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Equipe da Berso realiza visita ao município de Sertânia

Por André Luis

Sertânia recebeu a visita da equipe da Biorrefinaria Experimental de Resíduos Sólidos Orgânicos (Berso), coordenada pelo Prof. Dr. Rômulo Menezes, no último dia 23, como parte integrante das ações estratégicas do Núcleo de Extensão NEMIP (Núcleo de Extensão e Cultura do Sertão do Moxotó, Ipanema e Pajeú), coordenado pelo Prof. Dr. Flávio José da Silva (Depto Eng. Mecânica-CTG/UFPE).

Estiveram presentes no encontro o prefeito, Ângelo Ferreira; os secretários Renato Remígio (Serviços Públicos), Antônio Cajueiro (Gabinete), Paulo Henrique Ferreira (Desenvolvimento Social e Cidadania) e Jozenilda Batista (Agricultura e Meio Ambiente), o gerente geral, Luciano Laet e o técnico de Segurança, José Jandson.

A gestão do Governo Municipal de Sertânia tem apoiado as iniciativas da Berso. Essa ação teve como objetivo discutir estratégias para o Subprojeto 2 – Pesquisa, inovação e capacitação para apoio à gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos, inserido no convênio do NEMIP entre a prefeitura de Sertânia e a UFPE.

Entre as ações planejadas, podem ser destacadas o desenvolvimento e o teste de dispositivos eletrônicos de baixo custo para a localização e rastreamento de veículos específicos da frota de limpeza urbana municipal. Além disso, estão previstas ainda a concepção e a criação de aplicativos de gerenciamento de dados voltados ao setor de gestão de resíduos sólidos para o município em momentos mais avançados do projeto.

Outras Notícias

Afogados FC vence Flamengo de Arcoverde no clássico do Sertão

Jogando no estádio Áureo Bradley, em Arcoverde, o Afogados conquistou sua primeira vitória no Campeonato Pernambucano, ao vencer o Flamengo por 1 a 0, na tarde deste domingo, em jogo válido pela 5ª rodada do estadual. O gol do Afogados foi marcado por Willian Marcelino, aos 23 minutos do segundo tempo, o Afogados ainda teve outra chance […]

Foto: Cláudio Gomes. Informações: Romário Silva

Jogando no estádio Áureo Bradley, em Arcoverde, o Afogados conquistou sua primeira vitória no Campeonato Pernambucano, ao vencer o Flamengo por 1 a 0, na tarde deste domingo, em jogo válido pela 5ª rodada do estadual.

O gol do Afogados foi marcado por Willian Marcelino, aos 23 minutos do segundo tempo, o Afogados ainda teve outra chance de marcar com Etinho, mas a bola esbarrou no travessão e o jogo terminou 1 a 0 para o tricolor.

Com a vitória, o Afogados entra no grupo de classificados para a segunda fase do Campeonato Pernambucano, com seis pontos conquistados, ocupando a 6ª colocação.

Opinião: Lula tem 54,2% contra 23,8% de Bolsonaro

Na corrida pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula (PT) lidera com folga a rodada de junho da pesquisa de intenção de voto em Pernambuco. É o que diz pesquisa do Instituto Opinião em parceria com o Blog do Magno.  Se as eleições fossem hoje, ele teria 54,2% dos votos e Bolsonaro 23,8%. Ciro Gomes, […]

Na corrida pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula (PT) lidera com folga a rodada de junho da pesquisa de intenção de voto em Pernambuco.

É o que diz pesquisa do Instituto Opinião em parceria com o Blog do Magno. 

Se as eleições fossem hoje, ele teria 54,2% dos votos e Bolsonaro 23,8%. Ciro Gomes, do PDT, aparece com 3,5%, André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB) surgem com o mesmo percentual – 0,8%.

Felipe D’Ávila (Partido Novo) foi citado por 0,3% dos entrevistados, Vera Lúcia (PSTU) por 0,2% e Pablo Marçal (Pros) 0,1%. Brancos e nulos somam 8,5% e indecisos apenas 7,5%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome preferido do seu candidato sem o auxílio da cartela, Lula também lidera com 47,1%, enquanto Bolsonaro aparece com 21,4%. Ciro tem apenas 1,2%, Simone Tebet 0,3%, Janones 0,1%, Felipe 0,1% e Pablo Marçal 0,1%. Brancos e nulos somam 7,2% e indecisos sobem para 22,5%.

Quanto à rejeição, Bolsonaro lidera. Entre os eleitores entrevistados, 48,1% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto a rejeição de Lula é da ordem de 21,3%, seguido por Ciro Gomes, com 3,3%, Luciano Bivar 0,7% e Janones 0,4%.

A pesquisa foi a campo entre os dias 11 a 14 de junho, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios das mais diversas regiões do Estado.  O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A pesquisa está registrada sob os protocolos BR-02808/2022 e PE-02007/2022.

Entrevista: Cunha diz que com investigação, será difícil Moreira Franco ficar

Estadão O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acusou o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, homem forte do governo Michel Temer, de estar por trás de irregularidades na operação para financiar obras do Porto Maravilha, no Rio. Ao classificar Moreira como “o cérebro” da gestão Temer, Cunha disse que o novo plano […]

ecEstadão

O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acusou o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, homem forte do governo Michel Temer, de estar por trás de irregularidades na operação para financiar obras do Porto Maravilha, no Rio.

Ao classificar Moreira como “o cérebro” da gestão Temer, Cunha disse que o novo plano de concessões “nasce sob suspeição” e deu sinais de que pode atingir o presidente. “Na hora em que as investigações avançarem, vai ficar muito difícil a permanência do Moreira no governo”, afirmou, na primeira entrevista exclusiva após perder o mandato.

Ex-presidente da Câmara, Cunha é suspeito de ter cobrado da empreiteira Carioca Engenharia R$ 52 milhões de propina em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) para o Porto Maravilha, projeto de revitalização da região portuária. Ele chama a denúncia de “surreal” e aponta o dedo para Moreira.

Cunha também criticou Temer, por “aderir ao programa de quem perdeu a eleição”. E prometeu revelar bastidores do processo de impeachment de Dilma Rousseff em livro que lançará no fim do ano. “Vai ser um presente de Natal.”

O governo avalia que a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, na última semana, enfraquece as manifestações “Fora, Temer”. O sr. concorda?

Tudo depende do que está motivando a sociedade para o “Fora, Temer”. Mas temos um problema: o Michel foi eleito com a Dilma com um programa que ela não cumpriu. E ele também não está cumprindo. Por outro lado, ele aderiu ao programa do PSDB e do DEM, que perderam a eleição. Que o Brasil precisa de reforma previdenciária, trabalhista, não tenho dúvida. Mas é difícil fazer uma coisa muito radical, no meio de um mandato, com alguém sem a legitimidade de estar discutindo isso debaixo de um processo eleitoral.

O sr. acha que o presidente Temer não tem legitimidade?

Ele tem legitimidade. Eu disse que talvez não tenha para um programa radical, contrário àquilo que foi colocado no processo eleitoral. A população aplaudiu porque tirou a Dilma, mas não está satisfeita.

O sr. está dizendo que não queriam Dilma, mas também não querem Temer…

Não querem porque não se sentem representados. Me preocupa um jovem virar para mim na rua, me cumprimentar e dizer: “Parabéns, a gente queria tirar essa mulher, queria tirar o PT, mas não tem por que entubar esse vice”.

E o que ele deve fazer?

Acho que tem de ser uma coisa mais light, tentando recuperar aquilo que a Dilma descumpriu, sem movimentos radicais. Uma vez o próprio Michel disse o seguinte: “A presidente não vai conseguir se aguentar com esses índices de popularidade”. Só que ele está (em situação) semelhante. Dilma precisava recuperar popularidade. Ele precisa ganhar, porque não tem. O Michel tem de tomar cuidado porque, no fundo, o PSDB quer jogar a impopularidade no colo dele para depois nadar de braçada. Mas quem manda no governo é o Moreira Franco.

Por que o sr. chamou Moreira Franco de eminência parda?

Ele é muito mais do que eminência parda. Moreira Franco, que se diz sociólogo, é o cérebro do governo. Foi ele que articulou a candidatura do genro, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para ser presidente da Câmara, atropelando a base aliada.

Dilma dizia que o sr. era quem mandava no governo interino.

Fica claro hoje que não era. O Moreira Franco era vice-presidente (de Fundos e Loterias) da Caixa, antes do Fábio Cleto, que fez a delação falando de mim. Quem criou o FI-FGTS na Caixa foi o Moreira Franco. Toda a operação no Porto Maravilha foi montada por ele. No programa de privatização, dos R$ 30 bilhões anunciados, R$ 12 bilhões vêm de onde? Do Fundo de Investimento da Caixa. Ele sabe de onde tirar dinheiro. Esse programa de privatização começa com risco de escândalo. Nasce sob suspeição.

Delatores dizem que o sr. recebeu propina na obra do Porto Maravilha. E Fábio Cleto era ligado ao sr., seu braço-direito na Caixa.

Fábio Cleto era ligado à bancada do PMDB e eu desminto qualquer recebimento de vantagem indevida. Acho engraçado quando você pega e fala de delação, citando Porto Maravilha, quando quem conduziu toda a negociação e abertura de financiamento, em conjunto com o prefeito do Rio (Eduardo Paes), foi o Moreira. E agora aparece uma denúncia e é contra mim? Isso é surreal. Quem comandava e ainda comanda o FI (Fundo de Investimento) chama-se Moreira Franco. E lá tem muitos financiamentos concedidos que foram perdas da Caixa. Na hora em que as investigações avançarem, vai ficar muito difícil a permanência do Moreira no governo.

De que perdas o sr. fala?

Uma de que me lembro foi da Rede Energia. Outra foi da Nova Cibe. O uso de energia, na época, teve escândalo grande.

O sr. tem provas em relação a Moreira Franco?

Estou levantando suspeição, em minha defesa, por uma razão muito simples. Há um inquérito instaurado com uma delação do Fábio Cleto em cima de uma operação que foi feita quando Moreira era vice-presidente da Caixa.

Na última semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator da Lava Jato, autorizou a remessa para a Justiça Federal do Paraná da ação em que o sr. é acusado de corrupção por manter contas na Suíça para recebimento de propina da Petrobrás. O sr. tem medo de ser preso?

Medo? Nenhum. Não há provas contra mim. Só se for uma motivação de natureza política. Não se pediu prisão na denúncia apresentada contra o Lula. Por que fariam em relação a mim?

O Ministério Público diz que Lula é o “comandante máximo” da corrupção na Petrobrás, mas o sr. também foi acusado de ser chefe do esquema de propina…

Eu não sei se ele é ou não o comandante máximo, mas o que sempre me deixou estarrecido foi quererem me carimbar como se eu fosse o chefe do esquema. Isso é ridículo. Naquele período de 2006, até 2007, eu estava no grupo do vagabundo daquele (Anthony) Garotinho, numa linha contra o Lula.

O sr. está escrevendo um livro sobre os bastidores do impeachment. Vai revelar conversas comprometedoras?

Não sei se são comprometedoras. Vou contar as reuniões, os diálogos, tudo, doa a quem doer. A conclusão será de quem lê. Quero lançar no fim do ano. Vai ser um presente de Natal.

O sr. sempre foi amigo de Temer, mas agora tem feito ameaças. Auxiliares dele dizem que são bravatas…

Estou ameaçando quem? O distanciamento que existe é porque eu quero. Houve muita hipocrisia. Não há razão para eu manter convivência com um governo que me cassou.

Na sua avaliação, o presidente termina o mandato?

Espero que termine. Desejo sucesso a ele, mas vejo muita dificuldade. Há ainda o risco do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa. Se levar a julgamento, vai cassar. As provas são irrefutáveis. Pergunto: por que o PSDB não desistiu da ação? Para deixar uma faca no pescoço.

Então o sr. avalia que o PSDB teria de deixar o governo?

Não acho que tenha de colocar o PSDB e o DEM para fora, mas esses dois partidos não podem querer tomar conta do governo na mão grande. É isso que solidifica o discurso do golpe. O País ainda não entrou numa estabilidade política.

E vai entrar?

Acho que vamos nessa situação de empurrar com a barriga até a eleição de 2018.

O que o sr. não faria novamente, se pudesse voltar atrás?

Talvez eu devesse ter sido mais Renan (Calheiros, presidente do Senado) e menos Eduardo Cunha. Renan é jogador, é falso, é dissimulado. Eu meço menos o que vou fazer. Outro erro do qual me arrependo foi ter anunciado o rompimento com o governo Dilma. Eu deveria ter rompido na prática, mas não no verbo.

O sr. vai sair do PMDB?

Por que vou sair do PMDB? Minha guerra não está perdida. Ainda está só começando.

Secretário de Estado, Lucas Ramos, cumpre agenda no Sertão do Pajeú

Na manhã da sexta-feira (16) o deputado Lucas Ramos esteve em Carnaíba para fazer a entrega, junto com o prefeito Anchieta Patriota, de 113 kits de irrigação, fruto de uma emenda parlamentar de sua autoria.  O vice-prefeito Júnior de Mocinha e os vereadores Calango, Juniano e Alex Mendes participaram da cerimônia, que aconteceu na sede […]

Na manhã da sexta-feira (16) o deputado Lucas Ramos esteve em Carnaíba para fazer a entrega, junto com o prefeito Anchieta Patriota, de 113 kits de irrigação, fruto de uma emenda parlamentar de sua autoria. 

O vice-prefeito Júnior de Mocinha e os vereadores Calango, Juniano e Alex Mendes participaram da cerimônia, que aconteceu na sede da Associação Rural do Tamboril. Também estiveram presentes os secretários Anchieta Alves da Agricultura e Meio Ambiente e Everaldo Patriota, de Governo.

O prefeito Anchieta Patriota agradeceu a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, na pessoa da secretária Fernanda Batista, pela agilidade na entrega dos equipamentos e comemorou a chegada das chuvas na região, consolidando os investimentos que foram feitos em barragens e que tanto beneficia os agricultores ribeirinhos. 

“As pessoas que estão nas margens do Rio Pajeú podem plantar milho três vezes ao ano, se quiserem, o feijão com 60 dias já dá colheita. Nossos investimentos tem esse objetivo, de ir melhorando a vida das pessoas e a água é a maior riqueza para o agricultor”, enfatizou o prefeito.

O deputado Lucas Ramos, que atualmente assumiu a Secretaria de Ciências, tecnologia e Inovação disse que, ao mesmo tempo que entrega esse compromisso anteriormente firmado, dos kits, já se compromete com outro, que é trazer para Carnaíba um Centro de Vocação Tecnológica. 

“Não sou eu que vou dizer o que é melhor para o município, são os moradores de Carnaíba, faremos essa discussão a partir da vocação local, se é o fortalecimento da produção do mel, ou silos para armazenagem do milho, o importante é que o uso dessas tecnologias possa aumentar a produtividade e rentabilidade da população”, afirmou.

Após Carnaíba, o secretário também passou pelas cidades de Tuparetama e São José do Egito, onde concedeu entrevista ao jornalista Carlos Júnior e ao blogueiro Marcello Patriota na Rádio Gazeta FM

Ele falou sobre o projeto, que está sendo executado a frente da Secretaria de Ciência, Tecnologia & Inovação com o objetivo de levar desenvolvimento para todo o Estado. Também informou que esteve reunido com o prefeito Evandro Valadares e o secretário Paulo Jucá, discutindo novas ações para o município.

“Encerramos a agenda pelo Pajeú em Ingazeira, ao lado do prefeito Luciano Torres e vereadores da base aliada. São inspiradores os elevados espíritos públicos de Luciano e Evandro, que já foram prefeitos de suas cidades tempos atrás, e voltaram a disputar e vencer eleições municipais por acreditarem que a Política deve servir para combater as injustiças sociais. Acreditamos nessa ideologia e sabemos que é unindo esforços que poderemos promover os avanços que a população precisa”, informou o secretário.

Diogo Moraes visita cidades do Sertão do Pajeú e Moxotó

Nesta quarta-feira (05), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) visitou municípios do sertão do Pajeú e Moxotó, em sua extensa agenda de compromissos de campanha. Durante o dia, o parlamentar esteve em Quixaba e Tabira e à noite em Sertânia. Em Quixaba, Diogo Moraes esteve ao lado do vereador e ex-prefeito do município Pezão e […]

Nesta quarta-feira (05), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) visitou municípios do sertão do Pajeú e Moxotó, em sua extensa agenda de compromissos de campanha.

Durante o dia, o parlamentar esteve em Quixaba e Tabira e à noite em Sertânia.

Em Quixaba, Diogo Moraes esteve ao lado do vereador e ex-prefeito do município Pezão e do ex-vereador Júnior Pezão, além do do prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, e das lideranças políticas de São José do Egito Karla Andréia, Laiclecio Fernandes e Janilson Marques.

“Realizamos uma visita à feira pública da cidade. Com grande satisfação, escuto e percebo como nosso trabalho é reconhecido em todos os lugares. Vamos continuar nossa luta e seguir transformando Pernambuco”, declarou Diogo.

Em seguida, a comitiva do parlamentar viajou para Tabira, para participar de uma conversa com os trabalhadores da Associação Rural dos Agricultores do Bandeira, Agnelo e Jatobá. Junto do presidente da associação Gilson, prefeitos, vereadores e lideranças da região, o deputado falou sobre os projetos e ações que pretende desenvolver na nesta área.

Também marcaram presença Edileuza, vereadora de Solidão, Lino Morais e Juarez, prefeito e vice-prefeito de Ingazeira, além de Geno, vereador de Ingazeira e Rogério Barros, ex-vereador de Solidão.