Em coletiva hoje, Polícia Civil dá detalhes da investigação contra Airton Freire
Por Nill Júnior
São aguardados mais detalhes da investigação que culminou na prisão preventiva do padre Airton Freire e na ordem para mais dois foragidos hoje, em coletiva programada para as 14h30.
A Polícia Civil convocou a coletiva para dar mais detalhes das investigações. Aparentemente, a entrevista foi dada por necessária, dada a quantidade de fake news sobre o caso, notícias desencontradas e narrativa da defesa do sacerdote, que tenta desqualificar as graves acusações.
Nos últimos dias, usaram tática de alegar problemas de saúde e idade, primeiro, para tentar habeas corpus. Depois, para transformar a prisão em domiciliar. A estratégia lembrando casos como o de João de Deus e Jorge Abdelmassih.
Ontem, pela primeira vez uma reportagem da TV Globo apontou que há provas materiais contra o sacerdote. Hoje a Policia Civil deve dar mais elementos da investigação na coletiva, que ocorre às 14h30, no auditório do 4º andar da Sede Operacional da PCPE .
O sacerdote segue internado no Hospital Memorial Arcoverde. A internação se deu por um episódio de hipertensão arterial e possível Acidente Vascular Cerebral (AVC). Não há informações sobre previsão de alta.
A prefeitura de Flores, através da secretaria de Saúde promoveu durante esta semana, uma série de palestra em todas as Unidades de Saúde da Família do município (Vila Nova, Alto Pedro de Souza, Sítio Matolotagem, Distrito de Fátima, Distrito de Sítio dos Nunes, Povoados de São João dos Leites e Saco do Romão. A culminância […]
A prefeitura de Flores, através da secretaria de Saúde promoveu durante esta semana, uma série de palestra em todas as Unidades de Saúde da Família do município (Vila Nova, Alto Pedro de Souza, Sítio Matolotagem, Distrito de Fátima, Distrito de Sítio dos Nunes, Povoados de São João dos Leites e Saco do Romão.
A culminância da ação foi nesta quinta-feira (02), no auditório da Câmara de Vereadores. O momento teve como objetivo levar informações sobre a doença, e desmistificar preconceitos que atingem os portadores da doença. Desta forma, os profissionais de saúde esclareceram como a hanseníase se manifesta e quais as maneiras de se prevenir.
A secretária de saúde, Joselma Cordeiro, lembrou que: “No último domingo do mês de janeiro é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data foi instituída com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades de saúde sobre a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença”.
Joselma ainda ressaltou que “em Flores o número de casos está aumentando, é importante dedicar um dia de palestra para que o conhecimento seja passado para a população”, disse.
A empresa BPM Serviços compartilhou nas redes sociais um card parabenizando o prefeito eleito Sandrinho Palmeira, o vice Daniel Valadares e todos os treze vereadores eleitos. A arte foi assinada pelo competente artista plástico afogadense Edgley Brito. O mote foi do Diretor da empresa, Anchieta Mascena. Segundo ele, Afogados da Ingazeira proporciona um ambiente onde […]
A empresa BPM Serviços compartilhou nas redes sociais um card parabenizando o prefeito eleito Sandrinho Palmeira, o vice Daniel Valadares e todos os treze vereadores eleitos.
A arte foi assinada pelo competente artista plástico afogadense Edgley Brito. O mote foi do Diretor da empresa, Anchieta Mascena.
Segundo ele, Afogados da Ingazeira proporciona um ambiente onde após as eleições os palanques são desarmados, apesar das diferenças da política.
“Temos um perfil diferente, onde é possível ver diálogo entre quem ganhou e quem perdeu de forma amadurecida “, acrescentou. Um dos exemplos foi o diálogo entre Sandrinho Palmeira e Zé Negão após o pleito.
Em Afogados da Ingazeira, em votos válidos, deu 64,1% pra Sandrinho, 32,8% pra Zé Negão e 3,1% pra Capitão Sidney.
Foram eleitos para a Câmara Rubinho do São João com 1.121, Sargento Argemiro com 954, Reinaldo Lima, 947, Douglas Eletricista com 896, Vicentinho com 857, Cícero Miguel com 856, Raimundo do Foto, com 831 votos, Gal Mariano com 672, Edson de Zé Negão, com 662, Erickson Torres com 497, Cancão com 490 votos, César Tenório com 488 e Toinho da Ponte com 260 votos.
Nesta terça-feira (27), o COSEMS-PE comemorou seus 37 anos de história com a inauguração de dois espaços emblemáticos em sua sede: a Sala Cris Paulino e a Galeria Dr. Paulo Dantas. As homenagens celebram a memória de profissionais que deixaram um legado significativo para o Sistema Único de Saúde (SUS) em Pernambuco. A Sala Cris […]
Nesta terça-feira (27), o COSEMS-PE comemorou seus 37 anos de história com a inauguração de dois espaços emblemáticos em sua sede: a Sala Cris Paulino e a Galeria Dr. Paulo Dantas. As homenagens celebram a memória de profissionais que deixaram um legado significativo para o Sistema Único de Saúde (SUS) em Pernambuco.
A Sala Cris Paulino foi dedicada a Maria Cristina Soares, farmacêutica e sanitarista reconhecida por sua defesa incansável do SUS. Já a Galeria Dr. Paulo Dantas presta tributo aos 18 presidentes que lideraram o COSEMS-PE ao longo dos anos, com destaque especial para Dr. Paulo Dantas, ex-presidente do COSEMS-PE e do CONASEMS, cuja atuação teve impacto em todo o Brasil.
Durante a cerimônia, Artur Belarmino, presidente do COSEMS-PE, expressou sua gratidão e destacou a importância das contribuições de Paulo Dantas e Cris Paulino para a saúde pública. “Eles foram e continuam sendo exemplos de dedicação e compromisso com o fortalecimento do SUS”, afirmou Belarmino, emocionando os presentes.
O evento também contou com a participação do presidente do CONASEMS, Hisham Mohamad Hamida, que reforçou a necessidade de seguir o exemplo dessas lideranças. “O trabalho de Paulo Dantas e Cris Paulino deve ser uma inspiração para todos nós, para que continuemos lutando por um sistema de saúde mais justo e acessível para todos os brasileiros”, disse Hamida.
Dr. José Edson, representando todos os ex-presidentes do COSEMS-PE, emocionou a plateia ao relembrar o impacto duradouro das ações de Paulo Dantas e Cris Paulino. “As suas contribuições moldaram o COSEMS-PE e continuam a inspirar as futuras gerações”, destacou.
A celebração reuniu autoridades e profissionais da saúde, que reconheceram a importância de continuar o trabalho dos que vieram antes, garantindo o fortalecimento do SUS em Pernambuco e no Brasil. As homenagens, vistas como um tributo duradouro, servem como um chamado à reflexão e ao compromisso contínuo com a saúde pública de qualidade.
A maioria dos ministros referendou integralmente decisão da ministra Rosa Weber que determinou, ainda, a publicidade dos documentos que embasaram a liberação de recursos do orçamento. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a suspensão da execução dos recursos oriundos das chamadas “emendas do relator”, também chamado de “orçamento secreto”, relativas ao orçamento deste […]
A maioria dos ministros referendou integralmente decisão da ministra Rosa Weber que determinou, ainda, a publicidade dos documentos que embasaram a liberação de recursos do orçamento.
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a suspensão da execução dos recursos oriundos das chamadas “emendas do relator”, também chamado de “orçamento secreto”, relativas ao orçamento deste ano, até que seja julgado o mérito de três ações que questionam essa prática do Congresso Nacional.
Em decisão majoritária (8×2), o colegiado referendou integralmente a liminar deferida pela ministra Rosa Weber, em 5/11, em Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental ajuizadas pelo Cidadania (ADPF 850), pelo Partido Socialista Brasileiro/PSB (ADPF 851) e pelo Partido Socialismo e Liberdade/PSOL (ADPF 854).
A liminar foi submetida a referendo em sessão virtual extraordinária que teve início à 0h da terça-feira (9) e finalizou às 23h59 desta quarta (10). A sessão foi marcada pelo presidente do STF, ministro Luiz Fux, a pedido da relatora.
Segundo a decisão, o Congresso Nacional, a Presidência da República, a Casa Civil da Presidência da República e o Ministério da Economia devem tornar públicos, no prazo de 30 dias, os documentos encaminhados aos órgãos e às entidades federais que embasaram as demandas ou resultaram na distribuição de recursos provenientes das emendas do relator-geral (identificadas pela rubrica RP 9) nos orçamentos de 2020 e 2021. A informação deve ficar disponível em plataforma centralizada e de acesso público.
O colegiado também determinou que esses órgãos, no mesmo prazo, adotem medidas para que todas as demandas de parlamentares voltadas à distribuição de emendas do relator-geral do orçamento, independentemente da modalidade de aplicação, sejam registradas em plataforma eletrônica centralizada, mantida pelo órgão central do Sistema de Planejamento e Orçamento Federal, em conformidade com os princípios constitucionais da publicidade e da transparência.
Seguiram o entendimento da relatora a ministra Cármen Lúcia e os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Dias Toffoli.
Ausência de transparência
Em seu voto, a ministra Rosa Weber reiterou os termos da liminar, ressaltando que o modelo de execução financeira e orçamentária das despesas decorrentes de emendas do relator viola o princípio republicano e transgride o regime de transparência no uso dos recursos financeiros do Estado.
Ela explicou que as emendas individuais e de bancada são inseridas nos sistemas de execução, para fins de identificação dos parlamentares e das bancadas e dos respectivos beneficiários, possibilitando o acompanhamento individualizado da execução de cada uma.
Por outro lado, nas emendas do relator, a definição sobre a destinação dos recursos ocorre internamente, sem possibilidade de controle por meio das plataformas e dos sistemas de transparência da União disponíveis na internet.
Dessa forma, após aprovadas, elas passam a integrar o orçamento como uma dotação conglobada, em que todas as despesas previstas estão atribuídas ao próprio relator-geral, embora a alocação de despesas resulte, na realidade, de acordos celebrados entre membros do Congresso Nacional.
Descaso
Outro ponto observado pela ministra foi o aumento expressivo na quantidade de emendas apresentadas pelo relator do orçamento (523%) e no valor das dotações consignadas (379%), apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no julgamento das contas do presidente da República referentes a 2020. Segundo Rosa Weber, os dados revelam o descaso do Congresso Nacional e dos órgãos do Sistema de Orçamento e Administração Financeira do Governo Federal com os princípios orientadores da atuação da administração pública.
Segredo injustificado
A relatora considera que a falta de divulgação dos critérios objetivos e de instrumento centralizado de monitoramento das demandas voltadas para a distribuição das emendas do relator-geral (RP-9) compromete a transparência da alocação de montante expressivo do orçamento da União.
A seu ver, o segredo injustificado sobre atos relativos a receitas, despesas e destinação de recursos públicos são incompatíveis com a forma republicana e o regime democrático.
Divergências
O ministro Gilmar Mendes divergiu parcialmente da relatora. Em seu voto, ele propôs a implementação de medidas para possibilitar a transparência da destinação dos recursos, mas não referendou a suspensão da execução orçamentária das emendas do relator.
“O congelamento das fases de execução dessas despesas é dramático principalmente em setores essenciais à população, como saúde e educação”, apontou.
O ministro Nunes Marques, por sua vez, reconhece que o formato atual de execução das emendas ofende os princípios da transparência e da publicidade, mas votou pelo deferimento da liminar unicamente para exortar o Congresso Nacional a fazer, no exercício 2022, o aperfeiçoamento legislativo de tramitação das normas orçamentárias.
Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF. José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa […]
Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF.
José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo
Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e pelo ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).
Segundo o tucano, isso ficou provado após a divulgação de mensagens trocadas entre procuradores da operação, obtidas pelo site The Intercept Brasil por meio de fonte anônima e também analisadas por outros veículos, entre eles a Folha.
No ano seguinte ao impeachment, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB). Neste ano, passou a chefiar a Investe SP (agência de fomento de São Paulo) no governo João Doria (PSDB), mas deixou o cargo em fevereiro, após ser alvo de busca e apreensão na 60ª fase da Lava Jato, a Ad Infinitum.
Na mesma fase, foi preso preventivamente Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, suspeito de ser operador do PSDB.
No último mês, também foi revelado que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro relatou, em sua proposta de acordo de delação, que Aloysio teria pedido propina a campanhas do PSDB em troca da liberação de recursos de obras em São Paulo.
Aloysio diz que o relato de Léo Pinheiro é absurdo e cita apenas informações que não podem ser sujeitas à comprovação (leia mais aqui). Já sobre a Lava Jato diz que após as revelações das mensagens de procuradores ficou “profundamente chocado com o que aconteceu”.
Ele afirma que a divulgação de telefonema entre a então presidente Dilma e o ex-presidente Lula em 2016, que resultou em decisão do Supremo Tribunal Federal que barrou a posse de Lula como chefe da Casa Civil do governo, impediu o governo petista de recompor sua base e barrar o impeachment.
As conversas que estavam mantidas em sigilo enfraqueceram a hipótese adotada na época por Moro de que a nomeação de Lula como ministro tinha como objetivo travar as investigações sobre ele, transferindo seu caso de Curitiba para o STF.
As conversas interceptadas naquele dia e relevadas agora mostram que Lula relutou em aceitar o convite, só aceitou ser ministro após sofrer pressões de aliados e estava empenhado em buscar reaproximação com o PMDB para evitar o impeachment de Dilma.
“Eles manipularam o impeachment, venderam peixe podre para o Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave”, afirma Aloysio. Na entrevista, ele também falou sobre a fase da Lava Jato na qual foi alvo, em fevereiro. Leia a íntegra da entrevista clicando aqui.
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