Em reunião do Cimpajeú, Humberto tratou de Reforma Política, Pacto Federativo e projetos da região
Por Nill Júnior
O Senador Humberto Costa participou da reunião do Consorcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú) que aconteceu em Sertânia. A cidade foi escolhida por sediar a III Exposertânia – 43a Exposição Nordestina Especializada em Caprinos e Ovinos. O encontro aconteceu no Auditório da Sala de Imprensa instalada no Parque de Exposição Professor Renato Moraes.
Humberto falou de reforma política e ouviu dos prefeitos pleitos ligados a liberação de mais recursos para os municípios, destravamento de projetos e Pacto Federativo. Na foto, de Júnior Finfa, Humberto conversando com o radialista Celso Brandão (Rádio Pajeú), ao lado do prefeito Guga Lins. Ele ainda visitou canteiros da obra da Transposição.
Na pauta, ainda foram discutidos temas como a efetivação da Unidade de Conservação da Matinha; modelo de emissão de alvará vinculado à restrição ambiental; modelo de licenciamento pelo Cimpajeú (possibilidade de convênio) e prestação de contas.
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) assinou, ontem (27), Projeto de Decreto Legislativo (PDL 453/2020) para sustar o Decreto de Lei (10.530) de Bolsonaro e Guedes que abre espaço para a privatização de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) como as Unidades Básicas de Saúde, em todo o País, em meio à pandemia da […]
O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) assinou, ontem (27), Projeto de Decreto Legislativo (PDL 453/2020) para sustar o Decreto de Lei (10.530) de Bolsonaro e Guedes que abre espaço para a privatização de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) como as Unidades Básicas de Saúde, em todo o País, em meio à pandemia da Covid-19.
“Saúde é direito, não mercadoria. Querem abrir as porteiras para a privatização do maior sistema público de saúde do mundo, cuja importância ficou mais do que comprovada durante a pandemia. Não permitiremos”, afirmou o parlamentar.
A proposta é defendida por toda a Bancada do PT na Câmara e, tem como objetivo sustar os efeitos do decreto do governo federal.
O Conselho Nacional de Saúde (CNS) também já se manifestou contra a medida. “Nós, do Conselho Nacional de Saúde, não aceitaremos a arbitrariedade do presidente da República com a intenção de privatizar as unidades básicas de saúde em todo o Brasil. Estamos nos posicionando perante toda a sociedade brasileira como sempre nos posicionamos contra qualquer tipo de privatização, de retirada de direitos e de fragilização do SUS. Continuaremos defendendo a vida, defendendo o SUS, defendendo a democracia”, disse o presidente da entidade, Fernando Pigatto.
Os interessados em fazer o concurso para procurador do Estado de Pernambuco têm até as 18h (horário de Brasília) de sexta-feira (9/2) para se inscrever no certame. A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) informa que não haverá nova prorrogação das inscrições, que são feitas site do Cebraspe (www.cespe.unb.br/concursos/pge_pe_18_procurador). O boleto da taxa de […]
Os interessados em fazer o concurso para procurador do Estado de Pernambuco têm até as 18h (horário de Brasília) de sexta-feira (9/2) para se inscrever no certame. A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) informa que não haverá nova prorrogação das inscrições, que são feitas site do Cebraspe (www.cespe.unb.br/concursos/pge_pe_18_procurador).
O boleto da taxa de inscrição, de R$ 210,00 poderá ser pago até o dia 19 de fevereiro. No concurso público, estão em disputa dez vagas para o cargo de procurador do Estado, sendo uma para pessoa com necessidades especiais, mais formação de cadastro de reserva. As provas objetiva e discursiva serão aplicadas no Recife nos dias 24 e 25 de março.
O certame prevê ainda uma terceira etapa de avaliação de títulos. O resultado final é previsto para 29 de junho. O concurso valerá por dois anos a partir da data de publicação da homologação do resultado final e pode ser prorrogado por mais dois anos. É executado pelo Cebraspe, sob supervisão de Comissão Coordenadora formada por procuradores do Estado e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Metrópoles Pela quinta pesquisa consecutiva, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com mais intenções de voto para a eleição de 2022. Pesquisa XP divulgada nesta terça-feira (17) mostra Lula com 40% contra 24% de Bolsonaro. “A nova rodada da pesquisa XP/Ipespe registra continuidade na […]
Pela quinta pesquisa consecutiva, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com mais intenções de voto para a eleição de 2022. Pesquisa XP divulgada nesta terça-feira (17) mostra Lula com 40% contra 24% de Bolsonaro.
“A nova rodada da pesquisa XP/Ipespe registra continuidade na tendência de crescimento das intenções de voto no ex-presidente Lula”, pondera o levantamento.
Em relação à sondagem anterior, o petista aparece com dois pontos percentuais a mais, enquanto o atual presidente tem 24%, dois pontos a menos que na última pesquisa.
O levantamento mostra que a tendência de alta de Lula é contínua desde março, quando o ex-presidente tinha 25% das intenções de voto.
Atrás de Lula e de Bolsonaro aparecem Ciro Gomes (PDT), com 10% das intenções de voto; Sérgio Moro (sem partido) com 9%; o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (Democratas) e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), com 4% cada.
No principal cenário de segundo turno, Lula ampliou vantagem sobre Bolsonaro. O petista oscilou dois pontos para mais, e Bolsonaro, três para menos. Agora, o ex-presidente venceria com 51% contra 32% do atual mandatário da República.
Rejeição ao governo Bolsonaro chega a 54%
A XP Investimentos divulgou a avaliação do governo Bolsonaro. De acordo com o levantamento, 54% dos eleitores dizem considerar a gestão bolsonarista “ruim” ou “péssima”, contra 52% em julho. A taxa de rejeição ao governo está em alta desde outubro de 2020, quando 31% avaliavam mal a administração federal.
Por outro lado, os que veem o governo como “bom” ou “ótimo” somam 23%, dois pontos a menos que na pesquisa de julho. Os números são os piores desde o início da série. A insatisfação ocorre junto a uma piora na percepção da direção da economia. O grupo dos que avaliam que a gestão federal está no caminho errado cresceu 4 pontos percentuais e chegou a 63%.
A visão contrasta com outros indicadores sobre a situação econômica: a percepção sobre as chances de manutenção de emprego, por exemplo, segue em tendência de alta desde maio. O grupo que vê possibilidade grande ou muito grande de continuar empregado atingiu 56%.
Foram realizadas 1.000 entrevistas em todo o país de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa registrou também estabilidade sobre o sentimento da população em relação à pandemia: o grupo dos que dizem estar com muito medo do surto oscilou de 38% para 39%.
Nota de Solidariedade É com perplexidade que as entidades de cultura de Pernambuco, tomam conhecimento do afastamento de Anildomá Willams de Souza da Secretaria de Cultura de Serra Talhada após 10 anos à frente da pasta, em cujo período transformou a forma de fazer cultura na cidade, onde seu lema, repetido à exaustão sempre foi […]
É com perplexidade que as entidades de cultura de Pernambuco, tomam conhecimento do afastamento de Anildomá Willams de Souza da Secretaria de Cultura de Serra Talhada após 10 anos à frente da pasta, em cujo período transformou a forma de fazer cultura na cidade, onde seu lema, repetido à exaustão sempre foi “Quem diz ser loucura investir em cultura, não sabe o preço da ignorância”, o que por si já revela sua obstinação diante da missão que lhe foi confiada.
Sem prévia discussão, sem uma razão justificada, a referida exoneração pegou os fazedores de cultura de Serra Talhada e região de surpresa. É consenso que Anildomá colocou Serra Talhada no mapa cultural do Brasil, levando o nome da Capital do Xaxado para além das fronteiras de Pernambuco.
Como Cangaceirólogo, é um dos maiores entendidos em Lampião em todo o Nordeste, quiçá do Brasil, que além de autor de diversas obras, tem revelado o universo lampiônico através do espetáculo “O Massacre de Angico – A morte de Lampião”, uma de suas obras mais icônicas, projetando Serra Talhada, através da grandiosidade do teatro ao ar livre em pleno Sertão Pernambucano, desde 2012, ano de sua estreia Os grupos e coletivos de cultura, sobretudo as entidades representativas da sociedade civil lamentam profundamente esse afastamento num momento crucial para a cultura do nosso país, quando “esperançamos” a recriação do Ministério da Cultura, o fortalecimento dos Pontos de Cultura, a retomada dos investimentos no setor com a Lei Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo, quando a economia da cultura trará riqueza e desenvolvimento local.
Estranha-se que se lance fora alguém com tal acúmulo e tamanha experiência, fundamentais para esse novo momento. Entendemos a dinâmica da política, mas não entendemos a falta de compreensão no futuro que se avizinha, aliada a falta de respeito e de diálogo, e é exatamente por isso que prestamos solidariedade a Anildomá Willans, a quem rendemos honras pelo seu talento, empenho e compromisso no trato com o bem público, onde todas as linguagens da cultura tiveram espaço em sua gestão, onde suas ações alcançaram do erudito à cultura popular e tradicional.
Acrescente-se ainda sua habilidade e a de sua equipe no tocante a capacidade de captar recursos em esferas estadual e federal, conseguindo atrair recursos e investimentos para a cultura local, com atividades o ano inteiro, sem contudo onerar os cofres municipais.
Anildomá Williams, aceite nossa solidariedade pelo baluarte que você representa, além do nosso grito de repúdio pela forma vil como você foi defenestrado pela gestão de Márcia Conrado.
Recife (PE), 26 de dezembro de 2022. Subscrevem essa nota:
Associação de Realizadores de Teatro de Pernambuco
Federação de Teatro de Pernambuco Conexão dos Pontos de Cultura de Pernambuco
Associação Amigos Refletores da Cultura
Associação de Empreendimentos Solidários Bem Viver
Por Leonardo Sakamoto – Colunista do UOL Jair Bolsonaro colocou, novamente, em dúvida a segurança do sistema eleitoral brasileiro, ao votar, no Rio de Janeiro, neste domingo (29). E apontou fraude na votação que elegeu Joe Biden à Presidência dos Estados Unidos. Com isso, ajuda a pavimentar uma narrativa para a batalha que irá travar […]
Jair Bolsonaro colocou, novamente, em dúvida a segurança do sistema eleitoral brasileiro, ao votar, no Rio de Janeiro, neste domingo (29). E apontou fraude na votação que elegeu Joe Biden à Presidência dos Estados Unidos. Com isso, ajuda a pavimentar uma narrativa para a batalha que irá travar pela reeleição em 2022. O problema é que declarações como essas, sem provas, são um ataque direto à democracia.
Bolsonaro voltou a defender que cada urna gere um comprovante impresso para que o eleitor veja que seu voto foi, fisicamente, para seu escolhido ou escolhida. O pensamento é coerente com uma família que, segundo o Ministério Público, movimentou milhões em dinheiro vivo ao invés de usar DOC e TED. Talvez, esperando o PIX.
Mais do que confiança demasiada no impresso, está o fato de que transações digitais e votos em urnas eletrônicas são mais difíceis de fraudar.
Imagine o retrocesso em uma sociedade que se acostumou a um resultado sendo divulgado horas depois do fechamento das urnas se levássemos dias, como a contagem manual em alguns estados dos EUA? No último dia 15, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atrasou em menos de três horas a totalização e a sociedade quase sofreu um infarto agudo do miocárdio coletivo.
A demora também foi um test drive do que milícias bolsonaristas podem fazer caso a apuração leve mais tempo do que o de costume em 2022. No primeiro turno deste ano, elas se aproveitaram dos problemas do TSE (que em nada afetaram a segurança da votação) para colocar sob suspeita as eleições nos municípios em que seus candidatos não foram bem votados. Imagine o que pode acontecer num confuso sistema que misture papel e voto eletrônico?
Ao mesmo tempo, o presidente ainda não reconheceu a vitória de Biden. “Eu estou aguardando um pouco mais”, disse. “Teve muita fraude lá, isso ninguém discute.” E, assim como Donald Trump, disse isso sem apresentar provas. O democrata não vai perder uma noite de sono pensando a razão de Bolsonaro não ter ligado para ele ou mandado um zap.
Isso ocorre, claro, em parte, pela vassalagem estabelecida com o governo de seu aliado, o quase-ex-presidente republicano. Mas também serve para preparar o caminho a fim de repetir a mesma estratégia, colocando em dúvida as eleições daqui a dois anos, caso os resultados não sejam de seu agrado.
Colocar em dúvida o resultado tem servido, nos Estados Unidos, para tentar melar o pleito. Mas também para que Trump seja visto como vencedor real pelos seus seguidores fiéis e, ao mesmo tempo, reduzir a legitimidade do governo do adversário. O problema é que o efeito colateral é uma população que acreditará menos no sistema eleitoral e, portanto, nas instituições.
No Brasil, elas são menos robustas do que por lá. Aqui, tem sempre um militar de alta patente que ameaça a Suprema Corte pelo Twitter, milhares de pessoas que vão às ruas pedir autogolpe e um bom punhado de saudosistas que sofrem por não vivermos em uma ditadura.
Bolsonaro sabe que o repique de alta em sua aprovação teve relação direta com o pagamento do auxílio emergencial a dezenas de milhões de trabalhadores informais. Com a redução do seu valor e sua extinção no horizonte próximo, desempregados voltam às ruas para procurar serviço. E por mais que o mercado esteja absorvendo centenas de milhares de pessoas por mês na retomada, um outro naco ainda maior, e mais vulnerável, está à espera de uma política de emprego que não vem. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua apontou 14,1 milhões à busca de trabalho.
Apesar de ainda ser favorito para a reeleição nas pesquisas eleitorais, o presidente gasta mais tempo atacando seus possíveis competidores, como o governador João Doria, por exemplo, na bizarra Guerra das Vacinas, do que buscando formas de gerar empregos de qualidade.
Em março deste ano, sem apresentar evidências, o presidente afirmou que havia sido eleito no primeiro turno de 2018, mas foi roubado. “Pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito no primeiro turno mas, no meu entender, teve fraude”, disse Bolsonaro.
Houve forte reação por parte de ministros do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal, que reafirmaram a lisura e a confiança no sistema. Nunca apresentou nada, como era de se esperar. Mas nem era necessário para poder causar estrago.
Declarações assim não servem para melhorar as eleições. Elas criam uma dúvida na cabeça das pessoas, uma fissura na antes sólida percepção sobre a lisura do sistema. Fissura que martelada no tempo certo, e com o golpe correto, pode provocar uma bela fratura na democracia.
Você precisa fazer login para comentar.