Em entrevista Zeca Cavalcanti diz que vai votar contra a reforma da Previdência
Por André Luis
Durante entrevista ao jornalista João Ferreira, na Rádio Itapuama FM, nesta sexta-feira (08), aonde detalhou a implantação do curso de Medicina em Arcoverde, o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) confirmou que votará contra a reforma da Previdência que tramita na Câmara dos Deputados.
Questionado por João Ferreira, Zeca Cavalcanti disse que apesar de ser algo necessário, a reforma está muito mal discutida com a população e foi colocada de forma equivocada. “Primeiramente quiserem atingir os trabalhadores rurais, depois dificultar a idade mínima da mulher, dos homens, ficou muito mal explicado” disse Zeca.
O parlamentar deixou bem claro a população de Arcoverde e região que vai votar contra a reforma da previdência. “Apesar do meu partido ter fechado posição contra, paciência, se acharem que querem me expulsar de um partido por uma questão de convicção…o deputado Zeca Cavalcanti já tem uma posição firmada e formada, e não votará a favor dessa reforma de maneira nenhuma…Voto contra a reforma da previdência”.
Ainda durante a entrevista, o parlamentar trabalhista detalhou e comemorou a publicação do Diário Oficial da União desta sexta-feira aonde consta o edital do Ministério da Educação conformando o curso de Medicina em Arcoverde e outras 28 cidades de todo o País. Na última quarta-feira, ao lado do Ministro da Educação, Mendonça Filho, o deputado Zeca Cavalcanti anuncia a conquista do curso tão sonhado por Arcoverde e toda a região. “Esse curso foi uma conquista política nossa, quando já estava para fechar a relação dos municípios que receberiam Medicina, conseguimos com o ministro Mendonça a inclusão de Arcoverde e isso vai alavancar o desenvolvimento de toda uma região”, disse o parlamentar.
Zeca Cavalcanti também confirmou que os recursos para a aquisição da ambulância e equipamentos do Grupo de Socorristas Voluntários de Arcoverde – GSVA já estão empenhados pelo Ministério da Saúde e agora cabe apenas a prefeitura do município agilizar o processo de compra do veículo e repassar ao grupo dos socorristas.
A Compesa informou na manhã desta quinta-feira (3) a paralisação da Adutora do Pajeú em virtude das chuvas e sucessivas quedas de energia registradas nas últimas horas em Serra Talhada. Com a Adutora paralisada está temporariamente interrompido o abastecimento de água em diversos bairros e ruas da cidade, que apesar de contar com diversos mananciais, […]
A Compesa informou na manhã desta quinta-feira (3) a paralisação da Adutora do Pajeú em virtude das chuvas e sucessivas quedas de energia registradas nas últimas horas em Serra Talhada.
Com a Adutora paralisada está temporariamente interrompido o abastecimento de água em diversos bairros e ruas da cidade, que apesar de contar com diversos mananciais, é abastecida pela Adutora do Pajeú.
Os bairros prejudicados são Ipsep, Quitandinha, Preto Inácio, AABB (parte alta, projetadas, Rua Luiz Alves de Melo Lima e adjacências), Cohab, Tancredo Neves (parte alta), Nossa Senhora de Fátima e Vila Bela.
Em entrevista na noite desta segunda-feira (18) ao “Jornal Nacional”, a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) se recusou a comentar o comportamento da militância do PT diante do julgamento do mensalão. A mandatária foi questionada pelos apresentadores do telejornal sobre a atitude dos petistas, que trataram os condenados pelo STF (Supremo Tribunal […]
Em entrevista na noite desta segunda-feira (18) ao “Jornal Nacional”, a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) se recusou a comentar o comportamento da militância do PT diante do julgamento do mensalão. A mandatária foi questionada pelos apresentadores do telejornal sobre a atitude dos petistas, que trataram os condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) como “guerreiros”.
“Eu sou presidente da República, não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo STF por um motivo simples: a Constituição exige que o Presidente da República e os demais chefes do poder respeitemos e consideramos a autonomia desses órgãos”, afirmou.
Dilma foi interrompida pelo apresentador William Bonner, que a lembrou que o questionamento dele referia-se ao comportamento da militância do partido, e não da Suprema Corte. Na resposta, mais uma vez Dilma não quis fazer comentários. “Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto e conflito ou, aceitando ou não. Eu respeito a decisão do STF. Isso não é uma questão subjetiva.”
Ao longo da entrevista, a candidata petista deu respostas longas e pausadas, e evitou ser interrompida pelos apresentadores enquanto respondia.
A presidente foi confrontada sobre casos suspeitos de corrupção em seu governo, entre eles os que resultaram em troca de ministros, e questionada sobre “qual é a dificuldade de se cercar de pessoas honestas”. Dilma respondeu que seu governo foi “o que mais estruturou mecanismos de combate a corrupção” e que a Polícia Federal (PF) ganhou “imensa autonomia” para investigar.
Ainda sobre os casos de corrupção nos ministérios, Dilma disse que “nem todas as denúncias de escândalo resultaram realmente na constatação de que a pessoa tinha que ser punida e condenada”. “Pelo contrário, muitos daqueles que foram identificados como tendo praticado atos indevidos foram inocentados”, disse.
A petista aproveitou o assunto para cutucar Fernando Henrique Cardoso, ao afirmar que, nas administrações dela e de Luiz Inácio Lula da Silva, “nenhum procurador foi chamado de ‘engavetador-geral da República'” –no governo do tucano, o apelido foi dado ao procurador-geral Geraldo Brindeiro.
Pesquisa nacional PoderData realizada, de segunda a quarta-feira (29), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro. As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa […]
Pesquisa nacional PoderData realizada, de segunda a quarta-feira (29), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro. As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa de 1/3 do eleitorado.
O governo Bolsonaro é hoje rejeitado por um recorde de 59% dos eleitores. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia e quando o PoderData passou a fazer levantamentos regulares, nacionais, a cada 15 dias –o único levantamento dessa natureza no Brasil com essa regularidade.
Há duas semanas, a taxa era de 54%. Como a margem de erro do estudo é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, houve realmente uma piora na aprovação do governo federal.
Os que aprovam o governo Bolsonaro eram 32% há duas semanas e agora são 33%, o que indica estabilidade.
Houve redução expressiva dos que dizem não saber responder, que são 8% hoje e eram 14% há 15 dias. Isso é mais um sinal da intensa polarização de opiniões sobre a administração de Jair Bolsonaro: ou as pessoas aprovam (33%) ou desaprovam (59%).
A pesquisa foi feita pela divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.
Foram 3.500 entrevistas em 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.
Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DESAPROVAÇÃO AO TRABALHO DE BOLSONARO
A avaliação negativa do trabalho de Jair Bolsonaro manteve-se estável. A proporção dos que consideram a atual gestão “ruim ou péssima” passou de 52% para 53% (oscilação dentro da margem de erro) em 15 dias. Os que consideram o trabalho do chefe do Executivo “bom ou ótimo” somam 26% (eram 24% no levantamento anterior).
No período em que foi realizada a pesquisa, o Brasil bateu sucessivos recordes de casos e de mortes por covid. A média móvel de vítimas em 7 dias atingiu 2.710 na terça-feira (29.mar) –maior número desde o início da pandemia. Outro fator que pode ter impactado a avaliação do presidente foram as trocas de 6 ministros, feitas nesta semana.
O governo anunciou nesta quarta-feira que começará a pagar a nova rodada do auxílio emergencial em 6 de abril.
O valor do benefício irá de R$ 150 a R$ 375. A próxima pesquisa do PoderData (12-14.abr) deve captar o efeito da liberação do dinheiro na aprovação do presidente e do governo.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO
A pesquisa realizada de 29 a 31 de março mostra os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.
Quem mais aprova: os homens (41%); quem tem de 25 a 44 anos (38%); os que cursaram até o ensino fundamental (50%); moradores da região Sul e Norte (38%); quem ganha até 2 salários mínimos (42%).
Quem mais desaprova: mulheres (64%); quem tem de 16 a 24 anos (65%); os moradores da região Centro-Oeste (65%); quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (72%); os que cursaram até o ensino superior (66%).
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE BOLSONARO
O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho de Bolsonaro.
Quem mais aprova o trabalho do presidente: quem tem de 25 a 44 anos (31%); moradores do Norte (39%); quem estudou até o ensino médio (29%); quem ganha até 2 salários mínimos (31%).
Quem mais reprova o trabalho do presidente: mulheres (58%); quem tem de 16 a 24 anos (66%); moradores do Centro-Oeste (63%); quem tem ensino superior (63%);
quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (74%).
OS 19% QUE ACHAM BOLSONARO “REGULAR”
No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “regular” é uma incógnita.
Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o PoderData faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo. Os dados mostram que a proporção daqueles que enxergam o trabalho de Bolsonaro como “regular” e hoje aprovam seu governo é de 34%. Já foram 66% em agosto.
Levantamento mostra que aprovação da prefeita chegou a 56%, cinco pontos acima do registrado em novembro do ano passado. Do Farol de Notícias Em mais uma rodada da pesquisa Múltipla, realizada nos dias 7 e 8 de maio, a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) cravou um índice de aprovação de 56% contra 34% que desaprovam. Os números trazem fatos […]
Levantamento mostra que aprovação da prefeita chegou a 56%, cinco pontos acima do registrado em novembro do ano passado.
Do Farol de Notícias
Em mais uma rodada da pesquisa Múltipla, realizada nos dias 7 e 8 de maio, a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) cravou um índice de aprovação de 56% contra 34% que desaprovam. Os números trazem fatos novos com a relação a última pesquisa do instituto.
Em novembro do ano passado, a petista tinha 51% de aprovação e 38% desaprovavam. Portanto, houve um crescimento da popularidade em seis meses. Na classificação do governo, Márcia tem 41% de ótimo/bom, 32% bom e 32% regular.
Já 24% classifica o governo como ruim/péssimo, 17% péssimo e 7% ruim.
Foram realizadas 300 entrevistas em Serra Talhada (zona urbana e rural) nos dias 7 e 8 de maio e a margem de erro é de 5,7% para mais ou menos. A pesquisa foi registrada sob o número PE 02593/2026 BR 02602/2026.
Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pela Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2024, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram avanços significativos na redução da pobreza no Brasil entre 2022 e 2023. O percentual da população vivendo abaixo da linha de pobreza, conforme os critérios do Banco Mundial (US$ 6,85 PPC por dia ou […]
Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pela Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2024, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram avanços significativos na redução da pobreza no Brasil entre 2022 e 2023.
O percentual da população vivendo abaixo da linha de pobreza, conforme os critérios do Banco Mundial (US$ 6,85 PPC por dia ou R$ 665 por mês), caiu de 31,6% para 27,4%, alcançando o menor índice desde 2012.
Em termos absolutos, 8,7 milhões de brasileiros saíram da pobreza em um ano, reduzindo essa população de 67,7 milhões para 59 milhões, menor número em mais de uma década.
A extrema pobreza (US$ 2,15 PPC por dia ou R$ 209 por mês) também registrou queda histórica, recuando de 5,9% para 4,4% — o menor percentual já registrado desde 2012. Pela primeira vez, esse indicador ficou abaixo de 5%. Em números absolutos, 3,1 milhões de pessoas deixaram a extrema pobreza, reduzindo essa população de 12,6 milhões para 9,5 milhões.
Impacto dos programas sociais
O impacto de programas sociais foi evidente nos resultados. Em 2023, aproximadamente 51% das pessoas em áreas rurais viviam em domicílios que recebiam benefícios desses programas, em comparação com 24,5% nas áreas urbanas. Entre as crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, 42,7% viviam em lares beneficiados, demonstrando o papel crucial das políticas públicas no combate à pobreza infantil.
Jovens fora da escola e do trabalho
Outro destaque foi a redução da chamada “geração nem-nem” (jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham), que atingiu o menor número da série histórica: 10,3 milhões de pessoas, ou 21,2% dessa faixa etária. Contudo, persistem disparidades significativas por gênero e raça. Entre os jovens “nem-nem”:
Mulheres pretas ou pardas representam 45,2% do total, com 4,6 milhões de pessoas;
Mulheres brancas, por sua vez, correspondem a 18,9% (1,9 milhão);
Entre os homens pretos ou pardos, o percentual é 23,4% (2,4 milhões), enquanto os homens brancos são 11,3% (1,2 milhão).
Persistência de desigualdades
Apesar dos avanços, a desigualdade racial e de gênero permanece marcante no mercado de trabalho. Em 2023, o rendimento médio por hora de trabalhadores brancos foi de R$ 23,02, 67,7% superior ao de trabalhadores pretos ou pardos (R$ 13,73).
Além disso, a desigualdade de gênero também persiste: os homens tiveram um rendimento médio-hora de R$ 18,81, 12,6% maior que o das mulheres (R$ 16,70). Essa diferença foi ainda mais acentuada entre pessoas com nível superior completo, onde os homens ganharam R$ 42,60, contra R$ 30,03 das mulheres — uma disparidade de 41,9%.
Os dados da SIS 2024 revelam um progresso significativo na redução da pobreza no Brasil, mas também reforçam a necessidade de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades sociais, especialmente entre gêneros e raças. O desafio para os próximos anos será consolidar os avanços e enfrentar as disparidades ainda persistentes.
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