Nesta quinta, 9h no Auditório do Hotel Transamerica Prestige Beach Class, Recife, mais um Encontro ASSERPE.
Na pauta, assuntos muito importantes para o meio, como a volta do Fala Norte Nordeste a Pernambuco, legislação e processos no Ministério das Comunicações e anúncio de parceria com a empresa Elgin para projetos de energia solar em emissoras que ainda não têm parque gerador.
Ainda o debate “Oportunidades e Desafios para radio e TV”, com Paulo Fernandes Neto (ex gestor das rádios CBN Recife e Jornal), Kaká Martins (Grupo Opinião/TV Guararapes) e Marcela Andrade (Presidente ABAP Pernambuco e Agência Marta Lima).
Dentre os temas, Mercado publicitário para rádio e TV, oportunidades nas multiplataformas, novos modelos de negócios, como o mercado publicitário enxerga o rádio e a TV, oportunidades e dificuldades.
Participam desse painel Paulo Fernandes Neto, ex-presidente da ASSERPE, com passagens por CBN Recife e Rádio Jornal, Kaká Martins, do Grupo Opinião/TV Guararapes e Marcela Andrade, presidente da ABAP Pernambuco e Diretora da Agência Marta Lima Comunicação.
A primeira participação do Afogados FC em uma competição nacional terá grande repercussão a partir da transmissão da Rádio Pajeú, a Pioneira do sertão Pernambucano. A Coruja do Sertão enfrenta o Atlético do Acre e, em caso de vitória, fatura mais R$ 650 mil – recebeu R$ 540 mil por participar – e enfrenta o […]
Afogados FC faz primeira participação na Copa do Brasil. Foto: Cláudio Gomes
A primeira participação do Afogados FC em uma competição nacional terá grande repercussão a partir da transmissão da Rádio Pajeú, a Pioneira do sertão Pernambucano.
A Coruja do Sertão enfrenta o Atlético do Acre e, em caso de vitória, fatura mais R$ 650 mil – recebeu R$ 540 mil por participar – e enfrenta o Atlético-MG, também no Vianão, pela segunda fase da Copa do Brasil.
O jogo começa às 20h30 (horário de Brasília). Por ter melhor colocação no ranking na CBF, os visitantes têm a vantagem do empate. O confronto é encarado como o jogo mais importante dos seis anos de história da Coruja.
Invicto na temporada e com 100% de aproveitamento no Campeonato Acreano após duas rodadas, o Atlético-AC fez uma maratona de vôos até chegar a Afogados da Ingazeira com a confiança de que pode retornar para casa com a vaga na segunda fase da Copa do Brasil.
Na Rádio Pajeú, a transmissão terá narração de Aldo Vidal, comentários de Anchieta Santos, reportagens de Marconi Pereira e Nill Júnior. Além da transmissão no FM 99,3, haverá transmissão para todas as plataformas digitais, como no www.radiopajeu.com.br, aplicativo próprio para iPhone e Android, além de aplicativos como o Radios Net.
Outra novidade é a transmissão para a Rede Pública de Comunicação, a partir da Rádio Difusora Acreana para sete emissoras do Acre e Roraima. No Acre, são duas horas de diferença de fuso e o jogo lá começa às 18h30.
Djalma Alves diz que projeto é interessante, apesar do vínculo com Clodoaldo Magalhães Os prefeitos reeleitos de Itapetim, Adelmo Moura e o de Solidão, Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez especial desta terça, com a série Prefeitos Eleitos. Eles comemoraram a reeleição e avaliaram a votação. No caso de Itapetim, Adelmo minimizou a repercussão […]
Djalma Alves diz que projeto é interessante, apesar do vínculo com Clodoaldo Magalhães
Os prefeitos reeleitos de Itapetim, Adelmo Moura e o de Solidão, Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez especial desta terça, com a série Prefeitos Eleitos.
Eles comemoraram a reeleição e avaliaram a votação. No caso de Itapetim, Adelmo minimizou a repercussão de que seu adversário, Anderson Lopes (PTB), tenha surpreendido com a votação.
Disse que em linhas gerais manteve a hegemonia eleitoral, mas admitiu que precisa oxigenar a gestão com novas ações a partir de 2021.
Já Djalma deixou evidente que a votação com quase o dobro dos votos da adversária Cida Oliveira foi fruto do trabalho de arrumação da casa. Ele disse que a austeridade administrativa foi determinante para que a população reconhecesse seu trabalho.
Nas duas cidades, o tema segurança foi um dos abordados com o aumento dos crimes contra o patrimônio. Tanto Djalma quanto Adelmo afirmaram que o Estado precisa melhorar o policiamento, que é minimo.
Os dois sinalizaram a realização de concurso público. Itapetim com mais convicção e Solidão dependendo de analise técnica pelo alto comprometimento com folha. “Vamos ver uma forma pois o Fundo de Previdência é deficitário”, disse Djalma.
Os dois também sinalizaram que poderão fazer algumas mudanças pontuais no secretariado.
Política: Adelmo se mostrou confiante na virada de João Campos no Recife sobre Marília Arraes. Já Djalma admitiu ser muito difícil. “Acredito muito em pesquisa”, disse mais cético.
Outro tema foi a possibilidade de unidade dos prefeitos da região em torno de uma candidatura única para a Alepe. Djalma Alves disse que apesar do compromisso com o Deputado Clodoaldo Magalhães a possibilidade pode ser discutida.
Já Adelmo defendeu uma reunião o quanto antes com o bloco socialista envolvendo também o prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira. Na reunião o nome socialista cotado é o do prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, que estará sem mandato.
A vacinação contra a Covid-19 do grupo formado por idosos com 65 anos e mais recebeu novo incremento, na tarde desta segunda-feira (04/04), com a chegada de 115.500 novas doses de vacina da Astrazeneca/Fiocruz. O montante é destinado, exclusivamente, para aplicação da segunda dose de reforço (ou 4ª dose) para aqueles que já receberam a […]
A vacinação contra a Covid-19 do grupo formado por idosos com 65 anos e mais recebeu novo incremento, na tarde desta segunda-feira (04/04), com a chegada de 115.500 novas doses de vacina da Astrazeneca/Fiocruz.
O montante é destinado, exclusivamente, para aplicação da segunda dose de reforço (ou 4ª dose) para aqueles que já receberam a primeira dose de reforço da vacina contra o vírus há 4 meses. Esta foi a segunda remessa de vacinas recebidas por Pernambuco, só nesta segunda.
A aplicação de segunda dose de reforço contra a Covid-19 na população acima dos 65 anos foi autorizada no último dia 25 de março, após análise do Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação e pactuação junto aos representantes municipais em encontro da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).
“Desde a autorização estadual para que este público se tornasse elegível para receber a nova dose de reforço, os municípios pernambucanos já aplicaram 16.409 segundas doses de reforço. No Estado, a população estimada nesta faixa etária é de 872.823 pessoas. Precisamos seguir avançando para oferecer maior proteção para este público considerado o mais vulnerável para agravamento e óbito pela doença”, frisa a superintendente de Imunizações do Estado, Ana Catarina de Melo.
DOSES RECEBIDAS – Do início da campanha, em 18 de janeiro de 2021, até o momento, Pernambuco já recebeu 21.503.193 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram 5.622.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan; 8.480.070 da Pfizer/BioNTech; 821.700 doses da vacina pediátrica da Pfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.317.260 da Janssen.
O Arthur Alves, de 17 anos, morador do Distrito de Fátima, município de Flores, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito na tarde desta quinta, dia 19, na estrada vicinal que liga o Distrito de Fátima à Carnaíba. Segundo informações preliminares colhidas elo blogueiro Cauê Rodrigues, Arthur seguia no sentido Carnaíba em uma moto […]
O Arthur Alves, de 17 anos, morador do Distrito de Fátima, município de Flores, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito na tarde desta quinta, dia 19, na estrada vicinal que liga o Distrito de Fátima à Carnaíba.
Segundo informações preliminares colhidas elo blogueiro Cauê Rodrigues, Arthur seguia no sentido Carnaíba em uma moto Bros. Ele colidiu com outro motociclista identificado como Paulinho de Nissa. Ambos foram socorridos para o Hospital Municipal de Flores.
Arthur não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu minutos depois. Paulo acabou quebrando uma das pernas. O acidente aconteceu próximo ao sitio Varjota, no local conhecido como ladeira de Zé do Engenho. O corpo de Arthur será encaminhado para o Instituto Médico Legal, de Caruaru.
Por Inácio José Feitosa Neto* Voltei recentemente de uma viagem pelo Sertão com uma inquietação que não me sai da cabeça. Em cada cidade, a impressão é a mesma: mudou o assunto das ruas. Antes se falava de chuva, de trabalho, de negócio novo. Agora, o que mais se escuta é: “Vamos apostar?”, “Qual é […]
Voltei recentemente de uma viagem pelo Sertão com uma inquietação que não me sai da cabeça. Em cada cidade, a impressão é a mesma: mudou o assunto das ruas. Antes se falava de chuva, de trabalho, de negócio novo. Agora, o que mais se escuta é: “Vamos apostar?”, “Qual é a bet de hoje?”, “Quanto você ganhou?”
Talvez estejamos assistindo, calados, ao nascimento de um dos maiores problemas sociais das próximas décadas.
O mal das apostas eletrônicas não está apenas no dinheiro que se perde. Está na ilusão vendida todos os dias de que riqueza pode ser conquistada com um clique — sem trabalho, sem produção, sem geração de valor. É o contrário de tudo o que construiu este país.
Já vimos esse filme antes. A indústria do cigarro passou décadas vendendo elegância enquanto escondia seus efeitos devastadores. O álcool, embora legal, segue produzindo enormes custos sociais. As drogas ilícitas destroem vidas e famílias.
As bets têm características próprias, mas produzem efeito igualmente cruel quando levam ao jogo compulsivo. A dependência destrói patrimônios, casamentos, sonhos e a saúde mental de milhares de pessoas — muitas delas jovens que ainda nem começaram a vida.
E há uma diferença que torna tudo isso ainda mais grave.
O cigarro foi retirado da publicidade. As drogas são combatidas pelo Estado. As bets, ao contrário, entram nas nossas casas todos os dias pela porta da frente: na televisão, nos outdoors, nas redes sociais, na camisa do time, no celular dos nossos filhos. A publicidade faz parecer que apostar é parte natural da vida moderna. Não é.
É por isso que afirmo, como metáfora para alertar sobre a gravidade do problema: *as bets são o novo crack da nossa sociedade*. Não pelos efeitos físicos, mas porque aprisionam pessoas numa compulsão silenciosa, alimentada vinte e quatro horas por dia, com um simples toque na tela.
O que mais me preocupa é a normalização. Estamos ensinando uma geração inteira a acreditar que ganhar dinheiro depende menos do estudo, do trabalho e do empreendedorismo do que da próxima aposta.
Há ainda um efeito silencioso: o dinheiro apostado não circula na cidade. Não vira compra no comércio, emprego nem investimento. Sai do bolso do trabalhador e desaparece na tela do celular, drenando a economia das comunidades que mais precisam fazer cada real girar.
Nenhuma nação prospera quando substitui a cultura do esforço pela cultura da sorte.
Ainda há tempo de discutir limites, restringir a publicidade e proteger os mais vulneráveis. Mas é preciso agir agora. Se não agirmos, o custo social será infinitamente maior do que qualquer arrecadação de impostos ou contrato de patrocínio.
Escrevo como quem acredita que este país se levanta pelo trabalho, pela educação e pela ousadia de quem empreende. Por isso repito, sem medo do peso da frase: ou o Brasil acaba com as bets, ou as bets acabam com o Brasil.
* Inácio José Feitosa Neto é advogado, escritor e professor universitário.
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