Eleições 2018: Bolsonaro ganha na China; na Nova Zelândia iria pro 2º turno com Ciro
Por André Luis
Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Foto: Reprodução/Internet.
Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Foto: Reprodução/Internet.
O boletim de apuração dos votos dados por brasileiros residentes em Xangai, na China, mostrou 58,8% dos votos válidos para o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ao todo, o ex-capitão do Exército teve 103 votos. Com esse resultado, ele venceria as Eleições no primeiro turno. Em segundo lugar, esteve João Amoêdo, do Partido Novo, com 17 votos, em seguida Ciro Gomes (PDT), que conquistou 16 votos.
Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Estavam aptos para votar 626 eleitores, mas 431 não compareceram. Na China, a urna foi aberta às 21h, pelo horário de Brasília e fechada às 6h de hoje, também pelo fuso horário brasileiro.
Nova Zelândia – Por volta das 3h da madrugada (7) começou a circular nas redes sociais imagens dos extratos de apuração das urnas eletrônicas da cidade de Wellington, na Nova Zelândia – onde pouco mais de 200 brasileiros compareceram pra votar. A diferença de fuso-horário fez com que o início da votação começasse ainda na tarde de sábado no horário oficial de Brasília.
Os extratos foram colados nas janelas das zonas eleitorais e eles possuem um QR Code que permite a qualquer pessoa acessar o conteúdo com a apuração final das urnas através do aplicativo Boletim na Mão.
Somando os 3 extratos que se tornaram públicos durante a madrugada, o resultado apurado até às 4h da manhã (de Brasília) na Nova Zelândia foi:
Com um grande público, aconteceu ontem a abertura da XVI Expoagro. Segundo a prefeitura de Afogados, não foi preciso fechar os portões, graças à decisão de ampliar a área de shows do Centro Desportivo. Segundo nota, houve recorde de público em comparação com as suas edições anteriores. O numero total de pessoas não foi oficialmente […]
Com um grande público, aconteceu ontem a abertura da XVI Expoagro. Segundo a prefeitura de Afogados, não foi preciso fechar os portões, graças à decisão de ampliar a área de shows do Centro Desportivo.
Segundo nota, houve recorde de público em comparação com as suas edições anteriores. O numero total de pessoas não foi oficialmente divulgado.
O blog perguntou ao empresário Wagner Nascimento, da WN Empreendimentos, com experiência em eventos dessa natureza em todo o país. “No mínimo 40 mil pessoas com toda certeza. O local foi preparado para 50 mil”, afirmou.
A ampliação da área, com o recuo das barracas em dez metros, e o recuo do palco em quatro metros, foram decisivos para acomodar a todos sem a necessidade de fechamento dos portões.
A noite começou com o pop rock de Ney Gomes, demonstrando toda a versatilidade da Expoagro. Lindomar Souza subiu ao palco antecedendo a grande atração da noite, João Gomes, e também fez bonito.
A grande atração da noite subiu ao palco próximo a meia noite. João Gomes desfilou para a plateia os grandes sucessos de sua jovem carreira.
Antes do show, o Prefeito Alessandro Palmeira destacou o apoio do ex-prefeito José Patriota e do governador Paulo Câmara para que João Gomes pudesse estar na programação da Expoagro. A noite foi encerrada pelo jovem e talentoso Rafael Marrone, destaque do The Voice Brasil.
Dentre os pontos positivos, o cumprimento rigoroso dos horários, graças à equipe de produção e à existência de dois palcos, o policiamento reforçado, além da presença do cinturão de segurança com Bombeiros, Guarda Municipal, segurança privada e o SAMU 192.
Os questionamentos que chegaram ao blog: o fechamento do banheiro feminino com os banheiros químicos sem conseguir absorver o grande volume de mulheres, problema que foi resolvido após comunicação à prefeitura.
Outra queixa foi a de venda de garrafas de long neck pelos barraqueiros. Se há proibição de recipientes de vidro, porque liberar a venda nas barracas? Ainda da falta de educação de quem jogou cerveja pra cima, queixa principalmente das mulheres. Houve pelo menos um foco de confusão, rapidamente contido. A prefeitura informou que e venda está proibida e que vai ter rigor na fiscalização.
Nomes da oposição questionaram ao blog a exploração dos nomes de candidatos no palco. Isso aconteceu por exemplo quando o prefeito Sandrinho foi chamado ao palco e citou o pré-candidato José Patriota. À Rádio Pajeú, Sandrinho disse que não há candidatos formais e que apenas fez um agradecimento a quem foi responsável pela articulação para trazer nomes como João Gomes, como José Patriota, Pedro Campos e Paulo Câmara.
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta terça-feira (22) pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para manter no STF investigação sobre o petista na Operação Lava Jato. Os advogados contestaram decisão do ministro Gilmar Mendes (leia a íntegra), que barrou a nomeação de Lula para ministro da Casa […]
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta terça-feira (22) pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para manter no STF investigação sobre o petista na Operação Lava Jato.
Os advogados contestaram decisão do ministro Gilmar Mendes (leia a íntegra), que barrou a nomeação de Lula para ministro da Casa Civil e devolveu as investigações para o juiz Sérgio Moro, da primeira instância da Justiça Federal.
Na última sexta-feira (18), Gilmar Mendes suspendeu a posse de Lula sob o argumento de que o ex-presidente foi nomeado ministro para ter foro privilegiado garantido e, assim, tirar as investigações sobre ele das mãos do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal. Ministros de Estado têm foro privilegiado – isto é, só podem ser investigados – no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Na mesma decisão, Gilmar Mendes determinou que a investigação do ex-presidente seja mantida com a Justiça Federal do Paraná.
Ao analisar o pedido da defesa, Rosa Weber não julgou o mérito do caso. Ela afirmou que a questão é “delicada e complexa”, mas disse que o habeas corpus (ação movida pelos advogados) não era o instrumento adequado.
Segundo ela, no entendimento do STF, não cabe propor um habeas corpus (tipo de ação utilizado) para derrubar decisão de ministro da própria Corte.
“Pontuo que, em todas as oportunidades nas quais a questão me foi submetida, em Colegiado desta Casa ou em juízo singular, decidi pelo não cabimento do writ [habeas corpus ou mandado de segurança] contra ato de Ministro deste Supremo Tribunal Federal”, escreveu a ministra do despacho.
Em Serra Talhada, o Presidente do PR Allan Pereira jogou combustível no caldeirão sucessório acusando o perfeito Luciano Duque de ter gestão sem responsabilidade fiscal. Em outras palavras, estaria criando um cenário onde o próximo gestor – seja ele ou outro – receberá uma “bomba chiando” do ponto de vista da possibilidade de novos investimentos. […]
Duque acusa Carlos Evandro de passar bastão com “Herança Maldita”. Nome do PR diz que vai fazer o mesmo em 2017…
Em Serra Talhada, o Presidente do PR Allan Pereira jogou combustível no caldeirão sucessório acusando o perfeito Luciano Duque de ter gestão sem responsabilidade fiscal. Em outras palavras, estaria criando um cenário onde o próximo gestor – seja ele ou outro – receberá uma “bomba chiando” do ponto de vista da possibilidade de novos investimentos.
E entrevista ao programa Sertão Notícias, Pereira disse que o déficit, com base nos dados do TCE, entre arrecadação e despesas, chega a R$ 50 milhões na gestão do prefeito petista.
Após a entrevista, Allan participou de debate intenso em um grupo de WhattsApp da cidade, o Serra On Line e reforçou as críticas. “Vejam a mesma relação de receita e despesa nos municípios de Salgueiro e Arcoverde. São cidades similares a Serra Talhada em tamanho e arrecadação”, disse.
A este blogueiro acrescentou: “vejo isso como uma bolha que vai crescendo, pois a autorização das despesas são recentes”. No debate, não faltou também quem lembrasse a chamada “Herança Maldita”, do ex-prefeito Carlos Evandro para o atual prefeito Duque, na defesa do petista. “Carlão deixou o governo com 84% de aprovação, mas as contas em situação muito difícil”, disse um dos debatedores.
G1 PB A eleição de João Azevêdo (PSB), com 58,1% do votos válidos no domingo (7), voltou a registrar um resultado eleitoral que não acontecia na Paraíba desde 1998: eleger um governador em um 1° turno. Há 20 anos, José Maranhão (MDB), que concorreu também nesta última eleição, venceu naquele ano o candidato Gilvan Freire (PSB) no […]
Há 20 anos, José Maranhão (MDB), que concorreu também nesta última eleição, venceu naquele ano o candidato Gilvan Freire (PSB) no 1º turno, com 80,7% dos votos válidos.
Nas eleições de 1998, José Maranhão, no então PMDB, conseguiu 877.852 votos contra 175.234 votos de Gilvan Freire, cerca de 16,1%. Nessas eleições, a Paraíba ainda contava com José Antônio Valadares (PRP), que obteve 14.090 votos, com João César de Araújo, que obteve 11.095, e Marcelino Rodrigues, que alcançou 9.244 votos.
Por sua vez, em 2018, João Azevêdo obteve 1.119.758 votos, que representaram 58,18% dos válidos. Lucélio Cartaxo (PV) ficou em segundo lugar, com 450.525 votos (23,4%), e José Maranhão (MDB), em terceiro, com 335.604 votos (17,4%), com Tárcio Teixeira em quarto, com 15.522 votos e Rama Dantas (PSTU) em quinta com 3.146 votos.
Em entrevista coletiva realizada em João Pessoa, após a confirmação da vitória, o governador eleito da Paraíba falou sobre as eleições: “Eu tenho certeza que esse momento é muito especial, por uma série de fatores. Como foi grande e como foi bonita essa caminhada que nós fizemos. Fizemos uma campanha limpa, uma campanha propositiva, uma campanha de convencimento, uma campanha de demonstrar a todo mundo aquilo que efetivamente aconteceu. Uma campanha da verdade que mostrou que essa Paraíba evoluiu, porque evoluiu, como evoluiu e quem promoveu essa evolução pra Paraíba”, destacou.
Tabira atingida na alma O município de Tabira foi notícia esta semana pelo trágico episódio envolvendo a jovem Érica Lopes, ou Paulinha, morta covardemente por um homem atormentado, tentado por uma recompensa de mil reais, por quem não soube lidar com a perda e obsessão de um relacionamento que não existia há anos. Aquele golpe […]
O município de Tabira foi notícia esta semana pelo trágico episódio envolvendo a jovem Érica Lopes, ou Paulinha, morta covardemente por um homem atormentado, tentado por uma recompensa de mil reais, por quem não soube lidar com a perda e obsessão de um relacionamento que não existia há anos. Aquele golpe de faca não atingiu apenas Paulinha. Acertou Tabira em cheio, na alma.
As pessoas ainda andam se perguntando o porquê, atormentadas, feridas, abaladas. É como se a cidade também tivesse tombado com a vítima, como se o luto de Marcílio e das duas meninas órfãs fosse de toda sua gente.
A Tabira que conhecemos é a de Dedé Monteiro, Paulo Matricó, Sebastião Dias, dos poetas, glosadores, de um povo autêntico, tão forte como tenro. Os dias e horas não vão apagar a dor e a data. Essas coisas ficam cravadas na alma e na história para sempre. Mas isso não vai afetar o que Tabira entrega de melhor para nós. Tabira não vai esquecer. Mas vai saber superar e lidar com sua dor. A poesia vai vencer a tragédia.
Previdência Premiada
O Instituto de Previdência de Triunfo, gerido por Lúcia Melo, está entre os vencedores de mais uma premiação nacional por sua eficiência na gestão e equilíbrio financeiro. Ainda hoje o blog destacará a conquista. Em uma mar de desmandos nas previdências municipais região afora, Triunfo é uma ilha de eficiência, mostrando que quando se quer, tem jeito.
Dá pra dizer quem fica
Menos de sessenta dias antes de seu segundo governo, o prefeito José Patriota guarda a sete chaves as mudanças que fará no seu secretariado. Certo é que haverá mudanças, anunciadas até o início do mês que vem. Se não é possível dizer ao certo quem entra, ao menos se pode cravar quem não sai: da lista de imexíveis, Arthur Amorim (Saúde), Rodrigo Lima (Imprensa), Agricultura (Ademar Oliveira) e Silvano Brito (Obras). Esses aí, só saem se pedirem.
Água e óleo
Zé Negão continua, a seu estilo, dizendo que foi um herói sendo reeleito em Afogados da Ingazeira. E batendo no aliado (?) Emídio Vasconcelos. “Não sabe o que é uma campanha. Não fez uma caminhada, um comício, não usou um carro de som ou montou estrutura mínima de campanha. Não sei pra que foi candidato”, diz. Alguém duvidava que os dois eram como água e óleo?
O tempo não tem parada
O registro é de um encontro histórico em Tabira, ao bom estilo quem que viu quem te vê: na foto, Antonio Mariano, Sebastião Dias, Edson Moura e Dinca Brandino. Fora o bigode e a ação do tempo, a cara carrancuda de Dinca não mudou.
Hoje, Antonio vive em Afogados, aposentado, Sebastião Dias é prefeito reeleito de Tabira e adversário ferrenho de Dinca, Moura continua clinicando na Casa de Saúde e falando muito de politica. Quanto a Brandino, faz a mesma coisa há quatro anos: reclama do resultado das eleições e diz que foi comprada.
Terra loteada
Ninguém sabe responder ainda onde José Patriota (PSB) vai arrumar base política para ser candidato a Estadual em 2018. Isso porque a região do Pajeú já começou a ser loteada em outubro. Parte das bases de Ângelo Ferreira foram herdadas por Diogo Morais. E no Alto Pajeú, nomes como Adelmo Moura e Evandro Valadares já declararam voto para Nilton Mota. Até agora, só Anchieta Patriota (Carnaíba) disse apoiar o presidente licenciado da Amupe.
Entre o pior e o menos ruim
Luciano Duque não sabe qual será sua maior dificuldade: se a gestão administrativa, com um cenário preocupante pelas incertezas de 2017, ou política. A segunda pode ganhar no critério de desempate: com o palanque enorme e dificuldades de acomodar aliados, Duque pode começar a gestão com o palanque menor que o que pediu votos para ele em outubro. Tem gente achando que já deveria ter sido chamada e aqueles que andam reclamando o espaço oferecido. Saravá…
Frase da semana:
A frieza dela impressionou. De Jorge Damasceno, sobre a reação de Sílvia Patrício acerca da morte que chocou a região semana passada. Ela está desde quinta no presídio feminino de Buíque.
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