 01 de abril, por não ter aceitado votar e fazer pré-campanha eleitoral para a esposa do presidente da Câmara Municipal, Jorge Federal, que é pré-candidata a vereadora do município.
“Ao tempo que nos solidarizamos com o jornalista, cuja trajetória de 52 anos de profissional guarda boa parte deles – quase duas décadas – trabalhando sob a censura prévia durante a ditadura militar, na resistência da chamada imprensa alternativa, em jornais como Opinião, Movimento, O Pasquim e Versus”.
“Não podemos deixar de manifestar nossa indignação pelo uso da força política por parte do presidente da Câmara Municipal Jorge Federal, que utilizar um cargo público para obter vantagem pessoal”, conclui. A nota é assinada pelo presidente da entidade, Múcio Aguiar.
Fundo de Participação dos Municípios acumula queda de arrecadação por conta da pandemia e prefeitos pedem extensão da MP 938 Brasil 61 As primeiras parcelas de compensação de perdas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), maior fonte de receita da maior parte das prefeituras, não foram suficientes para cobrir as quedas de arrecadação ocasionadas […]
Fundo de Participação dos Municípios acumula queda de arrecadação por conta da pandemia e prefeitos pedem extensão da MP 938
Brasil 61
As primeiras parcelas de compensação de perdas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), maior fonte de receita da maior parte das prefeituras, não foram suficientes para cobrir as quedas de arrecadação ocasionadas pela pandemia. Por isso, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) tem articulado junto à comissão mista que acompanha as ações econômicas de combate ao coronavírus para que seja estendido o prazo de compensação até dezembro.
O apoio financeiro da União foi estabelecido pela Medida Provisória 938, que transferiu recursos para as prefeituras e estados para recompor as perdas do que seria repassado do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) entre os meses de março e junho de 2020. Foram disponibilizados R$ 16 bilhões, mas as parcelas somaram, até aqui, aproximadamente R$ 6 bilhões, deixando de saldo cerca de R$ 10 bilhões.
A reivindicação é de que esse montante continue sendo repassado aos estados e municípios, já que a forte retração da atividade econômica deve continuar nos próximos meses, o que impacta os recursos transferidos pelos fundos de participação.
O presidente da CNM, Glademir Aroldi, ressalta que o Projeto de Lei 1161/20, que estende a compensação até dezembro, já foi aprovado na Câmara dos Deputados e espera apreciação no Senado. Segundo ele, a perda total de arrecadação dos municípios em 2020 é estimada em R$ 74 bilhões, sendo que, até agora, apenas R$ 23 bilhões estariam garantidos nas ajudas federais. A previsão é que a situação seja ainda pior em outubro, novembro e dezembro.
“Isso que o governo e o Congresso estão apoiando, e é um valor significativo, vai representar 30% do que será a queda de arrecadação dos municípios este ano. Então, se nada acontecer a partir de setembro, a grande maioria dos municípios terá problema com pagamento de servidores, fornecedores e terá uma dificuldade enorme nos últimos três meses do ano”, alerta.
O presidente da CNM não acredita que a completa retomada da atividade econômica ocorra até dezembro, visto que não ainda há vacina para a doença. “Até o final do ano teremos esse efeito sanfona, quando vamos abrir e fechar as atividades econômicas e isso, com certeza, impacta negativamente na arrecadação”, completa Aroldi.
O ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) afirma que a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá ser acompanhada por uma articulação voltada ao centro político. Em entrevista ao GLOBO, o ministro avalia que o principal erro do terceiro mandato foi não consolidar uma maioria simples na Câmara e no Senado, diz […]
O ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) afirma que a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá ser acompanhada por uma articulação voltada ao centro político. Em entrevista ao GLOBO, o ministro avalia que o principal erro do terceiro mandato foi não consolidar uma maioria simples na Câmara e no Senado, diz que faltou cuidado e atenção na relação com os aliados, e defende a construção de palanques estaduais capazes de assegurar governabilidade em um eventual novo mandato.
Dias atuará na coordenação de campanha da reeleição ao petista, com foco na região Nordeste. Ex-governador do Piauí e senador licenciado, o ministro afirma que é preciso retomar o diálogo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defende a prerrogativa de Lula em reenviar o nome de Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e diz que a atuação de Flávio Bolsonaro (PL) junto ao governo Donald Trump que resultou na classificação do PCC e do CV como organizações terroristas é para “abafar o escândalo do Master”.
O Globo perguntou: haverá duplo palanque em Pernambuco? Ele respondeu: “Sim. Lá temos o João Campos e a Raquel Lyra. Vamos lembrar que ela se colocou primeiro como oposição (em 2022) e no segundo turno teve uma posição mais de neutralidade, mas uma parte considerável do nosso time ficou com ela”.
E seguiu: “A eleição agora vai dizer qual é o time do governo. Hoje não está claro, tem gente que é governo em Brasília e oposição no estado, ou o contrário. Hoje, temos palanques nos estados muito melhores do que tínhamos em 2022”, completou o ministro e futuro coordenador da campanha.
A declaração atinge de morte a ideia do pre-candidato do PSB, João Campos, de ter Lula apenas em seu palanque no estado, principal estratégia para tentar vencer a governadora Raquel Lyra.
A presidente Dilma Rousseff dobrou neste mês de março o número de pronunciamentos públicos em relação ao mês anterior. Ela intensificou a quantidade de pronunciamentos do segundo mandato especialmente nas semanas anterior e posterior às manifestações de rua do último domingo (15). Entre discursos e entrevistas coletivas, a presidente fez dois pronunciamentos em janeiro, nove […]
A presidente Dilma Rousseff dobrou neste mês de março o número de pronunciamentos públicos em relação ao mês anterior. Ela intensificou a quantidade de pronunciamentos do segundo mandato especialmente nas semanas anterior e posterior às manifestações de rua do último domingo (15).
Entre discursos e entrevistas coletivas, a presidente fez dois pronunciamentos em janeiro, nove em fevereiro e 19 em março. Nas duas últimas semanas de março – antes e depois das manifestações do dia 15 –, Dilma fez oito pronunciamentos em cada uma. Na média, mais de um por dia.
Os pronunciamentos públicos ganham espaço na imprensa e por isso costumam ter mais repercussão do que outras atividades de governo da presidente. O aumento da frequência das falas públicas de Dilma neste mês coincidiu com a intensificação da crise política que o governo enfrenta.
De acordo com o Blog do Camarotti, o chamado “núcleo duro” do governo avalia que o prolongado silêncio da presidente no início do mandato permitiu que crescesse a desaprovação do governo porque ela não fazia o enfrentamento político e não respondia às críticas – em janeiro, Dilma fez somente dois pronunciamentos públicos, um dos quais o do discurso de posse.
Em março, além dasmanifestações que levaram milhares às ruas em protestos contra o governo em várias cidades do país, Dilma sofreu dificuldades políticas principalmente na relação com o Congresso Nacional.
O episódio mais recente foi ademissão do ministro da Educação, Cid Gomes, que entrou em conflito com a Câmara dos Deputados – o PMDB exigiu a saída do ministro. O caso voltou aalimentar a hipótese de uma reforma ministerial pouco mais de dois meses do início do segundo mandato de Dilma. O vice-presidente Michel Temer afirmou que a reforma “pode vir”, mas Dilma negou – “não tem reforma”, declarou.
A situação mais emblemática do desgaste político do governo foi opanelaço do dia 8 em várias cidades do país, durante o pronunciamento da presidente em cadeia nacional de rádio e TV, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Na ocasião, ela pediu “paciência” à população. Uma semana depois, a insatisfação com o governo foi detectada porpesquisa do instituto Datafolha, realizada no dia dos protestos (15 de março), e que indicou o nível mais baixo da popularidade da presidente desde o primeiro mandato (13% de aprovação e 62% de reprovação).
Neste mês, a presidente também sofreu desgaste com as críticas de aliados. No último dia 11, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que o governo “envelheceu”. Antes, ele impôs dificuldades ao governo, ao devolver, sem colocar em votação, uma medida provisória enviada pelo governo sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas.
Na última segunda, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a corrupção “está no Executivo” e não no Legislativo. Além disso, segundo informou o Blog do Camarotti, em meio à crise a presidente se desentendeu com o antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contrariado com a condução política do governo. (G1)
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