Emídio e Ramiro participam de reunião de monitoramento
Da Assessoria
Na manhã deste domingo, a coligação União Pelo Povo realizou mais uma reunião de monitoramento pré-campanha. Na pauta, detalhes sobre documentação de candidatos, rumos a seguir na campanha e a repercussão da decisão de não usar carro de som durante a campanha.
Estiveram presentes além do candidato a prefeito Emídio Vasconcelos (PT) e o candidato a vice Ramiro Simões (irmão de Giza Simões), candidatos e candidatas ao poder legislativo pela coligação. Segundo Emídio a reunião foi muito positiva e foi possível avançar em várias questões que estavam pendentes.
Falando sobre a decisão de não usar carro de som na sua campanha, Emídio disse ter sido positiva. “Tomamos esta decisão depois de ouvirmos muito o que a população pensava deste meio de comunicação e vimos que realmente é muito rejeitado. Por outro lado, pensando nas restrições orçamentárias para as campanhas, chegamos a conclusão de que seria uma boa economia”, disse Emídio.

Encontro com familiares: No sábado, o candidato aproveitou o dia para ficar com a família, que veio de Recife. A sua esposa Selene Cordeiro, a filha Marina Vasconcelos, o filho Lucas Vasconcelos e o genro Matheus chegaram na sexta-feira e aproveitaram para passear pela cidade e rever os amigos.




O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) tomou a decisão hoje em razão das diferentes versões sobre a reunião com teor golpista que disse com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).
O Secretário de Saúde Arthur Amorim passou por um susto nesta tarde de terça-feira. Um Jeep ano 68 de sua propriedade pegou fogo na Rua Pedro Pires, próximo à Diomedes Gomes, em um conjunto residencial onde reside o Assessor de Imprensa Rodrigo Lima. A garagem é do imóvel onde mora Rodrigo cedido ao amigo Secretário. Graças a Deus, Arthur teve apenas ferimentos leves, com queimaduras de segundo graus nos braços.

O El Niño que se mostrou forte em 2015, ainda está em atuação e por isso, o ano de 2016 começou com os efeitos do fenômeno climático, sendo este considerado como um dos mais fortes das últimas três décadas, mas as simulações meteorológicas mostram que ele deve perder força a partir do segundo trimestre, entre os meses de abril e junho.












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