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Em rápido pronunciamento, Bolsonaro diz que seguirá Constituição Federal

Por André Luis

Presidente também criticou os movimentos que estão fechando as estradas, mas voltou a atacar o sistema eleitoral.

Por André Luis

Na tarde desta terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro (PL), quebrou o silêncio após quase 48 horas após o resultado das eleições no último domingo (30), quando perdeu para o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em um rápido pronunciamento de 2 minutos, no hall de entrada do Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente em Brasília, Bolsonaro iniciou agradecendo os 58 milhões de votos recebidos no segundo turno e voltou a criticar o sistema eleitoral brasileiro.

“Os atuais movimentos populares, são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral”, disse.

Ele também falou que as manifestações pacificas, são bem-vindas, mas que não podiam seguir o modelo da esquerda, que segundo ele, prejudicam o país.

“As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir”, afirmou Bolsonaro.

Demonstrando que irá respeitar o resultado das urnas, Bolsonaro garantiu que como presidente, irá cumprir o que determina a Constituição Federal. 

O presidente não parabenizou o adversário Luiz Inácio Lula da Silva. Ele saiu sem dar entrevista aos jornalistas que estavam de plantão no local.

Logo após a saída de Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, informou que foi autorizado pelo presidente a dar início ao processo de transição “assim que formos provocados pela lei”, informou.

Outras Notícias

Tragédia de Iguaraci: Falta de prova técnica de embriaguez, ausência e omissão de testemunhas facilitaram absolvição, diz promotor

Em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto destacou que a absolvição de José Cláudio Ramos da Silva, acusado de causar acidente que provocou cinco mortes em 2010, foi motivada por falta de prova técnica e omissão de testemunhas. “É importante destacar que ele foi indiciado por homicídio com […]

acidente1-300x223Em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto destacou que a absolvição de José Cláudio Ramos da Silva, acusado de causar acidente que provocou cinco mortes em 2010, foi motivada por falta de prova técnica e omissão de testemunhas.

“É importante destacar que ele foi indiciado por homicídio com dolo eventual. Foi preso em 2011 e só saiu ontem. Ao todo teve quatro advogados diferentes, todos que tentaram sem sucesso Habeas Corphus e até o Tribunal de Justiça o manteve preso”, disse.

José Cláudio esteve envolvido em um acidente em que cinco pessoas de uma mesma família – uma delas grávida de três meses – morreram na PE-292, no município de Iguaraci, nas proximidades da entrada para a Barragem do Rosário. O acidente ocorreu no dia 18 de março de 2010. A família ocupava um carro Gol que foi atingido de frente por um caminhão pipa que era guiado por José Cláudio e que teria invadido a faixa contrária depois de uma curva.

Elísio Alves de Torres, de 54 anos, dirigia o Gol. Ele havia trazido a esposa, Maria Virgínia de Torres, 58, a sobrinha, Ednéia Alves Nunes Souza, 31, e duas parentes Luzia Severina de Oliveira Silva, 44, e Eliete Torres Nunes de Oliveira, 49, para exames médicos em Afogados da Ingazeira. Todos morreram.

“Não havia prova técnica de embriagues porque não foi feito teste do bafômetro. Ele foi para casa de familiares e tomou rumo ignorado. Havia testemunhas que o viram com uma lata de Pitú na mesa, o relato do dono do bar. Tentamos enquadrá-lo por guiar sob influência de álcool. Mas as testemunhas não confirmaram em juízo. O dono do Bar estava em São Paulo e não veio se pronunciar”, afirmou.

O promotor admite que com essa dificuldade a defesa agiu com os elementos que tinha e o corpo de jurados acatou – não por unanimidade – a tese. Perguntado se recorreria, o promotor argumentou que conversou com a família e que uma modificação no resultado pelos fatores apresentados “é difícil”.

Alepe renova cobrança ao governo sobre operações financeiras

A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe solicitou ao presidente da Casa, nesta terça-feira (20), que seja encaminhado à governadora Raquel Lyra um pedido de informações sobre todos os contratos de operações de crédito firmados pelo Poder Executivo estadual desde o exercício de 2023, até hoje, incluindo os seus termos aditivos. Amparando-se no […]

A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe solicitou ao presidente da Casa, nesta terça-feira (20), que seja encaminhado à governadora Raquel Lyra um pedido de informações sobre todos os contratos de operações de crédito firmados pelo Poder Executivo estadual desde o exercício de 2023, até hoje, incluindo os seus termos aditivos.

Amparando-se no Regimento Interno da Assembleia, a CCLJ esclareceu que a medida atende ao dever constitucional do Poder Legislativo de exercer sua atribuição fiscalizatória sobre os atos do Executivo, principalmente no que se refere à utilização de recursos provenientes de operações de crédito.

Na justificativa ao pedido de informações, o colegiado esclarece que abertura de créditos adicionais, financiada com recursos oriundos desses tipos de operações, exige do Poder Legislativo o dever de observar as condições estabelecidas nos contratos celebrados pelo Governo.

A decisão de renovar a cobrança ao Executivo surgiu após debate, realizado na reunião da Comissão de Justiça desta terça-feira (20), em torno da tramitação do projeto que autoriza o Governo de Pernambuco a contrair o empréstimo de R$1,5 bilhão. O texto foi aprovado pelo colegiado em abril, mas devido a alterações realizadas pela Comissão de Finanças precisa ser novamente analisado pela CCJ. 

Relator do Projeto de Lei 2692/2025, matéria de autoria do Executivo que solicita o financiamento bilionário, o deputado Waldemar Borges disse que a falta de transparência do Governo “é que tem travado a tramitação da matéria na Alepe”. Segundo ele, a Assembleia ainda aguarda resposta do Executivo a um pedido de informação, encaminhado há duas semanas, em que solicita o detalhamento das ações, projetos ou programas executados pelo Governo até o presente momento, com respectivos recursos mencionados.

O deputado lembrou que dos R$9,2 bilhões, já autorizados em operações de crédito, apenas R$2,2 bilhões foram efetivamente empenhados, “o que demonstra lentidão e possível má gestão dos recursos”. 

“Se o governo ainda não conseguiu gastar o que já foi autorizado, fica provado que a lentidão está no Palácio do Campo das Princesas, não na Assembleia Legislativa. Antes de votar um novo endividamento do Estado, é imprescindível que recebamos todas as informações sobre o que foi feito, e o que não foi feito, com os recursos já contratados”, cobrou.

Dinca ameaça e sugere que povo deveria dar pisa ou agredir radialista

“Qualquer dia a gente se encontra com ele. Qualquer hora tu vai te dar mal”, ameaçou Dinca Brandino voltou a atacar um radialista em sua live. O alvo foi o radialista Fabrício Ferreira, por uma crítica na Cidade FM. Dinca chegou a chamá-lo de forasteiro, palhaço, vagabundo e ameaçou. “Já passou de receber aquilo que eu […]

“Qualquer dia a gente se encontra com ele. Qualquer hora tu vai te dar mal”, ameaçou

Dinca Brandino voltou a atacar um radialista em sua live. O alvo foi o radialista Fabrício Ferreira, por uma crítica na Cidade FM.

Dinca chegou a chamá-lo de forasteiro, palhaço, vagabundo e ameaçou. “Já passou de receber aquilo que eu já lhe disse que iriam fazer com ele”, indicando subliminarmente que o profissional deveria levar uma pisa ou outra forma de agressão, pelo que é de conhecimento geral. “A qualquer hora tu vai te dar mal”.

O radialista criticou a ida da folha para a Caixa Econômica, dizendo que esse era o presente da prefeita para o aniversário da cidade, dificultando muito o comércio e muitos que teriam que se deslocar a Afogados da Ingazeira. “Quando fiz esse comentário, pessoas com funções gratificadas e cargos comissionados na prefeitura começaram a ligar pra rádio. Eu disse que não daria atenção a baba ovo e puxa saco”, explicou Fabrício ao blog. Ele não informou se prestará queixa.

Dinca antecipa venda da folha: Dinca sinalizou que já tomou a decisão de vender a folha da prefeitura, tema que domina a cidade.  “Tá tendo umas tratativas, tá conversando. Se der certo ela bate o martelo. Se ela vender, vai mostrar que recursos serão alocados em uma obra estruturadora. Será que em algum tempo eles tentaram, vender a folha? Tentaram por várias vezes. E disse, ocupando o papel da prefeita, que a Caixa procurou a gestão.

Veja crítica de Dinca no Instagram do Blog:

Prefeita assina lei

A prefeita Nicinha Melo assinou a Lei de regularização do repasse financeiro complementar ao piso da enfermagem. Ontem, o projeto foi aprovado pela Câmara, restando a sanção, assinada hoje. Semana passada, o Secretário de Administração César Pessoa destacou à Rádio Pajeú que o mais importante será o esforço da gestão para pagar o piso. Ele […]

A prefeita Nicinha Melo assinou a Lei de regularização do repasse financeiro complementar ao piso da enfermagem. Ontem, o projeto foi aprovado pela Câmara, restando a sanção, assinada hoje.

Semana passada, o Secretário de Administração César Pessoa destacou à Rádio Pajeú que o mais importante será o esforço da gestão para pagar o piso.

Ele destacou ainda que esse pagamento será possível graças à liberação pelo governo federal de contrapartida para o seu pagamento, depois da decisão do Supremo que definiu a legalidade, desde que o governo apontasse a fonte de custeio.

“Ainda assim,esse pagamento recai sobre as obrigações trabalhistas, outro desafio para os municípios”, afirmou.

Rogaciano Jorge registra chapa para disputar eleição da Câmara de SJE

Na manhã deste sábado (8), primeiro dia para registro de chapas que irão disputar a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São José do Egito, o vereador Rogaciano Jorge (PSB) protocolou na secretaria da Casa o seu pedido para concorrer à presidência na eleição que acontece no próximo sábado (15). Ao seu lado, também […]

Vereadores Jota Ferreira, Alberto de Zé Loló, Aldo da Clipsi, Rogaciano Jorge, Antônio Andrade, Doido de Zé Vicente e Albérico Tiago no registro das candidaturas aos cargos da Mesa Diretora da Câmara SJE para o biênio 2019-2020. Foto: Marcello Patriota

Na manhã deste sábado (8), primeiro dia para registro de chapas que irão disputar a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São José do Egito, o vereador Rogaciano Jorge (PSB) protocolou na secretaria da Casa o seu pedido para concorrer à presidência na eleição que acontece no próximo sábado (15).

Ao seu lado, também se inscreveram ao processo os parlamentares Aldo da Clipsi (PT), Albérico Tiago (PR) e Alberto de Zé Loló (PT), que vão disputar as cadeiras de vice-presidente, 1º e 2º secretários, respectivamente. O atual presidente Antônio Andrade (PSB) esteve acompanhando os primeiros registros dos que desejam participar da eleição.

Pelo Regimento Interno do Legislativo egipciense a votação é aberta e cada vereador deverá dizer em quem vota cargo a cargo. A chapa que foi registrada neste sábado deve contar também com os votos de Andrade, Doido de Zé Vicente e Jota Ferreira. Também na manhã deste sábado foi comunicado pelo vereador Albérico Tiago que Antônio Andrade e Doido assumem a partir de janeiro de 2019, respectivamente, liderança e vice-liderança da oposição. Os registros de candidaturas aos cargos da Mesa da Câmara SJE foram iniciados neste sábado e seguem até às 13h da próxima terça (11).