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Eliane Oliveira anuncia R$ 100 mil para guarda de Serra Talhada

Por Nill Júnior

A advogada filiada ao PSL e pré-candidata Eliane Oliveira, anunciou, após reunião com o deputado Luciano Bivar emenda de R$ 100 mil junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional, para o desenvolvimento de Políticas de Segurança Pública, Prevenção e Enfrentamento à Criminalidade.

À princípio ela também solicitou viaturas, mas foi informada que o governo federal já estava destinando algumas para o município.

Ela solicitou a destinação do recurso para a Guarda Municipal de Serra Talhada. Segunfo Oliveira , “a instituição atualmente está em situação difícil, sem equipamentos necessários como caceteastes, algemas, sistema de rádio e tantos outros”.

“Faço política pensando em amenizar o sofrimento do povo de Serra Talhada, sem olhar o grupo que está administrando a cidade e sim o benefício que tal ação trará” finalizou Eliane Oliveira.

Outras Notícias

Turismo, agricultura orgânica e ramal da Adutora entre as prioridades do Prefeito eleito de Triunfo

Por André Luis / Repórter do blog O blog esteve em Triunfo onde entrevistou o advogado, ex-vereador e agora prefeito eleito João Batista (PR). João, que foi eleito com apoio do prefeito Luciano Bonfim (PR), já foi vereador por cinco mandatos, presidiu a União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), também por cinco vezes e contará […]

Foto: André Luis
Foto: André Luis

Por André Luis / Repórter do blog

O blog esteve em Triunfo onde entrevistou o advogado, ex-vereador e agora prefeito eleito João Batista (PR). João, que foi eleito com apoio do prefeito Luciano Bonfim (PR), já foi vereador por cinco mandatos, presidiu a União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), também por cinco vezes e contará com a maioria da Câmara de Vereadores.

Além de Bonfim, é ligado ao  deputado federal e Secretário de transportes Sebastião Oliveira e com o Deputado Estadual Alberto Feitosa, da base do governador Paulo Câmara.

João afirmou que a transição tem transcorrido com tranquilidade. “Temos tido todas as informações que nós precisamos para montar um planejamento eficaz pra gestão a partir do dia primeiro de janeiro.  É um governo de continuidade e não temos dificuldades na transição”, garante.

João tem consciência de que começa seu mandato em um ano de dificuldades. “Nós temos a certeza de que 2017 será um ano de dificuldades financeiras como foi 2016, mas nós estamos recebendo as informações que nos permitem saber quais são essas dificuldades financeiras que vamos enfrentar ano que vem”.

Batista garantiu que será aprimorado o disciplinamento do trânsito, um dos gargalos da cidade. Lá ainda são vistos motoqueiros sem capacete, poluição sonora com carros e descumprimento da legislação. “Nós vamos trabalhar a questão da municipalização. Isso já foi iniciado e nós vamos dar continuidade e algumas obras alternativas que serão importantes pra questão da melhoria do trânsito”, garantiu.

Sobre o principal potencial da cidade, o turismo, o prefeito eleito reforça que pretende melhorar a cidade naquilo que já se destaca. “Triunfo em minha opinião, tem o melhor final de semana da região e nós precisamos melhorar e incrementar isso, atrações culturais, novos parceiros, novas rotas turísticas e trilhas, para que as pessoas de toda a região possam chegar a Triunfo e aqui encontrar realmente opções de lazer e diversão”. Prometeu dotá-la de condições de infraestrutura necessária o turista.

“Criar alternativas de lazer em Triunfo, melhorar a questão da jardinagem, espaços de lazer, parques urbanos e rurais, atrações artísticas aos finais de semana, utilização dos nossos próprios artistas aqui de Triunfo e da região, enfim, Triunfo ficar mais bela e atrativa. Esse é o nosso planejamento para os próximos anos”, afirma.

O prefeito destacou a  necessidade de mais investimentos do Governo do Estado  no turismo na cidade. Nos últimos anos, caiu o investimentos em eventos como a Festa do Estudante e há demora na divulgação das atrações. “A política governamental do turismo está muito concentrada nas praias, em Recife e Olinda”, reclama.

“O que nós pretendemos é o retorno do Circuito do Frio, se não com esse nome, com outro nome, mas dentro daquela concepção inicial. ele reconhece ser difícil antecipar mais a grade da Festa do Estudante. “Até o Festival de Inverno de Garanhuns, eles divulgam com quinze dias. Mas vamos tentar conscientizar o secretário de Turismo, o presidente da Fundarpe e o próprio governador”.

Na agricultura, a ideia é criar um selo de qualidade do que é produzido na cidade. Temos produtos agrícolas especiais a exemplo da rapadura, a banana, o nosso café orgânico e outros produtos agrícolas nossos que são diferenciados”, defende.

João também quer um convênio com a UFRPE para a prática da da hidroponia, técnica de cultivar plantas sem solo, onde as raizes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.

Ele voltou  animado do encontro com o  ministro Helder Barbalho. Triunfo pleiteia um ramal da Adutora do Pajeú devido a crise hídrica. “Ele foi muito firme em dizer que vai fazer a adutora. Conseguimos reunir no gabinete do ministro o deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB), o diretor geral do DNOCS, Ângelo José, o diretor presidente da COMPESA,  Roberto Tavares e representantes da CODEVASF. O ministro estabeleceu um prazo máximo de 30 dias pra resolver as pendências de projeto e disse que quer avançar a obra no início do ano que vem.

Ele destacou que o ramal de menos de 15 quilômetros vai salvar  Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, que estão em colapso total. Hoje o abastecimento aqui é feito somente por intermédio de carros pipa.

Presidente da Câmara de Paulista é hostilizado e agredido após aprovação de reforma da Previdência

g1 O presidente da Câmara Municipal de Paulista, no Grande Recife, foi agredido e hostilizado depois da sessão que aprovou uma reforma na Previdência da cidade. Vídeos enviados ao WhatsApp da Globo mostram o vereador Edson de Araújo Pinto, o Edinho (PSB), sendo perseguido pelos manifestantes na saída da sede do Legislativo. O projeto é […]

g1

O presidente da Câmara Municipal de Paulista, no Grande Recife, foi agredido e hostilizado depois da sessão que aprovou uma reforma na Previdência da cidade. Vídeos enviados ao WhatsApp da Globo mostram o vereador Edson de Araújo Pinto, o Edinho (PSB), sendo perseguido pelos manifestantes na saída da sede do Legislativo.

O projeto é de autoria do prefeito Yves Ribeiro (MDB) e deveria ser votado até o sábado (13). No entanto, a Câmara Municipal decidiu antecipar a votação para a terça-feira (9), dia em que ocorreram as agressões ao presidente da Câmara.

A reforma foi aprovada por dez votos a dois. Foram contrários ao projeto os vereadores Flávia Hellen (PT) e Fabiano Paz (PSB). Entre as mudanças aprovadas está a aplicação de 14%, referente à alíquota previdenciária, para todos os servidores e até mesmo os aposentados e pensionistas.

Pela manhã, os servidores municipais ocuparam a Avenida Marechal Floriano Peixoto, onde fica a Câmara Municipal. Eles protestaram contra a aprovação do projeto. A manifestação foi organizada pelo Sindicato Municipal dos Servidores de Paulista (Sinsempa).

À tarde, quando o projeto foi aprovado, houve tumulto e o vereador Edinho precisou ser escoltado pela Polícia Militar para sair do local. Os vídeos enviados para a Globo mostram ele tentando sair do local em meio aos gritos da população.

Uma garrafa d’água também foi jogada, molhando as pessoas que estavam próximas ao parlamentar. Segundo a presidente do Sinsempa, Jucineide Lira, as agressões não foram praticadas por membros do sindicato. Ela disse, ainda, que há dois anos os trabalhadores não têm reajuste salarial.

“O servidor de Paulista vem pagando a conta do déficit previdenciário há algum tempo. Essa reforma é bastante cruel, aos moldes da reforma de Bolsonaro (sem partido). Os trabalhadores, revoltados, quiseram agredir o presidente da Câmara porque contavam com a sensibilidade dos vereadores, porque não tem mais de onde tirar direitos”, afirmou a servidora pública.

Não houve registro de pessoas detidas. O g1 entrou em contato com a prefeitura e com o presidente da Câmara Municipal, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. A reportagem também questionou se o projeto, agora, segue para sanção do prefeito, mas não obteve resposta.

CPI: senadores apontam divulgação irresponsável de texto apresentado como relatório do TCU

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava o número de mortes por covid-19 no Brasil e foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que o divulgou.

Ouvido pela comissão de inquérito nesta terça-feira (17), Marques disse que, em 31 de maio, disponibilizou o documento privado na plataforma de trabalho Microsoft Teams, e não no sistema processual do TCU. Ele afirmou, no entanto, que comentou sobre seu trabalho com seu pai no dia 6 de junho, por meio do aplicativo de conversas WhatsApp. Este, por sua vez, o teria encaminhado para o chefe do Poder Executivo. No dia seguinte, 7 de junho, Bolsonaro mencionou o texto de Marques, que logo se espalhou pelas redes sociais, como sendo um relatório do TCU.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que, além de conter informações erradas, o relatório de Alexandre Marques também teria sido falsificado na Presidência da República para divulgação na internet. 

O depoente disse ter ficado indignado com o discurso de Bolsonaro, considerando a declaração “totalmente irresponsável” ao atribuir ao TCU a responsabilidade por um documento que não era oficial. Alexandre disse que compartilhou o documento apenas na forma de uma conversa entre pai e filho falando sobre um tema trabalhado naquela semana. 

— Não era uma instrução processual, não era nada do Tribunal de Contas da União. Achei irresponsável vincular o nome do TCU a duas páginas não conclusivas — afirmou o depoente, que reconheceu ter sido indicado para uma diretoria do BNDES, não tendo sido, no entanto, cedido pelo tribunal — disse Marques.  

Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o documento e sua divulgação configuram a “digital de vários crimes”. A senadora afirmou que Bolsonaro cometeu crime comum e crime de responsabilidade ao tornar público documento claramente manipulado, atribuindo-o ao Tribunal de Contas da União. O objetivo seria minimizar a pandemia. Ainda para a senadora, é preciso identificar quem, na equipe presidencial, teria inserido no texto de Marques o nome do TCU.

— Agora temos a digital, a materialidade dos crimes cometidos — disse Simone Tebet, observando ainda que o auditor não ouviu médicos nem o IBGE sobre os números da pandemia e tentou imputar sua própria tese à realidade. Ela também apontou que a tabela de Marques não continha nenhuma consistência técnica do ponto de vista dos dados estatísticos.

“Bajulação”

Presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM) questionou as intenções de Marques ao elaborar o estudo que, segundo o auditor do TCU, seria um compilado de informações públicas em formato word, com dados retirados do Portal da Transparência de Registro Civil, sem cabeçalho ou timbre do tribunal. 

Aziz considerou irresponsável que um documento, sem caráter de oficialidade, tenha sido enviado ao presidente da República e disse que as atitudes de Marques e do pai dele foram um desserviço à sociedade. 

— O nome disso é bajulação, querer prestar serviço sem confirmar se aquele documento é verdadeiro ou não. Teu pai bajulando o presidente. Eu queria ver essa conversa [entre o coronel e o presidente]. Devem ter aberto um champanhe. Até parece que a dor intransferível foi festejada. Há irresponsabilidade dos três. Você, por fazer um documento com números que parecem brincadeira, passando para seu pai que, imediatamente, de um dia para o outro, repassa ao presidente — criticou. 

O material elaborado por Alexandre Marques foi usado por Bolsonaro em discursos nas redes sociais, levando o TCU a desmentir as informações de imediato. Em seguida, o presidente da República admitiu que o documento que divulgara não era um relatório feito pelo tribunal. 

Apesar de negar que tenha qualquer relação com a família Bolsonaro, Alexandre Marques reconheceu que seu pai, Ricardo Marques, foi colega de Bolsonaro na Academia Militar das Agulhas Negras e que trabalharam juntos no Exército. 

Na opinião do vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações prestadas por Alexandre Marques demonstram uma “obsessão macabra” do governo para minimizar e esconder o número de mortes pela pandemia de coronavírus no país. 

Segundo o parlamentar, campanhas da Secretaria de Comunicação da Presidência tinha objetivo de subestimar os dados sobre os óbitos. Randolfe exibiu vídeo no qual o próprio Bolsonaro, em transmissão pelas redes sociais em 1.º de julho, reconhece que editou a tabela do documento feito pelo auditor do TCU. 

— Uma busca insensata para obscurecer, esconder o número de brasileiros mortos, quando se, ao invés disso, o mais importante não fosse combater a pandemia. Chega a ser uma obsessão macabra e uma obsessão que vem de antes, conforme podemos ver. Presidente chegou ao ponto de incentivar as pessoas a invadir hospitais, ou seja, não bastasse os que estavam lá internados, incentivar outras pessoas a se submeterem ao risco de mais contaminação — declarou o senador.

Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Fabiano Contarato (Rede-ES) defenderam a quebra de sigilo telefônico do pai do auditor, o coronel da reserva Ricardo Marques.

Alterações

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) negou que o documento de Marques tenha sido adulterado pelo presidente da República. Ele obteve do depoente a confirmação de que as únicas alterações em seu documento em relação ao apresentado por Jair Bolsonaro foram os grifos no texto e o acréscimo de um cabeçalho com o nome do Tribunal de Contas da União. 

— Se erros aconteceram vamos apurar, na medida da culpa de cada um. Eu não estou aqui para dizer que o presidente acertou 100%. Não. Mas talvez a CPI erre mais, por fazer uma investigação seletiva — disse o senador, segundo o qual governadores, prefeitos e Poder Executivo erraram na condução da pandemia por serem “humanos e falíveis”, mas a comissão de inquérito tem sido omissa nas apurações sobre responsabilidades. Para ele, há suspeitas graves de corrupção e desvios de recursos nos estados que os senadores se recusariam a investigar. 

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, defendeu a conduta de Alexandre Marques e disse que o documento elaborado pelo auditor do TCU é “expediente comum nas Cortes de Contas”. 

O parlamentar afirmou que a Controladoria-Geral da União (CGU) está conduzindo uma auditoria formal a fim de investigar a possível “super estimativa” de mortes por coronavírus, “mesmo objeto de estudo do auditor ouvido pela CPI”. Ainda segundo Fernando Bezerra, lugares como o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, verificaram super notificação de óbitos por coronavírus em pelo menos 25%. Ele disse que outros estudos brasileiros, feitos por economistas e matemáticos em 2020, também contestam os números da covid-19 no país.

— Foram amplamente divulgados pela mídia, ao longo da pandemia, prováveis equívocos de notificação. E, finalmente, existe o Acordão 2.817 do Tribunal de Contas da União, que dispõe expressamente, no item 9.5.2: “utilizar a incidência de covid-19 como critério para transferência de recursos, com base em dados declarados pelas secretarias estaduais de Saúde, pode incentivar a supernotificação do número de casos da doença, devendo, na medida do possível, serem confirmados os dados apresentados pelos entes subnacionais” — afirmou Fernando Bezerra.

Ética

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) observou que o Código de Ética do TCU prevê a obrigação de neutralidade dos servidores no exercício profissional em relação a influências político-partidárias. 

O parlamentar avaliou que a ação de Alexandre Marques poderia ter colocado prefeitos e governadores em conflito com o governo federal, bloqueando medidas que impedissem a disseminação da pandemia. 

E disse que o texto compartilhado pelo auditor, que responde a inquérito administrativo no âmbito do TCU, contribuiu para reforçar o discurso negacionista do presidente, “ainda que involuntariamente”. 

— No meu estado, onde essa extrema direita primária não tem tanta força, muita gente teve dificuldade. Prefeitos, governadores tiveram dificuldade de implementar medidas preventivas para evitar a disseminação da covid-19, porque o negacionismo atrapalhava. O discurso era esse: ‘Não morreu tanta gente, é mentira; estão dizendo que morreu tanta gente para receber mais dinheiro do governo federal; querem quebrar o país para prejudicar o presidente Bolsonaro’ — disse.  

Em resposta à senadora Leila Barros (Cidadania-DF), Alexandre Marques disse não acreditar que as responsabilidades sobre a gestão da pandemia sejam exclusivas de governadores e prefeitos. 

O auditor declarou que a intenção dele, ao preparar o arquivo, foi gerar um debate sobre possíveis inconsistências referentes aos repasses de recursos da União para os entes federados controlarem a crise. 

Marques afirmou que foi pego de surpresa com a divulgação do documento por Bolsonaro e que, em conversa com o pai, ressaltou ter sido um equívoco atrelá-lo a um posicionamento oficial do TCU.

— Ele não me falou que compartilharia o documento. Discordo [se tratar de conduta grave] porque os dados eram públicos e não eram uma linha de investigação que fazia parte do escopo do trabalho. Meu pai disse ter entendido que se tratava de algo oficial do tribunal e que já seria informação pública — declarou. As informações são da Agência Senado.

Sebastião Oliveira diz que vai cobrar rigorosa apuração da morte de Cição. “Perdi um grande amigo”

O Secretário de Transportes e Deputado Federal Sebastião Oliveira lamentou a morte do aliado Cícero Fernandes (PRP), o  “Cição”, ocorrido nesta quinta. “Perdi um grande vereador e amigo, rogo a Deus por ele e a família”. Ele também prometeu providências do Governo do Estado para apurar o homicídio. “E vou solicitar ao governo providências na investigação […]

O Secretário de Transportes e Deputado Federal Sebastião Oliveira lamentou a morte do aliado Cícero Fernandes (PRP), o  “Cição”, ocorrido nesta quinta. “Perdi um grande vereador e amigo, rogo a Deus por ele e a família”.

Ele também prometeu providências do Governo do Estado para apurar o homicídio. “E vou solicitar ao governo providências na investigação do caso. Sei que por trás de quem puxa o gatilho sempre tem um ou mais covardes”, colocou em nota ao blog.

E acrescentou : “É preciso que as autoridades policiais se empenhem e deem respostas concretas a sociedade sobre esse revoltante assassinato”.

Vereadores interditam porta de empresa da Adutora e prometem fechar PE 292

Vereadores da Comissão Parlamentar do Pajeú – Copap – iniciam neste momento um protesto que fecha a entrada da empresa MRM e promete fechar também a PE 292, em Afogados da Ingazeira, próximo à entrada do Clube Vale das Acácias. Eles querem celeridade nas obras da segunda etapa da Adutora do Pajeú, que promete acabar […]

Primeiros vereadores chegaram logo cedo e fecharam porta da MRM, responsável pela segunda etapa da Adutora
Primeiros vereadores chegaram logo cedo e fecharam porta da MRM, responsável pela segunda etapa da Adutora

Vereadores da Comissão Parlamentar do Pajeú – Copap – iniciam neste momento um protesto que fecha a entrada da empresa MRM e promete fechar também a PE 292, em Afogados da Ingazeira, próximo à entrada do Clube Vale das Acácias.

Eles querem celeridade nas obras da segunda etapa da Adutora do Pajeú, que promete acabar com o drama hídrico vivido por cidades como Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito.

“A gente quer levar água para nossos cidadãos. O momento adequado é esse. É um movimento pacífico e organizado. Ninguém está querendo fazer por fazer. A gente vai fechar a entrada da empresa e a PE 292”. Ele diz que toda a população foi articulada para o movimento.

Além de Joel, os primeiros a chegar foram Sávio Pessoa e Sebastião Nunes, o Tanta (Tuparetama), além de Odete Baião, Fábio Torres e Amaury Torres (Iguaracy). Um representante da empresa ainda tentou argumentar para que o protesto fosse adiado, em vão.  “A população aguarda uma resposta dos governantes. A gente aguarda, mas os prazos estão sempre sendo estendidos”, diz o vereador Fábio Torres.

Transformador ainda no chão na Estação Elevatória de Afogados denunciada ao blog: enquanto isso, povo sofre sem água
Transformador ainda no chão na Estação Elevatória de Afogados denunciada ao blog: enquanto isso, povo sofre sem água

Mais de 30 dias sem a população receber água. O compromisso era de maio pra junho chegar água da Adutora. A Compesa já resolveu a questão da energia investindo R$ 275 mil e a gente não tem nenhum compromisso de que dia vai chegar a água”, diz Sávio Pessoa.

Semana passada, Joel denunciou a situação nas estações elevatórias. Na de Afogados da Ingazeira, por exemplo, o transformador está a 15 dias no chão, sem ser instalado. Quanto à EE de Tabira, os cabos estão pendurados no poste e o restante não dá sinais de celeridade.

Poucos vereadores: ainda há poucos vereadores da Comissão, apesar da articulação feita na última quinta pela Copap. Cidades como Ingazeira, Itapetim e Afogados ainda não haviam comparecido até as 8h15 de hoje.