Em Santa Terezinha continua o trabalho de higienização de ruas
Por André Luis
O governo federal começou a pagar a 2ª parcela do Auxílio Emergencial desde o início da semana, o que está levando as pessoas a procurarem novamente os bancos da cidade de Santa Terezinha, para receberem o dinheiro.
Os beneficiados, após isso como é de praxe, procuram os supermercados, farmácias, dentre outros estabelecimentos para fazerem suas compras ou mesmo pagarem suas contas.
Ciente disso, o setor de endemias e controle de vetores do município voltou às ruas da cidade nesta quarta-feira (21), para higienizar os locais onde as pessoas mais frequentam.
A ação vem sendo desenvolvida devido ao enfrentamento da Covid-19. Santa Terezinha conta hoje com um caso confirmado e já recuperado e dez descartados.
Comentando pela primeira vez a Pesquisa Múltipla que lhe concedeu uma aprovação de 68%, o Prefeito de Ingazeira Lino Moraes (PSB) disse ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ter ficado feliz com a boa avaliação. “Num período difícil, sem ajuda dos Governos Estadual e Federal, atingir 68% de aprovação é muito bom”. Lino […]
Comentando pela primeira vez a Pesquisa Múltipla que lhe concedeu uma aprovação de 68%, o Prefeito de Ingazeira Lino Moraes (PSB) disse ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ter ficado feliz com a boa avaliação.
“Num período difícil, sem ajuda dos Governos Estadual e Federal, atingir 68% de aprovação é muito bom”.
Lino disse que na Saúde o seu governo atingiu todas as metas. Na educação o IDEB está entre os melhores do Pajeú. Também destacou pagamento de servidores e fornecedores rigorosamente em dia, despesa com pessoal dentro do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Provocado a tratar de sucessão municipal, o Prefeito de Ingazeira disse ter duas certezas: a primeira é que se a PEC do Deputado Rogério Peninha (MDB/SC) unificando as eleições para 2022 for aprovada, com mais dois anos de mandato não disputará reeleição, pois ela deixará de existir.
Lino não descartou entretanto enfrentar as urnas em 2020. A segunda certeza de Lino é de união com o ex-prefeito Luciano Torres (PSB). “Se disputar a reeleição, tenho certeza do apoio de Luciano”. Se o candidato do grupo for ele, terá o meu apoio, concluiu o prefeito.A fala foi, digamos, um pouco diferente do que disse o ex-prefeito, que já dá como certa sua candidatura à reeleição com apoio de Lino.
Da Ascom Mais um adesivaço foi promovido pela campanha do prefeito Ângelo Ferreira (PSB), em Sertânia. Na manhã deste sábado (03), nas imediações do Banco do Brasil, região central da cidade, militantes e simpatizantes de diversas localidades pegaram o material para adesivar seus carros, motos, portas e janelas de suas residências. “Hoje compareceram muito mais […]
Mais um adesivaço foi promovido pela campanha do prefeito Ângelo Ferreira (PSB), em Sertânia. Na manhã deste sábado (03), nas imediações do Banco do Brasil, região central da cidade, militantes e simpatizantes de diversas localidades pegaram o material para adesivar seus carros, motos, portas e janelas de suas residências.
“Hoje compareceram muito mais pessoas. É realmente muita alegria que a gente vê nas ruas. Uma campanha intensa e contagiante, uma receptividade espontânea da nossa militância, um sentimento que nos estimula a seguir caminhando e, com o apoio do povo, vamos continuar fazendo muito mais por Sertânia. A nossa população sabe o que é melhor para o seu futuro e esse sentimento de satisfação que presenciamos nos nossos eventos vamos responder com a continuidade do nosso trabalho e os avanços que nosso município ainda precisa”, disse Ângelo Ferreira.
O adesivaço seguiu todos os protocolos de segurança devido à Covid-19, não teve aglomerações e os apoiadores participaram usando máscaras de proteção. Estiveram presentes o candidato a vice-prefeito, Antônio Almeida, vereadores e candidatos a vereadores.
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro Da Agência Brasil Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos […]
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro
Da Agência Brasil
Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos R$ 10,3 bilhões com a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o assunto deve dominar as discussões a partir de fevereiro, quando acaba o recesso legislativo. Enviada ao Congresso em setembro, a proposta de emenda à Constituição que recria o tributo, PEC 140/15, é polêmica e promete enfrentar muita resistência.
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro, uma vez que ele só pode entrar em vigor três meses após virar lei. A proposta está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Se aprovada a admissibilidade, vai para uma comissão especial e depois para votação em dois turnos no plenário da Câmara e outros dois no plenário do Senado.
O texto prevê que 0,2% de cada transação bancária vá para o governo federal financiar a Previdência Social. Por causa do aumento do número de beneficiários e do reajuste dos pagamentos na justificativa da proposta, a estimativa é que o deficit da Previdência aumente de R$ 88 bilhões para R$ 117 bilhões em 2016. A cobrança está prevista para durar até 31 de dezembro de 2019.
Negociações – No Palácio do Planalto, o apoio de governadores e de prefeitos é considerado fundamental para a aprovação do tributo. Se depender dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, a mordida da CPMF vai ser maior. Eles condicionam o apoio a uma alíquota de 0,38% para que 0,20% fique com a União, e o restante seja dividido entre eles.
O relator da PEC na CCJ, o deputado Arthur Lira (PP-AL) deve apresentar seu parecer em fevereiro, na volta do recesso do Legislativo. Ele admitiu no entanto, que não está tão otimista quanto o governo. “Acho que essa questão vai ser muito debatida e não acredito em uma aprovação no Congresso antes de junho”, declarou.
O líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE), é contra e não acredita que a contribuição seja aprovada em ano de eleições municipais. “Vamos empreender todo o esforço possível para impedir a aprovação da volta da CPMF. Não se pode aceitar que a gente vá resolver a crise econômica grave que o Brasil vive a partir de medidas que sejam de aumento da carga tributária”, disse.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), defende a recriação do tributo: “Não acho que a CPMF em si seja a vilã da história. É um imposto de alíquota barata, que a maioria da população não paga, sobretudo os que ganham menos, e é um importante instrumento de fiscalização. Então, creio que, neste momento, é importante para reestabelecer a credibilidade do país”, comentou.
Senado – No Senado, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) destacou que a aprovação é importante para reforçar o caixa não apenas da União, mas também dos governos locais.
“Não vamos votar uma CPMF para ficar só para o governo federal ou para gastar em qualquer coisa. A CPMF tem de ir para a seguridade social, ter uma vinculação para a saúde, mas princialmente ter uma renda para estados e municípios”, explicou.
Já o senador Álvaro Dias (PV-PR) acredita que a proposta não terá apoio suficiente. “Não acredito que o Congresso venha aprovar mais um imposto. Sobretudo esse tributo perverso que é cobrado em cascata e penaliza, do inicio ao fim, o sistema produtivo”, disse.
Entidades – A proposta também enfrenta a resistência da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades como as Confederações Nacional da Indústria e do Transporte. Na época do envio da proposta ao Congresso, elas divulgaram nota criticando a medida. Segundo as entidades, a proposta repete a fórmula anticompetitividade e impeditiva do crescimento.
“A CPMF é um tributo de má qualidade por ser pouco transparente e incidir de forma cumulativa da cadeia produtiva”, destacou o documento.
Criada em 1997 para ser provisória, após sucessivas renovações a CPMF durou 11 anos. Entre 1997 e 2007, arrecadou R$ 223 bilhões. Só no último ano de vigência foram mais de R$ 37 bilhões, segundo a Receita Federal. Inicialmente o objetivo era financiar a saúde, mas cerca de R$ 33 bilhões foram usados em outros setores.
O PT (Partido dos Trabalhadores) prepara uma mobilização da esquerda para atos no 7 de setembro, especialmente diante de eventos organizados por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ideia dos petistas é de que os atos no Dia da Independência sejam um “momento de expressão, de compreensão e de conscientização” contra o tarifaço americano […]
O PT (Partido dos Trabalhadores) prepara uma mobilização da esquerda para atos no 7 de setembro, especialmente diante de eventos organizados por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A ideia dos petistas é de que os atos no Dia da Independência sejam um “momento de expressão, de compreensão e de conscientização” contra o tarifaço americano de Donald Trump, além da atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. As informações são da CNN Brasil.
O partido tem conversado com outras siglas do que chamam de “campo democrático” para essa movimentação nacional. A intenção é que ela ocorra em todos os estados, mas ainda será definido se será apenas nas capitais ou em outras cidades.
Na avaliação do presidente nacional do PT, Edinho Silva, neste sábado (23), é preciso dialogar com a sociedade, para que todos possam “entender o que está em disputa”.
Edinho disse que o Brasil não pode ser penalizado por participar do Brics, por ter criado o Pix nem por defender a regulamentação das empresas de redes sociais. Ele também afirmou que é preciso negociar terras raras de “forma soberana”.
O PT elegeu a nova formação da Comissão Executiva Nacional e aprovou uma nova resolução política do Diretório Nacional, hoje, em Brasília. As declarações de Edinho Silva foram dadas em coletiva após as reuniões internas.
A resolução defende a democracia, a soberania nacional, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais — projeto em análise no Congresso — e a promoção da reforma da renda, entre uma série de outros pontos.
Veja a nova composição da Executiva do PT:O PT (Partido dos Trabalhadores) prepara uma mobilização da esquerda para atos no 7 de setembro, especialmente diante de eventos organizados por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A ideia dos petistas é de que os atos no Dia da Independência sejam um “momento de expressão, de compreensão e de conscientização” contra o tarifaço americano de Donald Trump, além da atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. As informações são da CNN Brasil.
O partido tem conversado com outras siglas do que chamam de “campo democrático” para essa movimentação nacional. A intenção é que ela ocorra em todos os estados, mas ainda será definido se será apenas nas capitais ou em outras cidades.
Na avaliação do presidente nacional do PT, Edinho Silva, neste sábado (23), é preciso dialogar com a sociedade, para que todos possam “entender o que está em disputa”.
Edinho disse que o Brasil não pode ser penalizado por participar do Brics, por ter criado o Pix nem por defender a regulamentação das empresas de redes sociais. Ele também afirmou que é preciso negociar terras raras de “forma soberana”.
O PT elegeu a nova formação da Comissão Executiva Nacional e aprovou uma nova resolução política do Diretório Nacional, hoje, em Brasília. As declarações de Edinho Silva foram dadas em coletiva após as reuniões internas.
A resolução defende a democracia, a soberania nacional, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais — projeto em análise no Congresso — e a promoção da reforma da renda, entre uma série de outros pontos.
Veja a nova composição da Executiva do PT:
Presidente Nacional: Edinho Silva
Vice-presidente: Jilmar Tatto
Vice-presidente: Joaquim Soriano
Vice-presidente: José Guimarães
Vice-presidente: Rubens Junior
Vice-presidente: Washington Quaquá
Secretário Nacional de Comunicação: Eden Valadares
Secretária de Finanças e Planejamento: Gleide Andrade
Secretaria-Geral: Henrique Fontana
Secretaria Nacional de Relações Internacionais: Humberto Costa
Secretário Nacional de Organização: Laércio Ribeiro
Secretaria Nacional de Movimentos Populares e Política Setorial: Lucinha
Secretaria Nacional de Mobilização: Luiz Felipe (Hadesh)
Secretaria Nacional de Nucleação: Maria de Jesus (Claudinha)
Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais: Romenio Pereira
Secretaria Nacional de Formação: Tassia Rabelo
Secretaria Nacional de Articulação de Políticas Públicas: Vitoria Fortuna
Vogais: Ana Julia, Anne Moura, Camila Moreno, Cristiano Silveira, João Mauricio, Lizandra Dawany, Maristella Matos, Milena Conceição Farias, Misiara Oliveira, Natália de Sena.
Liderança da bancada na Câmara: Lindbergh Farias
Liderança da bancada no Senado: Rogério Carvalho
Presidente Nacional: Edinho Silva
Vice-presidente: Jilmar Tatto
Vice-presidente: Joaquim Soriano
Vice-presidente: José Guimarães
Vice-presidente: Rubens Junior
Vice-presidente: Washington Quaquá
Secretário Nacional de Comunicação: Eden Valadares
Secretária de Finanças e Planejamento: Gleide Andrade
Secretaria-Geral: Henrique Fontana
Secretaria Nacional de Relações Internacionais: Humberto Costa
Secretário Nacional de Organização: Laércio Ribeiro
Secretaria Nacional de Movimentos Populares e Política Setorial: Lucinha
Secretaria Nacional de Mobilização: Luiz Felipe (Hadesh)
Secretaria Nacional de Nucleação: Maria de Jesus (Claudinha)
Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais: Romenio Pereira
Secretaria Nacional de Formação: Tassia Rabelo
Secretaria Nacional de Articulação de Políticas Públicas: Vitoria Fortuna
Vogais: Ana Julia, Anne Moura, Camila Moreno, Cristiano Silveira, João Mauricio, Lizandra Dawany, Maristella Matos, Milena Conceição Farias, Misiara Oliveira, Natália de Sena.
O presidente do Peru, Pedro Castillo, foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país. A decisão, votada nesta quarta-feira (7), ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país. Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade […]
O presidente do Peru, Pedro Castillo, foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país.
A decisão, votada nesta quarta-feira (7), ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país.
Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade moral”.
A moção de vacância foi apresentada com o apoio de 67 votos e admitida em debate com 101 votos a favor. Seis parlamentares votaram contra, e houve 10 abstenções.
O Congresso convocou Dina Boluarte, vice-presidente de Castillo, para assumir a presidência. “Repudio a decisão de Pedro Castillo de praticar a quebra da ordem constitucional com o fechamento do Congresso. Trata-se de um golpe de Estado, que agrava a crise política e institucional que a sociedade peruana terá que superar com apego estrito à lei”, escreveu Boluarte no Twitter.
A TV peruana mostrou Castillo e sua família deixando o palácio de governo. Além dele, estavam a mulher, Lilia Paredes, os filhos e a cunhada.
O Ministério Público do Peru anunciou que vai tomar ações legais após os decretos do presidente do Peru, que mandou fechar o Congresso. Em um vídeo, os procuradores Patricia Benavides, Zoraida Ávalos, Pablo Sánchez e Juan Carlos Villena afirmaram que o presidente tentou dar um golpe de Estado e que nenhuma autoridade pode se colocar acima da Constituição.
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