Notícias

Empresário afogadense é destaque em evento sobre cases de sucesso

Por Nill Júnior

O empresário Alessandro Queiroz, da Rede Avistão foi uma das convidadas do evento “Varejo Vivo, Criatividade e Inovação”, promovido pela SPV eventos, com apoio de Governo Federal, BNB, Sebrae, Fiepe e outros parceiros.

O evento busca estar por dentro das principais tendências do varejo e conhecer as estratégias de sucesso utilizadas por quem possui êxito e conhecimento no setor.

Pensando nisso, a SPV Eventos Promoções traz trajetórias de profissionais através do Varejo Vivo, evento voltado para varejistas de todos os segmentos que desejam aperfeiçoar o seu negócio.

A história de Alessandro chamou a atenção por ter começado como “motorista do pai”, o saudoso Moacir Queiroz, como ele mesmo conta, também ajudado na carga e descarga. Pouco depois ja estava vendendo iogurtes.

A primeira loja nasceu em Carnaíba, com 125 metros quadrados de área. O nome “Avistão nasceu de uma brincadeira com os irmãos sobre as dificuldades do fiado.

Hoje, além de uma super unidade em Carnaíba, a Rede Avistão está presente em Iguaracy, Sertânia e se prepara para abrir o Avistão Atacarejo de Afogados da Ingazeira.

“Além do preço, nossa estratégia é a loja bem iluminada, mix de produtos à altura do cliente, loja limpa, equipe satisfeita e principalmente, cliente satisfeito”.

Outras Notícias

Cantor põe à venda a famosa “Fazenda de Vovô”, em Carnaíba

Decantada em versos pelo cantor e compositor carnaibano Daniel Bueno, a fazenda Oitizeiro, de 90 hectares, bem próxima à sede municipal de Carnaíba, está sendo posta à venda pela família por um motivo simples: a matriarca, dona Helena, e todos os filhos, com exceção de Isnaldo Medeiros, moram hoje em Recife e lá se estabeleceram […]

Decantada em versos pelo cantor e compositor carnaibano Daniel Bueno, a fazenda Oitizeiro, de 90 hectares, bem próxima à sede municipal de Carnaíba, está sendo posta à venda pela família por um motivo simples: a matriarca, dona Helena, e todos os filhos, com exceção de Isnaldo Medeiros, moram hoje em Recife e lá se estabeleceram de todas formas.

“A fazenda de vovô”, composição de Daniel Bueno, gravada por ele, Alcymar Monteiro e várias bandas de forró, foi um dos dois primeiros sítios ocupados por colonizadores do município em meados do século 19. Clique aqui e veja o clipe com imagens do local.

O outro foi a Carnaíba Velha, onde se deu início a povoação. Situado à beira do rio Pajeú, o Oitizeiro é mencionado num trecho do ‘histórico oficial’ do município da seguinte forma: ‘Seu território pertencia à Casa da Torre de Garcia D’ávila, conforme o livro de tombo da referida Casa, que faz referências às fazendas Carnaíba Velha e Oitizeiro, que foram arrendadas ao Capitão Manoel de Souza Diniz, pela quantia de 14$000 por ano. No meado do século XIX chegaram ao local os portugueses João Gomes dos Reis e o tenente coronel Saturnino Bezerra, que fixaram residência no local.’

O Oitizeiro também é lembrado em outros xotes de Bueno, como “O filme”, “As coisas que deixei ali” e “Filho do morador”, pois, segundo ele, parte de sua infância foi vivida ali, ao lado de avós Badu e Toinha, acordando às 4 da manhã para tomar leite de vaca e tomar banho no rio Pajeú, além de catar algodão “pra vender a seu Dezinho e ganhar uns trocadinhos”.

O cantor Daniel Bueno informa aos interessados que a corretora Manu Imóveis está à frente das negociações pelo telefone (81) 9.9654.3812, com Naldyanne Vieira.

Codevasf beneficia mais de 500 famílias do sertão pernambucano com ações de apicultura‏

As ações para a promoção da apicultura no semiárido pernambucano realizadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) somam mais de R$ 8,7 milhões, atingindo mais de 500 famílias no estado. São iniciativas que passam pela implantação de kits produtivos de apicultura compostos por equipamentos como colmeias, melgueiras, cera, […]

mel

As ações para a promoção da apicultura no semiárido pernambucano realizadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) somam mais de R$ 8,7 milhões, atingindo mais de 500 famílias no estado. São iniciativas que passam pela implantação de kits produtivos de apicultura compostos por equipamentos como colmeias, melgueiras, cera, indumentárias, entre outros utensílios.

A ação inclui também a construção de Unidades de Extração e Beneficiamento de Mel, também conhecidas como Casas de Mel. A Codevasf, por meio de sua 3ª Superintendência Regional, sediada em Petrolina (PE), tem incrementado a apicultura em Pernambuco com recursos da Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI), no âmbito do eixo de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria.

As ações são voltadas para famílias de comunidades rurais de vários municípios, como Araripina, Moreilândia, Serra Talhada, Bodocó, Exu, Petrolina, Manari, Belém do São Francisco, Dormentes, Inajá e Petrolândia, entre outros. A iniciativa tem levado produtores a incrementar a renda familiar e até passar a viver somente da atividade apícola, a exemplo do apicultor Rivaldino Reis, um dos pioneiros na atividade em Santa Filomena, sertão do Araripe.

Segundo o analista em desenvolvimento regional da Unidade de Desenvolvimento Territorial da 3ª SR da Codevasf em Petrolina, Antônio Paulo Lopes, a evolução dos investimentos da instituição para incrementar a apicultura nas cidades de atuação do órgão no estado tem fortalecido a atividade e atraído cada vez mais pessoas para a produção de mel no sertão pernambucano.

13º Semeia termina com quatro encaminhamentos concretos

Por André Luis | Portal Pajeú Rádio Web Professores, vereadores, sociedade civil, prefeitos, padres de diversas paroquias, representantes da Fetape, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, da Diaconia, do Pro-rural, do Polo Moveleiro, da Copap, da Casa da Mulher do Nordeste, além de Secretários de Meio Ambiente de vários municípios estiveram hoje no Cineteatro São José […]

13_semeia6164
Foto: André Luis | Portal Pajeú Rádio Web

Por André Luis | Portal Pajeú Rádio Web

Professores, vereadores, sociedade civil, prefeitos, padres de diversas paroquias, representantes da Fetape, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, da Diaconia, do Pro-rural, do Polo Moveleiro, da Copap, da Casa da Mulher do Nordeste, além de Secretários de Meio Ambiente de vários municípios estiveram hoje no Cineteatro São José em Afogados da Ingazeira, participando do 13º Semeia, realizado pelo grupo de trabalho Fé e Política, com representação de vários segmentos da sociedade e a coordenação da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Foto: André Luis | Portal Pajeú Rádio Web
Foto: André Luis | Portal Pajeú Rádio Web

Dom Egídio abriu os trabalhos falando sobre a emergência com a falta d’água, mas que está discussão ficaria para outro momento. “O que nos gostaríamos de fazer hoje, eu acho que nos vivemos em uma emergência muito grande com o problema de água, mais não será esse o nosso foco hoje”.

Dom Egídio disse que o seminário entra dentro de um trabalho que já vem sendo feito a muito tempo para defender o meio ambiente no Pajeú. “Começou com uma ação contra o desmatamento da Caatinga, por que essa preocupação? Porque nós sentimos que a caatinga é indispensável para a gente poder voltar a ter o que tínhamos no passado, os nossos próprios mananciais de água, a gente não pode ficar confiando só naquilo que vem de fora” disse Dom Egídio se referindo principalmente a Adutora do Pajeú dizendo que ela pode até ser pra uma situação de emergência, mas que não será uma coisa permanente.

Ouça na íntegra o que disse Dom Egídio:

O secretário Estadual do Meio Ambiente Paulo Teixeira, falou que essa discussão começou quando o bispo diocesano Dom Egídio Bisol entregou a ele e ao governador Paulo Câmara um documento sobre a degradação do bioma Caatinga durante o Todos por Pernambuco.

Teixeira falou sobre a política do Estado voltada a preservação e observação do meio ambiente como um todo e sobre algumas ações que estão sendo desenvolvidas através da Secretaria de Meio Ambiente e outras secretarias.

GEDSC DIGITAL CAMERA
Foto: André Luis | Portal Pajeú Rádio Web

“Nos não poderíamos falar em meio ambiente hoje, sem falar em desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e desenvolvimento ambiental, acho que já passou a época em que tínhamos que ficar no tempo de conservação, quando se falava de meio ambiente, nós temos que partir para o desenvolvimento ambiental e com isso gerar o que nos chamamos de economia verde”, disse Teixeira.

Teixeira disse que o governo do Estado está preocupado com o problema do semiárido, “a gente não pode combater a desertificação, Pernambuco hoje é um dos Estados mais suscetíveis segundo a ONU a desertificação, então nós temos que aprender a conviver com ela, pensando nisso a Secretaria de Meio Ambiente junto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico desenvolveu um mapa de identificação das áreas do semiárido que apresentem um maior potencial para podermos trazer para estas áreas empresas que não dependam muito de água”.

Teixeira disse que esteve em Brasília no mês passado onde se reuniu com representantes de 24 países da África com o intuito de trazer para o semiárido pernambucano empresas de energias renováveis, como energia solar e fotovoltaica.

Sobre a fiscalização a cerca do desmatamento da Caatinga denunciado em documento pelo Bispo Dom Egídio, Teixeira disse que estão trabalhando através da CPRH de forma inteligente, para tentar combater o desmatamento ilegal, “nos não podemos simplesmente fiscalizar, se não trouxermos opções para que as pessoas deixem de utilizar madeira de forma ilegal e tenha outra fonte de renda”, pontuol.

Ouça na íntegra o que disse Paulo Teixeira no 13º Semeia:

O professor adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco Genival Barros Júnior começou sua fala citando uma carta aberta lançada pelo Secor, pelo Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Sertão Central e por todos os Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais que foi distribuída em 2009 no dia água.

Genival chamou a atenção para o cuidado com os rios, em sua apresentação mostrou um quadro atualizado da Apac onde mostra que há 45 milhões de metros cúbicos de água em Serrinha, o maior reservatório do Pajeú, mas que não se pode usar um litro da água de lá porque está contaminada. “A gente conseguiu contaminar o maior reservatório que a gente tem então a gente vai construir reservatórios e mais reservatórios e vai ter o momento que terão água, mas a gente não vai poder usar”, disse.

13_semeia6154

Genival também chamou a atenção para o aparecimento de uma Arqueobactéria, “pra gente ter ideia do que é isso, ela é mais que uma bactéria, é mais antigo, tem estruturas genéticas do começo da formação da terra, é tão poderosa que fabrica oxigênio, mas não é uma planta, sobrevive em lugares onde o sal é muito maior que no mar, resiste a temperaturas de 150 graus e ele advém de onde? Vem da condição da poluição”, alertou Genival.

Genival disse ainda que a Arqueobactéria produz duas toxinas, uma neurotoxina que paralisa os músculos do seres vivos e pode matar pois para a respiração e uma hepatotoxina que entra na corrente sanguínea.

Genival falou que na Bahia dentro do São Francisco 88 pessoas morreram na formação do lago, em Caruaru onde pessoas estavam fazendo hemodiálise a água estava contaminada com a Arqueobactéria, disse também que em Minas Gerais no Rio São Francisco tem uma mancha com 28km de extensão e 7 metros de profundidade. “O São Francisco começa a ter condições tal degradáveis que vai ter água e a gente não vai poder usar”, alertou o professor.

Genival criticou o fato de na mudança de governo a Secretaria de Recursos Hídricos deixar de ser Secretaria e passar a ser uma sub Secretaria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Também criticou o fato de não encontrar funcionários de nenhum órgão para cuidar dos mananciais e das construções irregulares e currais nas margens de barragens como no caso de Brotas.

Ouça abaixo na íntegra o que disse o professor Genival Barros:

Ao final Dom Egídio disse ter sido positivo o seminário e que não foi perca de tempo e traçou quatro encaminhamentos que ele chamou de dever de casa, são eles:

  • Para o Estado: trabalhar de forma efetiva no combate ao desmatamento da caatinga;
  • Para o Cimpajeú: trabalhar resoluções para o esgotamento sanitário  e o lixo;
  • Para as prefeituras: fazer das escolas modelos no campo da educação ambiental;
  • Para as associações: investir na educação ambiental.

Ao final do seminário foi entregue aos presentes uma cartilha que fala sobre o ciclo da água que pode ser vista clicando aqui e mudas de plantas da caatinga.

Clique aqui e veja mais fotos do 13º Semeia feitas por André Luis|Portal Pajeú Rádio Web

Secretário de Turismo defende forró elétrico e garante haver diversidade no carnaval de Triunfo

O Secretário de Turismo de Triunfo, no Pajeú, Nilton Madureira, disse em entrevista a este blogueiro no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que a decisão de incluir bandas de forró elétrico atendeu um pedido da população, principalmente os mais jovens. A decisão gerou alguns questionamentos de foliões mais tradicionais e turistas que reclamaram do […]

O Secretário de Turismo de Triunfo, no Pajeú, Nilton Madureira, disse em entrevista a este blogueiro no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que a decisão de incluir bandas de forró elétrico atendeu um pedido da população, principalmente os mais jovens.

A decisão gerou alguns questionamentos de foliões mais tradicionais e turistas que reclamaram do destaque para o etilo em um polo tradicional do estado. No início da semana, André Brasileiro, da Fundarpe, disse não ter tido participação da entidade a indicação das atrações na terra dos Caretas.

“Esperamos que as prefeituras se sensibilizem de que tudo tem seu tempo, e esse é o tempo do carnaval pernambucano”, disse.

Segundo Madureira, a decisão visou público.  “De fato as atrações enviadas pela Fundarpe e Empetur foram de  ritmos tradicionais. Incluímos essas outras bandas a pedido do povo. Temos três polos. Enquanto num polo temos Saia Rodada, em outro temos Mandacaru, Tiro Certeiro, Radiola Serra Alta, que nos representou até mesmo na Inglaterra”.

Nilton já faz uma avaliação positiva do evento. “Foram mais de 200 caretas cadastrados pelo município. Nosso carnaval está pegando fogo em todos os sentidos e superando as expectativas”.

Servidores cobram equiparação do salário base ao mínimo em Afogados

Servidores municipais concursados, aposentados e pensionistas do município de Afogados da Ingazeira, em ato público realizado na Praça Monsenhor Arruda Câmara, na manhã desta quarta-feira (07), reivindicaram junto ao Governo Municipal a equiparação salarial. Assim como já tinham externado em entrevista à Rádio Pajeú, através do presidente José Barbosa, alegaram que desde 2022 não é […]

Servidores municipais concursados, aposentados e pensionistas do município de Afogados da Ingazeira, em ato público realizado na Praça Monsenhor Arruda Câmara, na manhã desta quarta-feira (07), reivindicaram junto ao Governo Municipal a equiparação salarial.

Assim como já tinham externado em entrevista à Rádio Pajeú, através do presidente José Barbosa, alegaram que desde 2022 não é feita a correção do salário base.

Segundo eles, a programação já estava definida. Eles não gostaram da nota que foi divulgada pela gestão Sandrinho, afirmando que reajustou a base de cálculo para o pagamento do funcionalismo público municipal de R$ 1.320,00 para R$ 1.412,00, o valor do novo salário mínimo,  medida que, segundo nota, representa um reajuste salarial de 7,7%.

A crítica é porque o salário base continua defasado. “Todas as vantagens devem incindir sobre o salário base, sem haver o complemento com abono. É um desrespeito. Querem iludir o trabalhador”, reclamou José Barbosa.