Em Serra Talhada, grande público marca a estreia do palco nacional da festa de Setembro
Por Nill Júnior
Serra Talhada viveu na noite desta quinta-feira (04) o ápice das festividades de Nossa Senhora da Penha, até o momento. No Palco Cultura Viva na Praça Dr. Sérgio Magalhães o público se divertiu com o Teatro de Bonecos – com Miro de Carpina. Também se emocionou com as atrações da Caravana Cultura Viva da Secretaria de Cultura e Turismo, entre elas o coral Anita Vilarim que foi ovacionado.
Para fechar a sétima noite de festejo (Polo Cultura Viva) subiu ao palco Bira Marcolino. O filho do poeta Zé Marcolino que fez um grande show de cultura e poesia., levando adiante o legado deixado pelo pai e mestre.
Ao término das atrações no Palco Cultura Viva, teve início a primeira noite de atrações do Palco Nacional montado na Lagoa Maria Timóteo. Uma grande multidão compareceu para curtir o forró de vaquejada de João Neto e Fabinho, além da poesia de Dorgival Dantas e a pegada diferente de Toca do Vale.
Todo o pátio destinado ao público assim como os camarotes estiveram lotados para acompanhar a noite de estreia. E a Festa continua nesta sexta-feira (05) com mais diversão. No Palco Cultura Viva tem apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e o forró de Expresso Pau de Arara. Na Lagoa Maria Timóteo tem Roger e Adriano, Geraldinho Lins e Tayrone Cigano. Confira abaixo as atrações que ainda passarão pelos dois polos até o dia 08.
Em mais uma derrota para o Governo Raquel Lyra, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou requerimento de autoria do líder do PSB na casa, deputado Sileno Guedes, para solicitar uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação a oito empréstimos contraídos pela gestão estadual. Segundo Sileno, a apuração é necessária após […]
Em mais uma derrota para o Governo Raquel Lyra, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou requerimento de autoria do líder do PSB na casa, deputado Sileno Guedes, para solicitar uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação a oito empréstimos contraídos pela gestão estadual. Segundo Sileno, a apuração é necessária após indícios de descumprimento de cláusulas dos contratos junto aos bancos e de leis que autorizam essas operações de crédito.
“São oito contratos que já foram firmados ao longo desta legislatura e observamos perdas de prazo da carência, como um contrato com a Caixa, que foi assinado em 5 de julho de 2023, previa o início dos desembolsos em até seis meses e um prazo de carência de 12 meses, mas teve a primeira parcela liberada em outubro de 2024, ou seja, 16 meses depois. Também houve descumprimento das leis autorizativas em alguns contratos ao longo desse período. Então, nós entendemos pedir auxílio ao TCE no sentido de que instaure um procedimento fiscalizatório para garantir o cumprimento das cláusulas contratuais das leis autorizativas de oito contratos firmados com o Banco do Brasil, a Caixa e o BIRD”, explicou Sileno.
O requerimento foi aprovado por 4 a 2 na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe. Além do próprio Sileno, votaram favoravelmente o líder da oposição, deputado Cayo Albino (PSB), e os deputados Diogo Moraes (PSDB) e Mário Ricardo (Republicanos). Foram vencidos os votos de Antônio Moraes (PP) e Wanderson Florêncio (Solidariedade), que são aliados do Governo Raquel Lyra e se posicionaram contrários à solicitação. A proposição não precisa passar pelo plenário e já segue para apreciação do TCE como um pedido formal endossado por um dos colegiados do Poder Legislativo estadual.
Na mesma reunião, Sileno deu parecer favorável a um projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a contratar nova operação de crédito para refinanciar empréstimos anteriores. O deputado disse que não se coloca contra Pernambuco e, por isso, opinou pela aprovação do texto, mas destacou a preocupação com a baixa capacidade de utilização dos recursos, o que embasou seu requerimento de uma auditoria do TCE. Dados públicos indicam que, dos R$ 13 bilhões já autorizados desde 2023, pouco mais de R$ 3 bilhões foram investidos pela gestão de Raquel Lyra, que já está no quarto ano de governo.
O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos. A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro. A partir de então, sua agonia tornou-se pública, […]
O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos.
A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro.
A partir de então, sua agonia tornou-se pública, e sua dor comoveu todo o planeta.
O polonês Karol Wojtyla, o primeiro papa não italiano em quatro séculos e meio, ficou conhecido por seu carisma e por seu diálogo com os jovens, mas também por sua posição em determinadas questões religiosas. Peregrino, visitou 129 países ao longo de 26 anos de pontificado.
João Paulo II tinha uma saúde bastante debilitada e vivia doente. Mas foi no domingo de Páscoa de 2005 que o frágil estado de saúde do Papa chamou a atenção do mundo.
O Papa chegou à sacada de onde ele deveria se dirigir à multidão que o esperava e não conseguiu falar. Em um determinado momento ele fez uma expressão de dor e sua voz não saía.
E isso se deu em um momento em que as imagens percorrem o planeta na internet com rapidez brutal, e todas as TVs registraram.
Era um dia especial, era domingo de Páscoa, e aquela cena foi muito forte.
Na quarta-feira, 30 de março, quando uma multidão de pessoas esperava para ver o Papa em frente à Basílica de São Pedro, mais um sinal de que João Paulo II estava em sofrimento. Sem conseguir pronunciar sua mensagem, ele apenas deu a benção aos fiéis que aguardavam por suas palavras.
Após quase uma semana de padecimento, João Paulo II faleceu na tarde de 2 de abril de 2005, pouco mais de uma hora após a divulgação do último boletim médico sobre seu estado de saúde.
Mesmo com flagrante de compra de votos gravado por eleitores, ex-prefeito de Tuparetama é beneficiado por prescrição após 7 anos de espera Do Causos & Causas O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) declarou extinta a punibilidade do ex-prefeito de Tuparetama, Domingos Sávio da Costa Torres. O político, que havia sido condenado em primeira instância […]
Mesmo com flagrante de compra de votos gravado por eleitores, ex-prefeito de Tuparetama é beneficiado por prescrição após 7 anos de espera
Do Causos & Causas
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) declarou extinta a punibilidade do ex-prefeito de Tuparetama, Domingos Sávio da Costa Torres. O político, que havia sido condenado em primeira instância por corrupção eleitoral, teve sua pena anulada porque a própria Justiça ultrapassou o tempo limite permitido por lei para concluir o caso.
A decisão do desembargador relator Washington Luís Macêdo de Amorim baseou-se na prescrição retroativa, um mecanismo jurídico que ocorre quando o Estado perde o direito de punir devido à lentidão entre as etapas do processo.
O flagrante no gabinete
O crime ocorreu no dia 28 de setembro de 2012. De acordo com o processo, Sávio Torres, então prefeito de Tuparetama, recebeu dois eleitores em seu gabinete oficial. Na ocasião, ele anotou os dados dos títulos eleitorais dos visitantes e entregou a quantia de R$ 150,00, acompanhada de “santinhos” de seus candidatos.
O que o ex-gestor não esperava era que os próprios eleitores estavam filmando a reunião com um dispositivo oculto. A mídia foi periciada pela Polícia Federal, que confirmou a autenticidade das imagens e a ausência de qualquer tipo de montagem ou edição.
O erro do “relógio” judicial
Apesar da prova ser considerada autêntica e ter gerado uma condenação inicial de 1 ano de reclusão, o processo ficou paralisado por tempo excessivo. Pelas regras do Código Penal, para uma pena de um ano, a Justiça tem no máximo 4 anos entre um marco processual e outro para finalizar o caso.
Denúncia aceita pela Justiça: 03/02/2016
Sentença publicada: 22/09/2023
Tempo total de espera: 7 anos e 7 meses
Como o intervalo entre a denúncia e a sentença superou o dobro do prazo permitido, o magistrado reconheceu que a punição não poderia mais ser aplicada.
Consequência final
Com o reconhecimento da prescrição de ofício, Domingos Sávio da Costa Torres deixa de ter qualquer pendência criminal relativa a este episódio. O Tribunal ressaltou que, sem recurso por parte do Ministério Público Eleitoral, a pena de um ano tornou-se o parâmetro fixo que selou a extinção do processo pelo decurso do tempo. Atuou na defesa de Sávio, o advogado Napoleão Manoel Filho (OAB-PE 20238).
Sem poder mais ser candidato a vice, Márcio Oliveira anunciou em sua rede social que, após quase 16 anos de vida publica não disputará cargo eletivo nas próximas eleições. Ele só poderia ser candidato a prefeito ou a vereador. Foram quatro disputas eleitorais: duas de vereador e duas de vice-prefeito. “Venho comunicar a minha não […]
Sem poder mais ser candidato a vice, Márcio Oliveira anunciou em sua rede social que, após quase 16 anos de vida publica não disputará cargo eletivo nas próximas eleições.
Ele só poderia ser candidato a prefeito ou a vereador. Foram quatro disputas eleitorais: duas de vereador e duas de vice-prefeito.
“Venho comunicar a minha não disputa nas próximas eleições. Já havia conversado com a prefeita Márcia Conrado há alguns meses e estava esperando o momento mais oportuno para a comunicação. Minha decisão deve-se a não ter mais interesse em disputar uma eleição proporcional e, também, meu compromisso em apoiar a reeleição da prefeita Márcia Conrado”, disse.
“Agradeço a Prefeita Márcia Conrado e ao ex-Prefeito e Deputado Estadual Luciano Duque pelas possibilidades que me permitiram. E, também, ao ex-Deputado Sebastiao Oliveira pela contribuição nas duas eleições a vereador”.
Ele se comprometeu a continuar lutando por Serra. “Fiz isso antes de ser um detentor de mandato e, acredito, possa continuar fazendo mesmo sem mandato. Não disputarei as eleições de 2024, seja para qual cargo for. Continuarei me preparando, como sempre fiz, para, em um futuro, ter a possibilidade de voltar a ocupar um cargo político na nossa cidade”.
Afogados 110 anos O município de Afogados da Ingazeira comemora nesta segunda (1), 110 anos de emancipação política. Se já é muito diferente de quando Manuel Francisco da Silva instalou a primeira fazenda, pelos idos de 1870, época em que a edificação de casas cresceu, imagine nos últimos 30 anos. Porque é certo dizer que a […]
O município de Afogados da Ingazeira comemora nesta segunda (1), 110 anos de emancipação política. Se já é muito diferente de quando Manuel Francisco da Silva instalou a primeira fazenda, pelos idos de 1870, época em que a edificação de casas cresceu, imagine nos últimos 30 anos. Porque é certo dizer que a cidade deu um salto nas últimas três décadas.
Em parte pela evolução dos tempos, em parte pelos gestores, empreendedores e sua gente. Todos se encantam com a Princesa do Pajeú. Impossível não ter quem não se envolva emocionalmente com a grandiosidade da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, única em beleza, com sua Praça Arruda Câmara, o sistema viário de contorno, a nova Rio Branco requalificada, a Barragem de Brotas, suas belezas naturais, a Rádio Pajeú e o Museu do Rádio, o Cine São José, mas principalmente com sua gente. No Pajeú, todos somos acolhedores. Em Afogados, não é diferente.
Daqui, nomes importantes ganharam destaque: Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, um dos nomes mais importantes da história da Igreja, aqui radicado, Diógenes Arruda Câmara, Monsenhor Arruda, Yane Marques, Maria Dapaz, Waldecyr Menezes, Antonio Silvino, Padre Carlos Cottart. São apenas alguns exemplos que explicam o protagonismo da Terra de Sol e Encantos Mil.
Outra marca, mais contemporânea, dos gestores que se revezam na cidade. Numa característica rara, todos deixaram legado e importante contribuição. No recorte do tempo das últimas três décadas, Orisvaldo Inácio, Giza Simões, Totonho Valadares e José Patriota cumpriram cada um com sua característica sua missão. No passado, ciclos como de Antonio Mariano, João Alves Filho e Zezé Rodrigues merecem registro.
Claro, há gargalos importantes que precisam ser enfrentados de olho nas próximas gerações. Mobilidade, trânsito, urbanismo, planejamento, mais cursos superiores, atração de mais empresas para geração de emprego e renda. Desafio de quem está e para quem vem que não podem ser esquecidos e sim enfrentados.
Terra marcada pela formação política diferenciada em muito pelo trabalho realizado pela Igreja através de Dom Francisco com um instrumento como a Rádio Pajeú, uma das emissoras mais importantes do Nordeste do Brasil, pelo papel social que cumpre. Não é a toa que tantos nomes importantes da política nacional valorizam a consciência crítica da cidade. Viva Afogados, sua história e sua gente! Do progresso, a chama acesa!
Matheus empancou
Foi o cantor Matheus, da dupla com Cauã, o nome que recusou-se a vir para Afogados cantar na Expoagro e quase infartando José Patriota, Alessandro Palmeira, Edgar Santos e Wagner Nascimento. Os bastidores do cancelamento foram de tensão a mil, com o risco de que não houvesse um nome a altura para substituí-los. A dupla Simone e Silmara foi o plano B, mas as exigências atrapalharam. Ao fim, entre mortos e feridos, escaparam todos com Maiara e Maraisa.
Gonzaga Patriota pede eleição em Salgueiro
O Deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) confirmou em um compartilhamento porque é viciado em eleição. Em 1976, nem barba tinha e foi candidato a prefeito de Salgueiro. O candidato a vice, Antonio Epaminondas. Outra prova, de que a praia de Patriota parece não ser cargo executivo. Naquele ano perdeu para Cornelito Parente. E só teve 499 votos. Em 2008, por exemplo, perdeu para Júlio Lóssio em Petrolina.
Celpe deixou Itapetim na mão
A nota negativa durante o São Pedro de Itapetim foi a interrupção do fornecimento de energia em praticamente metade do município entre a sexta e o sábado. Praças também ficaram às escuras. Os shows da festa só foram realizados por conta de geradores. Mesmo comunicada, a prontidão da Celpe não atendeu às chamadas e o problema continuou.
Perguntas na mesa
O Governador Paulo Câmara vem segunda ao Debate das Dez da Rádio Pajeú e sabe de que temas não poderá fugir. Na pauta política, a relação com o governo Bolsonaro e o nome que deverá indicar para a vaga de João Campos no TCE. Na pauta administrativa, a situação das estradas no Pajeú e as perspectivas do “Caminhos de Pernambuco”, além da avaliação dos seis meses de seu segundo mandato.
O que escapou
Pra não dizer que não falamos das flores, o São João de Arcoverde teve shows e momentos incríveis com Cordel do Fogo Encantado, Elba Ramalho, Maciel Melo, Festival de Sanfoneiros, Fulô de Mandacaru, Alcimar Monteiro, Festival de Quadrilhas e Alceu Valença botando o povo pra forrozar na chuva. O resto, ou estava no lugar errado ou na hora errada.
Com emoção
Enquanto Moro, Dallagnol e a Lava Jato se balançam para resistir ao The Intercept, o Ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio está por um fio no caso dos laranjas, a viagem de Bolsonaro teve de tudo: publicidade do cordão de nióbio como solução dos nossos problemas, avião auxiliar com pó, troca de farpas com Merkel, antes de duvidar do que ela disse e culpar a imprensa, encontro com o chegado Trump, além de acordos anunciados “sem o viés ideológico”, com direito a fechar com a União Europeia depois de tensões pré encontro.
Solução para o poeirão
A Prefeitura de Monteiro achou uma solução para os eventos em piso de terra que poderia substituir o pó de brita, um paliativo da Expoagro, caso caiba no orçamento. Uma estrutura que é colocada criando um piso sintético de excelente qualidade. Se couber no orçamento, vale a pena.
Mesma opinião
MP e TCE tem apertado cidades em atraso com servidores para não gastar com mega eventos como no período junino. Mas podem ir além. Município que não está 100% saneado, que não atingiu cobertura mínima de 90% em atenção e educação básicas, que tem lixões a céu aberto, não deveriam usar recursos públicos para eventos assim. E não adianta dizer que “aquecem a economia”. Há outras formas de alimentar uma cadeia produtiva o ano inteiro.
Frase da semana:
“Um balão vazio, cheio de nada”.
Do Ministro Sérgio Moro, tentando se esquivar de novos vazamentos do Intercept, que diz estar só começando. Será?
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