Notícias

Empresário é encontrado morto em Iguaracy

Por Nill Júnior

O empresário Severino Silva de Lima, o Zominho, 61 anos, foi encontrado morto em sua residência em Iguaracy. Ele faria 62 anos em março.

Ainda não há muitos detalhes sobre a motivação, mas a polícia trabalha com a hipótese de suicídio. Zominho teve por muitos anos um posto de combustíveis em Iguaracy e também trabalhava com compra e venda de veículos.

De acordo com fontes policiais ao blog, a operação Osmose, da Polícia Civil, deflagrada em julho de 2021, tinha o empresário como um dos alvos.

Com técnicas de intervenção tática, vinculada a DINTER II, AIS 20, Delegacia de Polícia da 171ª, circunscrição de Iguaracy-PE, a operação teve objetivo de combate aos crimes de roubo, furto, adulteração de veículo automotor, receptação e a posse e porte ilegal de armas de fogo. Zominho teria negado os crimes e trabalhava com a sua defesa para desqualificar a denúncia.

A Polícia Científica esteve no local esta manhã. Ainda não há mais detalhes sobre velório e sepultamento.

Outras Notícias

Estado de Joelson é grave

Prefeito não foi intubado, mas tem cuidados intensivos no Eduardo Campos O prefeito do município de Calumbi, Sertão do Pajeú, Erivaldo José da Silva, mais conhecido por Joelson (Avante), foi internado nessa quarta-feira (5) no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, e embora não esteja intubado, seu estado é considerado grave. Segundo o Farol de […]

Prefeito não foi intubado, mas tem cuidados intensivos no Eduardo Campos

O prefeito do município de Calumbi, Sertão do Pajeú, Erivaldo José da Silva, mais conhecido por Joelson (Avante), foi internado nessa quarta-feira (5) no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, e embora não esteja intubado, seu estado é considerado grave.

Segundo o Farol de Notícias, Ele testou positivo há uma semana para a Covid-19, e estava em isolamento, mas a remoção para o hospital foi necessária.

O médico cardiologista Waldir Tenório, que vem acompanhando o estado de saúde do prefeito, justificou a internação. “Fizemos a tomografia que revelou comprometimento de 50% e saturação baixa, ele não está intubado, mas é um paciente em estado grave e achei melhor conduzi-lo para o Hospital Eduardo Campos onde vai receber todos os cuidados necessários”, revelou Tenório.

Serra Talhada: Hospital Eduardo Campos amplia leitos de UTI

Com reforço no HEC, região do Pajeú tem no total 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19. O Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, ampliou nesta terça-feira (30) seus leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), exclusivos para pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os novos leitos já estão disponíveis […]

Com reforço no HEC, região do Pajeú tem no total 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19.

O Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, ampliou nesta terça-feira (30) seus leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), exclusivos para pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os novos leitos já estão disponíveis para a Central de Leitos do Estado.

Com a ampliação, o HEC conta agora com um total de 70 leitos de UTI, além de 04 leitos de enfermaria. 

O HEC segue como referência no tratamento à Covid-19 no Sertão, oferecendo total suporte para os seus pacientes, através de uma equipe multidisciplinar capacitada para melhor ofertar os serviços. 

A Unidade, assim como o HREC, em Afogados da Ingazeira, conta com a gestão da Organização Social de Saúde (OSS) Hospital do Tricentenário, que ainda gerencia outras unidades de saúde do Estado.

A ampliação chegou para dar um suporte à saúde, visto que a região atingiu na última semana 100% de ocupação de UTIs.

No último sábado (27), o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), ampliou de 20 para 30, os leitos de UTI. Com mais este reforço no HEC, a região do Pajeú conta agora com 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19.

Paula Toller, ex-Kid Abelha, processa o PT e Fernando Haddad

Por: Amanda Santos/Diário de Pernambuco Paula Toller, ex-vocalista da banda Kid Abelha está processando o Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-candidato à Presidência Fernando Haddad. A cantora acusa os dois por uso indevido da sua imagem e das músicas do grupo. A cantora, que atualmente segue carreira solo, pede uma indenização de 200 mil […]

Foto: Reprodução/Facebook

Por: Amanda Santos/Diário de Pernambuco

Paula Toller, ex-vocalista da banda Kid Abelha está processando o Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-candidato à Presidência Fernando Haddad. A cantora acusa os dois por uso indevido da sua imagem e das músicas do grupo.

A cantora, que atualmente segue carreira solo, pede uma indenização de 200 mil reais e teria deixado claro que não tem intenção de fazer nenhum tipo de acordo entre as partes. Em outubro do ano passado Paula Toller já teria entrado com uma ação contra o uso da canção Pintura intima por defensores de Fernando Haddad.

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral foi a favor da cantora e os vídeos dos ativistas com o refrão da música foram tirados das redes sociais. Até então, o PT e Fernando Haddad não se manifestaram sobre o assunto.

Lucas Ramos elogia gestores regionais de Educação‏

Os bons resultados da educação em Pernambuco e a posse dos 16 gestores das Gerências Regionais de Educação, solenidade que aconteceu ontem (25), no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, foram tema de discurso do deputado estadual Lucas Ramos na tarde desta quarta-feira (26), no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco. O parlamentar ressaltou […]

Lucas Ramos. Foto Giovanni CostaOs bons resultados da educação em Pernambuco e a posse dos 16 gestores das Gerências Regionais de Educação, solenidade que aconteceu ontem (25), no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, foram tema de discurso do deputado estadual Lucas Ramos na tarde desta quarta-feira (26), no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O parlamentar ressaltou que a escolha dos gestores se deu através de seleção pública, considerando a necessidade de valorização e reconhecimento dos profissionais da educação.

“O nosso governador segue o exemplo de Eduardo Campos ao investir numa nova maneira de fazer política, na qual a meritocracia é levada a sério”, destacou o deputado.

Em seu discurso, Lucas Ramos também fez menção aos números da educação no estado, que vêm melhorando progressivamente.

“Enquanto 70% dos estados do país não alcançaram a média do Ideb, Pernambuco atingiu essa meta”, afirmou. “Temos outros avanços que vêm sendo anunciados ao longo deste ano. Entre eles, o fato de Pernambuco ter a escola mais atrativa do país, com o menor índice de evasão. Também podemos ressaltar os excelentes resultados das nossas escolas públicas no Enem”, completou.

Na semana passada, o secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amâncio, apresentou aos deputados o relatório de ações e investimentos 2014 durante audiência na Comissão de Educação e Cultura.

MPF ofereceu denúncia contra ex-secretário estadual de Pernambuco e mais 8 pessoas

JC Oline O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais.  Os denunciados são acusados […]

JC Oline

O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais. 

Os denunciados são acusados de desviar cerca de R$ 3,5 milhões do projeto Relix Pernambuco 2017. O caso é de responsabilidade da procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes.

São acusados do crime de peculato o diretor do Departamento Nacional do Sesi e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o diretor regional do Sesi em Pernambuco, Ricardo Essinger, o superintendente regional do Sesi no estado, Nilo Augusto Câmara Simões, o empresário e à época secretário de Meio Ambiente do Estado de Pernambuco, Sérgio Luís de Carvalho Xavier, os diretores do Instituto Origami, Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, os administradores da Aliança Comunicação e Cultura, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Lina Rosa Gomes Vieira da Silva, bem como o administrador da Alto Impacto Entretenimento, Luiz Antônio Gomes Vieira da Silva. Todos já foram alvos de denúncias anteriores do MPF no âmbito da Operação Fantoche.

A nova denúncia é a quarta oferecida no curso da operação, deflagrada em fevereiro de 2019. As investigações – iniciadas a partir de relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) – indicaram o uso de empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados para desvio da verba federal.

Segundo a procuradora da República, Robson Braga de Andrade, Ricardo Essinger, Nilo Augusto Câmara Simões e Sérgio Luís de Carvalho Xavier participaram da liberação dos recursos do Relix Pernambuco 2017, segunda edição do festival no estado, sem nenhum tipo de avaliação financeira, pesquisa de mercado ou acompanhamento da execução orçamentária e financeira do projeto, possibilitando o enriquecimento ilícito de terceiros às custas de verba do Sistema S.

O MPF destaca que os denunciados Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, respectivamente presidente e diretor sociocultural do Instituto Origami, uma das entidades cooptadas no esquema, utilizaram empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados na execução do Relix. 

As investigações ainda apontaram que a Aliança Comunicação e Cultura Ltda. foi a principal destinatária dos recursos alocados no projeto, que foram repassados mediante a emissão de notas fiscais faturadas pela Aliança por serviços supostamente prestados em benefício do Instituto Origami.

Ainda de acordo com a denúncia, uma parcela dos serviços referentes ao contrato de patrocínio firmado entre o Sesi e o Instituto Origami foi viabilizada mediante contratações realizadas por intermédio da empresa Alto Impacto Entretenimento Ltda. 

Na contratação, foi detectado sobrepreço e consequente superfaturamento referente ao valor contratado pelo Sesi. As apurações evidenciaram que o instituto exerceu função meramente instrumental na execução do projeto, atuando como intermediário entre Sesi/PE e os destinatários finais dos recursos.

Segundo o MPF, assim como nos eventos anteriores, a edição 2017 do Relix contou com intensa participação do então secretário de Meio Ambiente Sérgio Luís de Carvalho Xavier, que teria cuidado das tratativas formais e aprovação do projeto, também articulando sua realização.

A procuradora da República destaca que as entidades do Sistema S, por gerirem recursos públicos e estarem sujeitas aos princípios constitucionais inerentes à atividade administrativa, estão obrigadas a exigir prestação de contas dos valores transferidos a entidades privadas por meio de contratos de patrocínio, assim como os terceiros patrocinados estão obrigados a essa prestação.

Em caso de condenação pelo crime de peculato, a pena para cada um dos denunciados pode chegar a 12 anos de reclusão, podendo ser maior devido à prática continuada, além do pagamento de multa. 

Na denúncia, a procuradora da República requereu ainda que a Justiça Federal decrete a perda de eventual cargo ou função pública exercida pelos acusados, bem como a perda de bens acrescidos ao patrimônio em decorrência da prática criminosa e a reparação dos danos causados aos cofres públicos.

Histórico

As investigações relacionadas à Operação Fantoche identificaram fraudes ocorridas em processos seletivos e contratos firmados por diversos departamentos do Sesi e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) desde 2002. 

De acordo com as apurações, as irregularidades ocorreram em seleções e contratos envolvendo o grupo empresarial da Aliança Comunicação e Cultura, com sede no Recife (PE). A entidade fora contratada inicialmente por inexigibilidade de licitação de forma indevida e, posteriormente, por meio da contratação indireta de seus projetos mediante a cooptação de organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips).

Na primeira denúncia oferecida pelo MPF no caso, em agosto de 2020, dez pessoas foram acusadas de desvio de mais de R$ 2,5 milhões do Sesi, liberados em contrato de patrocínio do projeto Relix Pernambuco 2014, firmado entre o Departamento Regional do Sesi no estado e o Instituto Origami.

A segunda denúncia decorrente da Operação Fantoche, ajuizada em setembro de 2020, tem como réus sete pessoas acusadas de desvio de recursos federais repassados por meio de cinco convênios firmados entre o MTur e o Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC). 

O objetivo foi a realização de eventos artísticos e culturais para promover o estado de Pernambuco nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Para cada convênio, foram repassados, pelo Ministério do Turismo, R$ 300 mil – totalizando R$ 1,5 milhão em verbas federais. A terceira denúncia oferecida pelo MPF, em março de 2021, tem como alvos oito acusados de desviar cerca de R$ 2,2 milhões do projeto Relix Alagoas 2016.

O MPF ainda analisa outros projetos financiados pelos departamentos do Sesi, além dos convênios celebrados diretamente entre a União, por meio do Ministério do Turismo, e as entidades sem fins lucrativos investigadas nos desdobramentos da Operação Fantoche. As informações são do site oficial do MPF.