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“É vingança contra o Nordeste”, diz assessora da FETAPE sobre corte da operação Pipa por governo Bolsonaro

Por Nill Júnior

Segundo Kátia Patriota, assessora da FETAPE, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco no Pajeú, todos  municípios da região já tiveram cortado o envio de carros pipa do programa federal.

Ontem, foi noticiado que a operação Carro-Pipa, do governo federal, que leva água potável às famílias no semiárido nordestino há mais de 20 anos, teve os recursos cortados neste mês, levando os caminhões a pararem o fornecimento do produto a moradores do interior no Nordeste.

Segundo a planilha do Exército, que coordena a operação, 1,6 milhão de pessoas teriam direito ao abastecimento em novembro em oito estados do Nordeste, mas estão prejudicadas.

O primeiro estado a ter o abastecimento suspenso, logo no início do mês, foi Alagoas. Já em Pernambuco, Paraíba e Bahia, a paralisação foi informada apenas na quinzena final de novembro, assim como vem ocorrendo nos demais estados, com os caminhões deixando de prestar o serviço à população.

Nossos deputados Doriel Barros e Carlos Veras estão articulando com outros parlamentares uma cobrança ao Ministério do Desenvolvimento Regional para retomada do programa. A CONTAG está buscando caminhos jurídicos para tentar junto ao Supremo uma decisão que obrigue o Ministério a retomar o programa.

O problema deve estourar na mão dos prefeitos. “O governo Bolsonaro já vinha fazendo cortes em vários programas sociais. É uma vingança porque o Nordeste mostrou sua força e por isso, cortou nosso bem mais precioso, a água. Muitas comunidades sem reservatório já relatam dificuldades.

Outras Notícias

Serra Talhada registra 13º homicídio

Homem de 45 anos foi morto com dez tiros. Integrava comunidades de WhatsApp na cidade Mais um homicídio registrado em Serra Talhada, o 13º do ano da Capital do Xaxado. O crime, contra Wbiratan Cavalcante de Araújo, 45 anos, o Bira das Casas Bandeirantes, aconteceu quando ele estava no restaurante Malagueta, que fica no Bairro […]

Bira tinha 45 anos. Morreu com dez tiros
Bira tinha 45 anos. Morreu com dez tiros

Homem de 45 anos foi morto com dez tiros. Integrava comunidades de WhatsApp na cidade

Mais um homicídio registrado em Serra Talhada, o 13º do ano da Capital do Xaxado. O crime, contra Wbiratan Cavalcante de Araújo, 45 anos, o Bira das Casas Bandeirantes, aconteceu quando ele estava no restaurante Malagueta, que fica no Bairro do Ipsep, próximo à Academia das Cidades.

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Morte gerou luto nos grupos de WhatsApp na cidade

Teve características de execução: foram pelo menos dez tiros disparados por dois homens em uma moto, com as mesmas características de homicídios anteriores. Ele ainda foi levado para o Hospam, mas não resistiu.

Não se sabe a motivação do crime e se há ou não ligação com a onda de homicídios na cidade. O crime ocorreu menos de um mês depois da última morte, que havia sido registrada no São Cristóvão.

Bira participava dos grupos de WhatssApp que repercutem os temas na cidade, como Serra On Line e ST Mais: em ambos, a logo em preto, sinalizando luto e muitas homenagens dos debatedores e criadores. Era conhecido por gestos de solidariedade. Hoje, segundo o radialista Francys Maya, pagaria contas de uma família carente que procurou a Líder do Vale.

Odacy quer ser o primeiro deputado federal do PT no Sertão

Segundo a sua assessoria: Odacy Amorim foi o deputado estadual mais votado em Petrolina, em 2014, com 41.050 votos, quase a mesma quantidade dos votos somados de Miguel Coelho e Lucas Ramos (43.306). No estado, principalmente no sertão, Odacy obteve 61.772 votos e foi o primeiro entre os estaduais eleitos pelo Partido dos Trabalhadores (PT). […]

Foto: João Quezado/Divulgação

Segundo a sua assessoria: Odacy Amorim foi o deputado estadual mais votado em Petrolina, em 2014, com 41.050 votos, quase a mesma quantidade dos votos somados de Miguel Coelho e Lucas Ramos (43.306). No estado, principalmente no sertão, Odacy obteve 61.772 votos e foi o primeiro entre os estaduais eleitos pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Agora, candidato a deputado federal, ele planejou a campanha visando a ser o primeiro deputado federal do Partido dos Trabalhadores eleito no Sertão pernambucano.

Para tanto, Odacy programa a intensificação das atividades de campanha no município de Petrolina, sua base eleitoral, e vem fazendo articulações políticas em cerca de 20 outras cidades, com a definição de apoio de vereadores, ex-vereadores, lideranças comunitárias e de entidades. O nome de Odacy tem aparecido, com frequência, entre os candidatos com maior potencial de eleição, por analistas e pela imprensa da capital e do interior.

Eleição histórica

Para Odacy, depois de dois mandatos de estadual e de um legado como ex-vereador e ex-prefeito de Petrolina, quando alcançou a aprovação de 87% da população, a disputa por uma vaga de deputado federal, é um desafio e ao mesmo tempo, uma alegria. Segundo ele, ter a oportunidade de se tornar o primeiro parlamentar do PT no sertão a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados, é mais um motivo para percorrer sem cansaço o máximo de localidades, conversando com os eleitores, apresentando propostas e buscando os apoios de que precisa para confirmar as previsões eleitorais.

“Esse já é o maior desafio em toda a minha vida pública. Eu quero ser o primeiro deputado federal do PT no sertão. O deputado de Lula na região. O presidente Lula vai precisar de uma bancada forte, para garantir o resgate das conquistas sociais que se perderam nos últimos anos”, assinalou.

Odacy acrescenta que chegando à Câmara Federal, poderá ajudar ainda mais o estado e à região sertaneja, fazendo mais do que já fez na espera estadual em seus dois mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa.

“Um mandato de deputado federal oferece mais condição para o trabalho, com emendas, gestões nos ministérios e órgãos federais e articulações em Brasília para trazer recursos do Governo Federal para os municípios”, explicou Odacy Amorim, ressaltando que as emendas dos deputados federais chegam a R$ 15 milhões, dez vezes mais que o valor que os deputados estaduais têm direito para levar obras e benefícios aos municípios e à população.

Santa Terezinha: Mulher e enteada de Franklin de Danda são baleadas em tentativa de assalto

Ação ocorreu no Sítio Macacos, zona rural do município. Esposa e enteada foram transferidas para o Recife. Por André Luis EXCLUSIVO Na noite desta terça-feira (02/02), Franklin de Danda irmão do vereador Neguinho de Danda e do ex-prefeito de Santa Terezinha, falecido em novembro do ano passado, Vanin de Danda – sofreu uma tentativa de […]

Ação ocorreu no Sítio Macacos, zona rural do município.

Esposa e enteada foram transferidas para o Recife.

Por André Luis

EXCLUSIVO

Na noite desta terça-feira (02/02), Franklin de Danda irmão do vereador Neguinho de Danda e do ex-prefeito de Santa Terezinha, falecido em novembro do ano passado, Vanin de Danda – sofreu uma tentativa de assalto no sítio Macacos, na zona rural de Santa Terezinha.

A redação do blog teve acesso a um áudio do filho de Neguinho de Danda, explicando o ocorrido. Segundo ele, Franklin estava levando a esposa e a enteada para jantar no sítio, quando foi atacado por assaltantes que tentaram roubar a moto. 

Ainda segundo o relato, houve disparos de tiros, a esposa de Franklin de cerca de 30 anos levou três tiros e a sua filha de 12 anos foi atingida por dois disparos. Às duas foram transferidas para o Recife e ainda não se tem informações sobre estado de saúde delas. Franklin foi atingido de raspão e foi atendido na Maternidade do município.

Zeinha confirma chapa com Pedro Alves na cabeça e Marquinhos na vice

Com colaboração de Marcelo Patriota O prefeito de Iguaracy,  Zeinha Torres, acaba de anunciar a chapa governista para as eleições de outubro. O candidato do grupo será o ex-prefeito Pedro Alves,  com o Secretário de Administração Marcos Henrique,  o Marquinhos,  candidato a vice. No anúncio,  Zeinha fez uma crítica que foi interpretada como endereçada ao […]

Com colaboração de Marcelo Patriota

O prefeito de Iguaracy,  Zeinha Torres, acaba de anunciar a chapa governista para as eleições de outubro.

O candidato do grupo será o ex-prefeito Pedro Alves,  com o Secretário de Administração Marcos Henrique,  o Marquinhos,  candidato a vice.

No anúncio,  Zeinha fez uma crítica que foi interpretada como endereçada ao ex-prefeito Albérico Rocha.

“Na política tem que ter a surpresa, mas comigo só não vai ter a traição”, disse. “Nosso candidatos são esse dois baluartes, Pedro e Marquinhos, homens de confiança do grupo. Conversamos bastante com os vereadores, o grupo e foi consenso”, disse.

“Escolhemos dois nomes bons, e ficaram outros tantos bons nomes”, disse, em relação a outros quadros cotados no grupo.

Sobre a ida para o PSDB, Zeinha argumentou: “Deixei o PSB e muitos amigos lá. Mas tenho que pensar no município, e não em mim. Pensei no povo. Estamos juntos da governadora Raquel Lyra tem nos ajudado muito”, disse.

Pedro Alves é médico por formação.  Tem 78 anos e já governou o município. Marcos Henrique,  o Marques,  é atual Secretário de Administração do município.

A surpresa fica por conta da cabeça da chapa. Alguns achavam que, pelo discurso da oxigenação, Marquinhos seria o nome anunciado. Mas pesou a liderança política e eleitoral de Pedro Alves, que volta a disputar a prefeitura, muito tempo depois de ter governado o município.

Já o ex-prefeito Albérico Rocha deve ser o nome da oposição. Há quem diga que a aliança contará com o apoio do ex-prefeito Francisco Dessoles. Será a batalha dos prefeitos: Pedro e Zeinha x Albérico e Dessoles.

Base de Temer não garante apoio para barrar denúncia

Da Folha de São Paulo A base governista na Câmara evita declarar apoio a Michel Temer na votação da denúncia criminal apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República). A Folha procurou na semana passada todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é […]

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Da Folha de São Paulo

A base governista na Câmara evita declarar apoio a Michel Temer na votação da denúncia criminal apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

A Folha procurou na semana passada todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é acusado de corrupção passiva –seria o destinatário de uma mala de R$ 500 mil de propina da JBS, além de promessa de outros R$ 38 milhões em vantagens indevidas.

Cabe à Casa dar ou não aval, com os votos de no mínimo 342 deputados, para que o STF possa aceitar a denúncia e abrir a ação penal. Nessa hipótese, Temer seria afastado por até 180 dias para ser julgado.

Só 45 deputados responderam que votarão contra a aceitação da denúncia.

Entre os apoiadores do presidente estão aliados fiéis como Carlos Marun (PMDB-MS) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líderes do governo na Câmara.

Já os que declaram apoio à continuidade das investigações somam 130 parlamentares, 212 a menos do que o mínimo necessário para que a denúncia seja aceita.

Outros 112 afirmaram que não sabem ainda como votarão e 57 não quiseram se posicionar.

Entre os deputados do PMDB, o número dos que se declararam contrários ao prosseguimento da denúncia é igual ao daqueles que afirmaram não ter posição formada a respeito do caso: 18.

No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), nenhum deputado declarou que votará contra a denúncia. Três não quiseram se pronunciar, 13 disseram estar analisando a peça do Ministério Público e 11 não responderam à enquete. Maia declarou que não votará.

Um parlamentar da sigla chegou a afirmar à Folha, em caráter reservado, que gostaria de votar com o governo, mas que a acusação é grave e necessita de análise.

Parte dos parlamentares tomou chá de sumiço: 168 foram contatados repetidamente pela reportagem desde terça (27), mas não responderam aos telefonemas e e-mails.

A maioria é de partidos da base aliada, como o próprio PMDB, que contabilizou 25 sumidos, PR, com 16, PP, com 15, ou PRB, com 12. O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não respondeu à pesquisa.

Muitos dizem esperar decisões partidárias para declarar voto. A posição de cada sigla ou a liberação do voto aos parlamentares deve ser discutida nesta semana.

“É um equívoco isso de ‘vou votar com a minha consciência'”, afirmou Marcus Pestana (PMDB-MG), um dos que esperam manifestação da legenda. “É preciso votar com a coletividade do partido, ele existe por uma razão.”

Parte dos deputados afirmou que espera manifestação da defesa de Temer, e um terceiro grupo diz que só se posicionará após o relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde a peça será analisada primeiro.

Outra explicação para a reticência de aliados pode estar na popularidade do presidente, que caiu a 7% –a menor em 28 anos, segundo o Datafolha–, já que a maior parte dos parlamentares deve tentar a reeleição em 2018.

Mesmo tendo decidido em reunião no início de junho permanecer na base de Temer, o PSDB segue rachado. Entre seus 46 deputados, oito declararam que votarão pela continuidade do processo. O número é maior do que o daqueles que se disseram contrários à denúncia, cinco.

A liderança do partido já afirmou que deve reunir a bancada para decidir como votar após o final da análise da denúncia na CCJ, que começará nesta semana.

Após passar pela comissão, a denúncia segue para votação no plenário. Para evitar o afastamento, Temer precisa que pelo menos 172 deputados votem “não” à denúncia ou simplesmente não compareçam à sessão.

A tarefa, porém, pode não ser tão fácil: a votação será nominal, e há, mesmo entre aliados, a avaliação de que os parlamentares que não aparecerem para votar podem sofrer pressão do eleitorado.