Em Petrolina, Ministro anuncia socorro à fruticultores no São Francisco
Por Nill Júnior
O Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi esteve nesta sexta-feira (26), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, onde cumpriu agenda. No encontro estavam presentes agricultores e prefeitos de municípios do Sertão e do Norte da Bahia. Durante o evento foi discutido o investimento para implantação dos flutuantes que irá captar água do volume morto da barragem de Sobradinho.
Em Petrolina, o ministro anunciou um investimento para a região. “O esforço é enorme nesse momento do Governo Federal com a atenção para a questão hídrica. E, nesse sentido, nós estamos trazendo aqui R$ 34 milhões para que a Codevasf possa fazer as obras necessária para garantir o abastecimento de água nesses perímetros“, disse Gilberto Occhi.
O projeto da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) está orçado em R$ 39 milhões. A proposta do Governo Federal é de que o restante do recurso seja custeado pelos agricultores.
Em Pernambuco serão contemplados os perímetros irrigados Senador Nilo Coelho, Brígida, Fulgêncio, Manga de Baixo e Icó Mandantes. Também serão contempladas cidades da Bahia, Sergipe e Alagoas.
Por um bom tempo, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota foi tido como preferido, o querido, próximo dos grandes líderes do PSB. Meu último encontro com Miguel Arraes é prova disso. Nas eleições de 2004, Arraes esteve em agenda no Pajeú e a noite, recebeu no restaurante da Pousada de Brotas Anchieta Patriota. Lembro bem […]
Por um bom tempo, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota foi tido como preferido, o querido, próximo dos grandes líderes do PSB.
Meu último encontro com Miguel Arraes é prova disso. Nas eleições de 2004, Arraes esteve em agenda no Pajeú e a noite, recebeu no restaurante da Pousada de Brotas Anchieta Patriota.
Lembro bem da conversa. Empolgado, Anchieta foi contra a Arraes de um projeto de beneficiamento de caju para doces e sucos. Arraes ficou desconfiado. Com a tradicional voz pigarreada, disse que não conhecia as propriedades do cajú e seus benefícios. Quis com suas palavras desqualificar o cajú. “Não sei pra que serve”. Mas muito atencioso, gravou mensagem para a campanha do socialista. Foi na eleição em que ele bateu José Francisco Filho com 5.043 votos contra 4.051 do então peemedebista. A força de Arraes foi importante em sua eleição.
No mesmo encontro, perguntaram se gravaria para Totonho. Disse que não sem conversar com o político. “Não conversei como Toninho, não sei o que vou falar de Totonho “, disse. É só um exemplo de que Anchieta teve uma atenção de nomes como Arraes e Eduardo.
E isso para muitos sempre foi explicado pelo sacrifício a que Anchieta se submeteu pelo partido. Em 2002 entrou em uma disputa política, sem qualquer possibilidade eleitoral, como candidato a vice governador na chapa encabeçada pelo engenheiro, ex-presidente da Chesf, Dilton da Conti. Aquela disputa foi marcada pela reeleição de Jarbas Vasconcelos. Favorito, bateu o nome mais forte da oposição, Humberto Costa, por quase um milhão de votos no primeiro turno. Arraes, que perdera para o próprio Jarbas quatro anos antes, decidiu puxar votos para montagem de uma boa bancada federal socialista.
A chapa para governador era pra marcar posição. Curioso era que o candidato a presidente era Anthony Garotinho, ele mesmo, hoje , depois de atolado em corrupção, é um solto-preso-preso-solto da política nacional. Era engraçado ver Garotinho, comunicador nato, gravando para o Dilton da Conti. Com braços falando mais que os lábios bradava: “ajudem o Dilton da Conti a ser governador de Pernambuco “. E ele , Dilton, estático, tal qual Boneco de Olinda no depósito.
Era necessário um nome do interior para compor a chapa. E Anchieta foi pro sacrifício, pelo partido. Eduardo Campos ganhou quatro anos depois e sempre lembrou o gesto de Anchieta. Naquela eleição, Dilton e Anchieta obtiveram 128.814 votos, ou 3,77%. Anchieta perdeu, mas politicamente, ganhou.
Por Junior Campos O pré-candidato do Solidariedade Marquinhos Dantas virou notícia esta manhã como certo na chapa com Victor Oliveira, do PR, após o convite do deputado Sebastião Oliveira. O blog antecipou a informação. “Eu abri um canal diálogo com muito bom com o Solidariedade, com Marquinhos Dantas, conversamos e eu senti ele muito amadurecido. Dr. Waldir […]
O pré-candidato do Solidariedade Marquinhos Dantas virou notícia esta manhã como certo na chapa com Victor Oliveira, do PR, após o convite do deputado Sebastião Oliveira. O blog antecipou a informação.
“Eu abri um canal diálogo com muito bom com o Solidariedade, com Marquinhos Dantas, conversamos e eu senti ele muito amadurecido. Dr. Waldir esteve lá na companhia dele e, ele já disse que não se junta com Luciano e nem com o PTB e, o caminho dele é se juntar conosco”, revelou Sebastião.
Dantas voltou a negar nesta segunda-feira (21), em entrevista ao radialista Anderson Tennens, que teria tratado com o deputado ser vice na chapa do PR. Mas Dantas também havia negado o encontro com Sebastião Oliveira, o que ficou provado, aconteceu.
“A gente não tratou de fechar chapa. Eu tenho pesquisa interna que nos dar uma colocação boa, o único que candidato que tem coragem de sair sozinho sou eu. O nosso nome está na disputa e reafirmo o meu nome a prefeito de Serra Talhada”, cravou Marquinhos voltando a descartar ser vice na chapa do PR. A conferir…
Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”. Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco. […]
Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”.
Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco.
Mas esses não foram os únicos compromissos não cumpridos. Dos objetivos que estavam na mensagem, muito pouco foi para a frente.
Das 34 principais metas para 2015 que Dilma especificou na mensagem, só 11 (32,3%) foram atingidas, enquanto 17 (50%) tiveram desempenho insatisfatório.
Outras 6 (17,7%) saíram do papel em parte, uma vez que o prazo fixado para implementação vai além deste ano.
“Em 2014, o Brasil parou à espera da eleição; em 2015, o Brasil tombou”, diz Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Crédito, inflação, crescimento e emprego –tudo isso teve uma deterioração muito superior ao que qualquer um esperava.”
Em 2015, praticamente as únicas metas econômicas atingidas pela presidente foram aumentos de impostos.
Segundo Mello, era necessária mudança na política econômica, porque não deram certo a estratégia de subsídios às indústrias e as tentativas de reduzir juros do primeiro mandato de Dilma.
Mas o professor vê luz no fim do túnel –para ele, boa parte do ajuste já foi feita, e o país inicia 2016 melhor.
Já o especialista em finanças públicas Mansueto Almeida acredita que o pior do ajuste ainda está por vir.
“Estamos muito longe de ter concluído o ajuste: o corte de gastos se deu à custa de enorme redução no investimento público, de 40% até outubro, e mudança no cronograma do pagamento do abono salarial, que é uma economia temporária”, diz.
Segundo ele, as despesas obrigatórias continuam crescendo muito –o gasto com INSS em 2015 e 2016 vai aumentar 0,9 ponto porcentual do PIB e o deficit da Previdência vai chegar a 2% do PIB.
Mansueto diz que Dilma “colhe o que plantou”. Segundo ele, de 2008 a 2014, a dívida pública cresceu R$ 500 bi, grande parte subsídio a empréstimos de bancos públicos.
“O processo de arrumar a casa ainda vai levar muito tempo; no ano que vem é necessário aprovar ajustes estruturais para possibilitar que as despesas obrigatórias cresçam menos que a inflação, mas não vejo a presidente ter base política para isso.”
EDUCAÇÃO SOFRE
Com a necessidade de cortar gastos e a falta de apoio no Congresso, todas as áreas do governo sofreram em 2015. Nem o Ministério da Educação, estrela do plano Pátria Educadora, salvou-se. Algumas metas importantes, como a entrega de creches, foram cumpridas. Mas a maioria ficou muito aquém.
“Considerando o quanto estamos atrasados, os resultados são decepcionantes”, diz Naercio Menezes, coordenador do centro de políticas públicas do Insper.
Segundo Menezes, é necessário fazer que municípios e Estados melhorem a qualidade da educação que oferecem, aumentando o número de horas aula, reformulando o currículo das faculdades de pedagogia, dando incentivos para os melhores professores e alunos e reforço para os jovens que têm dificuldade.
O colunista da Folha Celso Rocha de Barros, doutor em Sociologia pela Universidade de Oxford, adverte que o problema não é este ano, mas sim a conta dos anteriores: “2015 foi o ano de consertar o que estava errado.”
A OAB Serra entrou na campanha “Dez Medidas para acabar com a Corrupção”, que dispõe sobre propostas legislativas para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção e à impunidade. As medidas estão consolidadas em 20 anteprojetos de lei e buscam, entre outros resultados, evitar a ocorrência de corrupção, criminalizar o enriquecimento ilícito, aumentar penas […]
Membros da OAB Serra Talhada assinando a lista de apoio do projeto de lei de iniciativa popular
A OAB Serra entrou na campanha “Dez Medidas para acabar com a Corrupção”, que dispõe sobre propostas legislativas para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção e à impunidade.
As medidas estão consolidadas em 20 anteprojetos de lei e buscam, entre outros resultados, evitar a ocorrência de corrupção, criminalizar o enriquecimento ilícito, aumentar penas da corrupção e tornar hedionda aquela de altos valores, agilizar o processo penal e o processo civil de crimes e atos de improbidade.
Também, fechar brechas da lei por onde criminosos escapam (via reforma dos sistemas de prescrição e nulidades), criminalizar caixa dois e lavagem eleitorais, permitir punição objetiva de partidos políticos por corrupção em condutas futuras, viabilizar a prisão para evitar que o dinheiro desviado desapareça, agilizar o rastreamento do dinheiro desviado e fechar brechas da lei por onde o dinheiro desviado escapa (via ação de extinção de domínio e confisco alargado).
O Presidente da entidade Stefferson Nogueira e outros representantes da entidade subscreveram simbolicamente o documento que coleta assinaturas para Projeto de Lei de Iniciativa Popular. A íntegra das medidas e suas justificativas também podem ser encontradas no site: www.10medidas.mpf.mp.br.
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, decidiu fazer nesta terça-feira (23), uma maratona pelos estados do Sul do país, região onde está em queda nas pesquisas de intenção de voto. Ela visitará Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre para tentar melhorar seu desempenho na reta final da disputa eleitoral. Segundo o Datafolha, […]
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, decidiu fazer nesta terça-feira (23), uma maratona pelos estados do Sul do país, região onde está em queda nas pesquisas de intenção de voto. Ela visitará Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre para tentar melhorar seu desempenho na reta final da disputa eleitoral.
Segundo o Datafolha, Marina já chegou a dividir a preferência do eleitorado da região com a presidente Dilma Rousseff, ambas com 32%, na pesquisa feita nos dias 28 e 29 de agosto. No levantamento da semana passada, a candidata do PSB tinha 25%, contra 35% da petista. Aécio Neves (PSDB) aparece com 22%, o que indica empate técnico entre ele e Marina no segundo lugar,
Na última sexta-feira, após a divulgação da pesquisa, a equipe de Marina decidiu cancelar a agenda marcada para o interior de Pernambuco, estado onde já lidera, e optar pela maratona de eventos no Sul.
A agenda de Marina começou de manhã em Curitiba. Ela irá a um ato político, com previsão de reunir 1.500 pessoas. Agora a tarde, participará de outro, no Centro de Florianópolis. A maratona só terminará às 20h, em Porto Alegre, com mais um ato político.
Dos três estados do Sul, Marina só conta com palanque regional no Rio Grande do Sul, onde é aliada do candidato do PMDB, José Ivo Sartori. No Paraná e em Santa Catarina, o PSB apoia nomes do PSDB. Essas alianças tinham sido fechadas por Campos. Marina, porém, sempre se posicionou contra esses acordos e não permite a vinculação de seu nomes às campanhas dos tucanos Beto Richa (Paraná) e Paulo Bauer (Santa Catarina).
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