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Governo do Estado inaugura Unidade de Oncologia em Caruaru

Por Nill Júnior

O governador Paulo Câmara inaugurou, neste sábado (15), a Unidade de Oncologia do Hospital Mestre Vitalino, situado em Caruaru, no Agreste Central. Com R$ 1,4 milhão investidos na construção do prédio e na compra de equipamentos, a nova unidade contemplará a II Macrorregional de Saúde, que abrange 53 municípios.

O chefe do executivo visitou ainda o Hospital São Sebastião, reinaugurado em agosto deste ano, após 14 anos fechado.

“A gente tem buscado, nesses tempos difíceis, ampliar os serviços e esse equipamento é muito importante para o avanço da saúde no interior de Pernambuco. São trinta leitos que vão permitir um atendimento humanizado às pessoas que precisam de tratamento e atenção especial”, garantiu Paulo.

A estrutura da Unidade de Oncologia conta com 4 consultórios, 30 leitos, 2 salas para procedimentos emergenciais, 2 salas de fluxo para manipulação de insumos para quimioterapia, 20 ambulatórios médicos e enfermaria.

O novo centro atenderá uma média de 1.200 pacientes por mês, realizando cirurgias oncológicas e ampliando o tratamento de quimioterapia, implantado no Hospital Mestre Vitalino no meio deste ano.

Quando atingir sua capacidade integral o atendimento será realizado por uma equipe multiprofissional, contando com médico cirurgião oncológico, mastologista, cirurgião de cabeça e pescoço, enfermeiro, nutricionista, assistente social, psicólogo e farmacêutico.

Além disso, a previsão é de que futuramente o serviço seja cadastrado pelo Ministério da Saúde como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Ucacon) e esteja apto para realizar cirurgias de câncer.

HOSPITAL SÃO SEBASTIÃO – Ainda no município de Caruaru, o governador visitou o Hospital São Sebastião, reaberto no final de agosto deste ano, após ser fechado devido a fortes chuvas que interditaram a unidade em 2004. Ao todo foram investidos mais de R$ 10 milhões para a requalificação do serviço.

Estiveram presentes no evento os deputados federais Wolney Queiroz e Luciana Santos; os secretários estaduais Marcos Baptista (Planejamento e Gestão), Cloves Benevides (Criança e Juventude), Antônio Figueira (Assessoria Especial) e o secretário executivo Marcelo Canuto (Casa Civil); os deputados estaduais Tony Gel, Laura Gomes, João Eudes, Nilton Mota, Aluísio Lessa, Enrique Lessa; o presidente da Alepe Eriberto Medeiros; a prefeita de Caruaru Raquel Lyra; o ex-prefeito de Caruaru José Queiroz; e demais autoridades políticas da região.

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Itapetim: Prefeitura inicia curso de Eletricista Predial e Residencial

Nesta segunda-feira, a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Assistência Social, iniciou o curso de Eletricista Predial e Residencial. A ação tem o objetivo de inserir os itapetinenses no mercado de trabalho. Serão 80 participantes e o curso terá a duração de um mês. O prefeito Adelmo Moura parabenizou a Secretaria de Assistência Social. […]

Nesta segunda-feira, a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Assistência Social, iniciou o curso de Eletricista Predial e Residencial. A ação tem o objetivo de inserir os itapetinenses no mercado de trabalho. Serão 80 participantes e o curso terá a duração de um mês.

O prefeito Adelmo Moura parabenizou a Secretaria de Assistência Social. “Quero parabenizar nossa Secretária Fia Cândido por mais esta ação tão importante pensando sempre no desenvolvimento do nosso município”.

O curso será realizado pela Infoque e ministrado pelo professor Samuel e todos os alunos já sairão qualificados para o mercado de trabalho.

A secretária Fia Cândido desejou “um ótimo curso para os alunos” e disse que fará o “possível para sempre trazer este tipo de desenvolvimento para Itapetim”.

O coordenador da Infoque Luiz dos Santos, vereadores e secretários também estiveram com Adelmo e Fia.

Com deficit de R$ 27 milhões e querendo fazer festa: TCE impõe freio a Rorró Maniçoba

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou, em decisão cautelar, que a Prefeitura de Floresta suspenda despesas com festas, shows e contratação de estruturas para eventos até o fim de 2026. A medida atinge a gestão da prefeita Rorró Maniçoba (PP). A decisão monocrática foi assinada pelo conselheiro Dirceu Rodolfo, com base […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou, em decisão cautelar, que a Prefeitura de Floresta suspenda despesas com festas, shows e contratação de estruturas para eventos até o fim de 2026. A medida atinge a gestão da prefeita Rorró Maniçoba (PP).

A decisão monocrática foi assinada pelo conselheiro Dirceu Rodolfo, com base em relatório de auditoria que apontou desequilíbrio fiscal nas contas do município. Segundo o TCE, Floresta encerrou o exercício de 2025 com disponibilidade de caixa negativa superior a R$ 27 milhões.

O órgão também apontou pendências em obrigações consideradas essenciais, como atraso no pagamento de salários e ausência de repasse de mais de R$ 23 milhões ao instituto de previdência própria do município, o Floresta Prev.

Ainda de acordo com o relatório, foram identificadas retenções de empréstimos consignados de servidores sem o devido repasse às instituições bancárias. Apesar do cenário fiscal, a gestão municipal mantinha previsão de gastos de R$ 2,3 milhões com festividades e havia iniciado uma licitação de R$ 2,5 milhões para montagem de palcos e iluminação.

Na defesa apresentada ao Tribunal, a Prefeitura de Floresta argumentou que os eventos culturais possuem dotação orçamentária própria e contribuem para movimentar a economia local. A administração também informou ter adotado medidas de contingenciamento e encaminhado projeto de lei para parcelamento de débitos.

O relator, no entanto, rejeitou os argumentos, afirmando haver risco de utilização inadequada de recursos públicos em prejuízo de despesas prioritárias. A prefeita terá prazo de 30 dias para apresentar um plano de ação voltado à regularização das dívidas do município.

A decisão cautelar ainda será analisada pela Primeira Câmara do TCE-PE, cabendo recurso ao plenário da Corte.

O novo luxo é ser simples: por que a ostentação se tornou atraso

Por Inácio Feitosa* Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros.  Só que […]

Por Inácio Feitosa*

Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros. 

Só que o excesso cansou. Cansou porque falta sentido. Cansou porque o mundo amadureceu. Cansou porque não cabe mais num contexto global que exige consciência e sobriedade. Aos poucos, tornou-se evidente que aparência não resolve vazio, que logotipo não compra paz e que objetos não sustentam identidade. Hoje, ostentar não impressiona — constrange. Não comunica grandeza — revela insegurança. Não mostra sucesso — mostra falta de compreensão sobre o próprio tempo.

As redes sociais ajudaram a acelerar esse desgaste. O exagero permanente transformou-se em paródia de si mesmo. Perfis recheados de ostentação perderam credibilidade e passaram a ser vistos como uma tentativa desesperada de compensar algo que falta. Quanto mais gente exagera, menos gente respeita. Quanto mais se exibe, menos se admira. Esse colapso da estética do excesso expôs a fragilidade emocional que existe por trás da obsessão pela aparência. O espetáculo da ostentação ficou ultrapassado, e não perceber isso é perder a mudança cultural do século.

Sociedades mais maduras já não medem sucesso pelo volume de bens, mas pelo impacto social, pela solidez interna, pela capacidade de viver com propósito. Países desenvolvidos migraram da lógica da abundância ostentatória para a lógica da elegância silenciosa. E o Brasil, embora ainda preso a certos resíduos culturais, começa a despertar para essa transição. Hoje, o comportamento realmente admirado não é o que chama atenção, mas o que a dispensa. Não é o que grita, mas o que sabe falar baixo. Não é o que acumula, mas o que escolhe. E, acima de tudo, não é o que tenta parecer, mas o que consegue ser.

Enquanto consumidores mais atentos abraçam o “quiet luxury”, muitos ainda acreditam que exibir é avançar. Porém, exibir é regredir. É não entender a mudança de época. É permanecer preso à ingenuidade estética e simbólica dos anos 2000, quando o mundo ainda se encantava com brilho e barulho. Hoje, brilho e barulho soam infantis. É anacrônico confundir valor com preço, grandeza com visibilidade, qualidade com chamativo. O novo luxo é justamente o oposto dessa lógica: discrição, leveza, paz, autonomia, autenticidade, tempo, silêncio — bens intangíveis que não se compram numa vitrine, mas se constroem com maturidade.

Pessoas que realmente evoluíram não precisam provar nada a ninguém. A sofisticação atual não está na posse, mas no discernimento. Não está no acúmulo, mas na clareza. Não está no excesso, mas na medida. Talvez por isso os sinais mais sofisticados hoje sejam os mais discretos: a roupa sem logotipo, o carro que não chama atenção, o relógio que não precisa ser reconhecido, a garrafa de água comum no lugar da versão importada de valor absurdo. É um gesto simples, mas carregado de inteligência cultural. Esse comportamento não significa pobreza de possibilidades, mas riqueza de consciência. É a afirmação sutil de quem já entendeu que existir vale mais do que parecer.

Ostentar, nesse contexto, não é apenas falta de bom senso: é falta de leitura de mundo. É não perceber que a humanidade mudou de eixo. É insistir num modelo ultrapassado, preso à estética da década passada. É viver segundo o olhar alheio, e não segundo a própria lucidez. Exibir-se para conquistar respeito é como gritar para parecer eloquente: quanto mais alto, menos digno. O excesso virou ruído, e o ruído virou ridículo.

Viver com menos, por escolha, é maturidade emocional. Viver com exagero, por necessidade de reconhecimento, é fragilidade disfarçada de poder. É sinal de desequilíbrio interno. É a demonstração de que a pessoa ainda depende de aplauso externo para sustentar a própria autoestima. A verdadeira força está em não precisar ser visto para existir. Está em não depender de aprovação para permanecer inteiro. Está em ser suficiente para si mesmo.

O mundo mudou, a sensibilidade mudou, a régua da elegância mudou. A nova estética é ética. O novo estilo é consciência. O novo símbolo de status é a serenidade. O que realmente impressiona hoje não é o brilho, mas a profundidade; não é o volume, mas o silêncio; não é a exibição, mas a sobriedade. Um ambiente organizado, uma rotina equilibrada, uma vida coerente — isso sim comunica grandeza. Porque o que encanta, hoje, não é o exagero, mas a clareza; não é o luxo ostensivo, mas a simplicidade consciente.

Quem ainda não percebeu isso continua preso a um tempo que já se foi, lutando para parecer mais enquanto o verdadeiro avanço é simplesmente ser. E a tendência global é clara: quanto mais o mundo se torna complexo, mais as pessoas inteligentes buscam o simples. Quanto mais a sociedade grita, mais o sábio se recolhe. Quanto mais tudo encarece emocionalmente, mais o equilíbrio se torna valioso. A simplicidade não é ausência — é conquista. Não é falta — é escolha. Não é pouco — é tudo o que basta.

E, no fim das contas, quando todas as luzes externas se apagam e sobra apenas o que somos de verdade, resta a constatação mais simples e mais difícil de todas: a maior obstinação do ser humano é ser humano!

*Inácio Feitosa é Advogado e Presidente do ICE — Instituto Confraria da Educação

Sertão do Pajeú se aproxima dos 17.500 casos positivos de Covid-19

Por André Luis-Atualizado às 11h45 com os casos de Flores e Santa Cruz da Baixa Verde. Nesta sexta-feira (29), os dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (23), Afogados da Ingazeira (10), Tabira (1), São José do Egito (8), Carnaíba (7), Flores […]

Por André Luis-Atualizado às 11h45 com os casos de Flores e Santa Cruz da Baixa Verde.

Nesta sexta-feira (29), os dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (23), Afogados da Ingazeira (10), Tabira (1), São José do Egito (8), Carnaíba (7), Flores (4), Santa Terezinha (0), Triunfo (2), Itapetim (0), Brejinho (2), Iguaracy (7), Solidão (1), Calumbi (3), Tuparetama (1), Quixaba (12), Santa Cruz da Baixa Verde (4) e Ingazeira (3). Foram 88 novos casos nas últimas 24 horas totalizando 17.450.

Apenas Flores e Santa Cruz da Baixa Verde não haviam divulgado o boletim epidemiológico no início da manha, mas atualizaram os dados durante o decorrer da manhã de hoje.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 6.427; Afogados da Ingazeira, 2.487; Tabira 1.793, São José do Egito, 1.301; Carnaíba,  872; Flores, 659 e  Santa Terezinha, 610 casos.

Triunfo, 585; Itapetim, 507; Brejinho, 333; Iguaracy, 328; Solidão, 315; Calumbi, 303; Tuparetama, 282; Quixaba, 259; Santa Cruz da Baixa Verde, 244 e Ingazeira, 145 casos confirmados.

Óbitos – A região conta com 286 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (90); Afogados da Ingazeira (26); Flores (23); Carnaíba (20); Tabira (19); São José do Egito (19); Triunfo (19); Tuparetama (16); Santa Terezinha (14); Itapetim (11); Iguaracy (11); Brejinho (5); Quixaba (5); Santa Cruz da Baixa Verde (3); Calumbi (2); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Recuperados – Com mais 188, a região tem agora no total 16.512 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 94,62% dos casos confirmados.

Prefeitura de Arcoverde inaugura primeiro Centro POP da história do município em parceria com o Governo do Estado

Equipamento fortalece política de cuidado à população em situação de rua Em Arcoverde, foi inaugurado o primeiro Centro POP do município, implantado pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado e alinhado às diretrizes do Governo Federal. O equipamento oferece proteção social, acolhimento, apoio psicossocial, alimentação, higiene e encaminhamento para serviços essenciais às pessoas em […]

Equipamento fortalece política de cuidado à população em situação de rua

Em Arcoverde, foi inaugurado o primeiro Centro POP do município, implantado pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado e alinhado às diretrizes do Governo Federal.

O equipamento oferece proteção social, acolhimento, apoio psicossocial, alimentação, higiene e encaminhamento para serviços essenciais às pessoas em situação de rua. A solenidade reuniu moradores, vereadores, secretários e representantes do Governo do Estado.

O Centro POP é um espaço de referência criado especialmente para quem utiliza as ruas como moradia ou sobrevivência, garantindo atendimento especializado previsto na Política Nacional para a População em Situação de Rua (Decreto nº 7.053/2009). Além de banho, lavanderia, alimentação e guarda de pertences, o equipamento oferece acompanhamento técnico, planejamento para saída das ruas, inserção no CadÚnico e articulação com saúde, educação, segurança e demais serviços públicos – reunindo, em um só lugar, suporte e caminhos reais para reconstrução de vínculos e dignidade.

Durante a inauguração, a secretária de Assistência Social, Neila Lira, destacou o impacto do equipamento e a prioridade dada pela gestão à proteção da população mais vulnerável. “O Centro POP ilumina aqueles que durante anos foram considerados invisíveis. Não resolvemos tudo num dia, mas hoje iniciamos uma política sólida, planejada e responsável. Nosso compromisso é chegar onde nunca se chegou e proteger quem sempre esteve à margem”, afirmou. Ela também ressaltou que o avanço só foi possível graças ao reforço dos investimentos estaduais e ao trabalho intenso das equipes que estruturaram o espaço de forma cuidadosa e humanizada.

Representando o Governo do Estado, a coordenadora de Apoio Técnico aos Municípios, Tatiane Santos, reforçou que Arcoverde se destaca pela seriedade e sensibilidade na condução da política de assistência social. “O cuidado nos detalhes mostra o tamanho do compromisso da gestão. O Governo do Estado seguirá ao lado do município, com apoio técnico e financeiro, porque políticas públicas se constroem com presença e responsabilidade”, afirmou.

O prefeito Zeca Cavalcanti destacou o caráter humanitário do equipamento e o simbolismo de entregá-lo no fim do ano. “É uma obra que toca o coração. Estamos garantindo banho, alimento, roupa lavada e a chance de cada pessoa se sentir vista, respeitada e acolhida. Isso é dignidade. Este Centro POP marca o início de uma nova fase em Arcoverde: ninguém será deixado para trás”, declarou. O gestor também ressaltou a parceria com o Governo do Estado, que tem ampliado investimentos em ações sociais e equipamentos essenciais no município, fortalecendo a rede de proteção para quem mais precisa.