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Eriberto Medeiros é o novo presidente da Alepe

Por André Luis
Foto: Roberto Soares/Alepe

Do blog da Folha

O deputado Eriberto Medeiros (PP) foi um consenso entre o seu partido e o PR para ser indicado, eleito e conduzido à presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Depois de uma articulação feita pelo presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte.

“Agradeço ao pastor Cleiton Collins pelo gesto de abrir mão da disputa interna do PP em busca de um consenso e ao presidente do partido, deputado Eduardo da Fonte, que de forma democrática ouviu os membros do partido”, disse Medeiros.

O presidente eleito teve 40 votos, com 6 votos nulos e outros 2 em branco. Nos bastidores, comenta-se que os votos em branco poderiam ter vindo de PSB e PSD , que estariam insatisfeitos com a escolha. O deputado Edilson Silva (PSOL) representou a única candidatura de oposição.

Eriberto Medeiros terá 51 cargos disponíveis em relação à antiga presidência, do deputado Guilherme Uchoa – falecido em 3 de julho.

40 votos para Eriberto Medeiros

6 votos nulos

2 em branco

Outras Notícias

Arcoverde: Wellington Maciel tem 76,5% de aprovação, diz Múltipla

Um levantamento realizado entre os dias 10 e 12 de dezembro na cidade de Arcoverde mostrou que o prefeito da cidade, Wellington Maciel, tem a gestão aprovada pela população do município do sertão de Pernambuco.  De acordo com o Múltipla Instituto de Pesquisa, 76,5% dos arcoverdenses aprovam o trabalho do emedebista. A pesquisa mostrou que […]

Um levantamento realizado entre os dias 10 e 12 de dezembro na cidade de Arcoverde mostrou que o prefeito da cidade, Wellington Maciel, tem a gestão aprovada pela população do município do sertão de Pernambuco. 

De acordo com o Múltipla Instituto de Pesquisa, 76,5% dos arcoverdenses aprovam o trabalho do emedebista.

A pesquisa mostrou que o prefeito tem bons números em diferentes aspectos. Dos 310 entrevistados, 78,1% classificaram Wellington Maciel como um político trabalhador. Além desse índice, mais da metade da população (58,4%) avalia o desempenho dele a frente da prefeitura de Arcoverde como ótimo ou bom.

O índice de confiança no prefeito de Arcoverde também se manteve em um nível elevado. Para 67,1% dos entrevistados, o emedebista é um político confiável. Outros 61,6% afirmam acreditar que Wellington Maciel é um prefeito honesto.

Avaliação do Congresso piora em meio a trégua com Bolsonaro, aponta Datafolha

Outro polo de conflito com o presidente, STF manteve rejeição estável, mas oscilando negativamente Igor Gielow/Folha de São Paulo O arrefecimento do conflito institucional alimentado por Jair Bolsonaro no primeiro semestre coincidiu com uma piora da avaliação do Congresso Nacional. Segundo pesquisa do Datafolha, a avaliação negativa do Legislativo subiu cinco pontos percentuais, três acima […]

Outro polo de conflito com o presidente, STF manteve rejeição estável, mas oscilando negativamente

Igor Gielow/Folha de São Paulo

O arrefecimento do conflito institucional alimentado por Jair Bolsonaro no primeiro semestre coincidiu com uma piora da avaliação do Congresso Nacional.

Segundo pesquisa do Datafolha, a avaliação negativa do Legislativo subiu cinco pontos percentuais, três acima da margem de erro, do fim de maio para cá.

O Supremo Tribunal Federal, outro polo de conflito com Bolsonaro durante a primeira metade do ano, manteve sua avaliação estável —embora oscilando negativamente, dentro da margem.

O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia

O Datafolha fez seu levantamento com 2.065 pessoas por telefone, em 11 e 12 de agosto.

Olhando as médias, a atual legislatura mantém certa estabilidade, após uma queda mais acentuada no auge da disputa com o Executivo.

Em relação à pesquisa feita em 25 e 26 de maio, a aprovação do Congresso se manteve estável: de 18% para 17% de ótimo e bom. Já a reprovação subiu de 32% para 37%. Os que acham o trabalho de deputados e senadores regular oscilaram negativamente de 47% para 43%.

Enquanto isso, a atuação dos 11 ministros do STF se manteve estável. O índice de ótimo e bom oscilou de 30% para 27%, o de regular, de 40% para 38%, e o de ruim/péssimo, de 26% para 29%.

Na rodada anterior, tanto a corte quanto o Congresso haviam experimentado uma queda na rejeição popular ante a pesquisa feita em dezembro de 2019: os ministros, de 39% a 26%, e os parlamentares, de 45% para 32%.

Até o fim de junho, a temperatura política foi extremamente alta. Bolsonaro e o Congresso tiveram uma queda de braço pelo manejo do Orçamento e, depois, pelas medidas de combate à pandemia. Isso se somou à retórica usual do presidente, de negação da política de coalizão e crítica contumaz aos partidos.

No Supremo, os conflitos foram ainda mais profundos, com decisões de ministros levando Bolsonaro a adotar uma agenda clara de enfrentamento com a corte. Ela incluiu notas ameaçadoras e presença em atos antidemocráticos pedindo o fechamento dos Poderes rivais.

Isso ocorreu na primazia dada a governadores e prefeitos sobre a questão da abertura do comércio na crise e no veto à nomeação de Alexandre Ramagem como diretor da Polícia Federal, por exemplo.

A tensão só anuviou a partir de 18 de junho, quando foi preso Fabrício Queiroz, amigo de Bolsonaro e ex-assessor de seu filho Flávio, investigado no caso das “rachadinhas”.

De lá para cá, com um flanco judicial exposto, Bolsonaro amenizou todas as suas críticas e passou a vender uma imagem mais conciliadora.

Tendo arregimentado partidos do centrão em troca de cargos, o que sempre criticou, já havia gerado um ambiente para dissuadir tentativas de impeachment.

Isso se refletiu, aliado aos efeitos do auxílio emergencial da pandemia, em uma melhora na avaliação do presidente, que em 37% de ótimo e bom está no melhor patamar de seu mandato.

Na base bolsonarista, aferiu o Datafolha, o mau humor segue maior com a corte máxima do país.

Enquanto a avaliação do Congresso não muda muito entre aqueles que consideram o governo bom ou ótimo, a rejeição sobe bastante quando quem é avaliado é o STF.

Neste caso, a avaliação de um trabalho ruim ou péssimo é de 41%, número que vai a 46% entre os que dizem sempre confiar no que o presidente diz. Os mais ricos são os mais críticos aos Poderes avaliados.

No grupo que ganha mais de 10 salários mínimos, 51% rejeitam o Congresso e 52%, o Supremo.

A melhor aprovação dos parlamentares vem dos mais pobres, 22% de ótimo e bom, e dos menos instruídos (21%). Em relação aos magistrados, são 31% e 32% de aprovação nos mesmos grupos, respectivamente.

A crítica aos dois Poderes é maior entre empresários e funcionários públicos.

Já a aprovação maior, no recorte de ocupações, ocorre entre donas de casa para o Congresso (28%) e assalariados sem registro em relação ao Supremo (42%). Regionalmente, a aprovação e rejeição são homogêneas.​

As entrevistas foram feitas por telefone devido a Covid-19.

Prefeitura homenageia ambientalistas de Serra Talhada

Dentro da programação do Junho Verde, a Secretaria de Meio Ambiente de Serra Talhada (SEMMA) promoveu um café da manhã e debate com diversos ambientalistas locais, na quarta-feira (13), no CEU das Artes, na Caxixola. Na oportunidade, foram homenageadas 24 personalidades que atuam na preservação ambiental no município, incluindo professores, ativistas ambientais, sindicalistas, representantes de […]

Dentro da programação do Junho Verde, a Secretaria de Meio Ambiente de Serra Talhada (SEMMA) promoveu um café da manhã e debate com diversos ambientalistas locais, na quarta-feira (13), no CEU das Artes, na Caxixola.

Na oportunidade, foram homenageadas 24 personalidades que atuam na preservação ambiental no município, incluindo professores, ativistas ambientais, sindicalistas, representantes de ONG’s, representantes de entidades, entre outros.

Relação de homenageados (as):

01- Homem Bom Magalhães

02- Padre Afonso de Carvalho

03- Prof. Paulo César Gomes

04- Alejandro Garcia (In memoriam)

05- Ema Kehrle

06- Rodrigo Ferraz Jardim Marques

07- Profa. Ana Maria Camelo da Silva Medeiros

08- Prof. Alexsandro Bezerra Correia Bilar

09- Profa. Maria Waleska Camboim Lopes de Andrade

10- João Júlio Frederico Marcelo Pinto Lemos

11- Profa. Eliete Pereira Viturino

12- Prof. Walber Santos Baptista

13- Prof. Miguel Leonardo Lima Filho

14- Espedito Brito da Silva (Coordenador do CECOR)

15- Daniela Epaminondas

16- Tamires Daiane Ferreira do Nascimento

17- Prof. Alberto Rodrigues de Oliveira

18- Prof. Wellington Jorge Cavalcanti Lundgren

19- Profa. Luzia Ferreira da Silva

20- Olimpio Menezes Leal Neto

21- George Carlos do Nascimento

22- Josefa Pereira de Lima

23- Prof. Manoel Vicente

24- Claudevan José dos Santos

Tudo bem na cirurgia de Bolsonaro

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi bem-sucedida, segundo o boletim médico divulgado na tarde deste domingo (8) pela equipe médica do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com o boletim, foi implantada uma tela de reforço de polipropileno para a correção da hérnia que se formou no abdome de […]

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi bem-sucedida, segundo o boletim médico divulgado na tarde deste domingo (8) pela equipe médica do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com o boletim, foi implantada uma tela de reforço de polipropileno para a correção da hérnia que se formou no abdome de Bolsonaro.

Esta foi a quarta cirurgia à qual Bolsonaro se submete desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

A cirurgia, que durou quase cinco horas, foi comandada pelo médico Antônio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atentado ocorrido há quase um ano.

A previsão inicial dos médicos era de duas horas de cirurgia. Demorou mais que o previsto porque havia uma grande quantidade de aderência na alça intestinal que atravessou a hérnia. Foi preciso remover todas com cuidado pra não ferir o intestino.

Bolsonaro não irá para a UTI. Vai direto pro quarto e será acompanhado diariamente pela equipe médica. “Não devemos fazer novos exames de imagem”, disse Macedo em entrevista coletiva após a cirurgia. “Mexeu muito com o intestino que estava fortemente aderido à parede abdominal.”

Aprovação de Raquel Lyra é de 64%, diz Múltipla

O Múltipla avaliou também a gestão Raquel Lyra em Pernambuco. Um total de 64% dizem aprovar o governo, contra 28% que desaprovam. Já 8% não opinaram. Quando a população é chamada a classificar a gestão, 29% dizem ser boa, 14% afirmam ser ótima, 36% a tratam como regular, 5% a colocam como ruim e 12%, […]

O Múltipla avaliou também a gestão Raquel Lyra em Pernambuco. Um total de 64% dizem aprovar o governo, contra 28% que desaprovam. Já 8% não opinaram.

Quando a população é chamada a classificar a gestão, 29% dizem ser boa, 14% afirmam ser ótima, 36% a tratam como regular, 5% a colocam como ruim e 12%, péssima. Não opinaram 4%.

Os dados mostram relativa estabilidade com pequena curva ascendente em relação aos levantamentos anteriores.  Em junho, 62% dos pernambucanos aprovavam a gestão da governadora, enquanto 26% desaprovavam. Outros 12% não opinaram.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 00028/2026/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 24 a 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.