Eraldo Feijó nega acordo prévio para vice e diz que Totonho não foi feliz em declaração
Por Nill Júnior
O empresário Eraldo Feijó falou hoje em entrevista ao programa Manhã Total das declarações do ex-prefeito Totonho Valadares, que disse que “começaria errada a Frente Popular se tirasse um candidato a vice prefeito do bolso”, respondendo provocação do ouvinte Marcos Monthinelly, quando perguntou o que ele achava do fato de já estar supostamente adiantada esta discussão.
“Respeito muito Totonho, mas não é hora de trazer esse assunto. Eleição é ano que vem. Estou há 15 anos na Frente e nunca foi assim a escolha. Porque seria agora? A Frente Popular é ampla”. E acrescentou: “Não precisa ser vice ou prefeito ou ajudar. Ele (Totonho) não foi feliz na sua colocação. Não deveria se evolver com opinião particular”, acrescentou, fazendo referência ao fato de – segundo ele – o blogueiro Marcos Monthinely militar na oposição.
Eraldo defendeu que antes da definição de nomes e estratégia política da Frente, se aguarde os encaminhamentos da Reforma Política. “As regras podem ser mudadas”. Ele afirmou ainda que o processo da Frente sempre foi norteado por critérios. “Totonho já foi votado seis vezes”, colocou.
Perguntado se colocaria o nome para discussão em 2016, Feijó disse que seu nome estaria a disposição, mas não como prioridade pessoal. “Tenho que estar a disposição para o embate. Mas serei o primeiro a defender um projeto”. Eraldo defendeu a gestão Patriota como sendo “excelente” e disse que respeitou a decisão de não realizar a reforma administrativa que o colocaria na pasta de Desenvolvimento Econômico “por conta da conjuntura”.
A oposição em Afogados da Ingazeira acompanha com expectativa o andamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e de uma representação especial que tramitam na Justiça Eleitoral contra a chapa da Frente Popular, formada pelo prefeito Alessandro Palmeira e o vice Daniel Valadares. Em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, nesta […]
A oposição em Afogados da Ingazeira acompanha com expectativa o andamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e de uma representação especial que tramitam na Justiça Eleitoral contra a chapa da Frente Popular, formada pelo prefeito Alessandro Palmeira e o vice Daniel Valadares.
Em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (20), o advogado, ex-vereador e ex-candidato a vice-prefeito Edson Henrique comentou os desdobramentos do caso, destacando a unificação das ações judiciais e o papel fundamental do inquérito conduzido pela Polícia Federal.
Unificação das ações
Segundo Edson, embora as ações tenham sido ajuizadas em momentos diferentes, ambas tratam dos mesmos fatos, ainda que com “materialidades” distintas — ou seja, com diferentes provas e elementos. No dia 28 de abril, o juiz eleitoral determinou a unificação dos processos.
“Foi um passo importante, porque agora todo o acervo de provas e indícios passa a tramitar em uma única ação. Isso fortalece o processo e o torna mais consistente”, explicou.
Após a unificação, foi aberto o prazo para indicação de testemunhas, encerrado em 9 de maio. “A coligação União Pelo Povo apresentou seu rol; a Frente Popular, no entanto, não se manifestou dentro do prazo”, informou Edson.
Espera pelo inquérito da PF
A pedido do Ministério Público, o processo foi temporariamente suspenso até a conclusão do inquérito da Polícia Federal, prevista para 30 de junho. A oposição concordou com o pedido, por considerar que a investigação federal trará provas determinantes.
“Apesar de já haver elementos suficientes, faltava a ‘liga’, que está justamente no relatório final da PF. Sem ele, o processo não estaria maduro o suficiente para julgamento”, disse Edson.
Ele também defendeu que a próxima audiência só seja realizada após o dia 30 de junho. “Esse prazo já foi dilatado. Não há mais justificativa para novas prorrogações.”
Confiança no desfecho
Edson Henrique demonstrou confiança no trabalho da Justiça Eleitoral e da Polícia Federal. “A gente acredita na lisura das instituições e num desfecho justo. Temos uma defesa técnica sólida e confiante.”
Segundo ele, as denúncias que deram origem ao processo não foram articuladas pela oposição, mas surgiram de dentro da própria Frente Popular. O pivô do escândalo, segundo Edson, foi o ex-secretário de Finanças do município, Jandson Henrique, que também atuava como um dos coordenadores da campanha de Sandrinho.
Acusações e provas
O processo reúne denúncias de corrupção eleitoral, abuso de poder político e econômico, e caixa dois. De acordo com Edson, os elementos reunidos até o momento são graves e suficientes para sustentar a cassação da chapa.
“Foram apreendidos R$ 240 mil em autorizações de abastecimento de combustível e R$ 35 mil em espécie com o secretário de Finanças. As ordens tinham a sigla ‘MJSL’, que presumimos significar ‘majoritária Sandrinho Leite’. Algumas dessas autorizações eram destinadas a candidatas eleitas como Luciene do Sindicato e Simone da Feira.”
Segundo ele, o dinheiro não aparece nas prestações de contas das campanhas. “Onde está esse dinheiro? Qual sua origem? Isso precisa ser esclarecido.”
“Se a análise de mérito confirmar que houve interferência indevida no processo eleitoral, não tenho dúvidas de que a chapa será cassada.”
Possíveis desdobramentos
Mesmo que haja condenação em primeira instância, a cassação não tem efeito imediato por conta do efeito suspensivo dos recursos eleitorais. O afastamento do mandato só ocorre após uma segunda condenação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
“Nesse caso, o presidente da Câmara assume provisoriamente e tem até 90 dias para convocar uma nova eleição. O recurso ao TSE não impede esse afastamento”, explicou. Ele citou como exemplo o caso de Pesqueira, onde uma nova eleição foi convocada após decisão do TRE, ao contrário do processo de Tabira, que teve uma tramitação distinta por envolver um candidato não eleito.
Expectativa de decisão
Com a previsão de conclusão do inquérito da PF em junho, Edson estima que a audiência seja marcada para julho. “A Justiça Eleitoral é mais célere. Após a audiência e as alegações finais, o processo segue para julgamento. Acreditamos que até agosto teremos uma decisão em primeira instância.”
Detalhes foram divulgados pela PM Atualizado às 7h55 Foi localizado pela polícia um Onix a serviço da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com ocupantes fazendo uso do veículo para tráfico de drogas. O encontrado servia à Secretaria de Assistência Social, no programa Criança Feliz. A Polícia Civil está fazendo ouvidas e colhendo mais detalhes. Segundo […]
Foi localizado pela polícia um Onix a serviço da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com ocupantes fazendo uso do veículo para tráfico de drogas.
O encontrado servia à Secretaria de Assistência Social, no programa Criança Feliz. A Polícia Civil está fazendo ouvidas e colhendo mais detalhes.
Segundo o boletim da PM, o efetivo do 23º BPM recebeu uma denúncia de que um acusado havia ido à cidade de Tabira com outros três indivíduos para adquirir drogas ilícitas. Para isso utilizando o veículo Chevrolet/Onix 10MT Joye, cor branca, ano 2019, a serviço da Prefeitura de Afogados.
O veículo foi abordado após informação de que teria ido à cidade de Tabira.
Durante revista no veículo e nos ocupantes, os PMs encontraram nove invólucros de cocaína. Os três foram encaminhados à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO.
É o segundo carro em uma semana de uso da Prefeitura envolvido em situação de crime. O carro placas PED 0244, outro Ônix, sumiu do pátio do Setor de Transportes da Prefeitura há praticamente uma semana. Esse carro em questão era locado à BPM Serviços. Ainda não há pistas.
De 7 a 11 de novembro, o Curso de Direito da Faculdade do Sertão do Pajeú (FASP) vivencia atividades relacionadas à XVII Semana Nacional de Conciliação. A campanha em prol da conciliação e da resolução consensual de conflitos é realizada anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça e, neste ano, conta com ações também na FASP. […]
De 7 a 11 de novembro, o Curso de Direito da Faculdade do Sertão do Pajeú (FASP) vivencia atividades relacionadas à XVII Semana Nacional de Conciliação.
A campanha em prol da conciliação e da resolução consensual de conflitos é realizada anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça e, neste ano, conta com ações também na FASP.
A parceria é fruto do convênio celebrado entre a FASP e o TJPE para a abertura da Câmara Privada de Mediação e Conciliação, que tem o propósito de promover a conciliação e intensificar a pacificação social.
No primeiro dia de atividades, a advogada Aline Sposito ministrou a oficina “Solução consensual de conflitos penais”, voltada à prática processual penal. Na terça-feira, o auditório da FASP recebeu a palestra “Métodos alternativos de solução de conflitos e Justiça restaurativa”, proferida pela Professora Helena Castro, Doutora em Direito.
Durante toda a semana, os alunos acompanharão a prática real em audiências de conciliação e mediação no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC).
A pré-candidata a prefeita pela oposição, Madalena Britto (PSB), teve um encontro com o presidente do Flamengo de Arcoverde, Gabriel Castilho, onde tratou de vários temas ligados aos esportes e também da participação do clube no Campeonato Pernambucano de Futebol da Série A, após cinco anos. A última participação na Série A do pernambucano foi […]
A pré-candidata a prefeita pela oposição, Madalena Britto (PSB), teve um encontro com o presidente do Flamengo de Arcoverde, Gabriel Castilho, onde tratou de vários temas ligados aos esportes e também da participação do clube no Campeonato Pernambucano de Futebol da Série A, após cinco anos. A última participação na Série A do pernambucano foi em 2019.
“Conversamos sobre o presente e o futuro do Flamengo e dos esportes em nossa cidade, que precisa ter a atenção retomada. Não se aceita que os desportistas de Arcoverde não tenham direito de assistir aos jogos da equipe que representa a cidade no Campeonato Pernambuco da Série A, algo que tinha acontecido pela última vez em 2019. Sempre buscamos e fizemos as reformas necessárias para receber os jogos como determinava a Federação Pernambucana de Futebol”, disse Madalena.
No encontro, a ex-prefeita revelou seu desejo de retomar e ampliar os investimentos tanto na melhoria do estádio municipal, nas quadras poliesportivas municipais, como nos esportes amadores, a exemplo do basquete, vôlei, futsal, handebol e com um olhar especial para o futebol feminino que ainda não tem o devido espaço em Arcoverde.
Gabriel Castilho destacou a importância do projeto que o Flamengo representa para Arcoverde, que trouxe o profissionalismo mais moderno para o futebol local, além de gerar empregos, tem hoje 35 funcionários, e oportunidades para jovens em três divisões: Sub 13, Sub 15 e profissional; a geração de renda, com os investimentos sendo aplicados no comércio local.
Paralelo a isso, ele destaca ainda a escolinha de futebol que insere mais crianças no mundo dos esportes. O empresário também comenta sobre a tristeza que é jogar fora de “casa” por conta do gramado em estado péssimo, ele ressalta sobre a falta de boa vontade e profissionalismo do atual poder público para lidar com o gramado e manutenções do estádio que estão comprovadas em convênio. Isso é ruim para todos, a cidade, o clube, o povo e principalmente a economia local.
A ex-prefeita Madalena Britto ressaltou que entre seus projetos para o futuro de Arcoverde está o estreitamento das relações entre o município e o Flamengo de Arcoverde, bem como a troca de experiências para poder investir ainda mais e melhor nos esportes em geral, a exemplo do futsal e futebol feminino.
“Investir nos esportes amadores, a exemplos do basquete, futsal, handebol, seja masculino ou feminino, no futebol, na melhoria do Estádio municipal, das quadras poliesportivas, no estreitamento das relações com o futebol profissional e nos esportes em geral, é um instrumento importantíssimo para a formação de nossas crianças e jovens, tendo um olhar especial para o futebol feminino, que vem sendo esquecido pela administração municipal. Isso é o que queremos de volta à Arcoverde”, finalizou Madalena.
Comissões presididas por parlamentares do PL, partido de Jair Bolsonaro, precisaram cancelar reuniões deliberativas com moções de apoio político ao ex-presidente na pauta, marcadas para esta terça-feira (22). Em protesto, deputados da oposição que estavam no local para as sessões estenderam uma faixa de apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O cancelamento ocorreu […]
Comissões presididas por parlamentares do PL, partido de Jair Bolsonaro, precisaram cancelar reuniões deliberativas com moções de apoio político ao ex-presidente na pauta, marcadas para esta terça-feira (22).
Em protesto, deputados da oposição que estavam no local para as sessões estenderam uma faixa de apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O cancelamento ocorreu após uma proibição do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), segundo adiantou o blog do Valdo Cruz, no g1.
A presença de Jair Bolsonaro chegou a ser confirmada por integrantes do partido, mas ele não foi à Câmara.
Motta proibiu, em ato publicado no Diário Oficial da Câmara, a realização de reuniões de comissões na Casa durante o recesso.
Ele já havia avisado que atividades parlamentares no período não estariam permitidas, por conta de reformas. Mas, deputados aliados de Bolsonaro descumpriram a orientação e convocaram sessões das comissões que presidem.
Após a notícia do cancelamento, os parlamentares presentes anunciaram que dariam uma coletiva à imprensa. Eles reclamaram da decisão do presidente da Casa, e falaram em “censura”.
Foi neste momento que os deputados Sargento Fahur (PSD-PR) e Delegado Caveira (PL-PA) seguraram a bandeira, durante a coletiva. Porém, alguns presentes condenaram o ato. “Tira essa bandeira daqui”, criticou um deputado.
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