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Empresário Carlos Brito diz não ter pretensões políticas para 2024

Por Nill Júnior

O empresário Carlos Brito chamou de “brincadeira” as postagens que tentaram lançar seu nome como candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira.

Falando ao blog de Léo Galdino, disse que não é candidato a nenhum cargo público.

“Não posso praticar uma atividade a qual não conheço, não tenho pretensões políticas. Fico muito lisonjeado com o carinho e atenção de muitos afogadenses quando sou abordado com esse assunto para perguntar e incentivar sobre política”.

E seguiu: “se eu tivesse as características e perfil político, com certeza enfrentaria. Sou do ramo da indústria”.

Carlos é apoiador do presidente Jair Bolsonaro e passou a ser sondado por grupos de direita. “Não participo de nenhum partido político, não participo de nenhum grupo político, nada alusivo a esse tema”.

Outras Notícias

Serra: Marquinhos Dantas questiona qualidade das obras da gestão Duque

O radialista e pré candidato a Prefeito Marquinhos Dantas questionou em contato com o blog a qualidade das obras executadas pela gestão do prefeito Luciano Duque em Serra Talhada. Dantas questiona se o problema é de repasse de recursos do Estado, que segundo Duque estaria o perseguindo, conforme revelação do blog a partir de um […]

Morador brinca com alagamento: prefeito afirmou que imprensa
Morador brinca com alagamento: prefeito afirmou que imprensa “espetacularizou” episódio…

O radialista e pré candidato a Prefeito Marquinhos Dantas questionou em contato com o blog a qualidade das obras executadas pela gestão do prefeito Luciano Duque em Serra Talhada. Dantas questiona se o problema é de repasse de recursos do Estado, que segundo Duque estaria o perseguindo, conforme revelação do blog a partir de um desabafo do prefeito via Whatsapp, ou se o problema seria outro. “Fica a pergunta: falou dinheiro do FEM para fazer o asfalto de qualidade ou o dinheiro está sendo usado nos canteiros ?”

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Continua Marquinhos: R$ 310 mil numa parte de um canteiro… e ainda tem uma guarita na entrada da malhada cuja placa indica que custou R$ 28 mil. Guarita cara danada…”

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Marcos enviou ao blog imagens que recebeu esta manha e mostram o drama de moradores que tiveram suas casas invadidas pelas águas. Em  uma delas um morador ironiza a situação e aparece sobre uma boia inflável para piscinas, em cena comum apenas em centros como Recife, São Paulo e Rio na época das chuvas.

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Hoje, falando a uma emissora de Serra Talhada, a Cultura FM, Duque se defendeu dos questionamentos e acusou a imprensa de causar alarde sobre a situação. Disse que o trecho onde o asfalto cedeu era de uma passagem de água e que o morador que aparece com o pedaço de asfalto “quis aparecer na imprensa”.  Disse ainda que todas as cidades que tem chuvas acima de 30 ou 40 mm tem problemas como os verificados.

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O dia não tem sido fácil para Duque: Contratado pelo Farol de Notícias, o Instituto Múltipla atestou que  64% da população entrevistada desaprova a gestão do prefeito; 33% aprova e 5% não soube responder ou não opinou. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 20 de fevereiro com 300 entrevistas.

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Câmara de Tavares anula eleição e marca nova eleição dia 31 de dezembro

Durante sessão ordinária realizada ontem (26) de dezembro de 2018 foi votado e aprovado pelo plenário da Câmara de Tavares o projeto de resolução 001/2018 pela maioria absoluta de cinco votos a anulação da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal para biênio 2019/2020 que tinha como presidente o vereador Edson de Benício. Os vereadores […]

Durante sessão ordinária realizada ontem (26) de dezembro de 2018 foi votado e aprovado pelo plenário da Câmara de Tavares o projeto de resolução 001/2018 pela maioria absoluta de cinco votos a anulação da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal para biênio 2019/2020 que tinha como presidente o vereador Edson de Benício.

Os vereadores que votaram pela anulação da eleição da Mesa Diretora foram Luiz da Telpa, Lenira Almeida, Graça do Silvestre, Pablo Dantas e a atual presidente Socorrinha.  Contrários, Edson de Benício, Marcelo de Zeca, Wilson do Silvestre e Ledinha de João de Cosme.

Fato que chamou a atenção foi a posição do vereador Marcelo de Zeca. Eleito na chapa da oposição, ele foi um dos autores da ação anulatória na Comarca de Princesa Isabel. Atualmente o vereador é aliado do prefeito Airton Suassuna e votou contrário à anulação da eleição da mesa diretora realizada em 1 de janeiro de 2017.

O vereador Edson de Benício no uso da palavra disse “que se tratava de um golpe” e que não existia nenhuma ilegalidade na eleição da Câmara realizada em 01 de janeiro de 2017.

Segundo Anchieta Santos, falando ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, a nova eleição da mesa está marcada para 31 de dezembro de 2018 às 09h da manhã em sessão extraordinária.

A chapa a ser encabeçada pela atual presidente, Socorrinha,  é a cotada para ganhar o pleito com a maioria dos votos dos vereadores Luiz da Telpa, Lenira Almeida, Graça do Silvestre e Pablo Dantas a seu favor.

Já o prefeito Ailton Suassuna, afastado do cargo por denúncia de corrupção, apoia o vereador Edson de Benício para presidência do Poder Legislativo.

Base de Diógenes pode ganhar nova adesão na Câmara

A política em Tuparetama segue agitada. Uma conversa vazada do secretário adjunto Sávio Pessoa, conhecido como Galego, revelou que o vereador Carlos Roberto, atualmente na oposição, deve integrar em breve a base governista liderada pelo prefeito Diógenes Patriota. A informação é do Tuparetama News. Carlos Roberto foi eleito no palanque de Danilo Augusto e obteve […]

A política em Tuparetama segue agitada. Uma conversa vazada do secretário adjunto Sávio Pessoa, conhecido como Galego, revelou que o vereador Carlos Roberto, atualmente na oposição, deve integrar em breve a base governista liderada pelo prefeito Diógenes Patriota. A informação é do Tuparetama News.

Carlos Roberto foi eleito no palanque de Danilo Augusto e obteve uma das maiores votações. Sempre esteve alinhado com a oposição. Carlos ja foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, sua principal base política.

De acordo com a conversa vazado, a adesão de Carlos ao grupo de Diógenes é “questão de tempo”. A mudança representa um revés significativo para a oposição, que esperava conquistar maioria na Câmara Municipal.

Com a possível migração, a base do governo contará com maioria entre os vereadores: Arlã Markson, Vandinha da Saúde, Fifita, Tanta Sales e, agora, Carlos Roberto. Permanecem na oposição Joel Gomes, Priscilla Filó e Domênico Perazzo. Já o presidente da Câmara, Valmir Tunu, segue neutro, mas mantém ligação com a oposição e Alexandre Galvão, principal opositor a Diógenes.

“Resta saber como a mudança será recebida pelos eleitores do vereador, principalmente por aqueles que sempre o identificaram como voz da oposição no município”, diz o Tuparetama News.

Ipec: Marília tem 36% de rejeição, e Raquel, 23%

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (25) e encomendada pela Globo revela que a rejeição da candidata Marília Arraes (Solidariedade) é de 36%, e a de Raquel Lyra (PSDB), de 23%. No levantamento anterior, de 11 de outubro, Marília teve 32%, e Raquel, 18%. A segunda pesquisa Ipec para o segundo turno ouviu 2.000 pessoas […]

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (25) e encomendada pela Globo revela que a rejeição da candidata Marília Arraes (Solidariedade) é de 36%, e a de Raquel Lyra (PSDB), de 23%. No levantamento anterior, de 11 de outubro, Marília teve 32%, e Raquel, 18%.

A segunda pesquisa Ipec para o segundo turno ouviu 2.000 pessoas entre domingo (23) e esta terça-feira (25), em 75 municípios pernambucanos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01633/2022.

Candidata em que não votaria de jeito nenhum: Marília Arraes (Solidariedade): 36%; Raquel Lyra (PSDB): 23%.

Pergunta Ipec: Para cada uma das candidatas a governadora de Pernambuco, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ela:

Marília Arraes (Solidariedade)

37% – Com certeza votaria nela para governadora de Pernambuco

14% – Poderia votar nela para governadora de Pernambuco

36% – Não votaria nela de jeito nenhum para governadora de Pernambuco

12% – Não a conhece o suficiente para opinar

1% – Não sabe/prefere não opinar

Raquel Lyra (PSDB)

46% – Com certeza votaria nela para governadora de Pernambuco

15% – Poderia votar nela para governadora de Pernambuco

23% – Não votaria nela de jeito nenhum para governadora de Pernambuco

15% – Não a conhece o suficiente para opinar

1% – Não sabe/prefere não opinar

Sobre a pesquisa

Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 2.000 eleitores, em 75 municípios, entre os dias 23 a 25 de outubro.

Registro no TRE: PE-04280/2022. Registro no TSE: BR-01633/2022. Contratante da pesquisa: TV Globo.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Por 7 votos a 2, STF mantém cancelamento 3,3 milhões de títulos sem biometria

Por 7 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta (26) rejeitar pedido de liminar feito pelo PSB para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria nas localidades que foram escolhidas pela Justiça Eleitoral. De acordo com a Justiça Eleitoral, cerca de 3,3 milhões de […]

Por 7 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta (26) rejeitar pedido de liminar feito pelo PSB para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria nas localidades que foram escolhidas pela Justiça Eleitoral.

De acordo com a Justiça Eleitoral, cerca de 3,3 milhões de eleitores não vão votar nas eleições de outubro porque não compareceram aos cartórios eleitorais nos municípios em que houve o recadastramento para identificação biométrica e devido a outras restrições.

Na ação, o PSB alegou que são inconstitucionais as resoluções do TSE que disciplinaram o cancelamento do título como penalidade ao eleitor que não realizou o cadastro biométrico obrigatório dentro do prazo, porque resultaram no indevido cerceamento do direito de votar.

O PT e o PCdoB também participaram do processo. Segundo as legendas, o maior número de eleitores que não poderão votar está na Região Nordeste. Para os partidos, a maioria dos títulos cancelados é de cidadãos humildes que não tiveram acesso à informação para cumprir a formalidade.