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Em Belém de Maria, Paulo entrega 186 unidades do habitacional Governador Eduardo Campos

Por Nill Júnior

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No município de Jaqueira, Câmara inaugurou mercado público que recebeu recursos do FEM

O Governo do Estado entregou às famílias vítimas da enchente de cinco anos atrás 186 unidades habitacionais da segunda etapa do Residencial Governador Eduardo Henrique Accioly Campos, em Belém de Maria. O governador Paulo Câmara foi ao município entregar as chaves aos moradores.

Contratado através do programa Minha Casa, Minha Vida, o habitacional contabiliza 398 casas construídas. As primeiras 212 unidades foram entregues em setembro de 2014. Ao lembrar que as enchentes atingiram 68 municípios da Mata Sul, o governador reforçou a importância do olhar pela melhoria das cidades.

Diante da população de Batateiras, o governador também assegurou que o desafio do déficit habitacional será enfrentado.

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As unidades habitacionais dos empreendimentos da Operação Mata Sul possuem 41,30 m² de área, com dois quartos, banheiro, cozinha, sala, área de serviço, com marco divisório de lotes.

Foram construídas contemplando todos os serviços de infraestrutura urbana, tais como pavimentação das vias, drenagem de águas pluviais, sistema de esgotamento sanitário com estação de tratamento de esgoto, sistema de abastecimento de água com reservatório elevado, energização e iluminação pública.

Também possuem áreas destinadas à construção de equipamentos públicos de assistência social, à saúde, à educação e outros serviços.

Outras Notícias

Pesquisa Opinião: Duque tem 44,1% contra 33,3% de Márcia

Pesquisa do Instituto Opinião divulgada pelo Blog do Magno neste sábado (30), mostra que se as eleições fossem hoje o ex-prefeito Luciano Duque bateria a prefeita Márcia Conrado com uma diferença de 11 pontos percentuais. No levantamento, Luciano Duque tem 44,1% e a prefeita 33,3%. Quando o nome do ex-prefeito é substituído pelo do vereador […]

Pesquisa do Instituto Opinião divulgada pelo Blog do Magno neste sábado (30), mostra que se as eleições fossem hoje o ex-prefeito Luciano Duque bateria a prefeita Márcia Conrado com uma diferença de 11 pontos percentuais.

No levantamento, Luciano Duque tem 44,1% e a prefeita 33,3%. Quando o nome do ex-prefeito é substituído pelo do vereador Ronaldo de Deja, atual pré-candidato do grupo de oposição liderado por Duque, a prefeita assume a ponta com 45,4%, enquanto Ronaldo de Deja aparece com 31,5%.

Já na espontânea, modelo no qual os eleitores são forçados a indicar o nome da sua preferência sem a cartela contendo todos os pré-candidatos, Márcia lidera com 23,5% e Duque vem em seguida com 9,8% da preferência do eleitorado, enquanto os demais se situam abaixo dos 3%.

A surpresa foi a inclusão do nome do filho de Luciano, Miguel Duque, que até então não tinha seu nome posto na disputa eleitoral. Ele aparece com 18,3%. Se fosse ele o candidato, a prefeita venceria com 51,9% dos votos.

Já o nome do vereador André Maio, ligado ao grupo do deputado federal Dema Oliveira, irmão do ex-deputado Sebastião Oliveira, quando incluído num cenário de candidato da oposição, aparece com 16,8% contra 53,4% de Márcia.

REJEIÇÃO

No quesito rejeição, a prefeita aparece empatada com André Maio. Entre os entrevistados, 15% disseram que não votariam nela de jeito nenhum e 14,8% disseram a mesma coisa em relação a André Maio. Em seguida aparecem Miguel Duque, com 12,8%, e Ronaldo de Deja com 10,8%. O menos rejeitado é Luciano Duque. Dos entrevistados, apenas 5,3% disseram que não votariam nele de jeito nenhum.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO

Em relação ao desempenho do governo da prefeita Márcia Conrado, a gestão atual obteve 57,4% de aprovação e 29,8% desaprovação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 23 de dezembro, sendo aplicados 400 questionários. O nível de confiança é de 90,0% e a margem de erro estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Moradores de favelas protestam no Rio após megaoperação com 121 mortos

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Movimentos sociais de várias partes do Brasil realizaram na sexta-feira (31), manifestações contra megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação foi a maior e a mais letal do estado, com 121 mortos, quatro deles policiais. A ação foi duramente criticada […]

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Movimentos sociais de várias partes do Brasil realizaram na sexta-feira (31), manifestações contra megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação foi a maior e a mais letal do estado, com 121 mortos, quatro deles policiais. A ação foi duramente criticada pela letalidade, por diferentes instituições, pesquisadores e parcela da sociedade. O ato, “Chamada geral contra a morte: o Estado mata negros e pobres no Rio de Janeiro e no Brasil”, manifestou luto e solidariedade às vítimas e exigiu apuração transparente e independente das mortes e responsabilização dos envolvidos.

No Rio de Janeiro, a mobilização aconteceu no Complexo da Penha e contou com a participação do Instituto Papo Reto, Raízes em Movimento e Voz das Comunidades. Entre os manifestantes, estavam moradores da comunidade, como Liliane dos Santos, que relatou o pânico vivido no dia da ação. “No dia da operação, pra gente foi um um baque. Foi um dia desesperador pra gente, que parece que o tiro estava sendo dentro de casa”.

A dirigente sindical Raimunda de Jesus criticou o modo como os moradores foram tratados. “A forma que aconteceu aqui não acontece na zona sul, nas áreas mais ricas, que lá também tem bandidos. Então, não é da mesma forma. Então, aqui, nós que moramos na periferia, somos discriminados. O Estado não pode nos ver como inimigos. O Estado tem que tratar e cuidar do seu povo, da sua população”.

Já Tainã de Medeiros, do Instituto Papo Reto, destacou que essa não foi a primeira operação que abalou a comunidade local. “Isso já aconteceu antes, isso já aconteceu, teve a chacina do PAN, teve a de 2010, teve uma ocupação aqui também com os militares também que teve muitas mortes. Recentemente tinha tido uma outra chacina aqui com 21 pessoas assassinadas. Toda essa construção de narrativa de que tem que entrar para matar bandido não está fazendo sentido pra gente”.

Os atos também tiveram como objetivo fortalecer a mobilização comunitária para a garantia de direitos nas comunidades. As informações são da Agência Brasil.

Medicamento que ajuda transplantados em falta na Farmácia de Pernambuco

Secretaria de saúde diz que repasse é responsabilidade do Governo Federal Unidades da Farmácia de Pernambuco na capital e interior estão com falta de medicamentos usados para garantir qualidade de vida a transplantados. Em regiões como o Pajeú, transplantados renais reclamam falta de medicamentos como Tracolinos 1mg e Micofenolato 360mg. Os medicamentos são essenciais para  evitar problemas […]

Secretaria de saúde diz que repasse é responsabilidade do Governo Federal

Unidades da Farmácia de Pernambuco na capital e interior estão com falta de medicamentos usados para garantir qualidade de vida a transplantados. Em regiões como o Pajeú, transplantados renais reclamam falta de medicamentos como Tracolinos 1mg e Micofenolato 360mg. Os medicamentos são essenciais para  evitar problemas como a rejeição do órgão transplantado. Alegam risco de rejeição do órgão em  caso de falta.

Por meio de nota ao blog, a  Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que os estoques da Farmácia de Pernambuco estão abastecidos dos medicamentos Tracolimo 1 mg e Micofenolato de Mofetila, na apresentação de 500 mg.

“O micofenolato de sódio (de 180 mg e 360 mg) é fornecido diretamente aos estados pelo Ministério da Saúde que informou, recentemente, que realizou uma compra emergencial do medicamento e deve fazer o repasse até o próximo dia 8 de dezembro.

A medicação é importante para evitar a volta da hemodiálise e não é encontrada em outras farmácias. “O medicamento só é encontrado em farmácias especializadas. Ele serve para fazer com que o órgão do transplantado funcione e o sistema imunológico não fique fragilizado. Se a gente não toma, corre o risco de voltar para a hemodiálise. Só de lembrar fico triste, porque a doação do rim foi feita por minha mãe”, lamenta Carlos Eduardo.

Parte de governadores do Nordeste não estarão com Lula em Recife

Por viagem à Europa em busca de investimentos, alguns  governadores da Região Nordeste não poderão participar do festival Lula Livre, no Recife (PE), programado para este domingo (17). O evento vai ter a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A presidente nacional do PC do B e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, vai […]

Por viagem à Europa em busca de investimentos, alguns  governadores da Região Nordeste não poderão participar do festival Lula Livre, no Recife (PE), programado para este domingo (17). O evento vai ter a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A presidente nacional do PC do B e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, vai representar  governador Paulo Câmara (PSB-PE) no ato. As informações foram confirmadas pelo Congresso em Foco com o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

A primeira viagem de Lula para participar de um ato público será no Recife (PE), onde vai participar do festival Lula Livre, que estava programado antes dele ser solto. O evento conta com atrações como os cantores Marcelo Jeneci, Odair José e Mundo Livre SA.

Antes da viagem ao Recife, Lula vai participar de reunião da Executiva Nacional do PT, em Salvador (BA).

A presença do governador da Bahia, Rui Costa (PT), está confirmada. Embora não confirmados, há a expectativa que os outros governadores do partido – Camilo Santana (CE), Wellington Dias (PI) e Fátima Bezerra (RN) – participem.

Lula ficou preso por 580 dias na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Após ser solto no último sábado (8), beneficiado por decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu prisão em segunda instância, o petista foi à São Bernardo do Campo (SP), onde mantém residência atualmente.

Congresso em Foco

Prefeitura de Arcoverde inicia nova etapa da Operação Tapa Buracos no município

A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Serviços Público e Meio Ambiente, está intensificando desde a última quinta-feira, 12 de março, a Operação Tapa Buracos no município. O serviço de recuperação asfáltica conta com a utilização de asfalto frio, para a recuperação de estragos ocasionados por chuvas nas vias públicas. “Iniciamos esta nova etapa […]

Foto: David Mayer

A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Serviços Público e Meio Ambiente, está intensificando desde a última quinta-feira, 12 de março, a Operação Tapa Buracos no município. O serviço de recuperação asfáltica conta com a utilização de asfalto frio, para a recuperação de estragos ocasionados por chuvas nas vias públicas.

“Iniciamos esta nova etapa do serviço pela entrada da cidade, localizada no bairro do São Cristóvão. A operação seguirá em direção ao centro do município e só vai terminar quando todos os buracos forem tapados e as principais vias estiverem devidamente organizadas”, afirmou o secretário municipal de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Freed Gomes.

A nova etapa da Operação Tapa Buracos conta com os trabalhos de 10 homens, auxiliados por rolo compactador, além de caminhão caçamba e carro pipa.