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Em 2017, governo reservou R$ 10,2 milhões em emendas de deputado morto

Por André Luis
O deputado João Castelo, que morreu em dezembro de 2016. Foto: Agência Câmara

Valores foram destinados pelo ex-deputado João Castelo

Castelo (PSDB-MA) morreu em dezembro de 2016

Emendas foram aprovadas junto ao Orçamento de 2017

Por: Gabriel Hirabahasi / Poder 360

O governo acelerou o ritmo de empenho (dinheiro reservado, mas ainda não liberado) de emendas impositivas ao Orçamento em junho, julho e setembro para atender demandas de deputados que votam os pedidos de admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer. Entre os valores empenhados, R$ 10,2 milhões foram reservados em nome do ex-deputado João Castelo (PSDB-MA), que morreu em 11 de dezembro de 2016 em São Paulo.

Ao todo, João Castelo fez emendas ao Orçamento de 2017 no valor de R$ 15 milhões. Os recursos até agora empenhados foram aplicados no Fundo Nacional de Saúde (R$ 5,3 milhões) e no Ministério das Cidades (R$ 4,9 milhões).

As emendas impositivas são de execução obrigatória –desde que atinjam no máximo 1,2% da receita corrente líquida. São apresentadas junto ao PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual), analisado pelo Congresso no ano anterior ao que se refere o projeto.

As emendas apresentadas pelo ex-deputado João Castelo foram apresentadas junto ao projeto de Orçamento de 2017, votado e aprovado no Congresso em 2016, quando Castelo ainda estava vivo.

O empenho é a 1ª fase orçamentária das emendas aprovadas. Significa que o Estado se comprometeu em realizar o pagamento. O processo é seguido pela liquidação (verificação de obrigações do credor) e o pagamento dos investimentos.

Os dados sobre as emendas empenhadas pelo governo federal estão disponíveis pelo portal Siga Brasil.

Em junho, julho e setembro, meses que antecederam as votações da 1ª e a 2ª denúncia contra Michel Temer, o ritmo de empenho das emendas impositivas cresceu. Só nesses 3 meses, o total empenhado foi de R$ 5,2 bilhões.

Outras Notícias

Doze Estados projetam fechar 2017 com rombo nas contas. Pernambuco fora da lista

Mesmo após um socorro bilionário do governo federal, com o alívio no pagamento da dívida com a União, a crise nos Estados deve ter um novo capítulo em 2017. Doze governos estaduais projetam um deficit primário em seus orçamentos no ano que vem, segundo levantamento feito pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do […]

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Uol

Mesmo após um socorro bilionário do governo federal, com o alívio no pagamento da dívida com a União, a crise nos Estados deve ter um novo capítulo em 2017.

Doze governos estaduais projetam um deficit primário em seus orçamentos no ano que vem, segundo levantamento feito pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, e outros admitem a possibilidade de frustração de receitas, o que levaria a uma lista maior de resultados negativos.

No total de 26 Estados (apenas o Amapá não informou suas estimativas), entre superavits e deficits projetados para o ano que vem, o rombo acumulado chega a R$ 32,5 bilhões.

Após verdadeiras peregrinações de governadores e secretários de Fazenda por gabinetes em Brasília, os Estados conseguiram que a União acenasse com a renegociação da dívida e com a divisão dos recursos obtidos com o programa da repatriação, que injetou R$ 11 bilhões nos cofres estaduais este ano e deve ter nova edição em 2017. Tudo isso garantiu um alívio momentâneo, mas ficou longe de resolver o problema.

A principal aposta dos governadores era de que a economia reagisse no ano que vem, o que teria efeito positivo sobre a arrecadação. Mas as expectativas em relação ao crescimento em 2017 não param de cair, jogando uma pá de cal nos planos de recuperação no curto prazo.

Enquanto isso, os compromissos do dia a dia seguem se acumulando, e não é difícil encontrar casos de Estados que vão virar o ano sem ter pago o 13º salário a seus servidores.

Um deles é o Rio de Janeiro, que enfrenta uma das situações mais delicadas e foi o primeiro a decretar calamidade financeira. Em 2017, o Rio deve ter o maior rombo entre os Estados: R$ 19,3 bilhões, segundo estimativas do governo fluminense.

Os gastos com Previdência explicam boa parte do deficit: hoje o Estado tem uma folha de inativos praticamente igual à de servidores na ativa. Para tentar equilibrar as contas, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) encaminhou um duro pacote de medidas de ajuste, mas as propostas enfrentam forte resistência de políticos e servidores.

No grupo dos que decretaram calamidade financeira, Minas Gerais prevê um resultado negativo em R$ 8,06 bilhões no ano que vem, após um rombo na mesma magnitude este ano. Há ainda Estados que usam da “criatividade” na formulação das contas, como o Rio Grande do Sul, cuja projeção oficial é de um superavit de R$ 1,2 bilhão. Para isso, o Estado incorporou R$ 2,9 bilhões em receitas extraordinárias “para cobrir déficit”, que o próprio governo reconhece que não irão se realizar.

“Se considerarmos o que estamos arrastando de despesa de 2016 para 2017 e tudo o que vai faltar de receita, o deficit vai ultrapassar R$ 5 bilhões”, diz o secretário de Fazenda gaúcho, Giovani Feltes.

No Paraná, o deficit previsto é de R$ 4,1 bilhões, mas o governo diz que o dado efetivo será próximo de zero – mas para isso, conta com receitas incertas, de operações ainda em estruturação, como securitização de recebíveis (cujo projeto de lei federal ainda está em tramitação) e empréstimos que ainda precisam do aval da União. “É uma questão contábil, algumas receitas não entram como receita primária”, minimiza o secretário de Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo Costa.

Mesmo Estados que projetam superávit primário no ano que vem já avaliam revisar essas projeções. Isso porque a expectativa de crescimento do PIB brasileiro em 2017 está cada vez menor – o mercado já prevê alta de 0,5%, metade da estimativa oficial do governo (1%).

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Arcoverde: Casa de Saúde São Lucas vai a leilão

O prédio da Casa de Saúde São Lucas, que fica da Rua Prudente de Moraes, nº 28, no centro de Arcoverde, será leiloada no próximo dia 27 de julho, pela Leiloeira Hasta Leilão. A leiloeira trás como discrição do imóvel onde se encontra localizado o terreno, como sendo uma região bem avaliada, sendo uma área […]

O prédio da Casa de Saúde São Lucas, que fica da Rua Prudente de Moraes, nº 28, no centro de Arcoverde, será leiloada no próximo dia 27 de julho, pela Leiloeira Hasta Leilão.

A leiloeira trás como discrição do imóvel onde se encontra localizado o terreno, como sendo uma região bem avaliada, sendo uma área de edificações mista (residencial e comercial), entre outros estabelecimentos podendo identificar na sua proximidade, supermercados, escolas, igreja, farmácias, além do centro comercial de Arcoverde.

Segundo o PE Notícias, o prédio estava avaliado em R$ 4 milhões, esse valor foi o lance inicial da 1ª tentativa, que aconteceu no dia 18 de junho. Não havendo arrematador, foi feito uma 2ª tentativa no último dia 05 de julho, com o lance inicial na 2ª tentativa de R$ 2 milhões.

Mais uma vez não houve interessados. Agora a leiloeira partirá para 3ª tentativa no próximo dia 21 de julho, às 10h, com lance inicial da 3ª tentativa de R$ 1 milhão. A modalidade do Leilão será presencial ou online. O local do Pregão fica na Rua Tabira, nº 157, no Recife. O Código do Leilão é 0371/2021.

Exigência do pagamento: a arrematação na modalidade eletrônica, o arrematante terá o prazo de 1 (um) dia útil para efetuar a quitação do valor total do lanço mediante guia de depósito judicial gerada pelo leiloeiro e encaminhada para o arrematante através do e-mail cadastrado.

A arrematação poderá ser feita a prazo a ser analisado pelo juízo do processo, mediante sinal equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do lanço e o remanescente em parcelas iguais, mensais e sucessivas. Mais comissão do leiloeiro de 5%.

Dúvidas clique no Link: https://www.hastaleilao.com.br/leilao/detalhe_lote/106/#conteudo

Velório e missa das exéquias de Padre José Viana ocorrem nesta segunda, em Itapetim

O Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Egidio Bisol, em comunhão com padres, diáconos, consagrados e consagradas, evangelizadores leigos, se solidarizam com familiares e amigos do Padre José Viana da Silva Sobrinho, que faleceu neste domingo, dia 15 de outubro na cidade de Serra Talhada. Nascido no dia 20 de novembro de 1950, […]

O Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Egidio Bisol, em comunhão com padres, diáconos, consagrados e consagradas, evangelizadores leigos, se solidarizam com familiares e amigos do Padre José Viana da Silva Sobrinho, que faleceu neste domingo, dia 15 de outubro na cidade de Serra Talhada.

Nascido no dia 20 de novembro de 1950, foi ordenado padre no dia 24 de março de 1979 na Diocese de Afogados da Ingazeira, onde exerceu o ministério e dedicou-se ao povo de Deus por 44 anos.

O velório será na cidade de Itapetim. A missa com exéquias às 08h da segunda-feira dia 16 de outubro, na Paróquia São Pedro e o sepultamento em seguida, no cemitério local.

Segundo informação que chegou ao blog, a Missa com exéquias será presidida pelo Bispo Dom Frei Luis Gonzaga Silva Pepeu, que foi o terceiro Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira. Dom Egídio está em viagem Pastoral à Itália.

“Deus acolha padre José Viana em sua infinita misericórdia”, conclui a nota da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Humberto defende unidade política em Pernambuco em defesa da indústria naval

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), defendeu uma ação conjunta para garantir as atividades do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco. Segundo o senador, o empreendimento está ameaçado pela política econômica, que voltou a priorizar o mercado estrangeiro, em detrimento da indústria naval brasileira. “Temos que transformar a luta em defesa da […]

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), defendeu uma ação conjunta para garantir as atividades do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco.

Segundo o senador, o empreendimento está ameaçado pela política econômica, que voltou a priorizar o mercado estrangeiro, em detrimento da indústria naval brasileira.

“Temos que transformar a luta em defesa da indústria naval em uma luta do nosso Estado.  Fizemos isso em relação à Hemobras e conseguimos evitar o seu sucateamento. E nos unimo também em relação à Chesf, garantindo que a companhia não fosse privatizada. Agora, precisamos esticar a pauta conjunta e nos unir em defesa do estaleiro, juntar a bancada federal, a bancada estadual e o governo do Estado e, independente de qualquer orientação política, nos integrarmos nessa luta. Os interesses de Pernambuco precisam sempre falar mais alto”, afirmou o senador.

Humberto participou hoje de audiência pública no auditório da Fiepe. O evento reuniu empresários, representantes de entidades sindicais ligadas ao setor, parlamentares e representantes do próprio EAS. O empreendimento emprega hoje 3,7 mil pessoas e ameaça paralisar as suas atividades por causa da crise brasileira da indústria naval.

Humberto destaca ainda que o fechamento do estaleiro também tem impacto direto em outros setores em Pernambuco. “A paralisação das atividades do estaleiro pode ter um efeito cascata devastador na economia pernambucana. Temos que unir Pernambuco para lutar contra esta política econômica que ameaça transformar um empreendimento dessa monta em sucata”, assinalou o parlamentar.

TSE diz que convidou os 35 partidos para acompanhar apuração de votos no domingo

De acordo com o tribunal, além dos 35 partidos, foram convidados representantes de STF, OAB e PF, por exemplo. TSE tem destacado que urnas são confiáveis e garantem processo íntegro. Do G1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta sexta-feira (26) ter convidado representantes dos 35 partidos para acompanhar a apuração dos votos no próximo […]

De acordo com o tribunal, além dos 35 partidos, foram convidados representantes de STF, OAB e PF, por exemplo. TSE tem destacado que urnas são confiáveis e garantem processo íntegro.

Do G1

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta sexta-feira (26) ter convidado representantes dos 35 partidos para acompanhar a apuração dos votos no próximo domingo (28), dia do segundo turno das eleições.

Ao todo, cerca de 150 milhões de brasileiros deverão comparecer às urnas para escolher o próximo presidente da República e governadores de 14 estados.

Além dos representantes dos partidos, o TSE informou ter convidado integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Polícia Federal (PF), por exemplo.

“O convite feito pelo TSE permitirá que os partidos e demais instituições convidadas possam acompanhar in loco a totalização e a divulgação dos resultados neste segundo turno do pleito”, informou o tribunal em nota.

Pedido

De acordo com o tribunal, a coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, do candidato Jair Bolsonaro (PSL), pediu que cinco representantes do grupo e mais cinco da coligação O Povo Feliz de Novo, do candidato Fernando Haddad (PT), pudessem acompanhar a apuração no domingo.

“A solicitação foi prontamente atendida pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que, no despacho em que acolheu a solicitação, lembrou que o próprio Tribunal já havia tomado a iniciativa do convite a ambas as coligações para acompanhamento da totalização de votos e divulgação de resultados nos dois turnos das eleições”, informou o TSE.

Urnas

O TSE tem destacado que as urnas são confiáveis e garantem que o processo de votação seja “íntegro”, “ágil” e “auditável”.

Para a presidente do tribunal, Rosa Weber, críticas às urnas são “desconectadas da realidade”.

Além disso, a Ordem dos Estados Americanos (OEA), que acompanha a eleição a convite do governo, também já declarou que as urnas são seguras.